Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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sábado, 8 de setembro de 2018

‘Rollembergmente’ e Ibaneis pede retirada de propaganda mentirosa do ar

Sábado, 8 de setembro de 2018
Do Blog Política Distrital
Por Kleber Karpov


O candidato ao GDF, Ibaneis Rocha (MDB) recorreu ao Tribunal Regional Eleitoral do DF (TRE-DF) para que o candidato a reeleição, o governador do DF, Rodrigo Rollemberg, retire do ar uma propaganda enganosa sobre construção de “um novo Hospital da Criança”, ao se referir ao Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB).
Na ação, Ibaneis lembra que Rollemberg foi responsável apenas por construir o Bloco II do HCB, produto de convênio firmado alguns anos antes da eleição do atual ocupante do Buriti. [Observação do Gama Livre: GDF inaugura Hospital da Criança em 23/11/2011]
Ibaneis chegou a recorrer ao personagem “Pinóquio” que tomou conta do cenário político do DF, após Rollemberg enganar cerca de 100 mil servidores públicos ao descumprir, em 2016, promessa de pagamento das incorporações de gratificações do funcionalismo público.

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Justiça divulga nota desmentindo o boato sobre fechamento do Hospital da Criança de Brasília (HCB)

Segunda, 8 de maio de 2017
Assim, as notícias veiculadas na mídia de forma tortuosa, repito, de fechamento, sucateamento, sobrevivência e outras inúmeras assertivas e opiniões sobre o processo contra o HCB não condizem com as decisões judiciais proferidas nos autos, apresentando-se como mera especulação.

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Do TJDF
Nota de esclarecimento sobre o Hospital da Criança de Brasília 

Em razão da repercussão na sociedade quanto ao propagado fechamento do HOSPITAL DA CRIANÇA DE BRASÍLIA – HCB, necessários alguns esclarecimentos para que os cidadãos tenham a notícia do que ocorre no processo judicial em trâmite na Justiça do Distrito Federal.

Em nenhum momento foi determinado ou cogitado nas decisões emanadas do juízo da 3ª Vara da Fazenda Pública do DF ou pelo colegiado do eg. TJDFT o “fechamento” do HCB ou “cortes no orçamento” ou ainda modificação ou intromissão na forma ou qualificação dos serviços médicos prestados pela Organização Social que administra o hospital. 

Não se falou uma única letra dos motivos jurídicos devidamente e exaustivamente fundamentados das decisões judiciais proferidas que culminaram no afastamento provisório do Superintendente Executivo do HCB, a pedido do Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios, por 90 (noventa) dias, ocupado agora pelo seu Superintendente Adjunto por decisão deste juízo, ressaltando-se que o DF não quis indicar um servidor de seus quadros para esse mister, o que foi acolhido pelo Tribunal.

Outro ponto primordial se refere ao fato que os recursos recebidos pelo HCB são públicos, decorrentes dos impostos dos contribuintes e, não obstante a destacada excelência que vem sendo veiculada em todos os meios de comunicação e esferas dos três Poderes, as suas contas devem ser prestadas, haja ou não licitação, seja público ou privado. Essa prestação se baseia na própria lei que autorizou a contratação das Organizações Sociais, remetendo a fiscalização rígida do Ministério Público e aos Tribunais de Contas, nunca excluída a apreciação pelo Judiciário quando provocado, lembrando-se que há dois anos o TCDF, órgão auxiliar do Poder Legislativo, não analisa as contas do HCB.

Neste raciocínio, o Ministério Público tem o dever legal de fiscalizar e ajuizar as ações que entende pertinentes à defesa do patrimônio público e, aqueles que forem nessa forma procurados deverão se defender, observado o devido processo legal, com o contraditório e a ampla defesa. Caberá ao Poder Judiciário, em todas as suas instâncias, ao final, decidir. Ninguém está acima ou abaixo da lei. Nem o Juiz, o Ministério Público ou qualquer outra pessoa ou órgão que preste direta ou indiretamente serviço público com verba pública. Não se pode pretender na via oblíqua soltar “nuvens de fumaça”, especialmente expondo crianças, adolescentes e famílias - em tratamento de doenças graves -, à imagem pública, como se a Justiça não estivesse atenta aos carentes e necessitados de atendimento de saúde.

Entretanto, a excelência no atendimento e qualificação também exige a forma pormenorizada da prestação de contas. Enfim, o que se busca no momento processual da ação ajuizada pelo MPDFT é quanto recebe e como gasta o HCB, nos estritos termos da lei. O que está sendo gasto com recursos do erário é muito, pouco, adequado? Poderiam ser mais crianças atendidas com a mesma ou melhor qualidade com o que vem sendo gasto? Isso tem que ser esclarecido à sociedade. Ademais, a Ação de Improbidade Administrativa está ainda na fase inicial em que, após a defesa preliminar, o juiz recebe ou a rejeita, liminarmente.

Assim, as notícias veiculadas na mídia de forma tortuosa, repito, de fechamento, sucateamento, sobrevivência e outras inúmeras assertivas e opiniões sobre o processo contra o HCB não condizem com as decisões judiciais proferidas nos autos, apresentando-se como mera especulação.

Juiz JANSEN FIALHO DE ALMEIDA
Titular da 3ª Vara da Fazenda Pública do DF

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Leia a postagem a seguir e ouça o áudio da promotora Marisa Izar, da Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde (Prosus) do MPDF. Ela fala sobre o Hospital da Criança de Brasília.

Rollemberg em São Paulo, no lançamento de um tal Ibross, elogia OS de Brasília. Mas importante mesmo é ouvir o áudio da fala da promotora Marisa Izar no encontro realizado no último dia 18/11 e que discutiu OSs na Saúde.

terça-feira, 2 de maio de 2017

Nota de esclarecimento: posição da 2ª Prosus (MPDFT) sobre a administração do Hospital da Criança de Brasília

Terça, 2 de maio de 2017

Do MPDF
Em relação às recentes matérias jornalísticas sobre o Hospital da Criança de Brasília (HCB) e o perigo de um vazio assistencial, preocupa o Ministério Público a exposição e a utilização de imagens de crianças portadoras de câncer em tratamento em uma tentativa de sensibilizar a opinião pública.
É preciso esclarecer que o HCB foi construído com grande parte dos recursos do Fundo da Infância e Juventude. Trata-se de dinheiro público e de um hospital 100% público. Quanto ao suposto risco de descontinuidade do atendimento em razão do afastamento do dirigente Renilson Rehem, indicado pela Organização Social que administra o hospital, e a intenção desta, ainda não formalizada, de não mais administrar o HCB, deve-se observar que os diretores-gerais de todos os hospitais públicos são e devem ser os diretores técnicos, na forma prevista nas normas do Conselho Federal de Medicina. A diretora técnica do HCB é a médica Isis Magalhães, servidora da Secretaria de Saúde desde 1983, pediatra especialista em hematologia oncológica e gestão. Ela participou de toda a criação do hospital, desde os planos de sua implantação no Distrito Federal.
Por essa razão, não se pode falar em “vazio” na gestão do HCB somente porque o Judiciário determinou cautelarmente o afastamento do superintendente executivo do hospital. Indaga-se, até mesmo, qual é a função do superintendente afastado que justifique seu salário mensal de R$ 32 mil, uma vez que há uma diretora técnica. Causa espanto que a Secretaria de Saúde esteja se esquivando de nomear um diretor para o HCB, que é, repita-se, um hospital público.
Por outro lado, o Ministério Público não é contra toda e qualquer organização social. As organizações sociais recebem recursos públicos e devem atuar de forma complementar à rede pública, ou seja, deve haver serviços do Estado e, concomitantemente, serviços prestados pelas organizações sociais para que não ocorram vazios na prestação de assistência. Além disso, as organizações sociais devem prestar contas dos recursos recebidos de forma pormenorizada, agir com transparência e ser escolhidas a partir de sua expertise na respectiva área técnica, em um processo de seleção em que todas possam concorrer.

O Icipe, organização social escolhida sem concorrência para administrar o HCB, foi criado às vésperas de sua contratação pela Secretaria de Saúde. Por isso, não se pode falar em experiência técnica prévia que justifique sua escolha. Quanto à Abrace, que criou o Icipe, embora se destaque na área oncológica, não tem e nunca teve experiência na assistência médica a pacientes, mas sim na área de assistência social e psicológica, prestando atendimentos dessa natureza ao apoiá-los no processo de recuperação. Tanto é assim que a maioria dos médicos que atuam no HCB são da própria rede pública de saúde e não do Icipe, assim como sua diretora técnica.
Na atualidade, o hospital que vem sendo sucateado, por razões que se desconhece, é o Hospital Materno Infantil de Brasília, que recebe recursos ínfimos perto do que recebe o HCB, mas também cuida de pacientes portadores de câncer, notadamente, na área cirúrgica. O hospital, que atende em regime de pronto-socorro e possui UTI, teve suas atividades suspensas por falta de insumos básicos.
O HCB, por sua vez, precisa da retaguarda de hospitais como o Hospital de Base e de ambulâncias para remover pacientes mais graves, não possui leitos de UTI e não atende em regime de pronto-socorro. Nem todas as crianças atendidas na rede pública tem a sorte de poder contar com os serviços do HCB, enquanto o Hospital de Base e o Hospital Materno Infantil jamais poderiam negar-lhes atendimento. Dessa forma, não se pode comparar a gestão de um hospital abastado em recursos como o HCB com outro mantido completamente à míngua, como o Hospital Materno Infantil.
Apenas a título de exemplo, no caso da alimentação dos pacientes, o valor pago pelo HCB a seu fornecedor, que é o mesmo que fornece alimentação à Secretaria de Saúde, é muito mais alto. Essa diferença deveria ser direcionada a despesas essenciais do SUS, pois faltam diversos medicamentos e insumos, especialmente no Hospital Materno Infantil.
Como então se falar em gestão de excelência se são consumidos mais recursos sem justificativa, em detrimento do que deveria ser direcionado aos outros hospitais? Recursos públicos que poderiam ser aplicados no resto da rede que se encontra sucateada?
Nesse cenário, sempre é oportuno lembrar o exemplo do Hospital Regional de Santa Maria, cuja gestão foi retomada pela Secretaria de Saúde sem qualquer interrupção, com gestores nomeados pela própria Secretaria, sem nenhuma hesitação.
2ª Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde (Prosus)

quarta-feira, 5 de abril de 2017

OS: Diretor do Hospital da Criança é novamente afastado do cargo pela Justiça

Quarta, 5 de abril de 2017
Do Metrópoles
Larissa Rodrigues

Pela segunda vez desde o ano passado, Justiça determina o afastamento de Renilson Rehem, por supostas ilegalidades na escolha de entidades

 A Justiça determinou nesta quarta-feira (5/4) o afastamento do diretor do Hospital da Criança de Brasília (HCB), Renilson Rehem. É a segunda vez, desde o ano passado, que ele é destituído do cargo. Rehem disse ao Metrópoles que está estarrecido com mais essa decisão: “É uma série de acusações levianas e vazias. É tudo absolutamente injusto. Estão me perseguindo”.

O diretor do HCB já havia sido afastado no dia 18 de novembro de 2016, após pedido do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). Para os promotores, há indício de irregularidades na escolha das organizações Instituto do Câncer Infantil e Pediatria Especializada (Icipe) e Associação Brasileira de Assistência às Famílias de Crianças Portadora de Câncer e Hemopatias (Abrace), que são responsáveis pela gestão da unidade hospitalar. As entidades negam qualquer  

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Leia também:

Ministério Público obtém duas vitórias contra a terceirização da saúde no DF Sexta, 18 de novembro de 2016

SUS x OSs: dois pesos, duas medidas   Sexta, 13 de janeiro de 2017

OSs: MP aponta irregularidades e secretário de Saúde desconversa Sábado, 19 de novembro de 2016

30 mil pessoas aguardam atendimento na saúde do DF. Mas, e no Hospital da Criança? Terça, 2 de agosto de 2016

ALEGAÇÕES ‘EVASIVAS’: MPF pede ao TCU para investigar organização social de saúde no DF Quarta, 27 de julho de 2016

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

GDF não paga obra e ampliação do Hospital da Criança pode parar

Sexta, 27 de janeiro de 2017
Entidade que constrói o Bloco 2 afirma não ter recebido R$ 40 milhões do GDF nos dois anos da gestão Rollemberg e ameaça suspender a obra

Fontes: Manoela Alcântara/Felipe Menezes/Metrópoles
Blog do Sombra

As obras do Bloco 2 do Hospital da Criança José Alencar estão ameaçadas. A Organização Mundial da Família (OMF), responsável por construir o prédio, não recebeu os R$ 40 milhões que o Governo do Distrito Federal (GDF) tem que repassar para a conclusão do empreendimento. E, caso o valor não seja pago até a próxima quarta-feira (1º/2), a entidade afirma que não poderá dar prosseguimento à construção do edifício, que prevê 202 leitos de internação, sendo 40 unidades de terapia intensiva para o tratamento de câncer.

A OMF, ligada à organização internacional World Family Organization, com sede na França, nunca recebeu verba alguma da gestão Rodrigo Rollemberg (PSB). O valor total da obra chega aos R$ 82 milhões. Os primeiros R$ 42 milhões foram pagos em 2013, ainda no governo Agnelo Queiroz (PT). No entanto, à época faltava a preparação do terreno para que as obras começassem, o que só ocorreu em julho de 2015.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Organização Social (OS) abocanha milhões no Hospital da Criança

Segunda, 21 de novembro de 2016
A ação de improbidade administrativa é contra nove pessoas: Renilson Rehem de Souza, superintendente executivo do HCB; Agnelo Santos Queiroz Filho, ex-governador do DF; Rafael de Aguiar Barbosa, ex-Secretário de Saúde do DF; Adonias dos Reis Santiago, então Secretário de Estado de Fazenda do DF; Elias Fernando Miziara, ex-Secretário Adjunto de Saúde; ICIPE, INSTITUTO DO CÂNCER INFANTIL E PEDIATRIA ESPECIALIZADA - ICIPE (pessoa jurídica); José Airamir Padilha de Castro, então Coordenador da Comissão de Acompanhamento do Contrato de Gestão; Newton Carlos de Alarcão, pelo ICIPE; Tulio Roriz Fernandes, responsável por indevida autorização de liquidação e pagamento;

Do SindSaúde—DF
21/11/2016  Por Déborah Siqueira 
A denúncia do SindSaúde ao Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) sobre a gestão do Hospital da Criança de Brasília (HCB) começa a ter desdobramentos. A Justiça determinou o imediato afastamento de Renilson Rehem de Souza, superintendente executivo do HCB. O relatório do MPDFT confirma as inúmeras irregularidades no contrato firmado entre o GDF e a Organização Social ICIPE.
O relatório concluiu que a celebração do contrato “foi feita sem qualquer concorrência pública ou chamamento público, com o direcionamento da escolha, novamente, à Organização Social denominada ICIPE”. Até 2019, a OS terá abocanhado R$ 744 milhões, isso sem contar possível reajuste pelo INPC. Para apenas dois meses de 2019, o valor contratual previsto é de R$ 29 milhões, quase metade do valor do primeiro contrato, celebrado em 2014 (veja tabela abaixo).
Fonte: Equipe técnica do SindSaúde
Fonte: Equipe técnica do SindSaúde


Outro fato a se considerar é que esse contrato milionário deveria dar conta de custear todo o pessoal do HCB. No entanto, a Secretaria de Saúde do DF ainda cede 71 servidores para a unidade, desfalcando assim outros lugares que estão carentes de profissionais. “Fica comprovado que o fechamento da pediatria em outras unidades, como no Hospital do Gama, é resultado da má gestão ou do mau-caratismo de uns”, dispara Marli Rodrigues.
A farra com a OS não é nova. Segundo o relatório, já havia irregularidades no contrato de 2011 e esses vícios se repetiram no contrato de 2014 só que com valores muito maiores. “Não obstante a existência de inúmeras irregularidades no processo de qualificação do ICIPE e na celebração do primeiro contrato de gestão, sob o n. 01/2011, os requeridos praticaram mais um ato Ímprobo consistente na celebração de um novo contrato de gestão, com objeto mais amplo e valores mais vultosos que o anterior, que tomou o número 01/2014”, destaca um trecho da ação. 
Para conhecer o inteiro teor do relatório do MPDFT, faça o download aqui

terça-feira, 2 de agosto de 2016

30 mil pessoas aguardam atendimento na saúde do DF. Mas, e no Hospital da Criança?

Terça, 2 de agosto de 2016
Hospital da Criança

Com relação a fila de atendimento no HCB, a SES-DF se limitou a afirmar que a realidade do hospital é menor onde as pacientes são atendidos em 30 dias, em algumas especialidades. Mas, infelizmente, esse parece não ser o caso do bebê Ghael Davi, com dois meses, filho Alexandro Santos de Andrade Pereira, auxiliar administrativo, 28 anos, e da designer de interiores, Adriana Correia da Cunha, 34 anos, caso abordado por Política Distrital em matéria intitulada Hospital da Criança é modelo de OSs, mas para o pequeno Ghael, não (20/Jul). A criança tem um estado crítico, de acordo com a própria SES-DF.


Com sequelas em decorrência do parto no HRSM, um quadro clínico grave, com indicação vermelha na classificação e riscos, de acordo com a própria SES-DF, cadastro nº 171306087 no SISREG, para atendimento em neuropediatria, Ghael vive à mercê da sorte e da alternância entre desespero e carinho dos pais.
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Um sonho, mas para poucos. Embora sem parecer por parte da Secretaria de Saúde sobre regulação no Hospital da Criança de Brasília, Política Distrital, identificou caso de quase um ano e meio de espera para atendimento na unidade 

Por Kleber Karpov

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Informação circula em redes sociais e grupos de aplicativos mobile

Um dado alarmante circula nas redes sociais. A existência de 9 mil crianças que, supostamente, aguardam atendimento no Hospital da Criança de Brasília José de Alencar (HCB). Essa informação é sustentada pela presidente do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Saúde do DF (SindSaúde-DF), Marli Rodrigues, durante a oitiva na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde do DF, na Câmara Legislativa do DF (CLDF)(21/Jul). Política Distrital questionou os números junto a Secretaria de Estado de Saúde do DF (SES-DF) para confirmar tais dados, mas…

O Blog perguntou, especificamente, qual é a quantidade de usuários do Sistema Único de Saúde do DF (SUS-DF) que aguarda atendimento na fila de Regulação do HCB, hospital gerido pelo Instituto do Câncer e Pediatria Especializada (ICIPE), organização social (OS) responsável pela administração do HCB. Por meio da Assessoria de Comunicação (Ascom), a Secretaria de Saúde se limitou a apresentar dados, não menos alarmantes, sobre o atendimento total na rede de saúde pública do DF.

Leia a íntegra

quarta-feira, 27 de julho de 2016

ALEGAÇÕES ‘EVASIVAS’: MPF pede ao TCU para investigar organização social de saúde no DF

Quarta, 27 de julho de 2016

Entidade que administra Hospital da Criança é acusada de irregularidades; controverso modelo de entidades gerenciando unidades de Saúde se espalha pelo país

Por Renata Mariz - O Globo/foto: internet///   Blog do Sombra
Com problemas de caixa para financiar a Saúde, o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) avalia transferir a administração de parte da rede do Distrito Federal a organizações sociais, chamadas de OS. O modelo é usado em diversos estados, como Rio de Janeiro, onde entidades desse tipo são investigadas por corrupção em contratos semelhantes. ... Na capital da República, o sistema está na mira do Ministério Público Federal, que pediu ao Tribunal de Contas da União (TCU) para fiscalizar os recursos repassados à OS Instituto de Câncer Infantil e Pediatria Especializada (Icipe), responsável pela gestão do Hospital da Criança de Brasília José Alencar.
 
O Icipe recebeu R$ 267,2 milhões de 2011 a 2016, dos quais R$ 72,5 milhões saíram dos cofres federais. Na representação encaminhada ao TCU, a procuradora da República Luciana Loureiro Oliveira questiona a legalidade do contrato de gestão firmado com o governo do Distrito Federal (GDF) devido, entre outros motivos, à falta de planilhas de custos para justificar os pagamentos. Ela afirma também que o Icipe foi credenciado pelo GDF como OS sem cumprir exigências legais, como apresentação de balanços patrimoniais dos últimos dois anos, até porque a entidade havia acabado de ser criada naquela época com o objetivo de assumir o hospital sem licitação.