Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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domingo, 2 de abril de 2017

Metrópoles: Agnelo Queiroz e Rafael Barbosa são investigados em esquema de corrupção

Domingo, 2 de abril de 2017
Do Metrópoles
Mirelle Pinheiro
Em 2 de setembro de 2016, uma batida policial no edifício sede do Palácio do Buriti expôs publicamente a investigação que apurava esquema de lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e extorsão envolvendo funcionários com trânsito no primeiro escalão do GDF. Àquela altura, o alvo era um personagem do submundo da política candanga com participação coadjuvante em escândalos distritais. No mesmo dia em que os agentes levaram pilhas de documentos e equipamentos da Casa Militar, vizinha ao gabinete de onde despacha o governador, eles também conduziram João Dias Ferreira para depor na Polícia Civil.

Sete meses depois, os investigadores têm convicção de que naquele 2 de setembro haviam puxado apenas o fio de uma meada que leva a personagens graúdos do cenário político local. O ex-governador Agnelo Queiroz (PT) e o ex-secretário de Saúde Rafael Barbosa também são objeto da operação batizada de Palácio Real.

Leia a íntegra no Metrópoles

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Rafael Barbosa, ex-secretário de Saúde do DF, é punido por corrupção no programa Segundo Tempo

Quarta, 21 de dezembro de 2016
Rafael Barbosa e mais seis ex-servidores do Ministério do Esporte foram alvos de uma investigação que durou cinco anos

Por Manoela Alcântara-Metrópoles/ Marcelo Casall/Agência Brasil /// Blog do Sombra

O Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União (CGU) expulsou sete servidores do Ministério do Esporte envolvidos em fraudes na execução do Programa Segundo Tempo. Entre os punidos está o ex-secretário de Saúde do DF Rafael Barbosa, um dos nomes mais próximos do ex-governador Agnelo Queiroz (PT). A punição ocorre cinco anos depois que as denúncias vieram à tona. Eles responderam pela prática de atos de improbidade administrativa e utilização do cargo para obtenção de vantagem pessoal ou para terceiros.

As investigações comprovaram graves falhas na assinatura de convênios firmados pelo Ministério do Esporte com a Federação Brasiliense de Kung Fu e com a Associação João Dias de Kung Fu entre os anos de 2005 e 2006. As apurações indicavam a existência de um esquema destinado a favorecer essas entidades, que além de serem sediadas na mesma localidade, eram comandadas por uma mesma pessoa, o policial militar reformado João Dias. O caso acabou derrubando o então ministro do Esporte, Orlando Silva (PCdoB), quando foi revelado em 2011.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Organização Social (OS) abocanha milhões no Hospital da Criança

Segunda, 21 de novembro de 2016
A ação de improbidade administrativa é contra nove pessoas: Renilson Rehem de Souza, superintendente executivo do HCB; Agnelo Santos Queiroz Filho, ex-governador do DF; Rafael de Aguiar Barbosa, ex-Secretário de Saúde do DF; Adonias dos Reis Santiago, então Secretário de Estado de Fazenda do DF; Elias Fernando Miziara, ex-Secretário Adjunto de Saúde; ICIPE, INSTITUTO DO CÂNCER INFANTIL E PEDIATRIA ESPECIALIZADA - ICIPE (pessoa jurídica); José Airamir Padilha de Castro, então Coordenador da Comissão de Acompanhamento do Contrato de Gestão; Newton Carlos de Alarcão, pelo ICIPE; Tulio Roriz Fernandes, responsável por indevida autorização de liquidação e pagamento;

Do SindSaúde—DF
21/11/2016  Por Déborah Siqueira 
A denúncia do SindSaúde ao Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) sobre a gestão do Hospital da Criança de Brasília (HCB) começa a ter desdobramentos. A Justiça determinou o imediato afastamento de Renilson Rehem de Souza, superintendente executivo do HCB. O relatório do MPDFT confirma as inúmeras irregularidades no contrato firmado entre o GDF e a Organização Social ICIPE.
O relatório concluiu que a celebração do contrato “foi feita sem qualquer concorrência pública ou chamamento público, com o direcionamento da escolha, novamente, à Organização Social denominada ICIPE”. Até 2019, a OS terá abocanhado R$ 744 milhões, isso sem contar possível reajuste pelo INPC. Para apenas dois meses de 2019, o valor contratual previsto é de R$ 29 milhões, quase metade do valor do primeiro contrato, celebrado em 2014 (veja tabela abaixo).
Fonte: Equipe técnica do SindSaúde
Fonte: Equipe técnica do SindSaúde


Outro fato a se considerar é que esse contrato milionário deveria dar conta de custear todo o pessoal do HCB. No entanto, a Secretaria de Saúde do DF ainda cede 71 servidores para a unidade, desfalcando assim outros lugares que estão carentes de profissionais. “Fica comprovado que o fechamento da pediatria em outras unidades, como no Hospital do Gama, é resultado da má gestão ou do mau-caratismo de uns”, dispara Marli Rodrigues.
A farra com a OS não é nova. Segundo o relatório, já havia irregularidades no contrato de 2011 e esses vícios se repetiram no contrato de 2014 só que com valores muito maiores. “Não obstante a existência de inúmeras irregularidades no processo de qualificação do ICIPE e na celebração do primeiro contrato de gestão, sob o n. 01/2011, os requeridos praticaram mais um ato Ímprobo consistente na celebração de um novo contrato de gestão, com objeto mais amplo e valores mais vultosos que o anterior, que tomou o número 01/2014”, destaca um trecho da ação. 
Para conhecer o inteiro teor do relatório do MPDFT, faça o download aqui

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

MPDFT ajuíza ação de improbidade contra Rafael Barbosa, ex-secretário de Saúde do DF, médicos e Instituto de Doenças Renais

Terça, 22 de dezembro de 2015
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Do MPDF
As Promotorias de Justiça de Defesa do Patrimônio Público e Social do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) ajuizaram, na sexta-feira, 18 de dezembro, ação civil pública por improbidade administrativa contra três médicos, um advogado, um cidadão e os Institutos de Doenças Renais de Ceilândia e Samambaia. O principal envolvido na ação é o ex-secretário de Saúde do DF Rafael de Aguiar Barbosa.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

MP entra com ação contra Rafael Barbosa, ex-secretário de Saúde do governo Agnelo, por contratar hospital da ex-esposa

Segunda, 21 de dezembro de 2015
Do G1 DF
O Ministério Público do Distrito Federal entrou com ação por improbidade administrativa contra o ex-secretário de Saúde, Rafael Barbosa, o Instituto de Doenças Renais de Ceilândia e Samambaia e outras quatro pessoas. Na ação, os promotores afirmam que as entidades foram administradas de forma fraudulenta e que verbas ilícitas foram repassadas ao então gestor.

Leia a íntegra em:
http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2015/12/mp-entra-com-acao-contra-ex-gestor-do-df-por-contratar-hospital-da-ex.html

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Ex-secretário de Saúde do DF Rafael Barbosa é investigado

Sexta, 7 de agosto de 2015

Ministério Público, Polícia Civil e Controladoria-Geral apuram suposto favorecimento a empresas da ex-mulher do secretário de Saúde da gestão Agnelo Queiroz, no período em que ele esteve à frente da pasta. Serviços começaram em 2009 e seguem até hoje

 Guilherme Pera  - Correio Braziliense
O ex-secretário de Saúde do DF Rafael Barbosa (PT) é investigado por suposta prática de improbidade administrativa e de lesão ao patrimônio público. O Ministério Público do DF e Territórios, a Polícia Civil e a Controladoria-Geral do DF apuram irregularidades que teriam ocorrido na contratação do Instituto de Doenças Renais LTDA (IDR) e do Instituto de Doenças Renais de Ceilândia (IDRC) — das quais a então mulher dele, a servidora pública Andrea de Paula Bertolacini, foi sócia. As duas empresas ainda prestam serviço ao GDF.

De acordo com a investigação do MPDFT, Rafael Barbosa consta como sócio da IDR até 19 de novembro de 2007, data da entrada de Andrea de Paula no quadro societário. A servidora, efetiva nos quadros da Saúde desde 1994, atuou formalmente como administradora tanto da IDR quanto da IDRC. No aplicativo de transparência Siga Brasília, consta que as empresas receberam R$ 28,4 milhões em repasses do GDF — as maiores cifras concentradas entre 2011 e 2013, período em que Barbosa era o chefe da pasta. “Nós notamos que Rafael Barbosa saiu da sociedade da IDR e colocou a esposa no lugar dele”, afirmou o promotor de Justiça Cláudio João Medeiros Miyagawa Freire. “Temos indícios de favorecimento à empresa que já foi do ex-secretário de Saúde”, emendou o promotor.

Leia a íntegra em:
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2015/08/07/interna_cidadesdf,493741/ex-secretario-de-saude-do-df-rafael-barbosa-e-investigado.shtml

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Tribunal de Contas aponta prejuízo de R$ 1,1 milhão por mês na gestão de Rafael Barbosa, no governo Agnleo/Filippelli

Sexta, 13 de fevereiro de 2015
Entre abril e dezembro de 2013, a própria Secretaria de Saúde contabilizou o desperdício de 7.273 diárias de UTI

Do Jornal de Brasília
As contas do ex-governador Agnelo Queiroz de 2013 foram aprovadas com ressalvas no Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF). O motivo principal está nas falhas graves na gestão da rede pública de saúde na gestão de Rafael Barbosa. Entre outros apontamentos, a auditoria mostrou falha na gestão dos leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI), que geraram prejuízo de  R$ 1,1 milhão por mês.
Entre abril e dezembro de 2013, a própria Secretaria de Saúde contabilizou o desperdício de 7.273 diárias de UTI, inadequadamente ocupadas por pacientes com alta médica. Essas “diárias de alta” tiveram um custo financeiro estimado em R$ 1,1 milhão por mês. Ao todo, 9.697 diárias de UTI ficaram indisponíveis à população por falhas de gestão, segundo os dados do TCDF.
O ex-secretário Rafael Barbosa  responde a 18 processos no Tribunal de Contas e é citado em outros quatro. Os dados do Relatório Analítico das Contas de Governo do DF de 2013 deixam claro: de todas as despesas realizadas pelo GDF sem cobertura contratual, 98,6% ocorreram na Saúde. 

Leia a íntegra em:
http://jornaldebrasilia.com.br/noticias/politica-e-poder/602240/tribunal-de-contas-aponta-prejuizo-de--r-11-milhao-por-mes-na-gestao-de-rafael-barbosa/

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Responsabilizando as autoridades

Quarta, 7 de janeiro de 2014
Do Blog do Mino
Em Brasília um movimento silencioso pode causar grande barulho e estrago através do Ministério Público.

A população esta se organizando e entrando com ação popular responsabilizando o ex-secretário de saúde, Rafael Barbosa e o ex-governador Agnelo Queiroz, pelo atual quadro de caos na saúde de Brasília.

Munidos de fotografias, filmagens e depoimentos gravados em vídeos, os cidadãos que tem seus familiares praticamente jogados pelos corredores dos hospitais da capital prometem com esse arsenal robustecer as ações.

O procurador da área de saúde do MPF, Jairo Bisol, deve receber na próxima semana a ação popular.

sábado, 4 de outubro de 2014

Saúde apura denúncia de suposta propina paga a ex-assessor de Agnelo

Sábado, 4 de outubro de 2014
Do G1 DF

'Época' revelou vídeo; MP abriu investigação sobre o caso.

Governador do DF nega envolvimento; motorista foi exonerado.

Do G1 DF
Governador Agnelo Queiroz, durante solenidade em frente ao Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília (Foto: Reprodução/TV Globo) 
Governador Agnelo Queiroz em frente ao Estádio Mané Garrincha (Foto: Reprodução/TV Globo)
A corregedoria da Secretaria de Saúde do Distrito Federal abriu processo administrativo disciplinar nesta sexta-feira (3) para apurar a denúncia de que um funcionário que já foi assessor do governador Agnelo Queiroz quando ele era ministro do Esporte recebia propina de uma empresa que presta serviço ao GDF. A ação, gravada em vídeo, foi revelada na quinta (2) pelo site da revista "Época".

De acordo com a reportagem, o dinheiro abastecia um caixa 2 da campanha do governador. Em nota, Agnelo e a coordenação de campanha dele negam envolvimento com irregularidade. Ao G1, o Ministério Público disse que também abriu investigação e informou que o vídeo é verdadeiro, mas que não comentaria o caso.

A portaria publicada nesta sexta no Diário Oficial diz que o processo vai apurar “possível não observância de normas legais, possível uso indevido de veículo oficial, possível recebimento indevido de pagamento [e] possível não observância de normas regulamentares de trabalho”. O prazo para a conclusão do procedimento é de 60 dias, prorrogável por igual período.

A pasta não quis comentar o caso e informou ao G1 que o processo administrativo corre em sigilo. A exoneração de Cícero Cândigo Sobrinho, conhecido como Ciço, do cargo comissionado que ocupava na Secretaria de Saúde foi publicada em edição extra do Diário Oficial do DF, na tarde desta quinta.

Cícero foi assessor de Agnelo Queiroz no Ministério do Esporte, e é filiado ao PCdoB, antigo partido de Agnelo, desde 1997. Atualmente, o motorista ocupava um cargo comissionado na Secretaria de Saúde. A exoneração de Sobrinho foi publicada na quinta-feira (2), horas após a publicação da matéria no site da Época. O G1 não conseguiu contato com ele.

Segundo reportagem da revista Época, o Ministério Público do DF investiga denúncia de que Cícero utilizava um veículo a serviço da Secretaria de Saúde para se encontrar com gerentes da empresa agropecuária São Gabriel, que aluga galpões para a pasta. Em um vídeo divulgado pela empresa, um dos gerentes da empresa deixa no carro um volume semelhante a um maço de dinheiro.
O secretário de Saúde do DF, Rafael Barbosa (Foto: Divulgação) 
Ex-secretário de Saúde e candidato a deputado
federal, Rafael Barbosa (Foto: Divulgação)

Ainda de acordo com a matéria divulgada nesta quinta, o gerente teria confirmado ao MP o pagamento de propina, que era feito desde 2012. O maço que aparece na imagem seria de R$ 9,5 mil, destinados às campanhas do governador Agnelo Queiroz, pela reeleição, e do ex-secretário de Saúde Rafael Barbosa, candidato a deputado federal.

Em nota, Agnelo e a coordenação de campanha dele negam envolvimento com irregularidade. Segundo a nota, a reportagem “se baseia apenas em ilações desprovidas de evidências e ignora a informação mais importante: o funcionário que aparece nas imagens não está e nunca esteve autorizado a receber doações de campanha”. O G1 não conseguiu contato com Rafael Barbosa.

O Ministério Público do DF confirmou ao G1 que a investigação foi aberta. O MP comprovou a autenticidade dos vídeos divulgados pela reportagem e de outros documentos relacionados ao caso. O inquérito foi instaurado nesta semana, mas os detalhes da apuração não foram divulgados.

Vídeo
 

A reportagem diz que o automóvel conduzido pelo motorista da Secretaria de Saúde é alugado pelo GDF. Segundo a revista, o gerente da empresa afirmou em depoimento ao Ministério Público que o volume era dinheiro e continha R$ 9,5 mil. Alves teria dito ao MP que entrega propina a Ciço desde 2012 e que o valor se destinava às campanhas de Agnelo e do ex-secretário de Saúde Rafael Barbosa, que é candidato a deputado federal.

À revista, Barbosa afirmou jamais ter recebido dinheiro de Cícero ou ter tido contato com a empresa contratada quando ele era secretário. “Ele (Cícero) nunca me ajudou em nada. Ele me dá é muita dor de cabeça. Ele não tá na minha campanha. Não é coordenador da minha campanha. Ele ajuda voluntariamente. Ele ajuda na rua pedindo voto”, disse.

Também em resposta à revista, Agnelo afirmou que “todas as receitas de campanha decorrem de contribuições legais”. O governador disse ainda que Cícero Sobrinho e Ailton Pereira de Almeida, dono da empresa agropecuária, não têm nenhuma participação na disputa pelo Palácio do Buriti.

A Agropecuária São Gabriel aluga para a Secretaria de Saúde do DF, por R$ 31.850 ao mês, um galpão no setor industrial do Gama. O espaço é usado como depósito de equipamentos sem utilidade, como computadores e móveis velhos. O contrato entre as partes foi assinado com dispensa de licitação em 2011. Segundo o Portal da Transparência do governo, desde então já foram pagos R$ 1.250.001,66 para a empresa.
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Comentário do Gama Livre: Esse Cícero Cândido Sobrinho, o Ciço (ou Cicinho), deve ser um cara muito perigoso. Como é que o simpático rapaz se fez passar por longos e longos anos por parceiro político inseparável de Agnelo, como se os dois fossem unha e carne, fazendo todas as campanhas juntos, e agora trai o amigo? O nome dele é Sobrinho, mas na realidade todo mundo sabe que ele sempre foi um afilhado de Agnelo.

Até as mais ingênuas pessoas do Gama  conhecem que os dois formaram sempre uma dupla dinâmica. Onde um ia o outro ia atrás. O servidor da Secretaria da Saúde não dava um passo político sem a concordância de Agnelo, é o que se sabe cá pras bandas do Gama. E receber propina é um ato político, sujo, imundo, mas político. Mas esse ato, se for verdade o vídeo publicado no site da revista Época, poderia ser uma iniciativa exclusiva do assessor. Tem gente que acredita nessa história. Já ouvi dizerem que o vídeo seria uma montagem de um grupo político adversário da candidatura de Agnelo.

Pode ser. É uma hipótese a ser testada. Acredite quem quiser.

Leia aqui a reportagem da revista Época.

sábado, 9 de agosto de 2014

Notibras: 'Rafael inventa sindicância da Máfia, não faz nada e espera ganhar tempo'

Sábado, 9 de agosto de 2014

Publicado por Notibras em

cristianoAraujoFacita6

O uso da Justiça por políticos inescrupulosos, embora à revelia do Poder Judiciário, para jogar a sujeira por debaixo dos tapetes, é uma prática imoral que vem sendo abandonada ao longo dos tempos. Mas há quem goste de ressuscitá-la. Foi o que fez o ex-secretário de Saúde do Distrito Federal, Rafael Barbosa, em ação impetrada contra Notibras no Tribunal Regional Eleitoral.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Nota da Secretaria de Estado de Saúde do DF sobre matéria de superfaturamento na compra de aparelho de fisioterapia

Quarta, 18 de dezembro de 2013

A Secretaria de Saúde do DF informa que a nota de empenho foi cancelada no dia 13/11/2013, uma vez que a compra deixou de ser prioridade. A medida foi tomada porque está em andamento acordo com instituições que possam oferecer o serviço. 

A nota de empenho não é sinônimo de pagamento. É apenas uma forma de aprovisionar recursos, que podem ou não serem gastos.  

Segue imagem do cancelamento do processo.
 

ASCOM - SES-DF


Dê um clique sobre a imagem para ampliá-la.
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Esta postagem foi atualizada às 8h22 desta quinta (19/12) para inclusão de link de nova publicação sobre o assunto do Blog Coluna Esplanada.


Superfaturamento — Governo do DF superfatura em R$ 3,5 milhões aparelho de fisioterapia

Quarta, 18 de dezembro de 2013

Rafael Barbosa. Foto: ABr
No contrato com dispensa de licitação nº 124/13 da Secretaria de Saúde do Governo do Distrito Federal, o secretário Rafael Barbosa comprou por mais de R$ 4,5 milhões um aparelho de exoesqueleto robótico para fisioterapia cujo similar custa 260 mil euros – cerca de R$ 1 milhão no preço final, instalado no Brasil.

O Papai Noel pode passar mais cedo na sede do Governo do DF, que já empenhou nota (2013NE07450) de nada menos que R$ 4.585.925 para o Lokomat Pro, da fabricante suíça Hocoma. Um superfaturamento de mais de R$ 3,5 milhões.

No Brasil, só a AACD e a Rede de Reabilitação Lucy Montoro, em São Paulo, possuem o modelo. Este comprado pelo GDF será para o Hospital de Apoio, e atenderá a pacientes do SUS, segundo a assessoria da secretaria.

Leia a íntegra no Blog do Sombra ou no de Leandro Mazzini (Coluna Esplanada)
 

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

A pior gestão

Quinta, 7 de novembro de 2013
“Acho um secretário corporativo, ineficiente e é a pior gestão da área na história de Brasília” (Marli Rodrigues, presidente do SindSaúde, sobre Rafael Barbosa, o secretário de Saúde do governo Agnelo. Declarações ao Blog do Sombra)

terça-feira, 16 de julho de 2013

Mais mortes em UTI neonatal. Onde está o jaleco de Agnelo?

Terça, 16 de julho de 2013
Por José Seabra Foto: Arquivo Notibras
Foto: Arquivo Notibras

Chega de incompetência. Ou Agnelo Queiroz destitui Rafael Barbosa do cargo de secretário da Saúde, ou renuncia, entregando o comando ao vice Tadeu Filippelli. Com um ou outro desses gestos, ele poderá cumprir uma das inúmeras promessas de campanha, como a de que seria um misto de governador-secretário, para acabar com o caos na saúde pública da capital da República.

Agnelo está devendo ao menos isso à sociedade, de uma maneira geral, e em particular a pais desesperados que choram a morte de seus filhos, mais uma vez vítimas do descaso que faz proliferar bactérias nos hospitais administrados por Rafael Barbosa.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Conselho Especial do TJDF concede medicamento a portadora de esquizofrenia

Terça, 20 de novembro de 2012
Do TJDF 
O Conselho Especial do TJDFT decidiu hoje por unanimidade conceder pedido de fornecimento de um medicamento a portadora de esquizofrenia.  A impetrante requereu o fornecimento do Invega Sustenna 100mg/mês, conforme prescrição médica. 

A impetrante foi diagnosticada como portadora de Esquizofrenia há dois anos e nove meses. Desde então, submeteu-se a uma série de medicamentos que resultaram em períodos de melhora parcial dos sintomas psicóticos. Contudo, apesar da troca dos medicamentos usados, os sintomas apresentaram piora considerável, com a apresentação de incapacidade de educar e zelar pela integridade de seus filhos. Seu cuidado próprio também está prejudicado, tendo por muitas vezes tomado a medicação de forma irregular. Por isso fez a opção de uso de medicamento injetável ministrado mensalmente. A Procuradoria de Justiça se manifestou pela concessão do pedido. 

O Distrito Federal argumentou que o medicamento solicitado não é padronizado e não faz parte da Rename e dos protocolos clínicos da Secretaria de Saúde do Distrito Federal. Alegou haver vedação legal à especificação de marca na aquisição pública e sustentou o custo elevado da medicação, pois o valor da ampola seria de R$ 1.195,48. 

De acordo com o voto do relator, “o relatório médico é claro no sentido de que a impetrante é portadora de transtorno psiquiátrico, e que se encontra em crise psicótica, com alucinação auditiva, delírio místico religioso, e humor constrito, sendo o uso da medicação prescrita essencial à preservação de sua integridade física e mental, não havendo possibilidade de troca da mesma. Nesse contexto, a dificuldade de acesso à medicação prescrita aponta a falha do Poder Público no dever que lhe foi legalmente atribuído, bem como a possibilidade de lesão grave à impetrante, em face do risco de agravamento de sua doença, com sérias conseqüências à preservação de sua saúde”.
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Comentário do Gama Livre: Foi em 4/5/2012 que a paciente entrou na Justiça requerendo que a Secretaria de Saúde fornecesse o remédio. O GDF só tem olhos, e dinheiro, parece, para o estádio onde serão disputadas 4 jogos da Copa do Mundo de 2014. Ali estão sendo gastos UM BILHÃO DE REAIS. A saúde das pessoas fica em plano secundário.

domingo, 18 de novembro de 2012

Áreas vitais da Saúde serão privatizadas pelo GDF

Domingo, 18 de novembro de 2012

O GDF e a secretária de Saúde comandados por Agnelo e Rafael pretendem entregar serviços vitais de saúde pública à iniciativa privada
Por Chico Sant’Anna,
também publicado em Brasília 247
Pelos planos da Administração Agnelo, a presença do capital privado deve atingir áreas vitais como traumatologia, realização de exames de saúde e até mesmo a construção e gerenciamento de um hospital inteiro no Gama.

Não é só a área de coleta de lixo que vai ser entregue pelo GDF à iniciativa privada. Apesar das experiências mal sucedidas de privatização da saúde em governos passados, em especial a realizada no Hospital Regional de Santa Maria, a secretária de Saúde do DF pretende privatizar áreas de atendimento direto ao segurado do Sistema Único de Saúde – SUS.

Áreas vitais como traumatologia, realização de exames de saúde e até mesmo a construção e gerenciamento de um hospital inteiro no Gama estão nos planos da Administração Agnelo para a privatização. O nome escolhido para camuflar a transferência à iniciativa privada de parte dos serviços de saúde é “parceria público privada”. Leia a íntegra

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Repúdio às acusações feitas por Agnelo ao Ministério Público do DF no caso do "desmonte arbitrário" do Núcleo de Coagulopatia do Hospital de Apoio

Quinta, 20 de setembro de 2012
Não ficou sem resposta a acusação feita pelo governador do DF, Agnelo Queiroz, ao Ministério Público do DF. Irritado com a ação de improbidade administrativa interposta na Justiça pelo MPDF contra um dos seus secretários, o da Saúde, o governador declarou que a ação era uma luta política contra o governo. Leia a seguir a elucidativa nota do Ministério Público. Responsável maior pelo caos existente na saúde pública do DF, o governador ainda, para se defender, tenta demonstrar indignação. Indiginação é com o estado deplorável existentes nas unidades de saúde do Distrito Federal.

Diz, em certo trecho, a nota do MPDF: "Em segundo lugar, é patente o desconhecimento demonstrado pelo chefe máximo do Executivo local, que sequer sabe distinguir a existência de dois órgãos tão diferentes, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP)"

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Nota à imprensa - Prosus

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) repudia as acusações do governador Agnelo Queiroz a respeito da ação de improbidade administrativa ajuizada, no dia 17, contra o secretário de Saúde, Rafael de Aguiar Barbosa, a presidente e o diretor-executivo da Fundação Hemocentro de Brasília, Beatriz Mac Dowell e José Antônio de Faria Vilaça (processo n. 2012.01.1.144905-4). A acusação é de “desmonte arbitrário” do Núcleo de Coagulopatia do Hospital de Apoio, que teria exposto os hemofílicos à dificuldade de tratamento, notadamente, após 2011.

Em primeiro lugar, vale a pena recordar que o MPDFT já instaurou três ações de improbidade administrativa relacionadas com o tema. Em uma delas, inclusive, constava a situação do paciente Geremias Cavalcante, à época vivo. Antes do ajuizamento das ações, vários ofícios foram encaminhados ao governador do DF, ao secretário de Saúde e à Fundação Hemocentro de Brasília, o que comprova que a atuação ministerial foi precedida de ampla investigação dos fatos. Além disso, o MPDFT ajuizou ação civil pública em relação ao protocolo aprovado pela Secretaria de Saúde e obteve vitória parcial. O órgão recorreu, mas ainda não houve decisão.

Dessa forma, o MPDFT demonstra que toda a sua atuação tem-se pautado pela ética, técnica e dever funcional. Basta uma leitura atenta da ação judicial para comprovar que se encontra, toda ela, lastreada em farta documentação, obtida junto a isentas auditorias do Tribunal de Contas da União (TCU). Constam, ainda, declarações de médicos, pais e pacientes – as principais vítimas da atual política pública adotada pelo DF. Ademais, a ação encontra suporte na melhor doutrina e jurisprudência, demonstrando um argumento equilibrado, justo e coerente.

Em segundo lugar, é patente o desconhecimento demonstrado pelo chefe máximo do Executivo local, que sequer sabe distinguir a existência de dois órgãos tão diferentes, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). Cabe lembrar, ainda, que nenhum deles pode praticar, validamente, qualquer atividade de correição para tolher o livre exercício da atividade funcional de um membro do Ministério Público.

Em terceiro lugar, o Brasil é um Estado Democrático de Direito, por isso os gestores devem suportar o ônus da fiscalização de seus atos, devendo deles prestar contas à sociedade e ao Judiciário, quando acionados. Caso contrário, estaríamos diante de um poder absoluto, que converteria os cidadãos à condição de súditos.

Em quarto e último lugar, o MPDFT tem expressa previsão constitucional para agir em defesa da sociedade e, como tal, irá sempre se pautar. Ao contrário de governos políticos que passam, a instituição ministerial é permanente.

Promotorias de Justiça de Defesa da Saúde

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Secretário de Saúde do governo Agnelo não cumpre determinação da Justiça e pode ser denunciado por crime de desobediência

Quarta, 12 de setembro de 2012

Decisão determina ao DF que entregue medicação a paciente com metástase

Decisão do juiz da 3ª Vara da Fazenda Pública do DF, proferida em 9 de agosto de 2012 e publicada no Diário da Justiça desta quarta-feira 12 de setembro, deferiu a antecipação dos efeitos da tutela para determinar ao Distrito Federal que forneça a um paciente da Rede Pública de Saúde do DF, em até 10 dias, o medicamento SORAFENIBE 400mg, já que o paciente apresenta quadro clínico de metástase. O remédio deve ser entregue na quantidade e com a regularidade necessária ao tratamento do autor, conforme receituário médico.

A ação cominatória foi ajuizada pelo paciente com o objetivo de obrigar o DF a fornecer-lhe o referido medicamento, já que está com câncer em fase de metástase e a medicação obstaria o avanço da doença. Alega não ter recursos para adquiri-los e que o DF se nega a fornecê-lo, invocando para tal a Constituição Federal.

Ao apreciar o pedido, o juiz assegurou que para o deferimento da tutela pretendida são necessários dois requisitos: fundado receio de dano irreparável ou de difícil reparação, em razão do "periculum in mora" e a verossimilhança da alegação, diante da existência de prova inequívoca.

Segundo o juiz, as alegações do autor são verossímeis, já que exibiu receituário médico que prescreve o medicamento e demonstrou sua incapacidade financeira para adquiri-lo, além de sustentar que o direito do autor vem amparado pela Constituição Federal e pela Lei Orgânica do Distrito Federal. "Evidente, ademais, o fundado receio de dano de difícil reparabilidade, pois a demora no fornecimento do medicamento necessitado pode acarretar consequências graves à saúde do requerente, agravando seu atual estado clínico ou causando-lhe danos irremediáveis", assegurou.

Por todos esses motivos, deferiu a antecipação da tutela e determinou ao DF que forneça ao autor, em até 10 dias, o medicamento indicado.
Em tempo:

Como a liminar não foi cumprida, mesmo após um mês da decisão, o juiz determinou na última segunda-feira, 10 de setembro, a intimação pessoal do Secretário de Saúde para que providencie o seu cumprimento, sob pena de crime de desobediência, diante da urgência do caso.

Fonte: TJDF - por ACS — publicado em 12/09/2012 16:38

terça-feira, 17 de julho de 2012

Conselho Especial do TJDF determina ao secretário de Saúde do DF o fornecimento de medicamentos a pacientes

Terça, 17 de julho de 2012
O Conselho Especial do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios concedeu hoje, 17/7, a segurança a dois Mandados de Segurança de pedido de fornecimento de medicamentos, por decisão unânime. Ambos os mandados foram contra omissão do Secretário de Estado de Saúde do Distrito Federal.
Um impetrante tem diagnóstico de Diabetes tipo 2, hipertensão arterial e artrite reumatóide, por isso necessita fazer uso do medicamento Janumet 50/850 mg (Sitagliptina). O outro impetrante é portador de Mucopolissacaridose tipo I (MPS-1), conhecida como Síndrome de Hurler e que dentre as complicações decorrentes da grave enfermidade, desenvolveu a Doença do Refluxo Gastroesofágico, caracterizada pelo retorno do conteúdo gástrico para o esôfago. Segundo ele, o uso de pílulas para tratamento deste mal é perigoso pois outra complicação da Síndrome de Hurler é a dificuldade de deglutição, já desenvolvida pelo impetrante, razão pela qual necessita usar o medicamento LOSEC MUPS 20mg, único que pode ser diluído em água. 

Em ambos os processos, o Secretário de Estado de Saúde do Distrito Federal havia argumentado que os medicamentos solicitados não fazem parte da RENAME (Relação Nacional de Medicamentos Essenciais) e dos protocolos clínicos da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, o que violaria a Lei 12.401/2011, que alterou a Lei 8.080/90, bem como o Decreto Presidencial 7.508/2011, que regulamentou a Lei 8.080/90. No entanto, o Ministério Público concluiu pela concessão da segurança nos processos, e o Conselho Especial deferiu os pedidos. 

Não cabe recurso no âmbito do TJDFT. 

Fonte: TJDF