Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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segunda-feira, 3 de julho de 2017

Rollemberg sela futuro sombrio para o Base

Segunda, 3 de julho de 2017
Do SindSaúde
O governador sancionou projeto que transforma o maior hospital da capital em instituto
Contrariando servidores, sindicatos, órgãos de controles, inclusive federais, e até mesmo o segmento religioso, o governador Rodrigo Rollemberg sancionou nesta segunda-feira (3) o projeto de lei n° 1486/2017, que vende o Hospital de Base (HBDF) à terceirização, transformando-o em instituto. O chefe do Executivo, no entanto, não é o único com as mãos sujas. Treze parlamentares pactuaram e proporcionaram um destino incerto para a saúde pública do DF.

quarta-feira, 15 de março de 2017

SindSaúde: Assembleia geral declara guerra às portarias e instituto no Hospital de Base

Quarta, 15 de março de 2017
Do SindSaúde

Em Assembleia a categoria do SindSaúde declarou, na manhã desta quarta-feira (15), guerra aos desmandos e imposições que visam destruir a saúde pública do Distrito Federal. As portarias 77, 78 e 94 foram execradas pela categoria. Além disso, a reforma da previdência foi reprovada por unanimidade. Servidores ainda repudiaram o governador Rodrigo Rollemberg e ao secretário de Saúde, Humberto Fonseca.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Bruna da Saúde: ela destrói casas e ele, vidas e projetos de saúde, diz o SindSaúde

Quarta, 15 de fevereiro de 2017

Por Marli Rodrigues, presidente do SindSaúde/DF

Os dois surfam na onda da destruição

E o arquiteto da destruição, o mensageiro do caos, o cavaleiro do apocalipse, Humberto Fonseca, Secretário de Estado de Saúde, continua com o seu "reinado" de horror e perseguição.  Em sua saga pela terceirização, elegeu os servidores para o flagelo e os pacientes para a morte...Hoje, publicou a Portaria 75 mudando, radicalmente, o instituto da remoção já regulamentado pela Lei 840/2011, onde sempre esteve previsto que, a bem da administração pública, os servidores poderiam ser removidos. Todavia, SEMPRE foi buscado uma equação, onde o interesse da administração convergisse com o bem-estar do servidor e a valorização do serviço preservando os direitos de assistência dos pacientes.

Agora, o Secretário para desativar "serviços" e programas de saúde reconhecidos nacionalmente e pela população local determinou que a remoção pode ser feita por ofício, SEM a anuência do servidor. O déspota em questão olvida principios elementares no gerenciamento de pessoas, a saber, o seu grau de satisfação, que funciona como mola propulsora da motivação! Esse desmonte, diabolicamente arquitetado, vai abrindo caminhos para a terceirização.

Os compromissos de campanha assumidos com os lobbystas e empresários serão cumpridos. Mouhamed Moustafá está preso, mas a teia que ele teceu, está firme e forte nesse governo. No lugar de profissionais capacitados, cabos eleitorais, inchando a máquina pública e deixando os pacientes jogados à propria sorte. É isso que começa a ocorrer em Ceilândia. Logo, todas as superintendências de saúde estarão aderindo a esse modelo de precarização imposto por Rollemberg e seu secretário.  Agora, ao invés do prazer, impera o medo na SES.

O assédio moral, que vinha ocorrendo em vários setores de forma velada, tomou proporções de tortura com essa nova portaria. Nas entrelinhas, a mensagem está clara "pra quem está de nosso lado, tudo; aos opositores, a portaria 75"! Até quando, os órgãos de controle, Correição e Justiça, assistirão a esse massacre contra tudo e todos, impávidos, em sua omissão???

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Humberto Fonseca, secretário de Saúde do governo Rollemberg, é arquiteto da destruição, afirma SindSaúde; ato em Ceilândia contou com SindEnfermeiro

Segunda, 13 fevereiro de 2017

Do SindSaúde
Mais uma vez os servidores de Ceilândia se reuniram para defender a população contra a ação de desmonte do Centro de Saúde 8 da cidade que o Governo do Distrito Federal está colocando em prática. O SindSaúde se uniu ao Sindicato dos Enfermeiros do DF para, junto com a população, não deixar que o CS 8 seja abandonado.

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Marli Rodrigues, presidente do SindSaúde, fala sobre OSs em audiência do Ministério Público; a Secretaria de Saúde do DF não compareceu

Terça, 31 de janeiro de 2017
Do SindSaúde
A presidente do SindSaúde-DF, Marli Rodrigues, atendeu à convocação do Ministério Público do Trabalho e participou de audiência pública hoje (31) para tratar das organizações sociais na Saúde do Distrito Federal. A procuradora pública Marici Coelho de Barros Pereira convidou a sindicalista e também o diretor jurídico do SindMédico, Antônio José Francisco, para contribuírem aos esclarecimentos sobre a  implantação das OSs. Marli mais uma vez se posicionou totalmente contra o modelo de gestão. A Secretaria de Saúde também foi convocada, mas não compareceu.
“O SindSaúde foi o primeiro a ser contra. Desde o início deste governo, fomos atrás de exemplos do modelo em outros estados e produzimos até documentário a respeito. Com todo o nosso trabalho pudemos constatar o relacionamento promíscuo entre donos de OSs e alguns políticos”, explicou Marli.

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Baratas foram encontradas em paciente no HRC. Mas por quê?

Terça, 20 de dezembro de 2016
20/12/2016 - Por SindSaúde DF 


Recentemente, foram encontradas seis baratas no leito de paciente no Hospital Regional de Ceilândia (HRC). Mas afinal, quem é o responsável por essa situação?
Parte 1 – Manutenção Predial
Ao falar sobre baratas, é preciso considerar que elas são uma praga urbana e vivem em local úmido, escuro e principalmente onde existe fonte alimentar segura. A blitz do SindSaúde no HRC flagrou inúmeros locais que servem como o habitat das baratas. Foram encontradas diversas rachaduras, batentes de madeira sem vedação, ralos sem fechadura, tomadas abertas, entre outros (Veja imagens abaixo).
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Estamos falando de um hospital que existe há 35 anos e que não possui manutenção predial. Fontes do SindSaúde informaram que a unidade só recebe pequenos reparos que servem apenas para maquiar as instalações, mas não resolvem os problemas estruturais. Como a SES deixa um hospital desta estatura sem manutenção durante tantos anos?

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Rollemberg articula golpe contra o povo: quer aprovação do projeto das OSs hoje

Quinta, 8 de dezembro de 2016
Do SindSaúde
Segundo fontes do SindSaúde, o governador Rodrigo Rollemberg está articulando para aprovar hoje o Projeto de Lei 1186/16, que regula as OSs em diversas áreas, como Saúde, Educação, Cultura e Meio Ambiente. A assessoria da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) informou que o relator da proposta, deputado Professor Israel, já está com o relatório pronto e só falta protocolar na comissão, onde provavelmente deve ser apreciado nesta manhã. A matéria deve passar ainda pelas comissões de Educação, Cultura e Saúde (CESC), de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF) e Constituição e Justiça (CCJ).

Como está tramitando em urgência, a proposta pode ser apreciada por todas as comissões em um mesmo dia e seguir ao Plenário, afirmou assessoria da CAS. O governador ficou ainda com mais pressa após a aprovação, na tarde de ontem (7), do projeto que vai contra as OSs na Saúde (PELO 43/16). A matéria é de autoria do distrital Ricardo Vale e foi aprovada na Comissão Especial de Proposta de Emenda à Lei Orgânica (CEPELO). Conforme informou a assessoria do parlamentar, o projeto contra as OSs na Saúde está pronto para ir a Plenário.

O SindSaúde convoca todos a estarem na Câmara Legislativa a fim de pressionar os parlamentares. “Não vamos deixar passar esse projeto do governador Rodrigo Rollemberg que vai trazer verdadeiras organizações criminosas, segundo já apurou o Ministério Público do DF, para detonar os serviços de Saúde do DF. OS aqui, não!”, enfatizou Marli Rodrigues.
Projeto contra OSs na Saúde foi aprovado ontem > URGENTE: CEPELO aprova proibição à OS

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Organização Social (OS) abocanha milhões no Hospital da Criança

Segunda, 21 de novembro de 2016
A ação de improbidade administrativa é contra nove pessoas: Renilson Rehem de Souza, superintendente executivo do HCB; Agnelo Santos Queiroz Filho, ex-governador do DF; Rafael de Aguiar Barbosa, ex-Secretário de Saúde do DF; Adonias dos Reis Santiago, então Secretário de Estado de Fazenda do DF; Elias Fernando Miziara, ex-Secretário Adjunto de Saúde; ICIPE, INSTITUTO DO CÂNCER INFANTIL E PEDIATRIA ESPECIALIZADA - ICIPE (pessoa jurídica); José Airamir Padilha de Castro, então Coordenador da Comissão de Acompanhamento do Contrato de Gestão; Newton Carlos de Alarcão, pelo ICIPE; Tulio Roriz Fernandes, responsável por indevida autorização de liquidação e pagamento;

Do SindSaúde—DF
21/11/2016  Por Déborah Siqueira 
A denúncia do SindSaúde ao Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) sobre a gestão do Hospital da Criança de Brasília (HCB) começa a ter desdobramentos. A Justiça determinou o imediato afastamento de Renilson Rehem de Souza, superintendente executivo do HCB. O relatório do MPDFT confirma as inúmeras irregularidades no contrato firmado entre o GDF e a Organização Social ICIPE.
O relatório concluiu que a celebração do contrato “foi feita sem qualquer concorrência pública ou chamamento público, com o direcionamento da escolha, novamente, à Organização Social denominada ICIPE”. Até 2019, a OS terá abocanhado R$ 744 milhões, isso sem contar possível reajuste pelo INPC. Para apenas dois meses de 2019, o valor contratual previsto é de R$ 29 milhões, quase metade do valor do primeiro contrato, celebrado em 2014 (veja tabela abaixo).
Fonte: Equipe técnica do SindSaúde
Fonte: Equipe técnica do SindSaúde


Outro fato a se considerar é que esse contrato milionário deveria dar conta de custear todo o pessoal do HCB. No entanto, a Secretaria de Saúde do DF ainda cede 71 servidores para a unidade, desfalcando assim outros lugares que estão carentes de profissionais. “Fica comprovado que o fechamento da pediatria em outras unidades, como no Hospital do Gama, é resultado da má gestão ou do mau-caratismo de uns”, dispara Marli Rodrigues.
A farra com a OS não é nova. Segundo o relatório, já havia irregularidades no contrato de 2011 e esses vícios se repetiram no contrato de 2014 só que com valores muito maiores. “Não obstante a existência de inúmeras irregularidades no processo de qualificação do ICIPE e na celebração do primeiro contrato de gestão, sob o n. 01/2011, os requeridos praticaram mais um ato Ímprobo consistente na celebração de um novo contrato de gestão, com objeto mais amplo e valores mais vultosos que o anterior, que tomou o número 01/2014”, destaca um trecho da ação. 
Para conhecer o inteiro teor do relatório do MPDFT, faça o download aqui

R$ 27 milhões é o que GDF entrega de graça à Intensicare, demonstra o SindSaúde

Segunda, 21 de novembro de 2016
Do SindSaúde

Clique nas imagens para ampliá-las.
21/11/2016 // Por SindSaúde DF
Denúncia do SindSaúde ao Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) revelou que o GDF pagava R$ 4,1 milhões por mês à empresa Intensicare para custear 100 leitos de UTIs no Hospital de Santa Maria. Todavia, estavam em funcionamento apenas 68 leitos. Ou seja, o GDF pagava por serviços não prestados.
Mas o problema não é apenas esse. Estudos da equipe técnica do SindSaúde comprovam que se o GDF nomeasse os novos concursados o custo dos 100 leitos das UTIs custaria ao GDF apenas R$ 1,8 milhão por mês. Isso representa uma economia de R$ 2,3 milhões mensais. Essa é a quantia que poderia estar servindo à população, mas acaba indo parar no bolso das empresas. E a única desculpa que se ouve é que “não tem dinheiro”. A mentira descarada do chefe do executivo está exposta.
O valor que o GDF paga a um médico que faz 24h no contrato da Intensicare é de R$ 32.700 mil. Já a média de salário de um médico recém-nomeado que faz 20h é de R$ 10.090, considerando as gratificações. O contrato milionário que o GDF fez com essa empresa é uma aberração. Esse é o grande plano do senhor governador: privatizar a Saúde à custa do dinheiro do povo.
Seguindo as recomendações da portaria 930/12 e do RDC 7/2010, a área técnica do SindSaúde calculou o quantitativo de pessoal necessário para cobrir 100 leitos (Veja na imagem abaixo). Vale ressaltar que a Intensicare não atende a essas recomendações, disponibilizando muito menos pessoal.
HRSM

HRSM
  Crédito: Ivan Rodrigues, do portal emdefesadasaude.com.br

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quinta-feira, 10 de novembro de 2016

SindSaúde prova: OSs custam muito mais aos cofres públicos.

Quinta, 10 de novembro de 2016
Por SindSaúde DF
Equipe técnica do SindSaúde prova: GDF gastaria muito menos com as UPAs. A proposta das OSs vai custar R$ 12 milhões por mês. Esse valor cairia para R$ 6,3 mi se o governo ampliasse a jornada ou para R$ 6,8 mi se nomeasse os concursados. Estaria o governador querendo “pagar” alguma dívida com os empresários de OSs? Assista abaixo: 

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

SindSaúde debate O$s em Ceilândia

Quinta, 4 de agosto de 2016
SindSaúde-DF debate OSs em Ceilândia
04/08/2016 - Por Lurian Leles — SindSaúde
 
Região administrativa pela qual o governo quer começar a implantação das organizações sociais, Ceilândia recebeu hoje (4) o SindSaúde-DF para discutir estratégias contra o modelo de gestão. Os servidores do Hospital Regional de Ceilândia (HRC) foram enfáticos e determinaram: OS aqui não!

sábado, 30 de julho de 2016

SindMédico: OS é enganação. Participe do ato público e da ação solidária em Ceilândia

Sábado, 30 de julho de 2016
Do SindMédico
2016 07 29 banner site mobilização OS

O Sindicato dos Médicos do Distrito Federal (SindMédico-DF) convoca para ato conjunto em defesa do Sistema Único de Saúde (SUS) e contra a entrega da gestão às Organizações Sociais (OSs), na terça-feira, dia 2 de agosto, na Unidade de Pronto Atendimento [UPA] de Ceilândia. A concentração começa às 9h.

Amanhã, dia 30, a partir das 9h, o Movimento Popular por uma Ceilândia Melhor (MOPOCEM) promoverá uma Ação Solidária pela Saúde Pública, com atividades culturais e ações de saúde. O SindMédico-DF e demais sindicatos de servidores da Saúde apoiam o evento, que será realizado na Feira Central de Ceilândia.