Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Defensoria pede interdição parcial do Centro de Detenção Provisória do DF, na Papuda

Quarta, 17 de janeiro de 2017

Da Defensoria Pública do DF
Em inspeção, defensores constatam que CDP opera três vezes acima da capacidade e presos vivem em condições subumanas
A Defensoria Pública do Distrito Federal entrou esta semana com uma Ação Civil Pública no Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT), pedindo a interdição parcial do Centro de Detenção Provisória (CDP) do Complexo da Papuda, em Brasília. O órgão, por meio do Núcleo de Assistência Judiciária de Defesa dos Direitos Humanos e do Núcleo de Execução Penal, alega que os internos vivem em condições subumanas, em razão da insuficiência da estrutura física, para acolher a quantidade de reclusos que se encontram na unidade, local que abriga presos provisórios e condenados em regime semiaberto – este último indevidamente, segundo o texto.

sábado, 5 de novembro de 2016

Ministra Cármen Lúcia faz visita surpresa ao Complexo Penitenciário da Papuda e constata superlotação

Sábado, 5 de novembro de 2016

Do CNJ


 


A presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, visitou na manhã deste sábado (5/11) o Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. Esta foi a segunda visita que a ministra realiza a unidades do sistema prisional brasileiro – a primeira inspeção ocorreu no dia 21 de outubro, em prisões do Rio Grande do Norte. Problemas encontrados no estado, como a superlotação e o déficit de pessoal das unidades prisionais, também foram verificados na visita desta manhã. Na Penitenciária do Distrito Federal II (PDF II), a presidente visitou uma ala onde havia uma cela com 18 homens ocupando oito vagas. Para dormir, os detentos afirmaram que precisam forrar a superfície da cela apinhada com colchões porque não há camas para todos. Não era possível enxergar o piso do alojamento com tantos presos sentados no chão e sobre as camas. Na PDF II, cerca de 3,2 mil condenados cumprem pena, embora só haja 1,4 mil vagas.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

No DF: Humilhação, Desrespeito e Morte

Quarta, 20 de maio de 2015
Sistema carcerário de Brasília, instituição falida e despreparada que ignora todos os direitos humanos e constitucionais dos internos.
CPP DF
Por: Paulo Tavares
Um suplício de total desrespeito a todos os direitos humanos, civis e morais, em uma instituição completamente falida, com funcionários absolutamente despreparados, dotados de todos os tipos de instrumentos de torturas opressivas, físicas e psicológicas, em um cenário monstruoso de corredores, grades e salas de suplícios inimagináveis; um descaso total e absoluto pela vida. Onde não só o preso, mas, seus familiares visitantes, sofrem todo tipo de maus tratos e constrangimentos possíveis e impossíveis.
Foi esse o quadro encontrado por um jornalista, que por motivos fúteis, sorte ou até quem sabe destino, se viu convivendo com todas as mazelas presentes no CDP (Centro de Detenção Provisória) no complexo penitenciário da Papuda, no Distrito Federal. Durante os sete dias ali vividos como interno, onde foi testemunha ocular de todo tipo de atrocidades que se passaram, do mais simples tapa no rosto até a morte de um detento por pura omissão de socorro por parte dos funcionários responsáveis por zelarem a segurança dos presos.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Carlinhos Cachoeira já está em presídio de Brasília

Quarta, 18 de abril de 2012
 Da Agência Brasil
O empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, já está no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, onde dividirá cela com mais 22 presos. Ele chegou à capital federal por volta das 8h, vindo do Presídio Federal de Mossoró (RN).

Segundo a Secretaria de Segurança do Distrito Federal, ele ficará no Centro de Detenção Provisória da Papuda, em uma área destinada à presos da Polícia Federal (PF). Carlinhos Cachoeira ficará à disposição da Justiça por tempo indeterminado.

Segundo o Departamento Penitenciário Nacional (Depen), ele veio em um voo comercial de Fortaleza, escoltado por policiais federais. O trajeto de Mossoró à capital cearense foi feito de carro.

Investigações da PF, por meio das operações Vegas e Monte Carlo sobre jogos de azar, indicam o envolvimento de agentes públicos e privados com o empresário. Há suspeitas de que empresários e políticos receberam dinheiro de Cachoeira para promover tráfico de influência a fim de, entre outras ações, aprovar propostas, no Congresso, que beneficiasse o setor.
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Comentário do Gama Livre: Cachoeira agora está mais perto dos seus pares, daqueles companheiros que ele tão bem soube refrescar com suas águas.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Os 5 coitadinhos

Sexta, 19 de março de 2010
Os cinco presos na Papuda por suspeita de tentativa de suborno de uma testemunha da Operação Caixa de Pandora agora é que estão dando uma de coitadinhos. Em prisão especial na Papuda, querem agora desqualificar as instalações em que estão para que sejam libertados. Como estão presos por tentativa de suborno de testemunhas, não seria um absurdo quererem ir para prisão domiciliar, onde estariam livres para quase tudo fazer?
Ingratos, se queixam da discriminação com que são tratados em relação ao tratamento dispensado a Arruda na “masmorra” da Polícia Federal.
É possível que eles, os cinco que estão na Papuda, tenham em breve a companhia do grande cacique Arruda. Cacique em desgraça, mas cacique.
Encontram-se presos na Papuda, em prisão especial, Wellington Morais, Antônio Bento, Haroaldo Brasil, Rodrigo Diniz Arantes e Geraldo Neves, o Barra Pesada.
Apesar de prisão especial não ser lá nenhuma barra pesada assim, que eles possam ficar por lá mais uns bons tempos. E que depois, se provada a culpabilidade de todos eles, que sejam condenados a uns longos anos de Papuda.

Arruda na Papuda

Sexta, 19 de março de 2010
Em postagem no seu blog, o jornalista Fábio Pannunzio elogiou a postura profissional do cardiologista de Arruda, o médico Brasil Caiado que, “com todas as letras”, declarou ontem em entrevista que não havia como recomendar a prisão domiciliar de seu paciente. A partir dessa alusão ao trabalho do médico o texto de Pannunzio é ironia pura.
Comenta com ironia a tentativa dos advogados de transformarem a prisão na PF em prisão domiciliar. Como as recomendações para o caso de saúde de Arruda são as triviais em casos semelhantes, ou seja, dieta leve, caminhadas e redução do stress, Pannunzio defende, “no intuito de facilitar a vida do governador”, a transferência do preso para a Papuda. E relaciona as vantagens que ele terá na Papuda. Leia a postagem completa no Blog do Pannunzio

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Pressão Alta

Terça, 23 de fevereiro de 2010
Arruda está preso em sala da Polícia Federal. Os outros cinco acusados de tentativa de suborno de testemunha da Operação Caixa de Pandora estão engaiolados na casa de detenção da Papuda. É pressão alta, pois lá é barra pesada.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

A barra é pesada

Sábado, 13 de fevereiro de 2010
Ele colocava os óculos na ponta do nariz, encarava a lente da câmara de TV  por cima da armação dos óculos e falava mais ou menos assim ao se referir a algum miserável acusado de cometer algum crime: Você é bobo, bobinho. Não adianta fugir, que a polícia vai lhe pegar.
Ele é o ex-deputado Geraldo Naves, atual suplente de deputado, ex-presidente da CPI que até agora nada investigou sobre o governador do DF. Apontado pela PF de tentar subornar a testemunha Sombra, para aliviar a cara de Arruda, Naves, que de bobo não tem nada, seguiu os próprios conselhos que dava no seu programa-cão “Barra Pesada”. Sabia que não adiantava fugir, pois a polícia iria lhe pegar. Ele se entregou ontem à noite e, nesta manhã de carnaval, foi transferido para a Papuda, que é a barra pesada da penitenciária e casa de detenção de Brasília.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Na Papuda

Sexta, 12 de fevereiro de 2010
Foram transferidos agora há pouco para a Papuda, presídio de Brasília, três dos cinco apontados como envolvidos na tentativa de suborno de uma testemunha do inquérito da Operação Caixa de Pandora. Vão se juntar a Antônio Bento, que já se encontrava no presídio, o ex-secretário de Cominicação do DF, Wellington Moraes, o sobrinho e secretário particular de Arruda, Rodrigo Diniz Arantes, e o conselheiro do Metrô de Brasília, Haroaldo Brasil de Carvalho. O suplente de deputado Geraldo Naves ainda encontra-se desaparecido, mas deve ser preso a qualquer momento. O quinto que teria se envolvido na tentativa de suborno de testemunha, o governador Roberto Arruda, continuará preso na Polícia Federal, no Setor Policial Sul, no final da Asa Sul do Plano Piloto de Brasília. (com informações da Agência Brasil)