Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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terça-feira, 13 de abril de 2010

Barra Pesada na CLDF

Terça, 13 de abril de 2010
Geraldo Naves saiu ontem à noite da Papuda. Hoje à tarde (13/4) assumiu a vaga deixada pelo deputado distrital Júnior Brunelli, o da Oração da Propina, que renunciou. Sábado, 17 de abril, vai votar nas eleições indiretas para eleger o governador-tampax do Distrito Federal.

quinta-feira, 11 de março de 2010

A barra pesa cada vez mais

Quinta, 11 de março de 2010
Geraldo Naves, o que é Barra Pesada para você?  Suplente de deputado que se encontra na Papuda, casa de detenção e penitenciária de Brasília, estrela de um programa de TV sobre crimes, que está para ser empossado como deputado em razão de renúncia de mensaleiro  arrudista, tomou outra lapada hoje. Ele está preso sob a acusação de tentar subornar uma testemunha da Operação Caixa de Pandora, o Sombra.
O deputado ACM Neto (Demo-Bahia), vice-presidente nacional do Dem, assinou a expulsão de Geraldo Naves do partido. Mesmo que ele venha a assumir o cargo de distrital, o que não é recomendável que o faça, ele não poderá concorrer nas eleições de outubro deste ano. Sem partido, poderá voltar ao Barra Pesada, agora com experiência própria. Quando ele perguntar para o ladrãozinho pé-de-chinelo o que é barra pesada, ele vai sentir na alma, pois já viveu o drama.Assumindo o cargo de deputado distrital ele terá o famigerado foro privilegiado, mas só até o final de 2010. Depois...

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

A Barra Pesada

Terça, 23 de fevereiro de 2010
Do site do STF
Segunda-feira, 22 de Fevereiro de 2010
Ex-deputado distrital Geraldo Naves tem HC negado pelo Supremo

O ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal, negou liminar no Habeas Corpus (HC 102804) impetrado pela defesa do jornalista e ex-deputado distrital Geraldo Naves Filho. Ele está preso no Complexo Penitenciário da Papuda desde o último dia 12, por determinação do Superior Tribunal de Justiça (STJ), sob acusação de obstrução das investigações, por tentativa de suborno do jornalista Edmilson Edson dos Santos, o "Sombra", testemunha no inquérito que investiga denúncias de desvios e apropriação de dinheiro público no Governo do Distrito Federal. O ministro considerou presentes os requisitos legais que justificam a prisão.
No habeas corpus, a defesa contesta o mandado de prisão preventiva expedido pelo STJ, por considerar que o ex-deputado distrital não incorreu na prática dos crimes de corrupção de testemunhas e falsidade ideológica. Segundo a defesa, Naves foi “envolvido em uma armadilha”, ao tentar intermediar uma pacificação entre o jornalista Edson Sombra e o governador Arruda, relativa à manutenção do patrocínio do GDF a um jornal de propriedade do jornalista.
Segundo o ministro Marco Aurélio, de acordo com a própria sequência de fatos descrita pela defesa de Naves na suposta intermediação do acordo, nota-se que tudo teve início no contato que teria como objetivo levar Sombra a relatar versão inverídica dos fatos contidos no Inquérito nº 650/DF do STJ.
Para o ministro, há um elo “inafastável” revelando que Naves foi o primeiro mediador da suposta proposta de suborno a Sombra, na medida em que foi o ex-deputado quem lhe entregou um bilhete manuscrito do governador e posteriormente confirmou sua autenticidade.
“Então, esse primeiro contato teve modificação no campo subjetivo, passando, sucessivamente, a atuarem Welligton Moraes e Antônio Bento da Silva. O senhor Edson Sombra afirmou haver sido procurado pelo paciente [Naves] no início do mês de janeiro do corrente ano, em nome do governador, para que prestasse serviço de forma a atrapalhar a investigação em curso na Operação Caixa de Pandora”, afirmou o ministro Marco Aurélio Mello ao negar a liminar.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

A barra é pesada

Sábado, 13 de fevereiro de 2010
Ele colocava os óculos na ponta do nariz, encarava a lente da câmara de TV  por cima da armação dos óculos e falava mais ou menos assim ao se referir a algum miserável acusado de cometer algum crime: Você é bobo, bobinho. Não adianta fugir, que a polícia vai lhe pegar.
Ele é o ex-deputado Geraldo Naves, atual suplente de deputado, ex-presidente da CPI que até agora nada investigou sobre o governador do DF. Apontado pela PF de tentar subornar a testemunha Sombra, para aliviar a cara de Arruda, Naves, que de bobo não tem nada, seguiu os próprios conselhos que dava no seu programa-cão “Barra Pesada”. Sabia que não adiantava fugir, pois a polícia iria lhe pegar. Ele se entregou ontem à noite e, nesta manhã de carnaval, foi transferido para a Papuda, que é a barra pesada da penitenciária e casa de detenção de Brasília.