Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Operação Capitu: Joesley Batista, da JBS, é um dos presos

Sexta, 9 de novembro de 2018
Por Pedro Peduzzi e Aécio Amado - Repórteres da Agência Brasil  Brasília

O empresário Joesley Batista, dono da JBS, está entre os presos da Operação Capitu, deflagrada nesta sexta-feira (9) pela Polícia Federal.

Ele é suspeito de envolvimento no pagamento de propina a servidores e agentes políticos que atuavam no Ministério da Agricultura e na Câmara dos Deputados.

Além de Joesley, foi preso o ex-ministro da Agricultura e atual vice-governador de Minas Gerais, Antônio Andrade (MDB).

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Operação da PF apura uso indevido de informações privilegiadas pela JBS

Sexta, 9 de junho de  2017
Ludmilla Souza – Repórter da Agência Brasil
Sede da JBS no município de Lapa, no Paraná Reuters/Ueslei Marcelino
A Operação Aquiles apura se houve uso indevido de informações privilegiadas por parte da JBS Reuters/Ueslei Marcelino

A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta sexta-feira (9) a Operação Tendão de Aquiles para apurar se houve uso indevido de informações privilegiadas por parte das empresas JBS Participações e FB Participações em transações de mercado financeiro ocorridas entre abril e maio deste ano. A ação é coordenada em conjunto com a Comissão de Valores Mobiliários (CVM). O grupo J&F é o controlador das duas empresas.

quarta-feira, 31 de maio de 2017

JBS forneceu carne imprópria para consumo a estudantes do DF

Quarta, 31 de maio de 2017
JBS forneceu carne imprópria para consumo a estudantes do DF
Constatação é de uma auditoria feita pelo TCDF. Investigação avaliou o programa de alimentação nas escolas públicas do Distrito Federal
 
Por Kelly Almeida, Metrópoles
Foto: Reprodução/Divulgação/Daniel Ferreira/Metrópoles
Blog do Sombra
 
Pivô da Operação Carne Fraca, a empresa que revelou ter pago propina a 1.829 políticos de todo o país também foi alvo de investigadores do Distrito Federal. Auditoria do Tribunal de Contas do DF (TCDF) detectou que parte da carne fornecida pela JBS à Secretaria de Educação era imprópria. Os produtos bovinos eram destinados à alimentação dos alunos da rede pública.

sexta-feira, 31 de março de 2017

Juiz afasta empresário Joesley Batista do comando da holding J&F

Sexta, 31 de março de 2017
André Richter - Repórter da Agência Brasil
O juiz federal Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal em Brasília, determinou hoje (31) o afastamento do empresário Joesley Mendonça Batista do Conselho de Administração da holding J&F, controladora do frigorífico JBS e da Eldorado Celulose.

O magistrado atendeu pedido feito pelo Ministério Público Federal (MPF), que acusou o empresário de descumprir medidas cautelares impostas contra ele na primeira fase da Operação Greenfield, da Polícia Federal (PF). A operação apura supostas fraudes em fundos de pensão.

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Ricardo Molina, Perito da Unicamp, diz em livro que é verdadeira gravação de Júnior Friboi admitindo cartel da carne

Sexta, 13 de maio de 2016 
Pecuaristas prejudicados

Fontes: Euler de França Belém - Jornal Opção /// Blog do Sombra

Ricardo Molina relata que o empresário, ex-sócio da JBS-Friboi, assinala na gravação que o Friboi havia assinado um contrato de gaveta com o BNDES. —Junior Friboi e os irmãos friboi-destak
 
O livro “O Brasil na Fita — De Collor a Dilma, do Caso Magri à Lava Jato, O Que Vi e Ouvi em Mais de Vinte Anos” (Record, 403 páginas), de Ricardo Molina, renomado perito da Unicamp, tem histórias sobre políticos, empresários, policiais, jogador de futebol, cantores. Entre os goianos são citados Iris Rezende, Ronaldo Caiado, Demóstenes Torres, Júnior Friboi, Joesley Batista, Wesley Batista e Carlos Cachoeira (a história de Waldomiro Diniz, o ex-primeiro amigo de José Dirceu).

terça-feira, 10 de maio de 2016

JBS, uma das 'empresas campeãs', é obrigada pela Justiça a cumprir legislação trabalhista

Terça, 10 de maio de 2016
Do MPT Notícias
Fiscalização encontrou funcionários com jornadas de trabalho superiores a 18 horas por dia

Florianópolis- - A  desembargadora Viviane Colucci, da 31ª Vara do Trabalho de São José,  concedeu, a pedido do Ministério Público do Trabalho em Santa Catarina (MPT-SC), tutela antecipada, para determinar que o frigorífico Tyson, do grupo JBS, cumpra a legislação trabalhista em relação a jornada de  trabalho.
A empresa, que tem frigorífico em São José, deve abster-se de submeter os empregados a jornadas superiores a 10 horas diárias, de submeter os empregados ao trabalho em feriados sem a autorização do Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS) em decorrência de necessidade de serviço. Além disso,  terá que conceder intervalo mínimo de 11 horas entre as jornadas, bem como conceder repouso semanal remunerado, sob pena de multa mensal.

terça-feira, 19 de abril de 2016

"Empresas campeãs": Grupo JBS pagará mais de R$ 2 milhões por trabalho infantil

Terça, 19 de abril de 2016
Do MPT
Empresas contratadas pelo grupo utilizavam crianças, inclusive em horário noturno, para os serviços em granjas
Florianópolis - A Justiça do Trabalho julgou parcialmente procedentes os pedidos da Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público do Trabalho de Criciúma, condenando a Seara Alimentos, unidade da JBS com sede em Forquilhinha, no sul de Santa Catarina, em mais de R$ 2 milhões . 

Através da instauração de dois inquéritos civil  pelo procurador do Trabalho Marcelo Dal Pont, o MPT colheu diversas provas de que as empresas contratadas pela Seara (Grupo JBS) para efetuar a apanha de aves se utilizam de mão de obra infantil, inclusive em horário noturno, o que redundou no ajuizamento da citada ação, com o deferimento de tutela antecipada de mérito.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Ministério Público do Trabalho: Multa da JBS será destinada ao combate ao trabalho escravo

Sexta, 8 de abril de 2016
Do MPT
O valor é de R$ 350 mil e foi cobrado porque a empresa descumpriu TAC, que previa cumprimento da legislação trabalhista
A empresa frigorífica JBS, dona das marcas Friboi e Seara, terá de pagar uma multa de R$ 350 mil  por irregularidades na jornada de trabalho dos empregados da planta localizada no município de Confresa, a 738km de Cuiabá. O valor da multa, prevista em caso de descumprimento do Termo de Ajusta de Conduta (TAC) assinado com o Ministério Público do Trabalho em Mato Grosso (MPT-MT), será destinado ao Projeto Ação Integrada, que promove no estado ações de resgate da cidadania de egressos dos trabalho escravo ou vulneráveis a tal exploração.

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Fusão entre JBS e Bertin: Receita aponta fraude e cobra R$ 3 bilhões

Domingo, 28 de fevereiro de 2016
O caso está destrinchado em um procedimento fiscal feito em uma das empresas do grupo Bertin

Fontes: Estadão Conteúdo e Blog do Sombra 
A operação que uniu os dois maiores frigoríficos do País, o Bertin e o JBS, dono da marca Friboi, está sendo questionada pela Receita Federal. Para o Fisco, a estrutura societária do negócio, que ajudou a criar a maior empresa de proteína animal do mundo, em 2009, foi “fraudulenta”. ...
 
O caso está destrinchado em um procedimento fiscal feito em uma das empresas do grupo Bertin, que foi autuado em R$ 3 bilhões, em impostos e multas.
 
Apesar de a Receita se preocupar em cobrar tributos, ela aponta outras irregularidades. Houve a transferência, a “preço vil”, de participações para um investidor desconhecido. Os acionistas minoritários também foram prejudicados.
 
Fundo. As irregularidades, avalia a Receita, foram possíveis graças a uma estratégia particular. Apesar de sempre se falar em fusão, o JBS comprou o Bertin, diz a Receita. A aquisição ocorreu com uma troca de ações, sendo que os Bertin entregaram as suas para a holding da JBS – mas de maneira indireta. No negócio, o Bertin foi representado por um fundo de investimento, o FIP Bertin.
 
Ao ser criado, o patrimônio do fundo tinha ações do Bertin e era controlado pela família Bertin, que detinha 100% das cotas. O Fisco apurou que, cinco dias antes do negócio, um novo cotista entrou no fundo: a Blessed, empresa de Delaware, um paraíso fiscal nos Estados Unidos, cujos sócios estão em Porto Rico e nas Ilhas Caymann.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Chumbo Trocado: Justiça Federal aceitou denúncia do MPF em desfavor de executivos do Grupo JBS (dona da Friboi) e contra executivos do Banco Rural por crime contra o sistema financeiro

Terça, 26 de janeiro de 2016
A denúncia foi aceita dia 19 de janeiro
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Do MPF
Nove pessoas participaram de esquema ilegal de concessão de empréstimos em 2011

O Ministério Público Federal em São Paulo denunciou nove pessoas ligadas ao Grupo JBS e ao Banco Rural por crime contra o Sistema Financeiro Nacional. Em 2011, elas fizeram operações ilegais de concessão de empréstimo conhecidas como “troca de chumbo” envolvendo R$ 80 milhões. Entre os denunciados estão os presidentes do JBS, Joesley Mendonça Batista, e do Banco Rural, João Heraldo dos Santos Lima.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

JBS e Companhia Brasileira de Distribuição são condenados por venda de contrafilé estragado

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Quinta, 27 de agosto de 2015
Do TJDF
A carne apresentava mofo, mau cheiro e coloração esverdeada
A juíza do 5º Juizado Especial Cível de Brasília julgou parcialmente procedente o pedido inicial da autora da ação para condenar as empresas JBS S/A e Companhia Brasileira de Distribuição pela comercialização e venda de produto impróprio para o consumo. As companhias foram condenadas a pagar 5 mil reais em indenização por danos morais. Cabe recurso da sentença.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Ministério Público do Trabalho vai à Justiça pedir convocação de aprovados no concurso do Metrô-DF

Quarta, 26 de agosto de 2015
Do MPT no DF e Tocantins

Necessidade de convocação imediata e substituição de terceirizados e comissionados por concursados são os itens abordados

Após sucessivas reuniões na sede do Ministério Público do Trabalho no Distrito Federal (MPT-DF) e na ausência de solução extrajudicial entre as partes, o procurador Sebastião Vieira Caixeta decidiu ajuizar Ação Civil Pública pedindo a contratação imediata dos aprovados no concurso da Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF).
Segundo o procurador, dois pontos merecem intervenção judicial:
 
1) Necessidade de imediata convocação em razão do déficit atual informado pelo próprio Metrô.

2) Substituição de terceirizados e comissionados por aprovados em concurso público. 
No primeiro item, a própria Companhia, reconhece déficit de mais de 600 trabalhadores que “compromete a prestação de um serviço público essencial de qualidade, criando enormes dificuldades ao funcionamento da Empresa”.

São 996 empregados atualmente no quadro, para uma necessidade de 1.616, sendo que pelo menos 1.315 vagas estão aprovadas. Ou seja, é necessária a convocação imediata de 319 novos metroviários.

A alegação da empresa para a não realização destas convocações é uma só. Segundo o Metrô-DF, o Governo do Distrito Federal (GDF) ultrapassou o limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal, e, por isso, essas mais de 300 convocações não foram realizadas.

Para o procurador Sebastião Caixeta, porém, “tensões ou dificuldades econômicas ou administrativas não são justificativas plausíveis para se atribuir às normas constitucionais atributos de flexibilidade a tal ponto que o réu se auto-autorize prazo para a sua observância”.


O procurador ainda reforça que a falta de pessoal tem ocasionado desrespeitos às regras legais referentes a jornada e condições de trabalho e até mesmo o efeito da catraca liberada, que permite o livre acesso aos passageiros e resulta em perda de arrecadação tarifária.

O segundo item da Ação questiona a legalidade da contratação de terceirizados e comissionados, em detrimento de aprovados em concurso público.

Hoje, o Metrô mantém contrato com empresa de vigilante que fornece 300 trabalhadores por um custo unitário de cerca de R$ 11.269. Enquanto isso, há aprovados no cargo de Segurança Metroviário, com salário inicial de R$ 2.916, o que torna evidente que além de ilegal, a contratação de empresa terceirizada é mais onerosa aos cofres do Distrito Federal.

Além de os 300 vigilantes terceirizados, a Companhia ainda possui cerca de 60 empregados comissionados. Na visão do procurador Sebastião Caixeta, mais um erro. Segundo ele, a figura “emprego em comissão” não existe e a única exceção prevista em norma constitucional é o “cargo em comissão”, que não se aplica às empresas públicas.

Também afirma que mesmo que se admita o “emprego em comissão” como espécie do gênero “cargo em comissão”, ainda assim, o Metrô não atende as exigências para a legalidade dos cargos, já que deveriam ser criados por lei.

“A criação de emprego em comissão não possui amparo legal e viola a Constituição. O cargo em comissão ou o seu ‘equivalente’, emprego em comissão, só pode englobar funções típicas de direção, chefia e assessoramento, não sendo permitida a sua proliferação, que transforma exceção em regra. Mais grave ainda conceber-se que a deficiência do quadro pessoal em uma empresa pública seja suprida mediante o expediente de criação de empregos em comissão”, afirma o procurador Sebastião Vieira Caixeta.

Em razão da gravidade dos fatos e da urgência de resolução dos problemas, o MPT, representado pelo procurador Sebastião Caixeta, requereu na Justiça do Trabalho, a antecipação de tutela. Ele quer a imediata convocação e nomeação de tantos candidatos quantos forem necessários à garantia da continuidade da regular prestação de serviço público de qualidade, observando-se no mínimo, a substituição dos terceirizados e comissionados ocupantes de empregos em comissão, sem amparo legal.

No pedido, ainda requer multa diária de R$ 10 mil por trabalhador prejudicado.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Polícia Federal descobre R$ 800 mil da JBS em contas de ‘fantasma’ de doleiro da Lava Jato

Segunda, 22 de dezembro de 2014
Fonte: Estadão — Blog Fausto Macedo 

Valores foram repassados para Gilson Transporte ME, com capital social de R$ 20 mil; grupo que doou R$ 73 milhões para campanha de Dilma nega ilícitos

Ricardo Brandt, Valmar Hupssel Filho e Fausto Macedo
A Polícia Federal descobriu duas contas bancárias em nome de uma empresa fantasma ligada a um dos doleiros da Operação Lava Jato, Carlos Habib Chater, que receberam depósitos no valor global de R$ 800 mil da JBS, a Friboi, maior processadora de carne bovina do mundo.

As contas estão em nome de Gilson M. Ferreira Transporte ME, cujo “sócio” foi identificado como Gilson Mar Ferreira, estabelecido na periferia do município de São José dos Pinhais (PR), com capital social declarado de R$ 20 mil.
 
Leia a íntegra em:
http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/policia-federal-descobre-r-800-mil-da-jbs-em-contas-de-fantasma-de-doleiro-da-lava-jato/