Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
Mostrando postagens com marcador andré vargas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador andré vargas. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Supremo mantém prisão do ex-deputado André Vargas (ex-PT) e nega liberdade ao ex-deputado Luiz Argôlo (ex-SD)

Terça, 2 de agosto de 2016
André Richter - da Agência Brasil
Por unanimidade, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negou hoje (2) pedido de defesa para soltar o ex-deputado federal André Vargas, condenado em uma das ações penais da Operação Lava Jato. Vargas está preso desde abril do ano passado no Complexo-Médico Penal em Pinhais, região metropolitana de Curitiba.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Ex-deputado André Vargas (PT) continuará na cadeia: Ministro do Supremo nega liberdade

Quinta, 11 de fevereiro de 2016
Imagem da internet
Resultado de imagem para foto andré vargas punho
=============
André Richter – Repórter da Agência Brasil
O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou mais um pedido de liberdade feito pela defesa do ex-deputado federal André Vargas, condenado em uma das ações penais da Operação Lava Jato. Vargas está preso desde abril do ano passado no Complexo-Médico Penal em Pinhais, região metropolitana de Curitiba.

Em setembro do ano passado, o juiz federal Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal na capital paranaense, condenou Vargas a 14 anos e quatro meses de reclusão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Em dezembro de 2014, o mandato de André Vargas foi cassado pela Câmara dos Deputados. Os parlamentares decidiram condená-lo por envolvimento em negócios com o doleiro Alberto Youssef, preso pela Polícia Federal na Operação Lava Jato por participação em um esquema de lavagem de dinheiro em obras da Petrobras.

A defesa do ex-deputado alega que não há motivos para que ele continue preso cautelarmente. Para os advogados, a ordem de prisão está fundamentada genericamente, com base nos princípios da ordem pública e na suposta gravidade da conduta de Vargas.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Lava-Jato: STJ nega liberdade aos ex-deputados André Vargas e Luiz Argôlo e empresário e pedidos de vistas mantêm na cadeia executivos da Odebrecht

Quinta, 3 de dezembro de 2015
Deputado André Vargas
Resultado de imagem para foto andré vargas
=============
Do STJ
A Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou, por unanimidade, liberdade aos ex-deputados André Vargas e Luiz Argôlo e ao empresário Carlos Habib Chater, presos na Operação Lava-Jato, da Polícia Federal, que investiga casos de corrupção e fraude em licitações da Petrobras.

O colegiado também julgou os pedidos de liberdade de Marcelo Odebrecht (presidente da empreiteira) e do executivo da empresa, Márcio Faria. O ministro relator Ribeiro Dantas votou pela liberdade de ambos, mas houve pedidos de vista - dos ministros Felix Fischer e Jorge Mussi –, adiando o julgamento. Eles continuarão presos preventivamente.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Pedido de vista interrompe julgamento de habeas corpus de publicitário condenado na Lava Jato que teria pago propina ao ex-deputado André Vargas (PT)

Quinta, 19 de novembro de 2015
Do STJ
Pedido de vista do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Felix Fischer interrompeu o julgamento, pela Quinta Turma, de habeas corpus no qual a defesa do publicitário Ricardo Hoffmann, investigado na operação Lava Jato, pede a substituição da prisão por medidas cautelares.   
Hoffmann está preso desde abril de 2015 e já foi condenado a 12 anos e 10 meses de prisão em regime fechado. Quando era vice-presidente da agência Borghi Lowe, ele teria repassado propina milionária ao ex-deputado federal André Vargas, à época vice-presidente da Câmara dos Deputados.

terça-feira, 23 de junho de 2015

Lava Jato: nova denúncia contra ex-deputado André Vargas e mais dois por lavagem de dinheiro

Terça, 23 de junho de 2015
Do MPF no Paraná
Esta é a segunda acusação criminal contra o ex-deputado. Foram denunciados também seu irmão Leon Vargas e sua companheira Eidilaira, por ocultação de bens no valor de R$ 480 mil
A Força-tarefa Lava Jato do Ministério Público Federal propôs nova denúncia contra o ex-deputado André Vargas, seu irmão Leon Vargas, e sua esposa Eidilaira Soares, por lavagem de dinheiro (ocultação de bens). A denúncia foi protocolada na 13ª Vara Federal de Curitiba nesta segunda-feira (22 de junho). Esta é a segunda denúncia contra Vargas. A primeira foi proposta em 14 de maio deste ano.
Nesta nova acusação, o MPF afirma que Vargas, “com o objetivo de lavar parte do dinheiro gerado pelos seus crimes e não despertar a atenção das autoridades, adquiriu um imóvel de luxo em Londrina pelo seu valor de mercado (valor real), contudo registrou no contrato, na escritura pública e na declaração de imposto de renda um valor (nominal) bastante inferior ao preço real de aquisição, pagando a diferença informalmente (“por fora”, por “debaixo do pano da mesa”).” Para isto, contou com a ajuda do irmão, Leon (que negociou o valor com a imobiliária), e sua companheira Eidilaira (que emprestou seu nome para a aquisição do bem).

quinta-feira, 14 de maio de 2015

MPF denuncia 13 pessoas investigadas pela Operação Lava Jato. André Vargas, ex-tesoureio do PT, é uma delas

-->
Quinta, 14 de maio de 2015
Marcelo Brandão - Repórter da Agência Brasil
O Ministério Público Federal (MPF) denunciou hoje (14) 13 pessoas investigas por envolvimento em atos de corrupção na Operação Lava Jato. Entre os denunciados estão os ex-deputados André Vargas, Pedro Corrêa, Aline Corrêa e Luiz Argôlo. É a primeira vez que o MPF denuncia parlamentares envolvidos no esquema de corrupção. Agora, cabe à Justiça Federal aceitar ou não as denúncias.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Decisão determina remessa de inquérito contra André Vargas à primeira instância

Segunda, 15 de dezembro de 2014
O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, determinou a remessa dos autos do Inquérito (INQ) 3794, instaurado contra o ex-deputado federal André Vargas (sem partido), ao juízo da 77ª Zona Eleitoral de Bela Vista do Paraíso (PR), após a cassação do mandato parlamentar pela Câmara dos Deputados. O inquérito apura a possível prática dos crimes previstos nos artigos 348 (falsidade documental) e 353 (uso de documento falso) do Código Eleitoral.

Com a publicação no dia 11 de dezembro da Resolução da Câmara dos Deputados 59/2014, que declarou a perda do mandato de Vargas “por conduta incompatível com o decoro parlamentar”, o ministro Celso de Mello, relator do inquérito, registra que cessou a competência originária do STF. O ministro assinala que o Supremo tem reafirmado essa diretriz jurisprudencial em julgamentos plenários, e cita nesse sentido a análise dos agravos regimentais nos Inquéritos 2281 e 2333.

Confira a íntegra da decisão do ministro Celso de Mello.
Fonte: STF

sábado, 13 de dezembro de 2014

Lava Jato: Propina em domicílio

Sábado, 13 de dezembro de 2014

As revelações do homem que entregava dinheiro desviado da Petrobras na casa de deputados, senadores, governadores, ministros e até na sede nacional do PT

Depois de tantas revelações sobre engenharias corruptas complexas de sobrepreços, aditivos, aceleração de obras e manobras cambiais engenhosas, a Operação Lava-Jato produziu agora uma história simples e de fácil entendimento. Ela se refere ao que ocorre na etapa final do esquema de corrupção, quando dinheiro vivo é entregue em domicílio aos participantes. Durante quase uma década, Rafael Ângulo Lopez, esse senhor de cabelos grisalhos e aparência frágil da fotografia acima, executou esse trabalho. Ele era o distribuidor da propina que a quadrilha desviou dos cofres da Petrobras. Era o responsável pelo atendimento das demandas financeiras de clientes especiais, como deputados, senadores, governadores e ministros. Braço-direito do doleiro Alberto Youssef, o caixa da organização, Rafael era “o homem das boas notícias”. Ele passou os últimos anos cruzando o país de Norte a Sul em vôos comerciais com fortunas em cédulas amarradas ao próprio corpo sem nunca ter sido apanhado. Em cada cidade, um ou mais destinatários desse Papai Noel da corrupção o aguardavam ansiosamente.

Os vôos da alegria sempre começavam em São Paulo, onde funcionava o escritório central do grupo. As entregas de dinheiro em domicílio eram feitas em endereços elegantes de figurões de Brasília, Recife, Porto Alegre, Curitiba, Maceió, São Luís. Eventualmente ele levava remessas para destinatários no Peru, na Bolívia e no Panamá. Discreto, falando só o estritamente necessário ao telefone, não deixou pistas de suas atividades em mensagens ou diálogos eletrônicos. Isso o manteve distante dos olhos e ouvidos da Polícia Federal nas primeiras etapas da operação Lava-Jato. Graças à dupla cidadania — espanhola e brasileira —, Rafael usava o passaporte europeu e ar naturalmente formal para transitar pelos aeroportos sem despertar suspeitas. Ele cumpria suas missões mais delicadas com praticamente todo o corpo coberto por camadas de notas fixadas com fita adesiva e filme plástico, daqueles usados para embalar alimentos. A muamba, segundo ele disse à polícia, era mais fácil e confortável de ser acomodada nas pernas. Quando os volumes era muito altos, Rafael contava com a ajuda de dois ou três comparsas.

A rotina do trabalho permitiu que o entregador soubesse mais do que o recomendável sobre a vida paralela e criminosa de seus clientes famosos, o que pode ser prenúncio de um grande pesadelo. É que Rafael tinha uma outra característica que poucos sabiam: a organização. Ele anotava e guardava comprovantes de todas as suas operações clandestinas. É considerado, por isso, uma testemunha capaz de ajudar a fisgar em definitivo alguns figurões envolvidos no escândalo da Petrobras. VEJA apurou que o entregador já se ofereceu para fazer um acordo de delação premiada, a exemplo do seu ex-patrão.

Leia a íntegra na revista veja ou no Blog do Sombra.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Lava Jato: Câmara aprova cassação do deputado André Vargas

Quarta, 10 de dezembro de 2014
Carolina Gonçalves - Repórter da Agência Brasil




André Vargas
André Vargas não participou da sessão em que teve o mandato cassado    Arquivo/José Cruz/Agência Brasil
Depois de mais de duas horas de confusão, a Câmara aprovou hoje (10) o pedido de cassação do mandato do deputado André Vargas (sem partido-PR), por 359 votos a favor, 1 contra e 6 abstenções.

No plenário, último estágio para a perda de mandato, os parlamentares decidiram condenar Vargas por envolvimento em negócios com o doleiro Alberto Youssef, preso pela Polícia Federal na Operação Lava Jato por participação em um esquema de lavagem de dinheiro.

O parlamentar é acusado de ter intermediado, no Ministério da Saúde, contratos com o doleiro.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

CCJ da Câmara deve avaliar amanhã recurso contra cassação de André Vargas

Terça, 7 de outubro de 2014
==============
Carolina Gonçalves - Repórter da Agência Brasil
O recurso apresentado pela defesa do deputado André Vargas (sem partido-PR) deve ser analisado amanhã (8) pelos deputados da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. O colegiado marcou uma reunião para a manhã desta quarta-feira quando analisará o parecer do relator, deputado Sergio Zveiter (PSD-RJ), que rejeitou o pedido dos advogados de Vargas.

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Conselho de Ética da Câmara dos Deputados aprova cassação de André Vargas, que saiu do PT; cabe recurso da decisão

Quarta, 20 de agosto de 2014
Parecer pela perda de mandato do ex-1º vice-presidente da Câmara ainda terá de ser analisado pelo Plenário, em votação aberta.
O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar aprovou nesta quarta-feira (20), por unanimidade, o parecer do deputado Júlio Delgado (PSB-MG) que recomenda a perda de mandato do deputado André Vargas (PT-PR) em razão de conduta incompatível com a atuação parlamentar. Dessa decisão cabe recurso à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).
Conforme o relatório apresentado por Delgado, Vargas quebrou o decoro parlamentar ao ter atuado na intermediação junto ao Ministério da Saúde em favor do laboratório Labogen, do doleiro Alberto Youssef, preso em março por participação em esquema de lavagem de dinheiro. O parecer enfatizou ainda o alto custo da alocação da aeronave usada por Vargas – cerca de R$ 105 mil –, quantia que foi financiada pelo doleiro.
Fonte: Agência Câmara Notícias

sábado, 9 de agosto de 2014

Operação Lava-Jato: Contadora do doleiro Youssef desnuda seu esquema de pagamento de propina

Sábado, 9 de agosto de 2014
Da Revista Veja
Robson Bonin, de Curitiba
Parlamentares notórios, partidos e empreiteiras participavam das tramas reveladas por Meire Poza

Meire Poza: "O Beto (Youssef) lavava o dinheiro para as empreiteiras e repassava depois aos políticos e aos partidos. Era mala de dinheiro pra lá e pra cá o tempo todo."

É um clássico. As organizações mafiosas caem com maior rapidez quando alguém de dentro decide contar tudo. O que se vai ler nesta reportagem é justamente a história de alguém que, tendo participado do núcleo duro da quadrilha que girava em torno do doleiro Alberto Youssef, pego na Operação Lava Jato, da Polícia Federal, resolve contar tudo o que fez, viu e ouviu. Meire Bonfim Poza participou de algumas das maiores operações do grupo acusado de lavar 10 bilhões de reais de dinheiro sujo, parte desviada de obras públicas e destinada a enriquecer políticos corruptos e corromper outros com o pagamento de suborno. Meire Poza viu malas de dinheiro saindo da sede de grandes empreiteiras, sendo embarcadas em aviões e entregues às mãos de políticos. Durante três anos, Meire manuseou notas fiscais frias, assinou contratos de serviços inexistentes, montou empresas de fachada, organizou planilhas de pagamento. Ela deu ares de legalidade a um dos esquemas de corrupção mais grandiosos desde o mensalão. Meire sabe quem pagou, quem recebeu, quem é corrupto, quem é corruptor. Conheceu de perto as engrenagens que faziam girar a máquina que eterniza a mais perversa das más práticas da política brasileira. Meire Poza era a contadora do doleiro Alberto Youssef — e ela decidiu revelar tudo o que viu, ouviu e fez nos três anos em que trabalhou para o doleiro.

Leia mais em: http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/contadora-do-doleiro-youssef-desnuda-seu-esquema-de-pagamento-de-propina

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Mensagens revelam cobrança de André Vargas a doleiro preso pela PF

Segunda, 7 de abril de 2014
Petista reclama com Alberto Youssef que 'consultores' não estavam recebendo. 'Calma, vai ser pago. Falei para você que iria cuidar disso', responde doleiro
 
Robson Bonin, de Brasília
Revista Veja
André Vargas discursa no Congresso. Oposição quer petista fora da vice-presidência da Câmara
André Vargas discursa no Congresso. Oposição quer petista fora da vice-presidência da Câmara (Reprodução)

Exemplo de entrosamento e cumplicidade, a parceria nascida da amizade de vinte anos entre o vice-presidente da Câmara, André Vargas, e o doleiro paranaense Alberto Youssef era marcada por muitos momentos felizes. Como revela reportagem de VEJA desta semana, para além das viagens de jatinho nas férias, a dupla tinha planos bem ambiciosos. O deputado petista e o doleiro trabalhavam para enriquecer juntos e conquistar a 'independência financeira' a partir de contratos fraudulentos com o governo federal. Mas, como acontece nas relações em que há muito dinheiro envolvido, desentendimentos e cobranças também eram comuns. Um novo conjunto de mensagens de celular interceptadas pela Polícia Federal na Operação Lava Jato mostra que André Vargas não passava apenas informações do governo ao doleiro. Ele também exercia seu poder para cobrar compromissos de Youssef.

No dia 19 de setembro de 2013, o vice-presidente da Câmara reclama com o doleiro por causa da falta de pagamentos a certos 'consultores'. 'Sabe por que não pagam o Milton?', questiona André Vargas. Yossef tenta tranquilizar o parceiro: 'Calma, vai ser pago. Falei para você que iria cuidar disso.' Mas o vice-presidente da Câmara está impaciente. 'Consultores que trabalham com ele há meses e não receberam', diz Vargas. 'Deixa que já vai receber', garante Youssef. O hábito da dupla de trocar mensagens de celular cifradas não permite que seja identificada a origem desses 'consultores' defendidos por Vargas. Mas a conversa é mais um poderoso indício colhido pela Polícia Federal para reforçar a existência de uma sociedade secreta entre o doleiro e vice-presidente da Câmara.

Leia mais acessando:  http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/mensagens-revelam-cobranca-de-andre-vargas-a-doleiro-preso-pela-pf