Sábado, 7 de março de 2020
Do
Brasil de Fato
Fundação responsável pelo Prêmio Nobel Alternativo fez declaração sobre perseguição do governo Bolsonaro aos sem-terra
Brasil de Fato | São Paulo (SP) |
A relatora especial sobre o Direito à Alimentação da ONU, Hilal Elver, destacou a importância da produção de alimentos das famílias camponesas, responsáveis por 70% do consumo brasileiro - AFP
A tentativa de criminalização do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) promovida pelo governo de Jair Bolsonaro (sem partido) foi tema de um debate da reunião anual do Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU). O encontro ocorreu no Palácio das Nações Unidas, em Genebra, na Suíça, nesta quarta-feira (4).
Representantes da Right Livelihood Award Foundation – a fundação responsável pelo Prêmio Nobel Alternativo – fizeram uma declaração afirmando estar “particularmente preocupados com o plano do presidente Bolsonaro de classificar as atividades do MST, Prêmio Right Livelihood Laureate 1991 [o Nobel Alternativo], como atividades terroristas”. A declaração foi lida durante o Diálogo Interativo com a relatora especial sobre o Direito à Alimentação da ONU, Hilal Elver.

