Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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quinta-feira, 16 de maio de 2024

CAOS NA SAÚDE —Falta de profissionais e aumento de doenças respiratórias gera demora nos atendimentos no HMIB

Quinta, 16 de maio de 2024

Atualmente, o HMIB conta com 65 pediatras, 561 técnicos de enfermagem e 201 enfermeiros. - Foto: Acacio Pinheiro/ Agência Brasília

Em mais uma denúncia ao Hospital Materno Infantil de Brasília, uma mãe informou sobre falta de profissionais

Rafaela Ferreira
Brasil de Fato | Brasília (DF) | | 15 de maio de 2024

O Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB) foi alvo de mais uma denúncia na última semana. De acordo com uma mãe que buscou atendimento na unidade, apenas um médico estava atendendo os pacientes, além de haver uma espera de 2 horas para a triagem, etapa inicial realizada em serviços de saúde ou assistência social para avaliar a gravidade e a urgência das demandas dos pacientes ou usuários.

"As pessoas estão brigando, reclamando por conta que não tem médico, só tem um médico para atender muitas e muitas crianças. As pessoas começaram a discutir, mas não foi para frente", disse a mulher que preferiu não se identificar. "É desumano. O povo tá aqui há mais de 2 horas para fazer uma triagem."

No final de março deste ano, o Sindicato dos Enfermeiros do Distrito Federal (SindEnfermeiro-DF) e a deputada distrital Dayse Amarílio (PSB) haviam realizado uma visita de inspeção ao HBMIB. Na ocasião, foram identificados bebês graves no Pronto Socorro esperando por vagas na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), além de falta de profissionais e de equipamentos adequados.

Para o deputado distrital e presidente da Comissão de Educação, Saúde e Cultura da Câmara Legislativa do DF (CLDF), Gabriel Magno (PT), hoje, o problema da rede de saúde é a falta de servidores. De acordo com um levantamento realizado no colegiado, são quase 15 mil cargos que estão vagos na Secretaria de Saúde do DF (SES-DF).

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

SindSaúde joga a isca e gestor morde: sindicato estende varal em protesto por falta de óleo nas caldeiras do HMIB

Quarta, 11 de janeiro de 2017

Rollemberg, pegue um desses lençóis e cubra a sua vergonha!
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Do SindSaúde

SindSaúde joga a isca e gestor empresário morde: sindicato estende varal em protesto por falta de óleo nas caldeiras do HMIB


11/01/2017 - 18:12 // Por SindSaúde DF 
Em protesto contra falta de óleo nas caldeiras, o varal de roupas expõe a falta de compromisso do Secretário de Saúde.
Enquanto o governador se diverte na praia, o centro obstétrico do Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB) amanheceu fechado nesta quarta-feira (11) por falta de material. O SindSaúde-DF esteve na unidade e apurou que não há roupas no setor devido às caldeiras estarem sem óleo e ao atraso no pagamento de empresas terceirizadas, com isso, as peças molhadas estão se acumulando. Além disso, os funcionários da limpeza e vigilância também estão paralisados por falta de salários.
Roupas se acumulam no HMIB
Roupas se acumulam no HMIB

Tentando amenizar o prejuízo aos pacientes, varais foram improvisados para secarem as roupas ao sol.
O diretor administrativo da regional tentou impedir a ação e discutiu com a presidente do SindSaúde-DF, Marli Rodrigues. “É preciso ter uma alternativa para os pacientes. O sol está forte lá fora e estamos secando (as roupas) para atender as urgências. Depois elas serão passadas na calandras. O procedimento é o ideal? Não, não é. Mas não está certo fechar o CO e impedir as mulheres de terem seus filhos, isso é se esquivar da responsabilidade”, criticou Marli. “Tudo isso está sendo causado por falta de pagamento. Enquanto isso, o governador está curtindo na praia. Um absurdo! Rollemberg está cumprindo um protocolo para a implantação das organizações sociais”, finalizou.

Em nota, Secretaria de Saúde informou que o repasse correspondente à dívida do mês de novembro com empresas de vigilância e limpeza deverá ser realizado nas próximas horas. A Pasta reconheceu ainda que há uma dívida de R$ 1,2 milhões com a empresa Papagaio Diesel, responsável pelo abastecimento das caldeiras, referente aos meses de outubro e novembro. Por este motivo, a dívida foi inscrita em ‘restos a pagar não processados', o que estaria inviabilizando o pagamento das notas.

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

HMIB (Hospital Materno Infantil de Brasília) completa meio século em profunda crise

Quarta, 16 de novembro de 2016

O presidente do Sindicato dos Médicos do Distrito Federal (SindMédico-DF), Gutemberg Fialho, o conselheiro José Leite Saraiva, a defensora pública do Núcleo de Saúde do DF Karen Bezerra e a representante da seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/DF) Kênia Amaral estiveram no Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB), na manhã desta quarta-feira para uma vistoria das condições de exercício da atividade médica e de assistência aos pacientes.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

TCDF fiscalizará funcionamento do Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB)

Quarta, 8 de maio de 2013
O Tribunal de Contas do Distrito Federal determinou, na sessão ordinária desta terça-feira, dia 07 de maio de 2013, a fiscalização das condições de funcionamento do Hospital Materno Infantil de Brasília – HMIB.

A decisão foi motivada por uma representação do Ministério Público junto ao TCDF, que relatou condições precárias de atendimento no HMIB. Entre as irregularidades apontadas estão a insuficiência de incubadoras, a falta de profissionais e materiais essenciais, a ausência de realização de exames básicos e leitos sem pontos de oxigênio.

Segundo a denúncia, “o quadro é o retrato do caos, em um hospital que é referência para crianças e neonatais”.

Processo 15602/2013
Fonte: TCDF

terça-feira, 24 de abril de 2012

Agnelo, cadê você? HMIB em situação crítica

Terça, 24 de abril de 2012
Você disse que resolveria os problemas da saúde pública nos primeiros 100 dias de governo, até porque seria o secretário. E não é que em visita surpresa feita nesta manhã (24/4) pelo Sindicato dos Médicos do DF (SindMédico) no Hospital Regional da Asa Sul, antigo Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB), foi constatada uma situação dramática? Faltam luvas cirúrgicas, seringas, médicos, atendimento decente.

A UTI neonatal apresenta quadro de contaminação por bactérias e há improviso em leitos.

É o caos. Enquanto isso o brinquedinho de um bilhão de reais —o estádio da Copa— continua sugando os recursos da saúde, da educação, da segurança, dos transportes.

Triste Brasília!

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E em razão do governo de Agnelo não cumprir o acordo assinado com o Sindicato dos Professores do DF —Sinpro, as escolas continuarão sem aulas. Em assembleia há pouco, em frente ao Palácio do Buriti, a categoria decidiu continuar em greve.