Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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sábado, 11 de julho de 2015

No Brasil, pátria educadora, a Universidade Federal da Bahia (UFBa) deve suspender pós-graduação após corte de verbas federais em 75%

Sábado, 11 de julho de 2015

 
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Apenas os valores já empenhados atingem R$2.023.721,72

Matéria publicada originalmente pela TB em 11/07/2015
A Universidade Federal da Bahia (UFBa) anunciou que o repasse de verbas federais para os recursos de pós-graduações da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) foi reduzido em 75%, em relação aos valores atribuídos inicialmente. O ofício foi encaminhado à Pro-Reitoria de Ensino de Pós-Graduação (Propg) da Ufba.
O valor destinado aos programas de pós-graduações da Ufba foi reduzido para R$1.068.925,00, sendo que a previsão inicial era de R$ 4.275.700,00. Apenas os valores já empenhados atingem R$2.023.721,72.

domingo, 11 de janeiro de 2015

De Pátria-Educadora a Pátria-Latifundiária

Domingo, 11 de janeiro de 2015
Da Tribuna da Imprensa
Carlos Chagas

O Prêmio Pinóquio da semana vai para a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, por haver declarado que não existe latifúndio no Brasil. Apesar de desmentida pelo ministro Patrus Ananias, da Reforma Agrária, a senadora manteve a afirmação. O mais estranho é que a presidente Dilma ficou calada, sempre tão preocupada em mandar seus ministros voltarem atrás em tudo aquilo que ela não concorda. Estaria concordando com a amiga ministra a respeito da inexistência de latifúndios?
 
Com os cortes orçamentários já anunciados pela equipe econômica, salta aos olhos a preferência do governo pela agricultura, em detrimento da educação. O ministério de Kátia Abreu deixará de receber pouco mais de 500 milhões. Já o ministério de Cid Gomes perderá 7 bilhões. Mesmo diante das dotações bem maiores do ministério da Educação, quando comparadas com as do ministério da Agricultura, sobra a conclusão de sermos não a “Pátria-Educadora”, mas a “Pátria-Latifundiária”. Será pelo fato de que a agricultura dá lucro e a educação, prejuízo? Pelo jeito, Dilma não concorda com o raciocínio de que dinheiro gasto com educação é investimento. Se é despesa, tesoura nela… 
 
SILÊNCIO INEXPLICÁVEL 
 
Calou-se o PT quando, antes de empossado o novo ministério, o governo anunciou reduzir pela metade os direitos trabalhistas devidos a quem recebe o salário mínimo. Agora, faz-se de novo o silêncio diante dos cortes no orçamento da educação. De tanto engolir sapos, os companheiros vão acabar explodindo. Talvez por isso registra-se a tendência de alguns deputados petistas votarem em Eduardo Cunha para presidente da Câmara.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Apenas 54,3% dos jovens concluíram ensino médio até os 19 anos em 2013

Segunda, 8 de dezembro de 2014
Yara Aquino - Repórter da Agência Brasil
Levantamento divulgado hoje (8) pelo movimento Todos pela Educação mostra que, em 2013, apenas 54,3% dos jovens brasileiros conseguiram concluir o ensino médio até os 19 anos. O indicador foi calculado com base nos resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) 2013.

domingo, 15 de junho de 2014

Valor gasto em estádios equivale a dois anos de investimentos federais em Saúde

Domingo, 15 de junho de 2014
Marina Dutra

Do Site Conta Abertas
Os R$ 8 bilhões gastos com a construção dos estádios para a Copa do Mundo equivalem ao dobro do investido pelo governo federal em Saúde em 2013 e é maior que valor de investimentos  em Educação no ano passado. Em 2013, o Ministério da Saúde investiu R$ 3,9 bilhões. No Ministério da Educação, os valores aplicados no exercício passado foram de R$ 7,6 bilhões.
Em defesa às críticas em relação a disparidade entre os gastos com os estádios da Copa e os investimentos nas áreas, a presidente Dilma Rousseff afirmou que os “investimentos” federais nas áreas foram de R$ 825 bilhões desde 2010, mais de cem vezes o gasto em estádios – R$ 8 bilhões.
O valor ressaltado pela presidente, no entanto, diz respeito a todos os dispêndios com Saúde e Educação, desde o pagamento de pessoal aos gastos com o custeio das Pastas, e não apenas aos investimentos ( GND4). Esses – que englobam apenas as aplicações em obras e compra de equipamentos, ou seja, contribuem diretamente para a formação ou aquisição de um bem de capital – foram bem mais baixos.