Do MPDFT
“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."
(Millôr Fernandes)
segunda-feira, 25 de novembro de 2024
MPDFT exige providências do GDF sobre alagamentos em Sol Nascente e Ceilândia
Do MPDFT
TRABALHO DE 4 ANOS —Mobilização social e segurança pública: como a esquerda venceu as eleições no Uruguai

domingo, 24 de novembro de 2024
CONSCIÊNCIA NEGRA —Conheça Esperança Garcia, negra escravizada e primeira mulher advogada do Brasil

Mudanças climáticas —COP29 frusta países em desenvolvimento ao fechar acordo de US$ 300 bi para clima

sábado, 23 de novembro de 2024
ATÉ A POUPANÇA REVELA A PROFUNDA DESIGUALDADE SOCIOECONÔMICA BRASILEIRA
Sábado, 23 de novembro de 2023
Percebe-se, portanto, que o quadro de profundas desigualdades socioeconômicas instalado no Brasil vai além de importantes ferramentas econômico-financeiras cuidadosamente institucionalizadas. Até mesmo o assimétrico acesso a informações financeiras básicas consolida enormes discrepâncias em termos de apropriação social das riquezas produzidas.
Basta de banditismo militar e recuo republicano
quarta-feira, 20 de novembro de 2024
Brasília não pode ficar de fora da nova Rota de Seda

✊🏿🌳 Dia da Consciência Negra: nos Territórios Quilombolas têm Luta e Floresta em Pé

Webert da Cruz/ ISA/ Conaq





Dia da Consciência Negra é reivindicação social desde a ditadura. Movimento começou em 1971 com a formação do Grupo Palmares
A INTENTONA BOLSONARISTA E A URGENTE REVOLUÇÃO NACIONAL TRABALHISTA
O tiro no peito do Estadista Brasileiro prorrogou o 24 de agosto de 1954 até 15 de março de 1979, quase um quarto de século, quando o poder financeiro inicia a desinstitucionalização do Brasil. E, desde então, a cada dia, nossa Pátria vai sendo privatizada e os brasileiros escravizados.
Esta intentona que envolveu o Exército Brasileiro mostrou a urgente necessidade de promover a Revolução Nacional Trabalhista, ou seja, dos brasileiros retomarem o controle do Estado Nacional, para que o trabalho de nossa gente e não as finanças apátridas sejam os beneficiários das riquezas do Brasil.
Getúlio Vargas deixou seu testamento na forma de carta aos brasileiros. Recordemo-la sempre para imortaliza-la.
“Depois de decênios de domínio e espoliação dos grupos econômicos e financeiros internacionais, fiz-me chefe de uma revolução e venci. Iniciei o trabalho de libertação e instaurei o regime de liberdade social. Tive de renunciar. Voltei ao governo nos braços do povo. A campanha subterrânea dos grupos internacionais aliou-se à dos grupos nacionais revoltados contra o regime de garantia do trabalho. A lei de lucros extraordinários foi detida no Congresso. Contra a justiça da revisão do salário mínimo se desencadearam os ódios. Quis criar liberdade nacional na potencialização das nossas riquezas através da Petrobrás e, mal começa esta a funcionar, a onda de agitação se avoluma. A Eletrobrás foi obstaculada até o desespero. Não querem que o trabalhador seja livre. Não querem que o povo seja independente”.
Que síntese maravilhosa da nossa história, das farsas, das mentiras, das ferozes razões que nos persuadem a aceitar a dominação estrangeira!
E a intentona bolsonarista pretendia colocar o Exército Brasileiro a serviço da ideologia neoliberal, de austríacos, ingleses, estadunidenses, usando a bandeira brasileira como fosse uma fantasia carnavalesca.
Quem cumpriria a missão de defender o Brasil? Apenas seu povo, tomando consciência do que nos roubavam, como marginais perigosos que verdadeiramente são “as aves de rapina (que) querem o sangue de alguém, querem continuar sugando o povo brasileiro”.
E estes inimigos da Pátria dominam as comunicações, impedem o ensino, reduzem as verbas da saúde, tiram nossas casas, alienam as construções para nossa cidadania em favor de um abstrato “mercado”.
terça-feira, 19 de novembro de 2024
Memória e justiça —‘Passado que não passa’: historiador comenta atualidade de 'Ainda Estou Aqui'

'Já passou da hora': parlamentares protestam contra pedido de anistia, pedem arquivamento de PL e prisão de golpistas
Cristiane Sampaio

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Golpe de Estado —PF prende militares suspeitos de plano para assassinar Lula, Alckmin e ministro do STF








