“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
Mostrando postagens classificadas por relevância para a consulta mpdf sus. Ordenar por data Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens classificadas por relevância para a consulta mpdf sus. Ordenar por data Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 18 de outubro de 2023

MPDFT lançou ontem (17/10) Mapa Social da Saúde

 Quarta, 18 de outubro de 2023

Do MPDF —Publicado: 18/10/2023 às 10:08

whatsapp image 2023 10 18 at 10.18.34Com o intuído de contribuir com a transparência e oferecer à sociedade um mecanismo eficaz de acompanhamento e fiscalização dos serviços oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) lançou nesta terça-feira, 17 de outubro, o Mapa Social da Saúde.

A ferramenta disponibiliza dois painéis. O primeiro é voltado aos gestores que atuam na regulação dos serviços oferecidos pela Secretaria de Saúde do DF. Entre os dados, o sistema oferece informações sobre as filas de marcações de exames, consultas e cirurgias eletivas.

O segundo está inserido no Site de Acompanhamento do Sistema Único de Saúde (SUS), onde os cidadãos poderão acessar por meio do Cartão Nacional de Saúde (CNS), o histórico de atendimentos já realizados e dos futuros agendamentos.

A plataforma permite, ainda, que os usuários tenham acesso, em tempo real, à situação das listas de espera em cada procedimento oferecido pelo SUS. Os dados são atualizados diariamente a partir da base de dados do Sistema de Regulação (SISREG), gerido pelo Ministério da Saúde.

terça-feira, 9 de julho de 2024

Mapa Social da Saúde: uma ferramenta a serviço da população

Terça, 9 de julho de 2024

Instrumento permite acesso em tempo real a dados, solicitações e procedimentos realizados pelo SUS

Do MPDF

A Procuradoria Distrital dos Direitos do Cidadão (PDDC) do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) tem percorrido todas as regiões administrativas do DF promovendo reuniões com as redes locais de saúde para apresentação do Mapa Social da Saúde. E o resultado que tem se observado nesses encontros é que a ferramenta vem fazendo a diferença na vida dos gestores e da população da capital federal.

É o caso do servidor público Antônio Edilson Lima, da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES/DF), que durante o encontro da PDDC realizado no final de junho, em Ceilândia, ressaltou a utilidade do Mapa Social para o monitoramento das ações de saúde pela população. Ele conta que conheceu a ferramenta enquanto fazia uma especialização em governança do Sistema Único de Saúde (SUS) e que se aprofundou no tema no curso de formação para novos conselheiros regionais de saúde, oferecido pelo Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT), Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) e SES/DF.

“Foi no curso que tive a oportunidade de conhecer, de fato, o Mapa Social da Saúde, e passei a usar e divulgar para familiares e amigos, percebendo ali a utilidade da ferramenta a favor do controle social”, conta Antônio. “Acredito que toda e qualquer iniciativa que possa favorecer a transparência e a participação da população são super válidas”, completa.

segunda-feira, 16 de outubro de 2023

Mapa Social da Saúde: informações sobre o SUS estão disponíveis para consulta

Segunda, 16 de outubro de 2023



Ferramenta digital disponibiliza serviço inédito que permite ao usuário consultar o seu lugar na fila de espera para exames e procedimentos. Dados gerais sobre atenção primária, saúde mental e regulação também podem ser obtidos no Mapa da Saúde.

Do MPDF
Com uma população de pouco mais de 3 milhões de habitantes, o DF tem hoje mais de 857 mil solicitações em lista de espera pelo SUS. Para permitir o acesso de forma facilitada e precisa às solicitações dos pacientes para exames e procedimentos, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) em parceria com a Secretaria de Saúde apresenta a ferramenta Acompanhamento SUS. O lançamento será nesta terça-feira, 17 de outubro, às 15h, na Sede do MPDFT.

A novidade faz parte do Mapa Social da Saúde, que também disponibiliza painéis de dados sobre a atenção primária, saúde mental e regulação. Para o procurador-geral de justiça, Georges Seigneur, a iniciativa representa mais um passo no aperfeiçoamento dos serviços. “Trata-se de uma iniciativa que reúne órgãos do poder público local num esforço de imprimir transparência e efetividade na prestação de serviços de saúde no DF”, destaca.

Funcionalidades

O Mapa Social da Saúde é uma ferramenta de busca, em tempo real, de informações sobre marcações de exames, consultas e cirurgias eletivas que perpassam pelo controle e monitoramento do Complexo Regulador do Distrito Federal a partir de dados extraídos do Sistema de Regulação (Sisreg). Não são consideradas vagas que sejam disponibilizadas por demanda espontânea nas unidades de saúde.

Além de nortear a atuação judicial e extrajudicial do MPDFT com dados disponíveis para consulta, seleção de filtros e buscas específicas, o Mapa também oferece ao cidadão a oportunidade de acompanhar o andamento dos serviços públicos e, especialmente, das solicitações em lista de espera. “Sabemos que a saúde é algo muito sensível e que os usuários não têm facilidade para obter informações. Esse é um grande avanço, nenhuma outra unidade da federação possui plataforma de dados públicos semelhante”, ressalta o procurador distrital dos direitos do cidadão, Eduardo Sabo.

Confira aqui o tutorial do acompanhamento SUS.

Conheça todas as funcionalidades do Mapa Social da Saúde.

Saiba mais

O Mapa Social do Distrito Federal é uma ferramenta que reúne dados sobre educação, assistência social, saúde e orçamento. O projeto é uma iniciativa da Procuradoria Distrital dos Direitos do Cidadão em parceria com as secretarias de Educação, Saúde, Desenvolvimento Social e Fazenda, além da Controladoria-Geral do Distrito Federal, do Tribunal de Contas do Distrito Federal e de organizações da sociedade civil. Para conhecer os mapas já disponíveis, clique aqui.

Serviço

Lançamento do Mapa Social da Saúde
Data: 17 de outubro
Horário: 15h
Local: sala de treinamento 1, Sede do MPDFT


Leia mais


quinta-feira, 24 de novembro de 2011

MPDF divulga nota à imprensa

Quinta, 24 de novembro de 2011
Do MPDF
Nota à imprensa
24/11/2011

Na último dia 16, a 3ª Vara da Fazenda Pública do DF concedeu, parcialmente, medida liminar pleiteada pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), que considera irregular a exclusão de pacientes hemofílicos de fora do DF do tratamento que há anos recebiam. A decisão exarada, em sede de liminar, não esgota a questão.

O MPDFT estuda o oferecimento dos recursos cabíveis, mas, desde já, comemora a vitória parcial, por meio da qual serão mantidos pacientes antes excluídos do protocolo, em ofensa à universalidade do SUS. É o caso, por exemplo, de uma mãe, carente de recursos, que há 120 dias encontra-se no DF, à espera do fator de coagulação necessário para garantir uma vida digna a seu filho que, há mais de sete anos, recebia tratamento na cidade. Apesar de obter liminar em mandado de segurança ajuizado pela Defensoria Pública do DF, a medicação não foi disponibilizada, ao argumento de que se trata de paciente de fora do DF.

No dia 25 de outubro, o MPDFT ajuizou pioneira ação (autos 2011.01.1.205420-4) no Brasil questionando a aprovação do primeiro protocolo clínico para tratamento da hemofilia no DF. Com a entrada em vigor da Lei 12.401/11, em 30 de outubro de 2011, o SUS passou a arcar apenas com tratamentos e medicamentos previstos em protocolos e na Rede de Medicamentos (Reme). A ação visa ao controle de legalidade e legitimidade do protocolo recém-aprovado por parte do Judiciário, nos termos da jurisprudência majoritária do Supremo Tribunal Federal (STF).

O MPDFT e o Ministério Público de Contas do DF não são contrários a aprovação de qualquer protocolo. O que se questionou foi a aprovação sem base em evidência científica e com cláusulas restritivas, inadmíssiveis em um Estado Democrático de Direito, como a exclusão dos pacientes que atingirem a maioridade e daqueles de fora do DF.

Em audiência realizada com o Poder Judiciário, o coordenador da Hematogia da Secretaria de Saúde do DF reconheceu que o protocolo aprovado teve como base, apenas em parte, o Protocolo Canadense (de Blanchet), mas sequer citou-o nas referências bibliográficas, item obrigatório de qualquer Protocolo e que comprovaria a aprovação dos seus termos em consenso científico ou mundial. Para o MPDFT, esse fato é grave e macula o protocolo aprovado.

Além disso, o protocolo criou um Comitê, composto de leigos, o qual passou a ter a incumbência de se manifestar a respeito de casos clínicos, sem a oitiva do médico assistente e sem consulta clínica ao paciente. Somente após o ajuizamento da referida ação, a Secretaria de Saúde passou a afirmar que os casos clínicos seriam examinados, agora, por uma junta médica, além de afirmar que já está revendo o protocolo aprovado.

A atuação do MPDFT, no caso, vem desde 2007, em parceria com os Ministérios Públicos de Contas e Federal. Foram ajuizadas três ações de improbidade administrativa no decorrer desses anos, além de uma ação civil pública que tramita na Justiça Federal. No Tribunal de Contas da União, foram ofertadas importantes representações, que culminaram com decisões e auditorias, questionando a política pública desenvolvida pelo Ministério da Saúde, que, ao final, reconheceu ser necessário o tratamento profilático e com recombinantes, apesar de não haver sido implementado até o momento.

Por fim, o MPDFT, em parceria com o MPF, investigou denúncia envolvendo venda irregular de fator de coagulação que, até o momento, não restou confirmada. Ao revés, o apontado receptador está promovendo ações civis e criminais por meio das Defensorias Públicas da União e do DF, com o objetivo de ver reparada a sua honra contra todos os que divulgaram ou repercutiram a denúncia em questão. Toda a documentação obtida no DF pelos Ministérios Públicos que aqui atuam está em poder da Polícia Federal.

1ª e 2ª Promotorias de Defesa da Saúde
Ministério Público de Contas junto ao TCDF

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Audiência pública: população é convidada a debater serviços sociais autônomos de saúde; Modelos Sarha e 'Instituto HBDF' serão discutido

Sexta, 2 de junho de 2017
"Hoje, como hospital da rede pública de saúde, os critérios de atendimento do HBDF não excluem pacientes. Ao contrário do Sarah, que não atende emergências e seleciona aqueles que serão atendidos em ambulatório de forma bastante restritiva, especialmente, pacientes com algum tipo de infecção ou prognóstico menos favorável” (Marisa Isar, MPDFT)

==========
Do MPDF
Evento será realizado em 8 de junho, das 13h30 às 18h30

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e a Procuradoria da República no Distrito Federal (PR/DF) promovem, em 8 de junho, a audiência pública “A atuação do serviço social autônomo de saúde no âmbito do SUS”. O objetivo do evento é discutir as atribuições e a fiscalização dos chamados serviços sociais autônomos, que deveriam atuam de forma complementar ao Sistema Único de Saúde.

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Serviço autônomo de saúde foi tema de audiência pública. Instituo HBDF, OSs e trecos assim foram criticados; presidente da Rede Sarah voltou a criticar a ideia do Instituto do Base

Sexta, 9 de junho de 2017
Governo Rollemberg ainda não respondeu questionamentos feitos pelo MPDF, mesmo considerando que estes aconteceram há tempos. Não respondeu por quê? Você leitor, imagina a razão da não resposta? 

Do MPF
170608 Audiência Pública PRDF NA 109 600 x 400

Mudanças que podem ocorrer no Hospital de Base do DF, caso a proposta de transformação desse hospital público em instituto seja aprovada na CLDF, bem como os serviços sociais autônomos e sua integração com o SUS, foram o foco do encontro.

sexta-feira, 8 de julho de 2016

MPDFT, MPC e MPT recomendam que GDF não contrate organizações sociais para gestão da saúde

Sexta, 8 de julho de 2016
Segundo os Ministérios Públicos, as propostas apresentadas pela Secretaria de Saúde não se encaixam nas previsões legais

Do MPDF
O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), o Ministério Público de Contas do Distrito Federal (MPC/DF) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) expediram, nesta sexta-feira, 8 de julho, recomendação conjunta para que não sejam firmados contratos de gestão com as Organizações Sociais (OS) já qualificadas e nos moldes propostos, atualmente, pelo governo local. As três instituições recomendam que o governador, os secretários de Saúde e de Planejamento, Orçamento e Gestão, a subsecretária de Administração Geral e o diretor do Fundo de Saúde se abstenham de autorizar, celebrar, reconhecer, ordenar e pagar despesas relacionadas a contratos de gestão com Organizações Sociais na área da saúde pública no DF fora das hipóteses legais. A legislação em vigor permite a terceirização desse tipo de serviço apenas de forma complementar, ou seja, para suprir parcialmente os serviços já oferecidos pelo Estado.

O tema já tinha sido objeto de recomendação conjunta do MPC/DF e do MPDFT em outubro de 2015. Na época, o ofício alertava ao GDF que se abstivesse de terceirizar serviços públicos de saúde fora das hipóteses legais e de entregar a gestão de hospitais, programas ou especialidades médicas em sua totalidade a Organizações Sociais, sem estudos prévios que comprovassem a legalidade, experiência na área, idoneidade e a economicidade da medida. Para a promotora de Justiça de Defesa da Saúde “em caso de terceirização completa dos serviços, se houver uma interrupção dos atendimentos por parte da empresa contratada, a população ficará completamente abandonada”, pondera Marisa Isar.

Fundamentação
 
De acordo com as três instituições, o Tribunal de Contas do DF (TCDF) já deixou claro que os contratos com OS devem ser incluídos nos limites de gasto de pessoal, conforme a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). O GDF encontra-se acima do limite prudencial de gasto com pessoal, que é de 46,55% da Receita Corrente Líquida (RCL). Atualmente, esse percentual é de 47,08% da RCL, segundo o Relatório de Gestão Fiscal de abril de 2016.

O documento destaca, ainda, que há concursados aguardando nomeação na rede pública. Não havendo, todavia, agentes comunitários de saúde (ACS), em virtude da não realização de concursos públicos, como consta em ação proposta pelo MPDFT que visa obrigar a SES a realizar certame para essa especialidade.

Verifica-se, ainda, histórico de irregularidades nos programas Saúde da Família e Família Saudável e na gestão do Hospital Regional de Santa Maria, cujas execuções foram repassadas a fundações e/ou organizações sociais. Em pelo menos três processos de qualificação de OS no DF, o Ministério Público identificou graves inconformidades. Em 2015, o MPDFT ajuizou ação de improbidade em relação a qualificação irregular de organização social criada de forma direcionada para gerir o Hospital da Criança.

A promotora de Justiça da Prosus reforça que, em julho em 2015, durante a realização da 9ª Conferência de Saúde do DF, que cria diretrizes para nortear o Sistema Único de Saúde do DF (SUS-DF) para os próximos quatro anos, os participantes decidiram pela gestão do SUS 100% pública. “Estiveram presentes mais de quatro mil pessoas entre usuários, gestores e profissionais de saúde do DF que se manifestaram pelo fortalecimento do SUS, sem a interferência de Organizações Sociais. Esse é o órgão máximo da saúde e deveria ter sua vontade respeitada”, finaliza Marisa Isar.

Na recomendação, MP de Contas, MPDFT e MPT requisitam que, em até dez úteis, a Secretaria de Saúde preste esclarecimentos e apresente cópias de processos de qualificação de Organizações Sociais já concluídos.

Clique aqui para ler a íntegra da recomendação.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Seria só incompetência ou . . .? Responda quem quiser. MPDFT pede explicações sobre uso de recursos orçamentários na Secretaria de Saúde. R$323 milhões não foram usados pelo governo Rollemberg

Segunda, 4 de dezembro de 2017
Comentário do Gama Livre: E depois vem o governo Rollemberg e deixa, por exemplo, o caos se instalar em hospitais como o Regional do Gama (HRG). São MILHÕES E MILHÕES que não foram usados em benefício dos usuários do sistema público de saúde do DF. 

Quem quiser que acredite que isso é apenas incompetência.


=======================
Do MPDF

A procuradora distrital dos Direitos do Cidadão, Maria Rosynete de Oliveira, e a titular da 3ª Promotoria de Defesa da Saúde, promotora de Justiça Fernanda da Cunha Moraes, reuniram-se na última quinta-feira, 30 de novembro, com o secretário de Saúde do DF (SES/DF), Humberto Fonseca, e com o diretor executivo do Fundo de Saúde do DF (FSDF), coronel João Carlos de Aguiar Nascimento. No encontro, a procuradora pediu explicações sobre a baixa execução orçamentária na área da saúde no exercício de 2017, constatado pelo Núcleo de Assessoramento Técnico de Orçamento da Procuradoria Distrital dos Direitos do Cidadão (NUO/PDDC) na Nota Técnica nº 61/2017.


O MPDFT questiona a não utilização dos recursos provenientes do Sistema Único de Saúde (SUS), cuja soma chega a R$ 323 milhões. Esses valores estão depositados em conta do Fundo de Saúde do DF e à disposição para uso imediato. Desse valor, cerca de 177 milhões de reais, equivalente a 18% do repasse federal deste ano, ainda não foram utilizados. Essa quantia está destinada a gastos com material de consumo e outras despesas correntes. Além disso, ainda estão disponíveis mais de R$ 36 milhões do valor total do SUS que deveriam ter sido investidos em obras e instalações, compra de equipamentos e de materiais. Ademais, existem atualmente cinco convênios firmados pelo Fundo de Saúde do DF com o Ministério de Saúde, somando um valor global de R$ 170 milhões, e que estão com a execução suspensa em razão de pendências a serem sanadas pelo Distrito Federal, como no caso da construção do Hospital Oncológico de Brasília.


“Do total de R$ 7 bilhões destinados para 2017 (cerca de R$ 1 bilhão é oriundo do SUS), 323 milhões ainda não foram utilizados. Precisamos entender o porquê dessa situação”, questionou a procuradora distrital. Segundo ela, a Secretaria de Saúde possui a maior parcela do orçamento do GDF e o que se verifica é uma sobra significativa desses recursos para uso no prazo de apenas um mês, até o final do ano. O MPDFT alerta para a necessária e correta utilização dos valores que estão disponíveis para execução pelo Fundo de Saúde do DF, uma vez que o sistema de saúde do DF segue em situação precária.


O secretário de saúde e o diretor executivo do FSDF reconheceram a existência dos valores apresentados e informaram que irão se esforçar para que o saldo existente seja executado até o término do exercício de 2017. Eles ainda se comprometeram, até o dia 31 de janeiro de 2018, a melhorar a transparência das informações constantes nas páginas do Fundo de Saúde do DF, notadamente quanto aos dados de reconhecimento de dívidas e pagamentos, e também nas páginas do Conselho de Saúde.


Participaram também da reunião na sede do MPDFT a presidente do Conselho de Saúde do Distrito Federal (CSDF), Lourdes Cabral Piantino; Viviane Guerra Nunes, do FSDF; João Pedro Pires, da Procuradoria-Geral do DF; Helvecio Ferreira da Silva e Ademir Miranda Junior, da Secretaria de Saúde do DF (SES/DF); Domingos de Brito Filho, da CSDF; e integrantes do NUO/PDDC.


Clique aqui para ter acesso à Nota Técnica nº 61/2017.


Sobre o Núcleo de Assessoramento Técnico de Orçamento

Criado em 2014, com o objetivo de assessorar as Procuradorias e Promotorias de Justiça do MPDFT sobre o tema orçamento do DF, especialmente nas áreas de saúde e educação, NUO/PDDC também monitora e acompanha a elaboração e aprovação dos projetos de lei do Plano Plurianual, da Lei de Diretrizes Orçamentárias, da Lei Orçamentária Anual e de outros atos normativos relativos ao orçamento distrital. A PDDC atua na defesa dos direitos constitucionais do cidadão, com vistas a garantir o seu efetivo respeito pelos Poderes Públicos e pelos prestadores de serviços de relevância pública.



quarta-feira, 21 de setembro de 2022

Saúde mental: MPDFT discute implantação de 14 novos CAPS; Só com AÇÃO CIVIL AJUIZADA PELO MPDF, e com sentença, é que a coisa andou. CAPS III do Gama agora sai

Quarta, 21 de setembro de 2022
Olha o CAPS III do Gama assinalado por uma seta no quadro abaixo. Clique na imagem para melhor visualizá-la. Só com ação civil pública do MPDF é que ele, o CAPS do Gama, deverá ser efetivamente construído. Espera de muitos anos com governos enrolando e terrenos "desaparecendo".


=======================

Leia a seguir a matéria do site do MPDFT

Decisão de implementar novos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) foi obtida em ação civil pública ajuizada pela Prosus

O promotor de Justiça Clayton Germano, da 2ª Promotoria de Defesa da Saúde (Prosus) reuniu-se com integrantes da Secretaria de Saúde (SES) para discutir a implantação de 14 novos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) no Distrito Federal. A obrigação de construir é resultado de ação ajuizada pela 2ª Prosus.

De acordo com a sentença, a SES deveria implantar 19 novos CAPS com estrutura física e de pessoal adequada. Desse total, cinco já estão em funcionamento. Os outros 14 foram incluídos Estudo Técnico realizado Diretoria de Serviços de Saúde Mental, a fim de responder à demanda vinculada à Ação Civil Pública nº 2010.01.1.067203-4, oriunda do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT).

Segundo o documento, os CAPS em funcionamento não atendem à demanda cada vez mais crescente de pessoas acometidas com transtornos mentais.

A partir de critérios técnicos, o estudo definiu os novos tipos de CAPS mais necessários e os locais onde devem ser implantados. Também foi levada em consideração pesquisa realizada sobre o tema pela Coordenadoria Executiva Psicossocial (CEPS) do MPDFT.

O promotor de Justiça Clayton Germano afirmou que “esse processo estrutural visa, sobretudo, a reorganizar e reestruturar as políticas públicas de assistência médica na área de saúde mental no âmbito dos CAPS”. Ele afirmou, ainda, que o MPDFT fará reuniões com a Câmara Legislativa do DF para incluir a construção dos novos 14 CAPS no Projeto da LOA de 2023, os quais já estão incluídos na LDO de 2023. 

Clique aqui para ler a íntegra do estudo.

Saiba mais

Os CAPS são serviços de saúde de caráter aberto e comunitário constituídos por equipes multiprofissionais que atuam de forma interdisciplinar e realizam prioritariamente atendimento às pessoas com transtornos mentais graves e persistentes e às pessoas com sofrimento ou transtorno mental em geral, incluindo aquelas com necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas.

Leia mais

Pesquisa do MPDFT identifica déficit no atendimento à saúde mental


=================

O Blog Gama Livre coloca adiante algumas informações sobre CAPS III

CAPS III

Talvez seja oportuno aqui, para assinalar a relevante importância de sua construção no Gama, esclarecer o que é um CAPS III. 

*"CAPS III: são CAPS para atendimento diário e noturno de adultos, durante sete dias da semana, atendendo à população de referência com transtornos mentais severos e persistentes."


*O QUE É UM CAPS?
"Como já vimos, um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) ou Núcleo de Atenção Psicossocial é um serviço de saúde aberto e comunitário do Sistema Único de Saúde (SUS). Ele é um lugar de referência e tratamento para pessoas que sofrem com transtornos mentais, psicoses, neuroses graves e demais quadros, cuja severidade e/ou persistência justifiquem sua permanência num dispositivo de cuidado intensivo, comunitário, personalizado e promotor de vida."

"O objetivo dos CAPS é oferecer atendimento à população de sua área de abrangência, realizando o acompanhamento clínico e a reinserção social dos usuários pelo acesso ao trabalho, lazer, exercício dos direitos civis e fortalecimento dos laços familiares e comunitários. É um serviço de atendimento de saúde mental criado para ser substitutivo às internações em hospitais psiquiátricos."


*Os CAPS visam:

• prestar atendimento em regime de atenção diária;

• gerenciar os projetos terapêuticos oferecendo cuidado clínico eficiente e personalizado;
• promover a inserção social dos usuários através de ações intersetoriais que envolvam educação, trabalho, esporte, cultura e lazer, montando estratégias conjuntas de enfrentamento dos problemas. Os CAPS também têm a responsabilidade de organizar a rede de serviços de saúde mental de seu território;

• dar suporte e supervisionar a atenção à saúde mental na rede básica, PSF (Programa de Saúde da Família), PACS (Programa de Agentes Comunitários de Saúde);
• regular a porta de entrada da rede de assistência em saúde mental de sua área;

• coordenar junto com o gestor local as atividades de supervisão de unidades hospitalares psiquiátricas que atuem no seu território;

• manter atualizada a listagem dos pacientes de sua região que utilizam medicamentos para a saúde mental.

*Saiba mais sobre os CAPS acessando "SAÚDE MENTAL NO SUS: OS CENTROS DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL"

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Nota pública da Prosus (MPDF) aos candidatos do concurso da Secretaria de Saúde do DF

-->
Quarta, 17 de setembro de 2014
Do MPDF
Diante de mais de 250 reclamações de candidatos ao concurso da Secretaria de Saúde (SES-DF) recebidas pela Ouvidoria do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) que questionam o baixo número de vagas do certame, além do limite de vagas previsto para o cadastro reserva e os critérios de aprovação no concurso, a 2ª Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde (Prosus) informa que:

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Clínica Planalto: há 15 anos, MPDFT conseguiu o fechamento de instituição

Segunda, 2 de abril de 2018
Do MPDF

Nesta terça-feira, 3 de abril, o capítulo final de uma história de violação de direitos humanos completa 15 anos. A data marca o fechamento oficial da Clínica Planalto, localizada em Planaltina, depois de uma investigação de mais de sete anos do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) em conjunto com profissionais de saúde, policiais e peritos de diferentes áreas. Com o encerramento das atividades, os pacientes foram transferidos para unidades de saúde públicas.

quarta-feira, 25 de maio de 2022

Iges-DF padroniza escalas de serviço de UPAs em cumprimento a recomendação do MPDF

Quarta, 25 de maio de 2022

Documento foi expedido pela 2ª Prosus ao Iges-DF e às UPAs em 22 de abril

Do MPDF
O Instituto de Gestão Estratégica do Distrito Federal (Iges-DF) vai padronizar as escalas de serviço dos profissionais das UPAs. A medida foi tomada em cumprimento à recomendação da 2ª Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde (Prosus), expedida em 22 de abril. O Iges-DF elaborou modelo padrão de escala de serviço mensal que deverá ser utilizada por todos os profissionais de saúde, além de modelo de distribuição diária a ser preenchida no início de cada plantão e exposta na recepção das unidades de saúde.

Os dois modelos de escalas foram encaminhados aos gerentes e coordenadores das unidades de Pronto Atendimento por e-mail e circular. De acordo com a recomendação do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT), as escalas de serviço terão o número da matrícula, nome, cargo, turno, horário de entrada e saída, horas semanais do profissional e lotação. Além disso, nos casos em que o profissional estiver escalado para fazer a prescrição e acompanhar pacientes, mas depois for enviado para atender nos consultórios, a informação deverá ser registrada na escala de serviço, com a indicação de horário de início e término em cada uma das lotações no mesmo dia.

segunda-feira, 31 de julho de 2017

MPDF entra com ação de improbidade administrativa contra Humberto Fonseca, secretário de Saúde de Rollemberg

Segunda, 31 de julho de 2017

Do MPDF

Promotoria ajuíza ação para responsabilizar gestores pelo corte dos serviços de telefonia na rede pública de Saúde do DF

Havia recursos para pagamento, afirma o Ministério Público. Serviços internos e também de atendimento à população estão prejudicados desde 2016
A 2ª Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde (Prosus) ajuizou, na última sexta-feira, 28 de julho, ação de improbidade administrativa para responsabilizar o secretário de Saúde, Humberto Lucena, e outros três gestores da pasta, encarregados da direção do Fundo de Saúde do Distrito Federal (FSDF) e da Subsecretaria de Administração Geral, em razão da falta de serviços de telefonia nas unidades da Secretaria de Saúde do DF. Apesar de se tratar de um serviço essencial, o corte dos telefones, que começou em meados em 2016, inviabiliza o atendimento aos pacientes, dificultando, ainda, a comunicação entre a Secretaria e os órgãos de controle e fiscalização.
Na ação de improbidade, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) recorda que somente após haver, juntamente com o Ministério Público de Contas (MPC/DF), oficiado à Procuradoria-Geral do DF (PGDF), foi ajuizada uma ação contra a suspensão por se tratar de um serviço essencial que não poderia ser interrompido. Como resultado deste processo, a Secretaria de Saúde (SES/DF) obteve o direito da retomada dos serviços telefônicos nos centros e postos de saúde e farmácia de alto custo. Atualmente, esta ação está em grau de recurso.
“A prestação dos serviços públicos de saúde do DF foi mais uma vez precarizada, causando sofrimento, revolta e indignação à população, sem falar nos riscos à saúde e à vida daqueles que precisaram dos serviços oferecidos pelo SUS e não puderam deles se socorrer, em razão do corte dos telefones de praticamente toda a área de assistência”, argumenta a promotora de Justiça de Defesa da Saúde Marisa Isar.
Entenda o caso
O corte dos serviços ocorreu após o Governo do DF recusar-se a efetuar o pagamento para a prestadora do serviço de telefonia fixa. Ao todo, a dívida conhecida pelo FSDF, entre 2014 e 2016, ultrapassa R$ 6 milhões. No entanto, de acordo com as investigações da Prosus, havia autorização orçamentária e recursos suficientes, que, inclusive, sobraram e retornaram ao caixa do Tesouro.
De acordo com a Prosus, o serviço está sendo prestado parcialmente, inexistindo contrato vigente, em virtude da falta de licitação. “Apesar de ter sido dada oportunidade à Secretaria de Saúde para explicar esse fato, as informações foram insuficientes. Em um primeiro momento, a SES afirmou que se valeria de uma licitação conduzida pelo Governo Federal para restabelecer seus próprios serviços de telefonia, mas isso não se confirmou. Em outro, verificou-se que, desde 2012, havia processo aberto para a realização de licitação pública. Mas esse processo estava na condição de perdido, por 400 dias, tendo sido localizado somente após cobrança do Ministério Público. Diversamente da SES, contudo, outros órgãos públicos realizam normalmente pregões para esses mesmos serviços, como as Secretarias de Planejamento e a de Educação, por exemplo”, explica a promotora de Justiça Marisa Isar.
O Ministério Público de Contas do DF também questionou o corte dos serviços, por meio da Representação nº 22/2016. A matéria está sendo tratada no processo 30257/16-TCDF.
Clique aqui para ler a íntegra da ação. 

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

O caos na saúde pública do DF e a transparência: MPDF recomenda atualização das informações no portal da Secretaria de Saúde

Sexta, 19 de fevereiro de 2016
Do MPDF
Informações como leitos de UTI e remédios disponíveis devem ser atualizados constantemente

A 2ª Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde (2ª Prosus) enviou recomendação, em 12 de fevereiro, aos diretores dos hospitais da rede pública de saúde do DF e aos chefes dos Núcleos de Captação e Análise de Informações do SUS para que elaborem planilhas com a relação de todas as indisponibilidades e inadequações existentes nos prontuários dos pacientes. Esse documento deverá ser enviado, mensalmente, à Secretaria de Saúde e à Controladoria-geral do Distrito Federal.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

É amanhã, sexta (18/11), no MPDF que órgãos de controle e fiscalização discutem terceirização da saúde pública. Inscrições abertas

Quinta, 17 de novembro de 2016
Do MPDF
Os Ministérios Públicos do DF e Territórios (MPDFT), do Trabalho (MPT) e de Contas do DF (MPC/DF) promovem encontro para discutir a terceirização da saúde pública. O evento, aberto ao público, será realizado em 18 de novembro, das 13h30 às 18h, no auditório da sede do MPDFT. Para se inscrever, clique aqui.

quinta-feira, 8 de outubro de 2020

É o caos, animal! MPDFT obtém liminar para regularizar estoque de medicamento de alto custo

 Quinta, 8 de outubro de 2020

Secretaria de Saúde deverá reabastecer os estoques de Desferroxamina nas farmácias de alto custo em 30 dias

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) obteve, nesta terça-feira, 6 de outubro, liminar que determina o abastecimento do medicamento de alto custo Desferroxamina. O remédio é usado para o tratamento de talassemia major, uma forma grave de anemia. A Secretaria de Saúde (SES) deverá, no prazo de 30 dias, regularizar os estoques do medicamento pelos próximos seis meses. Para isso, deve comprovar documentalmente o reabastecimento e o fornecimento aos usuários.

De acordo com a Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde (Prosus), o medicamento pertence ao Grupo 1B, ou seja, cabe à União financiá-lo; no entanto compete à SES adquiri-lo e fornecê-lo à população. Desde novembro de 2019, a Prosus tem recebido representações de usuários do SUS reclamando da falta do medicamento nas três unidades da Farmácia de Alto Custo.

sexta-feira, 5 de julho de 2019

Operação In corruptionem encontra blocos de atestado médico na casa de Ruby Lopes, comissionada no HRT

Sexta, 5 de julho de 2019
Ruby exerceu o cargo em comissão de supervisor de emergência do HRT entre 27 de fevereiro de 2017 e 11 de fevereiro de 2018. No período de 20 de março de 2018 a 1º de janeiro de 2019, ela foi requisitada para a Câmara Legislativa do DF (CLDF). Este ano, voltou novamente ao cargo em comissão no HRT, quando surgiram novas denúncias nos veículos de comunicação.

Do MPDF
Operação In corruptionemA servidora está proibida de manter contato com vítimas e testemunhas, além de não poder frequentar unidades de saúde do DF, salvo para atendimento médico
Para complementar as investigações do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e da Polícia Civil, na manhã desta sexta-feira, 5 de julho, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão contra a servidora da Secretaria de Saúde Ruby Lemos, sendo três em residências frequentadas por ela e um no Hospital Regional de Taguatinga (HRT), seu local de trabalho. Ela foi levada à delegacia para prestar esclarecimentos.

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Medicamentos vencidos na Farmácia de Alto Custo da Asa Sul (Secretaria de Saúde do DF)

Terça, 3 de outubro de 2017

Do MPDF
A 4ª Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde (Prosus) encontrou medicamentos vencidos durante a fiscalização realizada nesta terça-feira, 3 de outubro, na Farmácia Ambulatorial Especializada da Asa Sul. A Operação Custo Alto tem o objetivo de fiscalizar possíveis irregularidades no armazenamento, no estoque, na programação, na aquisição e na validade dos medicamentos.


A ação também visa a fiscalizar o funcionamento dos equipamentos médicos de atendimento aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), o cumprimento da carga horária dos profissionais da área médica e a presença de farmacêutico em período integral. A operação conta com a participação do Conselho Regional de Farmácia (CRF).

Segundo o titular da 4ª Prosus, promotor de Justiça Luís Henrique Ishihara, a fiscalização é parte de inquérito civil público aberto para apurar possíveis irregularidades na farmácia de alto custo, especialmente o atendimento dispensado aos pacientes do SUS, que enfrentam filas e a falta de medicamentos especializados.