Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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quinta-feira, 17 de agosto de 2017

MPF/MS processa Sérgio Gabrieli e mais 5 ex-dirigentes da Petrobras por improbidade na construção da UFN III em Três Lagoas

Quinta, 17 de agosto de 2017
Deu-se à causa o valor de R$310 milhões
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Do MPF
Adiantamento de R$ 155 milhões foi pago a consórcio de construtoras sem garantia específica


O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou ação de improbidade administrativa contra o ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli de Azevedo, cinco ex-diretores da autarquia, as empresas Galvão Engenharia  e Sinopec Petroleum do Brasil, e seus representantes legais, por irregularidades na construção da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados III (UFN III), em Três Lagoas (MS). Auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) apontou prejuízo aos cofres públicos decorrente da antecipação de pagamento sem a devida garantia.

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

TCU manda bloquear bens de construtoras Queiroz Galvão e Iesa; e também de Sérgio Gabrielli, ex-presidente da Petrobrás

Quarta, 21 de setembro de 2016
Sabrina Craide - da Agência Brasil

O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou hoje (21) o bloqueio de R$ 960 milhões em bens das construtoras Queiroz Galvão e Iesa, por causa de indícios de superfaturamentos nas obras da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. O ex-presidente da estatal, José Sérgio Gabrielli, e o ex-diretor Renato Duque também tiveram os bens bloqueados.


O ministro do TCU, Benjamin Zymler, faz conferência sobre o tema O Controle das Concessões - O Caso das Rodovias no 9 Congresso Brasileiro de Rodovias & Concessões. (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
Para Benjamin Zymler, as empresas concorreram para os prejuízos sofridos pela Petrobras —Arquivo/Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
O objetivo do bloqueio é ressarcir a Petrobras do prejuízo causado com irregularidades na construção da refinaria.

terça-feira, 3 de maio de 2016

PGR pede investigação de Lula, dos ministros Jaques Wagner, Ricardo Berzoini e Edinho Silva, da ex-ministra Erenice Guerra e de mais 25 envolvidos na Lava Jato

Terça, 3 de maio de 2016
André Richter - Repórter da Agência Brasil
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a inclusão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de três ministros do governo, do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, e de parlamentares do PMDB, entre outros acusados, no principal inquérito da Operação Lava Jato.

A petição chegou ao Supremo no dia 28 de abril, mas só foi tornada público hoje. Janot pediu ao ministro Teori Zavascki, relator dos processos da Lava Jato no Supremo, a inclusão das seguintes pessoas no inquérito que investiga os crimes de lavagem de dinheiro, corrupção e formação de quadrilha:

- Ex-presidente Lula;

- Ministros Jaques Wagner, Ricardo Berzoini e Edinho Silva;

- Senadores Jader Barbalho e Delcídio do Amaral;

- Deputados Eduardo Cunha, Eduardo da Fonte, Aguinaldo Ribeiro e André Moura; Arnaldo Faria de Sá, Altineu Cortes, Manoel Junior e Henrique Eduardo Alves;

- Assessor especial da presidência da República Giles Azevedo;

- Ex-ministros da Casa Civil Erenice Guerra e Antônio Palocci.

O procurador solicitou abertura de investigação contra o pecuarista José Carlos Bumlai, o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto e o banqueiro André Esteves, do BTG Pactual; Sérgio Gabrielli, ex-presidente da Petrobras, Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, subsidiária da estatal, e Silas Rondeau, ex-ministro de Minas e Energia.

Ao pedir a inclusão de novos envolvidos no inquérito, que está em andamento desde o ano passado, Janot sustenta que houve um aprofundamento nas investigações. As acusações estão baseadas, principalmente, nas afirmações feitas pelo senador sem partido Delcídio do Amaral (MS) nos acordos de delação premiada.

“Esse aprofundamento das investigações mostrou que a organização criminosa tem dois eixos centrais. O primeiro ligado a membros do PT e o segundo ao PMDB. No caso deste, as provas colhidas indicam para uma subdivisão interna de poder entre o PMDB da Câmara dos Deputados e o PMDB do Senado Federal. Estes dois grupos, embora vinculados ao mesmo partido, ao que parece, atuam de forma autônoma, tanto em relação às indicações políticas para compor cargos relevantes no governo quanto na destinação de propina arrecadada a partir dos negócios escusos firmados no âmbito daquelas indicações”, argumentou Janot.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Responda agora, aquilo era petróleo ou . . .

Terça, 17 de novembro de 2015
Com a "compra" da refinaria de Pasadena voltando ao topo das notícias, e das colaborações premiadas, o Gama Livre reproduz abaixo uma postagem de quase 17 meses atrás. Premonição?

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Petróleo ou . . .

Terça, 15 de abril de 2014
Alguém pode afirmar se aquelas mãos de Lula nas costas de Dilma estavam sujas mesmo de petróleo? Não era outra coisa? Diante do escândalo com a refinaria de Pasadena fica difícil afirmar que aquilo era petróleo. Ou não!
 
 
A coisa nas mãos de Gabrielle e Lula não estariam meio marrom? Ixi! 

terça-feira, 24 de março de 2015

STF mantém bloqueio dos bens de Sérgio Gabrielli, ex-presidente da Petrobras

Terça 24 de março de 2015
Imagem da internet
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Do STF
2ª Turma mantém acórdão do TCU que bloqueou bens de ex-presidente da Petrobras

Na sessão desta terça-feira (24), por unanimidade de votos, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negou Mandado de Segurança (MS 33092) impetrado contra acórdão do Tribunal de Contas da União (TCU) que decretou a indisponibilidade dos bens do ex-presidente da Petrobras Sérgio Gabrieli e de outros executivos da estatal. Para os ministros, o ato impugnado está Inserido no campo das atribuições de controle externo conferido ao TCU pela Constituição Federal de 1988.

segunda-feira, 23 de março de 2015

Lava Jato: Mandado de Segurança contra bloqueio de bens de Sérgio Gabrielle, ex-presidente da Petrobras, é destaque da pauta deste terça (24/3) do STF

Segunda, 23 de março de 2015
Do STF
O Mandado de Segurança (MS 33092), impetrado pelo ex-presidente da Petrobras Sérgio Gabrielli contra a determinação de indisponibilidade de seus bens, é destaque das sessões das Turmas do Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira (24). O caso, relatado pelo ministro Gilmar Mendes, será julgado pela Segunda Turma do STF. No total, são mais de 200 processos previstos para serem analisados pelos dois colegiados.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Juiz intima Sérgio Gabrielli, ex-presidente da Petrobras, a depor no processo da Lava Jato

Sexta, 20 de fevereiro de 2015
Imagem da internet
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Da esquerda para a direita: Gabrielli, Graça Foster, Dilma e Paulo Roberto
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Wellton Máximo - Repórter da Agência Brasil
O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato, intimou hoje (19) o ex-presidente da Petrobras José Sergio Gabrielli a depor. Gabrielli prestará depoimento à Justiça Federal na condição de testemunha de defesa em 25 de março, mas não precisará ir a Curitiba porque poderá falar por meio de videoconferência.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Justiça determina quebra de sigilo de ex-presidente da Petrobras

Quinta, 29 de janeiro de 2015
Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil
A 5ª Vara de Fazenda Pública da Justiça do Rio de Janeiro determinou ontem (28) o arresto (bloqueio) de bens do ex-presidente da Petrobras José Sergio Gabrielli e do ex-diretor da estatal Renato de Souza Duque, bem como a quebra de seus sigilos bancário e fiscal. A medida também atinge a construtora Andrade Gutierrez e outros executivos da Petrobras: Pedro José Barusco Filho, José Carlos Villar Amigo, Sérgio dos Santos Arantes, Alexandre Carvalho da Silva, Antônio Perrota Neto e Guilherme Neri.

O pedido foi feito pela 5ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa da Cidadania, do Ministério Público Estadual. A solicitação também se estendia à própria Petrobras, mas isso foi negado pela Justiça.

Segundo a decisão da Justiça, há indícios de “sucessivas e superpostas contratações em benefício da Andrade Gutierrez”, pela Petrobras, com sobrepreço e superfaturamento em contratos para ampliação e modernização do Centro de Pesquisas da estatal, o Cenpes. Além disso, segundo a Justiça, houve falta de transparência na seleção da Andrade Gutierrez para os contratos.

Ainda de acordo com o despacho da juíza Roseli Nalin, auditorias do Tribunal de Contas da União encontraram indícios de superfaturamento de R$ 31,5 milhões.