Quinta, 16 de fevereiro de 2012
Deu em "O Estado de S. Paulo"
Presidente teria cogitado mudar 5 membros do colegiado após ameaça de investigação contra ministro Pimentel; ‘Seria desonroso’, diz conselheira
Tânia Monteiro, de O Estado de S.Paulo
BRASÍLIA - Sob pressão do Planalto, integrantes da Comissão de Ética
Pública da Presidência rechaçam a acusação de que o colegiado extrapolou
ao abrir investigação contra o ministro do Desenvolvimento, Fernando
Pimentel. Nesta quarta-feira, 15, o Estado revelou que a
presidente Dilma Rousseff, agastada com a comissão, pretende não
renovar o mandato de três dos sete conselheiros. Para Marília Muricy,
membro da comissão, uma intervenção no órgão "seria desonroso para
Dilma". Leia a íntegra.
