Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
Mostrando postagens com marcador caos HRG 2018. Mostrar todas as postagens
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sábado, 17 de novembro de 2018

O Caos absoluto no HRG. Desde a zero hora deste sábado (17/11), mulher deve procurar outro hospital para parir. Centro Obstétrico com bandeira vermelha. E o governo nem fica vermelho de vergonha

Sábado, 17 de novembro de 2018
Na foto abaixo, um despacho do superintendente da Região de Saúde Sul, que abrange Gama e Santa Maria. É o 'papel passado' atestando que o governo Rollemberg de fato foi/é incompetente para proporcionar um mínimo de eficiência ao Hospital Regional do Gama, unidade hospitalar que já foi uma das melhores do país, e que até recebeu da ONU o título de "Hospital Amigo da Criança". De "Amigo da Criança" a algoz das crianças. E também das mulheres que precisam parir ali. Por determinação da Superintendência da Região Sul, "...o único pediatra de plantão deve agilizar as altas dos RN [recém-nascidos] cujas mães já receberam alta." E mais, "A alta pode e deve ser concedida mesmo no período noturno." [grifo do Gama Livre]

É o caos! É o caos, sim!!!

Clique na imagem abaixo e veja o retrato absurdo da continuidade do caos no HRG. É a isso que se dá o nome de "arrumamos a casa"?

terça-feira, 6 de novembro de 2018

Caos do HRG e Centro de Saúde 8 do Gama mostrados em reportagem do SBT desta terça (6/11)

Terça, 6 de novembro de 2018
Reprodução da TV SBT

O caos na rede de saúde pública do Gama foi mais uma vez exposto em reportagem de TV. Hoje foi a vez do SBT mostrar gravações feitas ontem (5/11) no Centro de Saúde 8 e no Hospital Regional do Gama (HRG). 

O Centro de Saúde 8 é aquele que a reforma foi iniciada em maio de 2015 e deveria estar concluída no dia 26 de maio de 2016. Preço? R$3.273.791. Dois anos e seis meses depois do prazo final para a entrega do Centro à população, nada praticamente foi realizado. O patrimônio público esta abandonado e os usuários dos serviços que eram prestados pela unidade de saúde sem atendimento digno. Tendo de recorrerem a outros postos de saúde.

Foto arquivo Gamalivre.com.br  — A placa foi retirada pelo GDF para que não ficasse "na cara" o prejuízo aos cofres públicos.

Clique aqui e assista a reportagem que passou hoje (6/11) no SBT.

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Após necrose e amputação, família de idosa denuncia negligência no HRG

Quarta, 26 de setembro de 2018
Do Metrópoles



Por Douglas Carvalho

O atendimento médico no Hospital Regional do Gama (HRG) “beira a desumanidade”. É assim que a família de uma idosa classifica o tratamento recebido por ela na unidade. Uma parente contou ao Metrópoles que Maria Salete Ferreira de Medeiros, 76 anos, sofre de graves doenças vasculares nas pernas. A paciente, inclusive, teve membros amputados por causa da enfermidade, há um mês, mas, desde então, não tem recebido atendimento apropriado, segundo a familiar.
“Desde o dia 5 deste mês, quando foi internada no pronto-socorro de cirurgia e ortopedia do HRG, ela recebeu visita médica apenas três vezes. A última, no dia 12. Nesse período, ficou cinco dias sem tomar medicação, apenas soro na veia”, reclamou a funcionária pública Cirla Chagas, 34, neta de Maria Salete e principal acompanhante da avó.

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Gama e Santa Maria: Três pacientes morrem à espera de exames e fila para endoscopia chega a duas mil pessoas

Quinta, 20 de setembro de 2018
Números são de agosto e setembro e se referem a Região Sul, que compreende Santa Maria e Gama


Por SindSaúde
Imagens: Éder Oliveira
19/09/2018
Três pacientes que estavam internados na rede pública morreram nos meses de agosto e setembro à espera de exames. Dois deles aguardavam uma Colonoscopia na Região Sul, que compreende Santa Maria e Gama. A informação consta em memorando da Gerência de Assistência Clínica (Unidade de Pediatria) enviado à Gerência da Regional Sul, no último dia 11 de setembro.

“Comunicamos a ocorrência de 2 óbitos durante o mês de setembro, dentre os pacientes internados que aguardavam exames por motivos não avaliados. Observamos a partir desses dados que a oferta está muito aquém da necessidade da regional”, diz o documento que, apesar de ter sido assinado por três médicos pediatras e um ortopedista, não deixa claro se as mortes foram de crianças ou adultos.

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Quem disse que não há fartura no HRG? Na manhã desta sexta (14/9) 'farta’ lençóis. Prometem 50 unidades pra tarde. Vai ter fartura de pacientes e 'farta' de roupas. E muita 'farta' de vergonha!


Sexta, 14 de setembro de 2018
E no Hospital Regional do Gama neste momento há fartura de quase tudo.
Além da 'farta' de lençóis,
'Farta' médicos
'Farta' medicamentos
'Farta' exames
'Farta' enfermeiros
'Farta' ambulâncias
'Farta' leitos
'Farta' acomodações para acompanhantes
'Farta' cadeiras e macas em total condições de uso
'Farta' eficácia na administração
'Farta' eficiência na administração
'Farta' efetividade na administração
'Farta' Pronto Atendimento Infantil
'Farta' Pediatria
'Farta', quase que farta, um hospital

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Continuam nesta tarde de quinta (13/9) o desespero e o caos no Pronto Socorro do HRG. Não há médico clínico

Brasília, 13 de setembro de 2018
Foto do arquivo do Blog Gama Livre

Sem médico clínico, os pacientes não foram reavaliados. A reavaliação é necessária para a decisão sobre continuidade ou não da internação e da prescrição médica.

Pode um Pronto Socorro ficar sem médico clínico? Não pode, mas no HRG fica sem.

É o caos! A continuidade do caos!

Veja também:

'O que vai fazer com uma porra dessa, mulher de Deus? Isso é um absurdo, as pessoas vão morrer' no HRG; vídeo de ontem (12/9) à noite no Hospital Regional do Gama

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

HRG: Paciente com pancreatite crônica e fortes dores leva 8 horas sofrendo à espera de atendimento, mas não é medicado; é o caos absoluto na saúde do DF


Quarta, 12 de setembro de 2018
Ontem, terça (11/8), paciente, homem de 50 anos, sofrendo de pancreatite crônica (inclusive registrada no prontuário da rede pública do DF) é levado de sua casa até o HRG (aquele que já foi, já FOI, um excelente hospital). Cerca de 290 metros separam o HRG da sua casa. Chegou por volta das 13 horas, foi humilhado por uma espera de atendimento até cerca das 21 horas (isso mesmo que você leu. Até 21 horas). Oito horas de espera, portanto. Já pensou alguém com fortes dores ter que esperar tanto?

Atendido por um médico cirurgião, não foi medicado, pois isso seria função de médico clínico, bicho cada vez mais raro no Hospital Regional do Gama. Aliás, pra falar a verdade, no HRG algumas especialidades de médicos são coisas raras, e mais raras ainda com o passar dos dias. No hospital tem sido raros muitos outros bichos. Exames, equipamentos, banho quente, macas, leitos em condições recomendadas, cadeiras para acompanhantes etc.

Mas voltemos a história do paciente-contribuinte-eleitor. “Atendido” (entre aspas, entre aspas, já que não pôde ser medicado), foi levado de volta pelos cerca de 290 metros que separam o HRG da sua casa. Arrastando suas dores. Tanto físicas como na alma, pela humilhação da falta de atendimento justo e na hora precisa.

Voltou pra casa, mas sem medicação suas dores continuaram insuportáveis. Como não é governador ou gestor de primeiro escalão do GDF, não tem prioridade alguma. Correu (levado, levado), então, para o Goiás. Procurou atendimento no Novo Gama, quando deveria ser atendido, e bem atendido, no Gama (DF). Se o hospital do governo Rollemberg não tinha clínico disponível para medicar o personagem principal desta triste história, no Novo Gama ele foi atendido e medicado, voltando em seguida para casa.

Como o caso dele, paciente-contribuinte-eleitor, é pancreatite crônica está agora batendo nas portas de hospitais na vã esperança de algum poder interná-lo.

E haja caos na rede pública de saúde do DF. E haja dores físicas e também as provocadas pelo humilhante atendimento que os gestores públicos impõem a quem precisa dos hospitais e centros de saúde da rede do GDF.

Haja caos! Até quando, Meu Deus?

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Dias de caos (e de cão) na Traumatologia do HRG. Falta até Raios X

Segunda, 27 de agosto de 2018
Foto das 14h23 desta segunda (27/8/2018)
Por Taciano
Alguém ja imaginou um setor de politraumatizados funcionar sem aparelhos de Raios X? Pois é! No Hospital Regional do Gama (HRG) o Raios X voltou a não funcionar. Desde ontem (26/8), pelo menos, o aparelho encontra-se quebrado. E os pacientes... também quebrados, ou com suspeitas de, passando raiva e sofrendo as dores físicas e da humilhação.

Nesta segunda-feira (27/8) fui levar de carona um paciente para ser atendido numa das clínicas do HRG. Enquanto ele esperava ser atendido, lembrei que ontem alguém tinha falado no Raios X quebrado. Fui dar um bordejo pelo Pronto Socorro. Ainda no passeio me deparei com um paciente, que conheço, ao telefone. Humilde, trabalhador de salário mínimo, queixava-se à mãe. Falava das dores do seu pé  —que suspeitava que tinha quebrado— e, na própria expressão dele, da "humilhação que sofria". Iria ver se o HRG encaminhava ele para algum outro hospital para tirar a radiografia do pé. Esperança para isso, tinha quase nenhuma.

Olhei bem dentro dos olhos daquele trabalhador e vi seus olhos marejarem. Se os meus marejaram também, não importa. Importa mais aquele rosto maltratado, pelo sofrimento da vida e pela humilhação que os governos impõem.   

Acima, a espera pelo atendimento em ortopedia. Foto das 14h11 desta segunda (27/8/2018)

Abaixo, imagem da hora em que uma servidora do hospital veio até a porta de entrada para as clínicas de ortopedia e anunciou, com franqueza, mas com o olhar também triste, que o aparelho de Raios X estava quebrado e que sugeriam que as pessoas voltassem para casa e retornassem amanhã, terça-feira (28/8), quando o aparelho, quem sabe, voltaria a funcionar.

Foto das 14h23 desta segunda (27/8/2018)

E assim é tratada e humilhada a população do Gama, de Santa Maria e do entorno norte do DF. Seria incompetência? Omissão? Ou projeto?

Responda quem quiser.

P.S.: Para não perder o embalo, lembrei das explicações que a Secretaria de Saúde andou dando por aí pelos Zaps da vida e Youtub. Dava conta conta que não era verdade o que se dizia, que faltava medicamentos na rede pública de saúde no Gama. Dizia faltar alguns poucos.

E aí mais uma história de horror. Ainda no HRG um casal de idosos que havia sido atendido numa das clínicas do hospital. A mulher preocupadíssima pelo fato de não ter conseguido um específico remédio nos postos que visitou, e o marido desde ontem não tomava tal medicamento. Era quase hora do expediente fechar em postos de saúde. Dispus-me a levá-los, a mulher e o marido, a um dos postos do Gama. Dos sete remédios prescritos, um ela ainda tinha. Dos seis restantes, conseguiu apenas um. Considerando-se os sete, e apenas dois existentes, chega-se a seguinte conta: Faltavam 71 por cento dos medicamentos. E os pacientes ainda levam a pecha de que estão mentindo.

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Leia também:

HRG, um hospital que nos seduz, amanhã falta alimentação (veja postagem logo abaixo). Hoje faltou Raios X, e só Deus sabe até quando faltará; equipes médicas dispostas a realizar cirurgias eletivas, proibidas de fazê-las por decisão do governo           28 maio de 2018

Reaja, Rollemberg!!! Hospital Regional do Gama (HRG) continua sem reagente para uso em exame de Raios X           16 de julho de 2016

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Irmão de paciente internada há vários dias no HRG foi obrigado a improvisar cadeira de rodas. Verdade que a gerigonça está mais no rumo certo que a saúde perdida do governo do DF

Quinta, 28 de junho de 2018
É ou não é um engenho? Clique na imagem e observe melhor a gerigonça.


Sabe que zorra é essa da foto acima?

Esta coisa é uma 'cadeira de rodas' para paciente que está há vários dias internada na área de ortopedia, esperando cirurgia, no outrora eficaz Hospital Regional do Gama. As fotos são da tarde de hoje (28/6).

A paciente está com as duas pernas quebradas. E nada de cirurgia.

Irmão marceneiro da mulher internada, paciente que aqui não citarei o nome, para preservá-la dessa situação humilhante, usou dos seus ofícios, da sua criatividade, para levar um mínimo de conforto à parente querida.

Sem o 'engenho' do irmão marceneiro, a paciente estaria há quase um mês sem tomar banho e sem ir ao banheiro.

É que a cadeira de rodas do hospital até que dá para rodar nos corredores, mas entrar no banheiro é impossível.

Um grande enigma este no HRG: ou a cadeira é larga demais, ou as portas dos banheiros femininos são estreitas demais. A cadeira não passa. Não é piada! Parece piada, mas é a verdade. É como se você comprasse um automóvel e as pistas tivessem menor largura que o veículo. Um automóvel de dois metros de largura é impossibilitado de passar numa pista de apenas um metro e 90 centímetros de largura.

Esteja à vontade para clicar nas imagens a seguir e 'apreciar' uma situação pela qual tem de passar paciente da rede pública de saúde de um governo sem rumo e sem direção. Observe também o que é a cortina e o sistema de fechamento que preserva um pouco a intimidade dos pacientes internados.



Pode, Rodrigo!

segunda-feira, 18 de junho de 2018

O caos absoluto no HRG, o querido Hospital Regional do Gama. Toma vergonha, GDF! O mergulhão do sertão e o mergulhão dos hospitais públicos do DF

Segunda, 18 de junho de 2018

Conselheiro regional de saúde do Gama, e paciente do HRG, se revolta com o caos que vive o Hospital Regional do Gama. Em suas mãos um "mergulhão", aparelho do tempo de nossos bisavós e que ainda é usado pelos pacientes que queiram tomar banho sem ser de água gelada. Uma vergonha! No meu sertão, Itiúba, Bahia, mergulhão bonito era a ave. Mergulhava nos tanques e açudes. No HRG...mergulha no balde para esquentar o banho, já que o GDF é insensível ao conforto, mesmo que mínimo, do paciente internado.