Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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sexta-feira, 5 de outubro de 2012

E João Dias voltou

Sexta, 5 de outubro de 2012
Hoje às 10h03 o Gama Livre ao postar que o PM João Dias havia sido absolvido pela Justiça da acusação de porte ilegal de arma, colocou que ele bem poderia dar as caras novamente na rede mundial de computadores para fazer tremer seus adversários. E não é que hoje mesmo João Dias deu a cara e voltou a acusar o governador Agnelo Queiroz. E no DFTV. Veja a reportagem.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Paulo Tadeu: A hora da verdade

Sexta, 10 de agosto de 2012
Do Blog do Mino 
Revista Eletrônica QuidNovi
 10/08/2012    12:24

O soldado General quatro estrelas, João Dias Ferreira, senta hoje no tribunal e pode selar o destino de Agnelo. Dias terá de apontar a origem do dinheiro que foi jogado no colo do ex secretário Paulo Tadeu no segundo andar do Palácio do Buriti. João, já disse a imprensa ter provas da participação de Paulo Tadeu e deve entregar um vídeo que comprova o pagamento de propina para comprar o silêncio de Daniel Tavares.

O depoimento bombástico esta marcado para as 14h30min, o deputado Paulo Tadeu já mandou emissários portado uma bandeira branca para tentar acalmar o general que pretende detonar o parlamentar colocando cada um em seu devido lugar e disse que lugar de bandido é na cadeia, se referindo ao ex secretario de Agnelo.
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Comentário do Gama Livre: Quando em 7 de dezembro de 2011 o soldado João Dias foi até o Palácio Buriti devolver (segundo suas palavras) propina que teriam levado até a sua casa, ele foi acusado de agredir um sargento da PMDF que integra a segurança do Buriti. O denunciador de Agnelo Queiroz e de Paulo Tadeu foi processado pela PM pela “agressão” ao sargento. O processo foi arquivado sem condenação de João Dias.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

O que há por de trás das saídas de Magela e Paulo Tadeu do GDF?

Sexta, 8 de junho de 2012
Do Blog "Brasília por Chico Sant'Anna"

Por Chico Sant’Anna
Com a presença de novos comandantes na “Turma da Mudança”, Magela e Tadeu perderam espaço político. Em outras palavras, perderam força política. A tendência é que, na prática, Swedenberg Barbosa assuma integralmente as tarefas de coordenação do governo.

Geraldo Magela volta à Câmara dos Deputados
Já foi publicado no Informativo PT na Câmara: “Paulo Tadeu e Magela assumem mandatos na Câmara”. Sem muito alarde, Agnelo Queiroz retirou dois secretários de sua equipe. Dois parlamentares que saíram fortalecidos das urnas de 2010 perderam acento no GDF. No lugar deles, assumiram Gustavo Ponce de Leon, ex-secretário adjunto de Paulo Tadeu na secretaria de Governo, e, na secretaria de Habitação, o novo titular é o ex-adjunto de Magela, Rafael Carlos de Oliveira.

Paulo Tadeu perdeu espaço político no GDF com a chegada de Swedenberg Barbosa.

Oficialmente, os deputados federais Geraldo Magela  e Paulo Tadeu , ambos do PT-DF, reassumem seus mandatos parlamentares na Câmara dos Deputados para fortalecer a base de Agnelo no Congresso Nacional, onde dia 13, o governador depõe na CPI do Cachoeira. Em nota, o GDF afirmou que ambos “são deputados experientes que vão reforçar a bancada do DF no Congresso Nacional em um momento importante em que será discutida a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO – 2013) e também em que o DF está sob alvo de ataques políticos”.

Dentre os parlamentares que não entenderam as mudanças na equipe de Agnelo, está o senador Cristovam Buarque. “a substituição por seus “segundos” nos passa a interpretação de que eles podem voltar num futuro próximo. Já a explicação de que irão cuidar melhor dos interesses da LDO e das acusações contra Agnelo são o reconhecimento desrespeitoso de incompetência dos que estão saindo” – ressaltou o senador pedetista.

Mas a saída dos dois levantou no meio político de Brasília, inclusive nas bases de Agnelo Queiroz outras interpretações. Pouca gente engoliu a justificativa da questão da LDO, pois, tradicionalmente, a bancada de Brasília – situação e oposição – sempre apoiou ao longo dos governos os projetos prioritários da Capital Federal. Além disso, este é o primeiro mandato de deputado federal de Paulo Tadeu. Sua experiência é a mesma de Policarpo, que agora volta à suplência.

Dentre as várias análises, as mais simplistas apontam para certa vingança de Agnelo contra Augusto Carvalho. Seria uma represália ao deputado do PPS-DF pela posição que ele adotou no diretório local do partido. Defendeu a saída do PPS da base de Agnelo.

A leitura é simplista, pois todo mundo sabe, inclusive Agnelo, que Augusto nunca morreu por amores pelo PT e só se alia ao partido por questões pragmáticas. Sem o PT o PPS não teria conseguido eleger Augusto para suplente, muito menos para Deputado Federal titular.

E mesmo que fosse esta a razão, para isso bastaria o retorno de um dos dois parlamentares. Augusto é segundo suplente e perderia sua cadeira na Câmara Federal, sem ter que desalojar Policarpo.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Agnelo, Paulo Tadeu, Geraldo Magela e a CPI do Cachoeira

Terça, 5 de junho de 2012
Numa operação de salvamento de Agnelo, que no próximo dia 13 deverá depor na Comissão Parlamentar de Inquérito do Cachoeira, onde tentará justificar as relações de seu governo com o grupo Cachoeira/Delta, os secretários Paulo Tadeu e Geraldo Magela foram despachados de volta para a Câmara dos Deputados. Os dois aliados (?), que são deputados federais do PT, farão força para diminuir o vexame previsível que poderá ser o depoimento do governador.

Paulo Tadeu é secretário de Governo. Magela, secretário de Habitação.

Magela, que tentou ganhar a indicação do partido para disputar o Buriti em 2010 e a perdeu para Agnelo Queiroz, cumprirá, na Câmara, as ordens do PT.

Atravessados na sua garganta continuam, contudo, os lances que culminaram com a sua derrota na convenção do partido, sendo que um deles é aquele caso em que Agnelo escondeu de todos (ou mostrou apenas para alguns?) que participou de uma sessão de vídeos em que Arruda aparecia metendo a mão em dinheiro público. Os tais vídeos da Pandora que, segundo depoimentos, ele —Agnelo— recebeu cópias.

Mas como os três —o governador e os dois deputados— estão atualmente no mesmo barco, espera-se o esforço de Magela para salvar o governador.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

João Dias. Pode vir mais borrachada por aí

Sexta, 13 de abril de 2012
Para a alegria deeeeeele!

Quem deve estar exultante com a entrada de Paulo Tadeu, secretário de Governo de Agnelo, no turbilhão de Cachoeira é João Dias, o PM que fazia denúncias contra o secretário —e contra Agnelo também. Ele teve, por decisão da Justiça, de excluir de seu blog todas as postagens que fossem contra a imagem de Tadeu.

Também batia muito no secretário de Saúde, Rafael Barbosa que  agora foi, juntamente com Paulo Tadeu, tragado pelas águas da cachoeira, segundo entende a Polícia Federal

Mas parece que ele —o campeão de Kung Fu— voltará à ativa, ou pelo menos essa é a sua esperança. Não à ativa da PM, pois lá já está, mas no seu Blog Rota de Colisão. Em postagem no Twitter, no dia 11 de abril, ele afirma: “Estou apenas cumprindo uma decisão judicial, em breve ativo”.

Cruz credo! Sai de baixo!

Principais secretários de Agnelo se reuniram com homem-forte de Cachoeira

Sexta, 13 de abril de 2012
Da Veja Online

Um deles confirma reunião e outro nega. Contraventor mandou intermediário convidar dupla para uma orgia em Goiânia. Ouça a gravação

Rodrigo Rangel e Gabriel Castro
Assessores de Cachoeira indicando nomes para  o governo de Brasília Agnelo Queiroz, governador do Distrito Federal (Breno Fortes/CB/ D. A Press)

Um dia após negar ter se encontrado com Carlinhos Cachoeira, o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, voltou atrás nesta quinta-feira e admitiu ter se reunido com o contraventor. Horas antes, havia surgido novos indícios de que a máfia que controlava os caça-níqueis em Goiás se aproximou de forma suspeita do petista. Agora, novas gravações obtidas por VEJA mostram que os dois secretários mais poderosos de Agnelo se reuniram com um dos mais proeminentes integrantes da máfia. E mais: queriam “se enturmar” com o próprio Cachoeira.

Paulo Tadeu, deputado federal licenciado e titular da Secretaria de Governo, e Rafael Barbosa, velho amigo do governador e atual secretário de Saúde do Distrito Federal, jantaram em 7 de abril do ano passado com Cláudio Abreu, parceiro de primeira hora de Carlinhos Cachoeira que tinha como incumbência tocar os contratos da máfia com o poder público, especialmente nos setores de obras e limpeza urbana. O jantar foi num restaurante japonês de Brasília. Enquanto esperava os dois secretários, Cláudio Abreu telefona para Cachoeira e diz que a conversa serviria para “amarrar os bigodes”. “Estou aqui no restaurante esperando o Rafael e o Paulo Tadeu", diz. "Os dois vêm cá para amarrar os bigodes comigo. Vamos ver como é que vai ser”. Ele não entra em detalhes acerca do que se seria tratado.

Cachoeira demonstra estar informado sobre a reunião e sugere que Cláudio Abreu – que formalmente se apresentava como diretor da empreiteira Delta Construções, empresa que a investigação aponta como integrante do esquema – convide os dois secretários para uma orgia em Goiânia: “Marca uma p... com eles amanhã aqui em Goiânia. Aí eu chamo as meninas”. Cláudio Abreu, então, propõe que o encontro seja marcado para a semana seguinte: “Não, vamos fazer semana que vem”.
 
Cerca de duas horas depois, Cláudio Abreu interrompe o jantar para pedir um número de telefone a Cachoeira. O contraventor aproveita para saber com estava indo a conversa. Ouve como resposta a notícia de que Paulo Tadeu e Rafael Barbosa desejavam “se enturmar” com o próprio Carlinhos Cachoeira. Em relatório, a Polícia Federal descreve assim o diálogo: "Carlinhos pergunta se está boa a conversa com o amigo e Cláudio diz que tá bom para c... e querem (Paulo Tadeu e Rafael) se enturmar com Carlinhos".

Paulo Tadeu e Rafael Barbosa têm, por razões diferentes, posições de destaque na cadeia de comando do governo Agnelo. O primeiro é tido como principal representante do PT brasiliense na equipe do governador, recém-convertido ao partido. Por isso, é apontado como o secretário mais influente do governo, com poderes para decidir sobre cargos e contratos. Já Rafael Barbosa é homem da estrita confiança de Agnelo, de quem é amigo de longa data. Médico sanitarista, Barbosa acompanhou Agnelo em todos os últimos cargos públicos que o governador ocupou. Ele também foi um dos encarregados de arrecadar fundos para a campanha de Agnelo.
 
Resposta - Paulo Tadeu admite o encontro. Diz que a reunião tratou do contrato da coleta de lixo que a Delta mantém com o governo local. "A Delta entrou no sistema da coleta de lixo por fruto de uma liminar. Na época, havia uma boataria de que o governo poderia tirar a Delta para que outra empresa pudesse entrar no sistema de coleta de lixo. O que eu disse a ele é que o governo iria cumprir a decisão judicial, fosse ela qual fosse".

O petista também garante que nunca esteve com Carlinhos Cachoeira e que não se lembra de ter recebido de Cláudio Abreu algum convite para conhecer o contraventor. Paulo Tadeu alega desconhecer a relação entre os empresários. "Eu não sou policial para ficar sabendo as relações que o dirigente da Delta tem".

O secretário diz que, durante a reunião, tratou apenas de assuntos republicanos. E não vê problema em fazer uma reunião do tipo fora do gabinete e depois do expediente: "Não vejo que há imoralidade, desde que não se misture o interesse público com o privado", justifica. 

Já o secretário Rafael Barbosa alegou, via assessoria de imprensa, que nunca esteve com Cláudio Abreu nem com Carlinhos Cachoeira e atribuiu as informações a uma tentativa orquestrada de prejudicá-lo. As versões dois secretários de Agnelo se chocam. O próprio Paulo Tadeu, em entrevista a VEJA, desmentiu Rafael Barbosa e confirmou que o colega estava, sim, no jantar:  "O Rafael é quem conhecia o Cláudio e disse que ele o procurou para que nós fizéssemos a reunião".
 
Veja a transcrição do diálogo e ouça a gravação:
Cláudio: Estou aqui no restaurante esperando o Rafael e o Paulo Tadeu. Os dois vêm cá para amarrar os bigodes comigo. Vamos ver como é que vai ser.
 
Cachoeira: Marca uma p... com eles amanhã aqui em Goiânia. Aí eu chamo as meninas.
Cláudio: Não, vamos fazer semana que vem. A Carina está viajando dia 13 e vai ficar um mês, Carlinhos.
 
Cachoeira: Bom demais.
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Comentário do Gama Livre: Se a coisa aí da reportagem da Veja for verdade, o Capitão Nascimento, do filme Tropa de Elite, vai ter que mandar pedir para sair não apenas o "zero um", mas também o "zero dois", o "zero três", o "zero quatro"...

sábado, 7 de janeiro de 2012

Exclusivo: administrador do Cruzeiro diz que foi demitido por investigar desmandos de protegidos de Paulo Tadeu e Policarpo

Sábado, 7 de janeiro de 2012
Do blog "Brasília por Chico Sant'Anna"

 
O ex-administrador do Cruzeiro, radialista Salin Siddartha, que foi surpreendido com sua exoneração na quinta-feira, 5/5, atribui o seu afastamento a sua decisão de investigar desmandos de protegidos de Paulo Tadeu e do deputado Federal Roberto Policarpo, ambos da cúpula do PT.

Seria uma suposta represália às investigações internas que teria aberto contra servidores comissionados de sua administração, cujas nomeações  teriam sido definidas pelo secretário de Governo do DF, Paulo Tadeu, e pelo deputado federal Roberto Policarpo.

Em entrevista por telefone ao blog Brasília, por Chico Sant’Anna, Salin Siddartha,  que se encontra de férias no Nordeste, deu nome aos bois. Disse que, no primeiro semestre do ano, abriu uma sindicância interna para apurar supostas irregularidades na comissão de licitação da administração regional e que já havia, inclusive, afastado o presidente, à época, da comissão de licitações da administração regional, Jeová Castro Neves e um segundo integrante, Daniel Abreu Corrêa.

Motivo? Suspeita de promover irregularidades. Jeová, que formalmente ocupava o cargo de chefe de gabinete da administração regional, é, segundo Salim, protegido de Policarpo. Daniel, filiado ao Partido Pátria Livre, presidido por Marco Antônio Campanela, ocupa a direção de serviços daquela regional.

Outra denúncia que estava sendo investigada, ainda segundo o ex-administrador, é quanto ao suposto recebimento de propina, no valor de RS 20 mil, por parte de um dos comissionados – como não teve condições de ouvir o outro lado, o blog não irá mencionar os nomes dos servidores suspeitos. A propina teria sido paga por representantes do Supermercado Veneza para que as novas instalações do empreendimento, que ferem os limites do gabarito de edificações do Cruzeiro, fossem aprovadas.

“Abri a sindicância e registrei queixa na 3ª Delegacia do Cruzeiro. O titular era o delegado Onofre, hoje chefe da Polícia Civil. Pode ir lá conferir com ele.” – disse Siddartha.

Uma terceira sindicância teria sido aberta para apurar o uso não autorizado de veículo funcional da administração por parte de um dos protegidos de Policarpo.

“O carro alvo foi de um acidente na Epia, próximo a rodoferroviária. Ele bateu na traseira de um caminhão, às 5h30 da manhã e o Jeová estava dirigindo o gol oficial do GDF sem autorização e bêbado. Isso é furto – sentenciou o ex-administrador do Cruzeiro, complementando que, na época do acidente, “o Policarpo me ligava todo dia pedindo para que abafasse a investigação. Se duvidarem, peçam a quebra do sigilo telefônico dele.”

Por fim, Salin Siddartha explicou que a outra sindicância era quanto ao não comparecimento ao serviço de dois servidores – ambos protegidos do secretário de  governo, Paulo Tadeu –  que segundo ele fraudavam a folha do ponto.

“Eles não vinham trabalhar ou chegavam aqui às quatro da tarde e saiam às cinco. Quando eu cobrava a presença deles, me diziam que não estavam na Administração para trabalho administrativo, mas sim para fazer política para o PT.”

Salim, que também é do PT, concluiu dizendo que sai de cabeça em pé da administração e que não tem nenhuma queixa em relação ao governador Agnelo Queiroz. Entretanto, disse ser impossível fazer um trabalho sério e moralizador com o PT.

“É impossível fazer um trabalho limpo e acabar com a roubalheira no GDF, com tanta interferência política do PT” – finalizou Salin Siddartha

sábado, 17 de dezembro de 2011

Leitura obrigatória

Sábado, 17 de dezembro de 2011
Leia a seguir trechos de artigo de hoje (17/12) do jornalista Mino Pedrosa sobre o momento político que Brasília, infelizmente, vive. Há inclusive vídeos da entrevista do soldado PM João Dias.
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Mino Pedrosa

LEITURA OBRIGATÓRIA
17/12/201111:23 

O soldado João Dias teve motivo de sobra para jogar pro alto os R$ 200 mil no Palácio do Buriti. No dia 6 de dezembro o soldado 4 estrelas recebeu uma informação de que o adiantamento do “cala boca” de  R$ 200 mil, estava sendo monitorado pela polícia a mando dos secretários de Governo Paulo Tadeu e da Casa Militar tenente-coronel Rogério Leão.  As cédulas foram xerocopiadas de forma que parecessem oriundas do tráfico de drogas.
EXCLUSIVO: Documento de Daniel Tavares que Agnelo Queiroz guarda na gaveta para se defender da acusação de ter recebido propina para facilitar o Laboratório União Química na ANVISA.
Paralelo a isso, o irmão do soldado, Luiz Carlos Oliveira Ferreira,  era monitorado por suspeita de tráfico. Mas João Dias recebeu a informação e partiu para o contra-ataque indo ao Buriti jogar o dinheiro no colo do pagador da promessa. A história do Governo Agnelo Queiroz está cada vez mais parecida com o roteiro de um filme digno da Palma de Ouro em Cannes, fato que não acontece desde a década de 60, com o prêmio do “Pagador de Promessas”, de Anselmo Duarte.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

DF: pivô de crise no Esporte detalha corrupção no governo

Quinta, 8 de dezembro de de 2011
Da revista Veja

Preso depois de causar tumulto no Palácio do Buriti, João Dias disse à Polícia que homem forte de Agnelo recebeu dinheiro em troca de nomeações

Hugo Marques e Gabriel Castro

Responsável por trazer à tona o esquema de corrupção que culminou na demissão de Orlando Silva do Ministério do Esporte, o policial militar João Dias Ferreira decidiu revelar boa parte do que sabe sobre o esquema de propina envolvendo autoridades do governo do Distrito Federal. As declarações atingem em cheio o homem forte de Agnelo Queiroz (PT), o petista Paulo Tadeu, e o chefe da Casa Militar, coronel Rogério Leão. E mostram que a lógica promíscua que regia os governos de Joaquim Roriz e José Roberto Arruda não se extinguiu. Apenas trocou de mãos. Até agora, Dias poupava de suas denúncias o governo do Distrito Federal. A blindagem parece ter acabado. VEJA teve acesso, em primeira mão, aos dois depoimentos de João Dias.

Ao ser preso nesta quarta-feira depois de causar um tumulto no palácio do governo, Dias tentava devolver 200 000 reais que, segundo ele, lhe foram oferecidos por duas pessoas ligadas a Paulo Tadeu. O dinheiro seria uma espécie de "cala-boca”. O delator também contou em detalhes o esquema de arrecadação de dinheiro para o caixa dois da eleição do ano passado. O delator foi ouvido nesta quarta-feira pela Polícia Civil e a Polícia Militar. À PM, o acusador deu mais detalhes sobre o escândalo de corrupção (veja íntegra do depoimento abaixo). Mas foi à Polícia Civil que Dias identificou os emissários que lhe entregaram os 200 000: o irmão de Paulo Tadeu e a chefe de gabinete do secretário.   

Caixa 2 - Segundo o policial militar, Paulo Tadeu fez um acordo com um doleiro e um policial civil ligado ao ex-governador Paulo Octávio. Pelo acerto, o doleiro faria as nomeações na empresa pública DF Trans e no BRB Seguros, companhia do banco estatal de Brasília. Como parte do acordo, diz João Dias, Tadeu recebeu 500 000 reais durante a campanha eleitoral de 2010. O coronel Rogério Leão, atual chefe da Casa Militar do governador Agnelo Queiroz, teria testemunhado o episódio. O acerto não teria sido cumprido e resultou em um episódio no qual os grupos do doleiro e do governo de Agnelo se encontraram em uma padaria e quase trocaram tiros. 

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Rolo com o soldado João Dias, o do Segundo Tempo

Quarta, 7 de dezembro de 2011
Do Blog do Sombra, agora às 16h42

"Ao mestre com carinho

Acaba de ser conduzido às dependências da 5ª Delegacia de Polícia do Distrito Federal o Policial Militar João Dias.

O soldado foi preso por seguranças do Palácio do Buriti na sala do Sr. Secretário de Governo Paulo Tadeu. Fontes revelaram ao Blog que o soldado teve um grave desentendimento com o Sr. Secretário e foi contido pela segurança sob a acusação de desacato à autoridade.

Agora é só aguardar a nota que o Mestre vai dar ao Aluno."

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Ferreira ferra

Quinta, 20 de outubro de 2011
Ferreira anunciou que denunciará irregularidades supostamente cometidas pelo deputado federal Paulo Tadeu (PT-DF), mas não adiantou o teor das acusações. (De João Dias Ferreira em entrevista a Demétrio Weber, de O Globo, apontando sua metralhadora para o secretário de Governo de Agnelo)

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Os ventos que podem abalar o segundo tempo de Agnelo

Segunda, 12 de junho de 2011
O Blog do Sombra traz hoje (12/9) as denúncias feitas pelo deputado federal Izalci Lucas (PR/DF) contra o governador Agnelo Queiroz e o secretário de Governo Paulo Tadeu.

Veja a seguir a postagem completa publicada por Edson Sombra.

Cata-Ventos, Segundo Tempo e Operação Shaolin revelam o poder do supersecretário Paulo Tadeu no governo Agnelo Queiroz

“Hoje já temos elementos mais que suficientes para um pedido de impeachment. Brasília não merece o que aconteceu e continua acontecendo. Temos que nos unir para tirar a cidade das páginas policiais”

 

O deputado federal Izalci Lucas (PR), avalia as implicações das respostas que recebeu do Ministério dos Esportes  aos 20 requerimentos sobre os convênios do Programa Segundo Tempo com organizações não governamentais (ONG’s) do Distrito Federal.

“Com a resposta de que todas as ONG’s tiveram as contas rejeitadas, só reforça os indícios de irregularidades, suspeita de uso de notas fiscais falsas e, ainda, de que havia uma quadrilha formada para desviar recursos públicos”
, observa.

O deputado relata que o que motivou os pedidos de explicações em 20 requerimentos ao Ministério dos Esportes, foi uma denúncia que recebeu de que  a ONG Cata-Ventos foi idealizada pelo então deputado distrital, Paulo Tadeu (PT), que a organização era coordenada, de acordo com documentos anexados à denuncia,  pelo cunhado do parlamentar,  tinha como presidente um irmão de Paulo Tadeu e como diretor financeiro um outro irmão do  parlamentar.

A denúncia diz que a Cata-Ventos é um exemplo de apadrinhamento político para facilitar a liberação de recursos federais. Outro fato apontado é que a ONG Cata-Ventos além de familiar,  é constituída também por pessoas que à época integravam o gabinete parlamentar de Paulo Tadeu, e que assinaram o estatuto da ONG.

A ONG Cata-Ventos foi declarada em 2003, uma entidade de utilidade pública por um Projeto de Lei, de autoria do então deputado distrital e líder do PT na Câmara Legislativa (CLDF), Paulo Tadeu, hoje secretário de governo do GDF.

Izalci explica que à época,  o Projeto de Lei foi vetado pelo governador, mas o veto foi derrubado na CLDF, e o Projeto com isso foi sancionado como Lei 3.219/03, pelo então presidente da Casa, deputado Benício Tavares (PMDB).

“É totalmente imoral o Paulo Tadeu pegar um projeto dele, de interesse pessoal e aprovar um título de utilidade pública a uma ONG dele. Isso é imoral, é falta de decoro parlamentar e agora com as contas reprovadas torna-se mais imoral ainda”
, avalia Izalci.

Do ponto de vista jurídico, Izalci esclarece que após a entrega dos documentos, que comprovam a rejeição das contas, cabe uma ação de reparação e restituição dos  recursos desviados,  aos cofres públicos. “Ao final da ação ainda há implicações administrativas no sentido de tornar inelegíveis tanto Paulo Tadeu, quanto Agnelo Queiroz”, ressalta Izalci.

O deputado também enviou, junto com a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, requerimento de informações ao Ministério da Justiça, sobre o andamento da Operação Shaolin que investiga desvio de dinheiro público no Ministério dos Esportes, através do “Programa Segundo Tempo”. A investigação aponta um provável envolvimento do governador Agnelo dos Santos Queiroz Filho no esquema, quando era ministro dos esportes.

O documento seguiu com seis perguntas direcionadas e, ainda, com o pedido  da cópia do inquérito policial, que teve início na Polícia Civil (PCDF), e depois foi absorvido  pela Polícia Federal (PF). Izalci explicou que o requerimento tem base no artigo 50,  parágrafo 2º, da Constituição Federal, com os artigos 115 e 116 do Regimento Interno da Câmara dos Deputados, que diz que a recusa ou o não atendimento das informações no prazo de 30 dias implica em crime de responsabilidade.

A resposta, segundo Izalci não atendeu a nenhum dos pedidos e, levantou um fato no mínimo curioso. “Nessa altura do campeonato disseram que não podem entregar cópia do inquérito para não atrapalhar as investigações. Ora, então as investigações se seguirem nesse ritmo só serão concluídas quando o crime estiver prescrito”. Na sua avaliação, a apuração policial da Operação  Shaolin, sofreu  uma interferência política para que a Polícia Civil não concluísse as investigações.

Segundo ele o Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, já foi deputado pelo Partido dos Trabalhadores (PT), e conhece bem o Regimento Interno da Casa e a Constituição Federal. “Foi uma surpresa para mim o ministro responder à Mesa Diretora com uma resposta dessas. Ou ele não leu a resposta ou não teve interesse em responder, ou não respondeu por conveniência. Mas quem vai responder pelo crime de responsabilidade vai ser ele,  o ministro José Eduardo Cardozo”, enfatiza Izalci.

O deputado disse que aguarda um posicionamento da Mesa Diretora da Casa na reunião de líderes,  que acontece amanhã, terça-feira (13). “Se eu não receber a Operação Shaolin, vou à Justiça, por que a Constituição me garante acesso a isso”, declara  Izalci. “É uma operação grave, que envolve crimes e vou a fundo nisso”, avisa.

Para Izalci Lucas, agora está claro o poder de Paulo Tadeu no governo Agnelo Queiroz. “O relacionamento nasceu da máfia das ONG’s. A ligação deles está clara na operação Shaolin, que investiga o Programa Segundo Tempo. As ONG’s superfaturavam os serviços ou prestavam contas com notas fiscais frias. A testemunha Michael em depoimento, que foi repercutido pela revista Veja, diz que ONG’s investiam apenas 5% do valor recebido, enquanto os 95% eram distribuído aos dirigentes”, disse. “O Paulo Tadeu não teria o poder que tem se não tivesse uma ligação dessa magnitude com Agnelo Queiroz”, completa.

Com relação soldado da Polícia Militar, João Dias, também tem uma relação antiga com o governador Agnelo Queiroz.  Suas ONG’s, a Associação João Dias de KUNG FU, Esporte e Fitness e a  Federação Brasiliense de Kung Fu – FEBRAK,  receberam recursos  do Programa Segundo Tempo, na cifra dos milhões, e também tiveram suas contas reprovadas. Segundo Izalci, isso só  fortalece as denuncias de quadrilha formada para desvio de dinheiro público,  publicadas pela Revista.

Em episódio recente o soldado João Dias compareceu a 3ª Delegacia de Polícia no Cruzeiro exigindo o registro de uma ocorrência contra duas pessoas que estariam extorquindo o governador Agnelo Queiroz. O fato aconteceu após uma tentativa frustrada de flagrante, o episódio esta sendo chamado em Brasília de “Sudoeste Caboclo”, depois de uma briga entre policiais civis militares e um empresário que disputam espaço no GDF. Tudo foi registrado pelas câmaras de segurança do local. O caso agora é investigado pela 3ª DP e pelo Ministério Público (MPDF).

Para Izalci Lucas, do ponto de vista político a situação do governo está insustentável. “A cada dia confirmamos, que as denúncias que vem sendo veiculadas na imprensa, são verdadeiras. Que tudo aquilo que o Michael disse procede, é o que constatamos. Com isso o governo está sem credibilidade e sem condições para prosseguir”, diz. E alerta. “Hoje já temos elementos mais que suficientes para um pedido de impeachment. Brasília não merece o que aconteceu e continua acontecendo. Temos que nos unir para tirar a cidade das páginas policiais”, finaliza.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Guerra entre Paulo Tadeu (PT) e Rôney Nemer (PMDB) pode ferir gente grande do governo Agnelo. Controle do sindicato da Agefis terá lances espetaculares, prometem os dois grupos

Sexta, 2 de setembro de 2011
Que a base do governador Agnelo é um saco de gatos, não é segredo. Existe uma luta surda, mas não tão surda, entre seus homens-fortes para concentração de poder sobre a máquina
Rôney Nemer Foto: CLDF
   Paulo Tadeu. Foto: Gama Livre - Arquivo



Mas o que não se esperava é que essa luta extravasasse para o campo sindical. Extravasou.

Foi declarada a guerra entre o grupo do secretário de governo Paulo Tadeu, deputado federal do PT, e o grupo do distrital Rôney Nemer (PMDB), pelo controle do Sindafis, sindicato dos auditores-fiscais de atividades urbanas, pessoal que é vinculado à Agefis —Agência de Fiscalização do Distrito Federal.

O Sindafis realizou no mês passado eleições para a sua diretoria. Disputaram o pleito o grupo apoiado por Paulo Tadeu e o pessoal ligado ao distrital Rôney. O sindicato tinha uma diretoria vinculada a este último deputado. Seu grupo venceu as eleições novamente. O outro grupo protestou e conseguiu que uma sua líder, um contador e um advogado, fossem recebidos ontem (1/9) pela diretoria eleita. Seriam mostrados os documentos do sindicato que, segundo a diretoria, estariam corretos, e que não procediam as acusações do grupo adversário.

Mas ao chegarem ao sindicato preferiu-se examinar as atas das últimas eleições. Foram, segundo fonte do grupo de Paulo Tadeu, constatados graves erros, como, por exemplo, diferença entre a listagem de votantes e o número de votos nas urnas.

Agora o controle do Sindafis deverá ser decidido pela Justiça, em ação judicial que deverá ser patrocinada pela chapa perdedora, a vinculada ao grupo de Paulo Tadeu. Seus líderes prometem talvez ainda na próxima semana pedir uma devassa na documentação contábil e financeira do sindicato.

Mas cacos vão voar. E cacos voam para todos os lados e podem atingir muita gente. Fontes do grupo de Paulo Tadeu afirmam que ninguém deve se espantar se vários auditores-fiscais de atividades urbanas apareçam algemados na frente das câmaras de TV. Querem um espetáculo.

Mas o outro grupo também se prepara para a guerra e para o espetáculo. E se prepara com todas as armas. Já tem gente comentando que está sendo articulada uma ação que pode atingir a imagem de várias autoridades do Executivo local. Se fizerem o que prometem vai ser um Deus nos acuda. Lembram, por exemplo, que o auditor fiscal de atividades urbanas tem a autonomia funcional de notificar invasores e irregularidades cometidas por proprietários de imóveis. E aí, diz uma fonte, é que mora o perigo e a incerteza de como irá acabar essa guerra pelo controle do Sindafis.

E o grupo de Paulo Tadeu não está só nessa estratégia de se apoderar do sindicato. Há deputado que, ainda segundo fontes ligadas ao grupo de Rôney Nemer, estaria também por trás das ações do outro grupo.


A guerra promete, e promete muito.

Que venham a público todos os podres dos dois lados. Se é que esses podres realmente existem.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Antes, inimigos das PPPs. Hoje...

Segunda, 29 de agosto de 2011
Miguel Lucena, o delegado da Polícia Civil do DF, e que é presidente da Codeplan —Companhia de Desenvolvimento do Distrito Federal— foi esvaziado em suas atribuições pelo governador Agnelo Queiroz. Não será mais o responsável pelas parcerias público-privadas (PPPs). Essas atribuições passaram ao secretário de Governo Paulo Tadeu.

Leia mais sobre o assunto em “GDF se livra de dor de cabeça”, postagem do Blog do Sombra.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Vixiii!!

Quinta, 9 de junho de 2011
O blog "Brasília em Off" publicou hoje (9/6) a seguinte postagem:
EXCLUSIVO: PAULO TADEU FORA...

Fontes palacianas dão como certa a saída, amanhã (09/06), do todo poderoso secretário de Governo, deputado Paulo Tadeu. Durante o dia, o governador Agnelo Queiroz se reunirá com alguns integrantes do governo já com o nome do sucessor na manga. A exoneração de Tadeu seria antecipação à publicação de notícia bombástica, programada para este fim de semana, de uma revista de circulação nacional?

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Veja a postagem no Brasília em Off.