Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)

sexta-feira, 27 de março de 2026

Ativista brasiliense detido no Panamá já retornou ao Brasil

Sexta, 27 de março de 2026


Thiago Ávila estava voltando a Brasília, em um voo Cuba/Panamá/Brasil e na conexão, às 8h17 (horário local), do dia 25, no aeroporto internacional de Tocumen, foi detido por autoridades panamenhas. De acordo com informações divulgadas por sua equipe de comunicação, ele foi levado para interrogatório e permaneceu por mais de seis horas sob custódia e incomunicável. Procurado por esse blog, o Itamaraty informou que a embaixada brasileira no Panamá prestou assistência consular a Thiago, mas não comentou esta postura que aquele país vem adotando com relação a brasileiros com atuação politica.

Por Chico Sant’Anna

Chegou a Brasília na madrugada dessa quinta-feira o brasiliense, Thiago Ávila, ativista humanitário brasileiro e coordenador internacional da Coalizão da Flotilha da Liberdade de Gaza. Thiago retornava de outra missão humanitária, desta vez em ajuda a Cuba, mas foi detido por mais de seis horas, no aeroporto da cidade do Panamá. Esta é a segunda vez que autoridades policiais panamenhas detêm brasileiros com atividade política. Há poucos dias, aconteceu com o ex-ministro da Comunicação Social, Franklin Martins, que se dirigia a um seminário na Guatemala. Tanto agora, quanto da vez anterior, analista entendem que as autoridades panamenhas estariam atuando em parceria com agências de inteligência dos Estados Unidos.

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32 ativistas de onze nações chegaram a La Havana, provenientes do México, com 30 toneladas de ajuda humanitária: alimentos, remédios, produtos de higiene pessoal e mais de 70 painéis solares doados por movimentos sociais de diferentes países. Foto de Juvenal Balán.

Solidariedade a Cuba

No dia 23, a bordo do navio batizado de Granma 2.0, 32 ativistas de onze nações chegaram a La Havana, com 30 toneladas de ajuda humanitária: alimentos, remédios, produtos de higiene pessoal e mais de 70 painéis solares. O nome é uma referência ao barco que, há 70 anos, levou Fidel Castro desde o México numa operação denominada Assalto ao Quartel Moncada, considerada a primeira missão do processo de revolução.

Leia a íntegra do artigo no Blog Brasília por Chico Sant'Anna