Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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quinta-feira, 27 de abril de 2017

É impossível que Meirelles não entenda o mal que está fazendo ao país

Quinta, 27 de abril de 2017
Da Tribuna da Internet
Carlos Newton
Resultado de imagem para henrique meirelles 
Meirelles manda muito mais do que Tem


Henrique Meirelles é o exemplo de brasileiro bem-sucedido. Formado em Engenharia Civil pela USP, fez um curso de Administração (MBA) na UFRJ e em 1974 começou a trabalhar no BankBoston, que dez anos depois o indicou para um estudo avançado em Harvard, e acabou se tornando presidente mundial do banco americano. De volta ao Brasil, em 2002 investiu parte da fortuna numa campanha eleitoral pelo PSDB em Goiás, foi o deputado federal recordista em votos do Estado (183 mil), nunca se viu nada igual. De olho no governo de Goiás e na Presidência da República, renunciou ao mandato para presidir o Banco Central nos governos de Lula.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Pai, perdoai aos que votaram na PEC-55, pois não sabem o que fazem!

Sexta, 16 de dezembro de 2016
Da Tribuna da Imprensa Sindical
JOSÉ CARLOS DE ASSIS


Como a natureza profunda de nossa crise é econômica, conhecer o básico de economia é fundamental para enfrentá-la. Entretanto, a maioria de deputados e senadores nada sabe de economia. E também nada sabe de economia a maior parte de seus assessores. Foi por absoluta ignorância em economia que muitos senadores votaram a favor da PEC-55, a PEC da Morte. Eles foram no canto de sereia de um corrupto de carteirinha, como Henrique Meirelles, no embalo de suas afirmativas de que o Brasil está quebrado e o setor público, inchado, tem que ser reduzido ao Estado mínimo.

É verdade que também Meirelles nada entende de economia. Ele entende de agiotagem e manipulação financeira. Para isso não é preciso saber economia da mesma forma que não é preciso ser arquiteto para assaltar um banco. Contudo, como não podemos ter um Congresso só de economistas, ou de médicos, ou de engenheiros, o jogo político de alianças em torno de interesses, alguns legítimos, é que acaba conduzindo todo mundo. Com base nesse jogo se organiza a situação e a oposição, e aqueles que não são especialistas nas áreas em discussão votam segundo seu líder, não com base em conhecimentos.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Polícia Federal cumpre 13 mandados de condução coercitiva na 8ª fase da Zelotes; no alvo, Banco de Boston/Itaú/Unibanco

Quinta, 1º de dezembro de 2016
O Estado [jornal O Estado de São Paulo] apurou que se trata do Banco de Boston, comprado pelo Itaú/Unibanco. (veja aqui)
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Daniel Mello - Repórter da Agência Brasil

A Polícia Federal (PF) cumpre 13 mandados de condução coercitiva na 8ª fase da Operação Zelotes deflagrada hoje (1º). Cerca de 100 agentes cumprem ainda 21 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Pernambuco.

A operação investiga a manipulação de processos no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) – órgão colegiado do Ministério da Fazenda, última instância administrativa dos processos fiscais. É a ele que os contribuintes recorrem para contestar multas.
Nesta etapa, a PF apura a atuação de um grupo criminoso que teria agido em conluio com um conselheiro do colegiado e uma instituição financeira para interferir em processos administrativos fiscais entre 2006 e 2015.

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Tribuna da Imprensa: Os irmãos Batista, do grupo JBS, confessam fraude e lucros ilícitos, no assalto aos Fundos

Quinta, 15 de setembro de 2016
Michel Temer, ainda "apenas" vice e presidente do PMDB, foi chamado para resolver o problema.
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Da Tribuna da Imprensa Sindical
Por Helio Fernandes
Surgiram há alguns anos, com publicidade cara e espalhafatosa. Exibiam artistas famosos, para promoverem a condição de processadores de carne. Durou muito tempo, gastaram fortunas para venderem o que chamavam de Friboi. E pessoalmente manterem nas manchetes, os irmãos Joesley e Wesley Batista. Conseguiram, e a JBS passou a ser considerada, pelo menos no noticiário incentivado, "como a maior empresa do Brasil".

No mês passado, comentei com exclusividade, um pedido dos irmãos Batista, aos sócios, acionistas e fornecedores da própria JBS. Queriam "autorização para executarem uma RECUPERAÇÃO empresa". Achei estranho, que a "maior empresa do Brasil," estivesse nessa condição de precisar se recuperar. Agora, publicamente, a explicação direta e indireta.

O Ministério Publico Federal, executou a Operação Greenfield, que deu prejuízos colossais, aos 4 maiores Fundos do Brasil: Banco do Brasil, Caixa Econômica, Correios, Petrobras. A JBS foi incluída entre os grupos que assaltaram e provocaram perdas avaliadas entre 50 e 60 bilhões.

sábado, 11 de junho de 2016

“Na crise, princípios éticos precisam orientar a construção de soluções técnicas”

Sábado, 11 de junho de 2016
Do Correio da Cidadania
www.correiocidadania.com.br
Escrito por Valéria Nader, da Redação
O Brasil continua diante dos impasses políticos e econômicos, a aguardar as medidas de governo interino de Michel Temer. Enquanto atores do porte de Lula articulam saídas à crise, inclusive admitindo a discussão em torno de novas eleições, nada parece sair do papel. Ao mesmo tempo, paira um grande temor em setores da população a respeito da orientação conservadora das políticas do governo do PMDB. Para qualificar o debate em torno das questões sociais, entrevistamos Guilherme Delgado, economista e pesquisador aposentado do IPEA.

“A tese original do ministro (da Fazenda) Meirelles, copiada do argumento ideológico do ‘Ponte para o Futuro’, recupera uma ideia tecnocrático-ideológica do ‘orçamento base zero’, qual seja, iniciar o ano fiscal sem quaisquer compromissos constitucionais prestabelecidos (na área social diga-se), tudo sendo arbitrado pelo jogo político do Congresso, na barganha dos ‘melhores’ projetos. Essa tese implica necessariamente na extinção dos sistemas orçamentários de política social”, explicou.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Dilma não pode demitir Mantega. Lula e os banqueiros não deixam. Aliás, os banqueiros já tramam contra a reeleição de Dilma. Eles preferem Lula.

Quarta, 1 de agosto de 2012
Este artigo complementa os dois anteriores, publicados em 30/7 e 31/7 .

Carlos Newton, da Tribuna da Internet
A presidente Dilma Rousseff não suporta o ministro Guido Mantega. Só aceitou mantê-lo por imposição do ex-presidente Lula, que fez questão de montar o ministério de sua sucessora. Dilma aceitou a pressão, mas fez questão de nomear um economista de sua confiança para a secretaria-executiva do Ministério da Fazenda, colocando Nelson Barbosa na equipe de Mantega, para vigiá-lo bem de perto.

Mantega ficou numa posição desconfortável, mas não largou o cargo, continuou agarrado a ele com todas as suas forças. A presidente Dilma sabe que Mantega não merece crédito, porque está a serviço do “sistema financeiro” desde sua desastrosa passagem pela presidência do BNDES, quando determinou que todas as operações do BNDES fossem “intermediadas” pelos bancos, que levam uma comissão de cerca de 4% ao ano, muito maior do que a percentagem do BNDES, que entra com todos os recursos dos financiamentos.

O BNDES recebe como remuneração a chamada TJLP (Taxa de Juro de Longo Prazo, que gira em torno de 6% ao ano. Atualmente, está em 5,5%. Em alguns programas, o banco adiciona uma taxa de risco ou algo assim. Portanto, subtraindo-se a inflação, às vezes o BNDES nem recupera o dinheiro que oferece para financiamento. Mas os bancos “intermediários” têm os 3%, 3,5% ou 4% garantidos, sem investirem um só centavo.

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SERÁ QUE DILMA SABE?

Será que a presidente Dilma Rousseff tem conhecimento desse inexplicável privilégio do BNDES aos bancos? Será que ela sabe que esse favorecimento foi cortado por Carlos Lessa em 2003 e depois retomado por Mantega em 2005 e até hoje mantido pelo atual presidente Luciano Coutinho? Pode ser que saiba, mas pode ser até que nem saiba nada disso, vamos lhe conceder o chamado benefício da dúvida.

Mas, com toda certeza, Dilma Rousseff sabe que Mantega é um burocrata a serviço dos banqueiros. Aceitou mantê-lo por pressão de Lula, mas exigiu a saída de Henrique Meirelles do Banco Central. Nomeou Alexandre Tombini para o BC e agora o governo está conseguindo um milagre – começar a reduzir a taxa básica de juros, a Selic. Contra a vontade dos banqueiros, é claro.

Mantega, óbvio, era contra a redução da Selic, mas Dilma passou por cima dele como um trator. A presidente o humilha, chama a atenção dele por qualquer motivo, trata mal na frente dos outros, mas Mantega se mantém agarrado ao cargo feito um carrapato financeiro, porque acredita que possa haver um revertere, ele conhece o poder incomensurável dos banqueiros.

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PARA DERRUBAR DILMA

E esta é justamente a grande guerra que hoje se trava nos bastidores do poder. Os banqueiros agora querem destruir Dilma Rouseff de qualquer maneira, e contam com o apoio total de Guido Mantega. Para os bancos, é melhor repor Lula no Planalto do que continuar suportando o ataque de Dilma Rousseff, que está usando a força do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal contra os bancos privados.

Este é o quadro atual. O câncer de Lula foi curado, mas lhe deixou terríveis seqüelas – ele não consegue caminhar direito, tem dificuldades até mesmo para gravar uma mensagem aos eleitores de São Paulo. Na última vez que tentou, sua voz de vez em quando falhava. Agora reclama do inchaço no pescoço.

Tudo depende de Lula. Se ele se recuperar completamente, os banqueiros vão recolocá-lo no Planalto. O exame que fará no próximo dia 6 (segunda-feira) no Hospital Sírio-Libanês será muito importante. Se ele não tiver condições de fazer campanha para Fernando Haddad, a situação se delineia de uma forma. Mas se Lula estiver bem, os banqueiros soltarão foguetes e tudo farão para desestabilizar a candidatura de Dilma Rousseff à  reeleição. Como dizia o genial compositor e publicitário Miguel Gustavo, meu vizinho no famoso edifício Zacatecas, “o suspense é de matar o Hitchcock”.

Se a gente acreditasse em teoria conspiratória, iria dizer que a onda de greves, agora engrossada pelos caminhoneiros e pelos servidores do Judiciário, já estaria sendo incentivada pelos banqueiros. Mas pode ser apenas uma grande coincidência. De toda maneira, os banqueiros são amorais e capazes de tudo. Representam o que há de pior no capitalismo. Banco é serviço público, devia ser estatal. Simples assim.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Há algo de podre no BNDES, que atua em favor dos banqueiros, ao invés de servir ao desenvolvimento do país

Segunda, 30 de julho de 2012 
EXCLUSIVO

Carlos Newton, da Tribuna da Internet
Realmente há algo de podre no Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social, que nem mesmo a genialidade de Shakespeare conseguiria justificar. Mas é um assunto tabu. Nenhum jornal ou revista entra nesse tema. As irregularidades existentes no BNDES passam ao largo do Tribunal de Contas da União e da imprensa em geral. Como se diz na gíria, está tudo dominado. Ou adestrado, como ensina Helio Fernandes.

Essa podridão existe desde sempre e só foi quebrada na rápida gestão do professor de economia Carlos Lessa, o melhor presidente da história do BNDES, que comandou a instituição de janeiro de 2003 a dezembro de 2004, mas fez uma revolução e deixou sua marca indelével.

No início do governo Lula, quando assumiu o banco, tendo como vice-presidente o engenheiro Darc Costa, ex-coordenador do Centro de Estudos Estratégicos da Escola Superior de Guerra, Lessa imediatamente sentiu o cheiro da podridão que submetia o BNDES aos interesses escusos do sistema financeiro nacional e internacional.

O professor de Economia e ex-reitor da UFRJ ficou estupefato. Não conseguia entender por que o BNDES, em qualquer de suas operações, era obrigado a pagar uma taxa de risco de 4% a algum banco intermediário, que açambarcava toda a lucratividade do negócio. O sistema funcionava como se o BNDES fosse incapaz de gerir suas operações de financiamento, tendo de recorrer a alguma outra instituição bancária sempre que fosse conceder um empréstimo. Ou seja, o BNDES não era mais um agente financiador, mas apenas um repassador de recursos públicos para instituições e empresas privadas nacionais e estrangeiras.

Lessa logo sentiu a podridão no BNDES

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DESABAFO DE LESSA
“Ora, por que a Petrobras tem de pagar 4% a algum banco para receber financiamento do BNDES?” – perguntava Lessa aos diretores. “Por que, a cada empréstimo de R$ 1 bilhão que fazemos à Petrobras, esse tal banco intermediário tem de ficar com R$ 40 milhões? Isso não tem justificativa. A Petrobras não pode pagar R$ 40 milhões simplesmente para o dinheiro atravessar a rua” – afirmava.

Carlos Lessa não titubeou e virou o jogo. Sem consultar seus superiores imediatos ou interessados (o presidente Lula; o chefe da Casa Civil, José Dirceu; o ministro da Fazenda, Antonio Palocci, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles; ou o ministro do Desenvolvimento, Luiz Fernando Furlan, ao qual o BNDES era subordinado), Lessa simplesmente baixou um ato interno determinando que o banco passaria a se responsabilizar diretamente por toda operação acima de R$ 10 milhões, as quais não mais sofreriam intermediação de outros bancos, fossem estatais ou privados, nacionais ou estrangeiros.

Ou seja, o risco dos financiamentos acima de R$ 10 milhões passaria a ser da responsabilidade do BNDES, sob avaliação da equipe técnica da instituição. Somente as operações abaixo de R$ 10 milhões seriam indiretas, com participação obrigatória de banco intermediário. O pedido indireto de financiamento seria submetido a esse banco, que analisaria a viabilidade do investimento em função do mercado específico, avaliaria o risco de inadimplência e aprovaria ou não o financiamento.

Caso a operação indireta fosse aprovada, o BNDES automaticamente liberaria os recursos a serem repassados, enquanto o banco intermediário receberia a taxa adicional de 4% ao ano, que representaria seu lucro, mas assumiria o risco de inadimplência do financiamento.

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REAÇÃO DOS BANQUEIROS
A decisão de Lessa pegou os bancos de surpresa, mas não houve a menor reação, nenhuma nota em jornal ou revista, nada, nada. Os banqueiros não passaram recibo, mas começaram a agir nos bastidores do governo, tentando desmoralizar e demitir Carlos Lessa. Com o beneplácito da chamada grande imprensa, foram publicadas mais de 100 notas em colunas ou artigos anunciando que Lessa estava prestes a ser demitido. E não é exagero, foram mais de 100 notícias dessa “próxima demissão”, porque a assessoria de Lessa, conduzida pelo jornalista Paulo Jerônimo, as contava, uma a uma.

Para demitir Lessa, os banqueiros conquistaram o apoio dos ministros Antonio Palocci, da Fazenda, e Luiz Fernando Furlan, do Desenvolvimento, e do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles.   A pressão para afastar Lessa partiu desses três e foi liderada por Palocci. O todo-poderoso ministro da Casa Civil, José Dirceu, não interferiu em nada. Estava mais preocupado em pavimentar seu caminho para suceder Lula, não queria brigar com os banqueiros nem imaginava o que viria pela frente.
AMANHÃ:
Demissão de Lessa foi uma
grande vitória dos banqueiros

sábado, 26 de março de 2011

E Dilma vai continuar com ele?

Sábado, 26 de março de 2011
                                  Foto: Roberto Stuckert Filho / Presidência
 Meirelles e Dilma
A que ponto chega a política brasileira. Henrique Meirelles, nomeado presidente do Banco Central (BC) por Lula no primeiro dia de governo em 2003 (Deus sabe lá o porquê), aparece nos documentos divulgados pelo site WikiLeaks.

Homem forte do presidente, manobrou junto aos Estados Unidos para que estes forçassem o governo Lula a apresentar projeto ao Congresso, visando dar a independência ao Banco Central. É o que revela documentos secretos do Departamento de Estado americano.  Meirelles prometeu, segundo o documento divulgado pelo Wikleaks, “contribuir nos bastidores em pressionar por reformas regulatórias prioritárias para melhorar o clima de negócios” para os empresários americanos. Notaram o para os empresários americanos?

É esse cara que vai comandar a chamada “Autoridade Olímpica", que já briga para afrouxar as regras de licitaçõs referentes às obras e serviços para a Olimpíada.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

"Supergalático"

Quarta, 24 de novembro de 2010
O presidente do Banco Central do Brasil, Henrique Meirelles, declarou hoje (24/11) em audiência da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado sobre a situação do PanAmericano, que fiscalizar bancos exigiria exército “supergalático”.

“Supergálaticos” são os juros pagos aos bancos pelo governo brasileiro. “Supergalática” é, na realidade, a bondade que o BC tem com os banqueiros.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Pedido o indiciamento do presidente do Banco Central

Quinta, 11 de março de 2010
E Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, indicado para o cargo por Lula no início do primeiro mandato, é alvo de pedido de abertura de inquérito por suspeita de crime contra a ordem tributária. O pedido do Ministério Público está com o ministro Joaquim Barbosa (STF), aquele que indicou a existência de uma “organização criminosa” para assaltar os cofres do estado, isso quando do processo do Mensalão do PT.
Henrique Meireles ganhou o direito ao foro privilegiado quando, já no governo Lula, foi acusado pelo Ministério Público. Lula na época o protegeu estendendo ao presidente do Banco Central o status de ministro. A imprensa noticiou na época que isso foi uma exigência de Meirelles, para proteger a tranquilidade (sempre essa tal de tranquilidade) dos investidores financeiros internacionais no Brasil. Por isso a necessidade, agora, do pedido ao Supremo Tribunal Federal.
Meirelles é também apontado como o Plano B para ser candidato a vice-presidente na chapa de Dilma.