Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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quarta-feira, 18 de abril de 2018

Urbanismo: Cadê as vagas dos Idosos?

Quarta, 18 de abril de 2018
Do Blog Brasília, por Chico Sant'Anna

Cada vez mais, é menor a quantidade de vagas especiais demarcadas pelas autoridades de trânsito. E muitas que foram demarcadas no passado perderam suas indicações.

Por
Chico Sant’Anna
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informa que, em 2015, 332 mil pessoas tinham 60 anos ou mais (14% da população do DF). Mais da metade dessa população, 183.926 pessoas, segundo o Detran, possuía carteira de motorista e, por consequência, com direito a estacionar em vagas especiais.

A Lei Distrital 2.477/1999 é antiga e clara. Nos estacionamentos públicos e privados com até 50 vagas serão reservadas, no mínimo, 3 vagas para idosos. Para estacionamentos públicos e privados com mais de 50 vagas serão reservadas, no mínimo, 5% do total de vagas para idosos. Mas não é o que acontece no Distrito Federal.

Cada vez mais, é menor a quantidade de vagas especiais demarcadas pelas autoridades de trânsito. E muitas que foram demarcadas no passado perderam suas indicações. Um bom exemplo é a recém-recuperada Plataforma Superior da Rodoviária, entre o Conic e o Touring Clube.


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Sobre o assunto, leia também:

Caçamba de desrespeito às pessoas com deficiência

Mistério no Gama. Estão sumindo placas de sinalização de vagas especiais em estacionamentos

segunda-feira, 18 de julho de 2016

MPDF: Acão direta de inconstitucionalidade requer anulação de lei e decreto de 2016 que extinguem a exigência de Relatório de Impacto de Trânsito (RIT) para a instalação de empreendimentos, que foi mais uma lambança do Executivo e CLDF

Segunda, 18 de de julho de 2016
O Ministério Público do DF entrou, em 14 de julho, com uma ação direta de inconstitucionalidade (ADIN) junto ao Conselho Especial do TJDF requerendo a anulação desde a origem da lei distrital 5.632 e do decreto 37.252, dispositivos de iniciativa do governador Rollemberg. A lei é de 17 de março e o decreto de 14 de abril deste ano. O fundamento para o pedido de anulação dos dois dispositivos é que eles violam diretamente a Lei Orgânica do DF. 

Requer o MP a anulação com efeito ex tunc (desde o início) e erga omnes (abrangência para todos). Isto significa que em todo o DF é totalmente nulos os atos assinados com base na lei 5.632/2016 e do decreto 37.252/2016. Assim, são nulos qualquer alvará que não observou a exigência do RIT (Relatório de Impacto de Trânsito).

A lei e o decreto, na realidade, só beneficiam especuladores imobiliários e construtores, provocando impacto desastroso no trânsito de veículo próximo aos empreendimentos realizados sem o RIT. Uma lambança imperdoável para um governo que se dizia defensor da qualidade de vida dos moradores do DF.

Os dispositivos, assim, trocam a qualidade de vida, com um trânsito menos caótico, por um 'pagamento'. Contrapartida de jeca, só pode ser.

O MPDF, muito claramente na petição ao Conselho Especial do TJDF, expõe que os dois dispositivos agora combatidos pela ação direta de inconstitucionalidade afrontam princípios que regem a administração pública e a política de desenvolvimento urbano do Distrito Federal. 

Aponta ainda o MPDF, que a lei e o decreto objeto da ADI causam "Esvaziamento do poder de polícia conferido ao DETRAN/DF pela LODF. Afronta à sistemática de ocupação ordenada do território estabelecida pela LODF, com prejuízos à ordem urbanística, ao meio ambiente e à qualidade de vida de toda a população do Distrito Federal."

Leia aqui a íntegra da petição do MPDF em que é requerida a anulação da lei 5.632/2016 e do decreto 37.252/2016.

Nota: Vai ser uma pressão FDP para que o Tribunal não aceite o pedido do MPDF para anular a lei e o decreto. Vai ter gente 'argumentando' que a aceitação trará desemprego e o escambau a quatro. Basta observar quem são alguns dos auxiliares do governador.

É que construtores e especuladores geralmente querem ganhar o escambau a quatro sem se incomodarem muito com o meio ambiente. E neste meio ambiente está o morador do DF. 
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Veja também a adin: Vício de iniciativa. Implantação do Colégio Tiradentes de Brasília na estrutura orgânica da Polícia Militar do Distrito Federal. Invasão da competência da União para legislar sobre o tema. Leia a petição aqui

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O texto a seguir é do site do MPDF e foi incorporado a esta postagem às 20h14 desta segunda (18/7).

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Trânsito congestionado: População não aprova mudanças em Taguatinga e CLDF propõe fazer audiência pública

Segunda, 13 de junho de 2016
Do Gabinete da deputada distrital Celina Leão
Desde o dia 4 de junho, data de início da mudança no trânsito em Taguatinga, que a Ouvidoria da Câmara Legislativa do DF (CLDF) tem recebido centenas de reclamações da população do DF. O trânsito foi alterado e a avenida Samdu segue, agora, de Taguatinga Sul para o Taguacenter, enquanto a Comercial faz o trajeto contrário.

Com a reclamação maciça da população, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) entrou com ação na Justiça, na sexta-feira (4), para pedir a anulação da mudança de sentido nas avenidas Samdu e Comercial, em Taguatinga. Segundo o MP, as alterações trazem impactos ambientais e não foram divulgadas para que a população se preparasse para a mudança.

De acordo com a promotora de Defesa da Ordem Urbanística, do MPDFT, Selma Leão Godoy, o governo não apresentou provas que justifiquem a mudança no trânsito.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

VLP — BRT o sufoco do usuário para viajar e estacionar e a sanha arrecadadora do Estado

Sexta, 15 de maio de 2015
É fato que o sistema de Veículo Leve sobre Pneus (VLP), pernosticamente carimbado pelo governo, e pelas empreiteiras, de BRT (Bus Rapid Transit), ligando o Gama e Santa Maria ao Plano Piloto de Brasília, é um troço ultrapassado, um sistema de transporte obsoleto a mais de 15 anos.

Mas não precisava ser tão ruim assim. Caprichar em ruindade. Prometeram, inicialmente, veículos para cerca de 300 passageiros; poucos meses antes da inauguração (pseudo inauguração, na realidade) anunciaram que os veículos maiores teriam capacidade para 200 passageiros e os menores para 160. Quando as porcarias chegaram, não passavam de veículos articulados como os que conhecíamos rodando para Taguatinga e Ceilândia. Cento e trinta passageiros no máximo, quase todos espremidos em pé.

Mas se esqueceram (humm!) dos estacionamentos para automóveis que deveriam ser feitos nas estações. Estacionamentos de qualidade, com segurança. Quem por acaso não pode esperar muitos minutos para pegar um ônibus de integração até a estação inicial, também não pode ir de carro até aí. Há apenas estacionamento acochambrado na pista lateral, para poucos automóveis.

Aí o sujeito se vê quase que tentado a estacionar o automóvel em cima da área verde (ops! do barro, pois verde não existe, sequer uma graminha safada).

Isso tudo aí em cima para informar que hoje pela manhã, na estação inicial do Gama, a festa foi feita. O governo deve estar rindo de orelha a orelha, pois vários carros da PMDF enfiaram sem pena e sem dó multas nos veículos estacionados no barro. Legal, certamente.

Não legal é o governo deixar de construir estacionamento amplo e seguro no local. O esforço despendido na fiscalização ali deveria, talvez, ocorrer no centro do Gama, local em que muitos motoristas desrespeitam as vagas especiais, estacionam de qualquer modo, mesmo havendo alguma vaga por perto. E só de quando em vez, uma na vida e outra na morte, aparece algum agente do GDF para coibir os abusos.

As fotos a seguir são da manhã de hoje (15/5). As duas primeiras mostram alguns automóveis em cima do que os governantes míopes chamam de área verde. Foi neste local que a caneta cantou. A terceira foto mostra o tamanho do 'estacionamento' disponível. Conte os veículos, e veja se isso é estacionamento para uma estação tão importante e movimentada quanto à do Gama.

A construção de um estacionamento no BRT além de oferecer maior conforto ao usuário, já que ele vai em pé para o Plano Piloto, também liberaria a fiscalização para coibir as irregularidades mostradas nas três últimas fotos abaixo, que foram tiradas também na manhã desta sexta. No automóvel vermelho, estacionado em vaga especial, não havia o cartão obrigatório. Nas duas últimas fotos o jovem rapaz aí deixou a sua moto pelo menos por uns 20 minutos em vaga de idoso. Minutos mais tarde do flagrante abaixo, veículos sem autorização permaneciam tranquilamente nas vagas especiais do estacionamento do SuperMaia, também na cidade. 

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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Vaga de idoso no Gama? Esqueça!

Terça, 10 de fevereiro de 2015
Não é apenas no centro do Plano Piloto de Brasília que o caos no trânsito impera com a falta de educação de motoristas, e ausência de fiscalização do GDF. As fotos abaixo são da tarde desta terça (10/2) em dois estacionamentos públicos no Gama. As duas primeiras mostram um veículo estacionado em vaga especial de idoso em frente à loja Novo Mundo. Na segunda foto constata-se que não existe, exposto no carro, o cartão de idoso. Possivelmente um espertinho.

A terceira foto abaixo é de outro local próximo ao primeiro, no estacionamento em frente à loja Ricardo Eletro. Nada de cartão. Só o farol aceso.

Ainda nos estacionamentos do Setor Central do Gama, o piso asfáltico está como revela a última foto. Veja que se aproxima uma senhora que usa uma bengala e tem certa dificuldade em andar. A sua frente, um buraco.

Para aproveitar esta postagem, continua desaparecendo placas de vagas especiais nas quadras comerciais do Gama. E não é o pessoal do Petrolão que dá sumiço nelas. Quem será?

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quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Mistério no Gama. Estão sumindo placas de sinalização de vagas especiais em estacionamentos

Quinta, 15 de janeiro de 2015
Foto: Gama Livre — Tarde de 14/01/2015
Como numa mágica, muitas placas de sinalização de vagas especiais (de idosos e de pessoas com deficiência) desapareceram do Gama(DF). Coisa intrigante.

Na frente do Supermercado Supercei, no centro do Gama, por exemplo, vemos as hastes onde as placas eram bem fixadas. No primeiro plano da foto acima, a placa sinalizava vagas de idosos. No segundo plano, uma vaga para pessoas com deficiência. Há mais de três meses que as placas sumiram. E nada de serem repostas. O pior é que não é somente aí.

Em várias quadras comerciais da cidade andaram 'tirando' as placas de vagas especiais. Com isso, os motoristas que teriam direito de estacionar nas vagas ficam a ver navios, melhor, a ter que estacionar longe, ou desistir de estacionar.

O GDF bem que poderia dar uma fiscalizada nessa coisa de sumiço misterioso dessas placas. A maioria sumiu numa mesma época. E o Ministério Público do DF deveria recomendar ao governo que garantisse o direito dos motoristas idosos ou com deficiência. Que o Estatudo do Idoso seja cumprido. Que a pessoa com deficiência seja respeitada.

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Ações de segurança e educação no trânsito têm 82% dos recursos contingenciados; valor serve para pagar juros da dívia

Terça, 23 de dezembro de 2014
Do Contas Abertas
Dyelle Menezes
Com as festas e férias escolares, uma das certezas do final de ano é o intenso movimento nas estradas brasileiras. O aumento de veículos nas rodovias de todo o país eleva o risco de acidentes. No entanto, os recursos “parados” no de Fundo Nacional de Segurança e Educação no Trânsito (Funset) atingiram valor recorde de R$ 764,5 milhões.

O montante alocado na chamada “Reserva de Contingência” representa 82% do total dos R$ 933,9 milhões orçados para o fundo neste ano. Com os recursos indisponíveis, a execução efetiva da verba do Fundo atingiu apenas 14,4% no ano. A Reserva costuma ser utilizada para facilitar a obtenção do superávit primário do governo federal, ou seja, os recursos são contingenciados e auxiliam no fechamento das contas.

No exercício passado, a concentração de recursos na Reserva de Contingência atingiu 78,2% dos R$ 860,6 milhões dotados para o Funset. A execução dos valores também não foi satisfatória: 26,8% foram efetivamente aplicados para incentivar a conscientização e prevenção de acidentes automobilísticos.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Ministério Público consegue liminar para suspender lambança do governo Agnelo que prevê dispensa de relatório de impacto de trânsito

Sexta, 31 de outubro de 2014
A multa para cada empreendimento que for licenciado sem a apresentação de RIT e laudo de conformidade será de R$ 500 mil.
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Prourb obtém liminar para suspensão dos efeitos do decreto que dispensa relatório de impacto de trânsito
  
O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), por meio das Promotorias de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística (Prourb), obteve decisão liminar, na quinta-feira, dia 30, que suspende os efeitos do Decreto nº 35.800/14. Essa norma dispensa a apresentação de Relatório de Impacto de Trânsito (RIT) para todos os Polos Geradores de Tráfego (PGTs) licenciados até 31 de dezembro de 2010 e deixa de considerar o laudo de conformidade como condição necessária para concessão da carta de habite-se.

O RIT é o estudo técnico no qual são analisados os impactos no trânsito e na geometria viária causados por grandes construções. Nesse documento são fixadas as necessárias medidas mitigadoras ou compensatórias a serem adotadas pelo empreendedor, a fim de garantir as condições de trafegabilidade e de segurança no local.

A liminar foi proferida na ação civil pública nº 2014.01.1.161493-2, que foi ajuizada pelo MPDFT perante a Vara do Meio Ambiente, Desenvolvimento Urbano e Fundiário do Distrito Federal. A decisão levou em consideração que o decreto poderia trazer problemas no dia a dia da população em razão do trânsito. "Considerando o trânsito caótico que se observa no DF, na atualidade, torna-se difícil vislumbrar motivação técnica para a publicação do referido ato, especialmente porque as diretrizes estabelecidas pelo Estatuto da Cidade foram positivadas em 2001, não se tratando de qualquer novidade para os empreendedores da área da construção civil".

A multa para cada empreendimento que for licenciado sem a apresentação de RIT e laudo de conformidade será de R$ 500 mil.

Leia mais:
Prourb ajuíza ACP contra decreto que dispensa relatório de impacto de trânsito

Fonte: MPDFT

domingo, 12 de outubro de 2014

Desrespeito aos idosos continua no trânsito do Gama-DF. E é que "Esta vaga não é sua nem por um minuto!"

Domingo, 12 de outubro de 2014
Na última sexta (10/10) publicamos aqui um flagrante de desrespeito às regras impostas pelo Código de Trânsito Brasileiro, no que diz respeito ao uso de vagas destinadas aos idosos. O fato ocorreu, e ocorre diariamente, nas vagas especiais do Gama/DF.

Hoje, domingo (12/10), mais um flagrante desse desrespeito. Agora em vaga especial em frente ao Supermercado Maia, no Centro do Gama. Três motos, sem autorização à vista, tranquilamente impediam que idosos exercessem seu direito de estacionar em vaga especial. No momento das fotos, carro da polícia estacionou próximo ao local, mas a irregularidade não foi percebida ou...

Idosos e pessoas com deficiência devem se queixar a quem pela ausência de fiscalização? Ao Ministério Público, talvez.
Fotos das 21h27 desta noite de domingo, 12/10/2014. Dê um clique sobre as imagens para ampliá-las.


sexta-feira, 10 de outubro de 2014

No Gama as vagas para estacionamento de carros de idosos continuam ocupadas irregularmente. Cadê a fiscalização?

Sexta, 10 de outubro de 2014
Tarde desta sexta-feira (10/10) nas duas vagas para motoristas idosos em frente ao Banco do Brasil da Quadra 36 do Setor Leste do Gama. Como na maioria das vagas da cidade para idosos e para pessoas com deficiências, o respeito à lei passa longe. E não tem ninguém fiscalizando como deveria ocorrer. Observe que não há visível em nenhum dos dois carros o cartão de autorização para estacionar em vagas especiais.
Dê um clique sobre as imagens para ampliá-las.


terça-feira, 5 de agosto de 2014

Desrespeito contra os idosos. Vaga de idoso ocupada irregularmente

Terça, 5 de agosto de 2014
Nesta manhã de terça-feira, 5 de agosto, mais um flagrante de uso indevido de vaga especial. O veículo da foto sem autorização para estacionar em vaga exclusiva para idosos, na Comercial das Quadras 23/24 do Setor Leste do Gama. O local fica a menos de 100 metros de um kinder ovo, postinho da PM.

Imagens: Gama Livre — manhã de 5/8/2014. Qd. 23/24 Leste.

Duas vagas para idosos. Uma ocupada por algum espertinho. Desrespeito generalizado nos estacionamentos do Gama/DF.

Veja também:

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Falta de educação e ausência de fiscalização continuam "tomando" vagas especiais nos estacionamentos do Gama

Segunda, 4 de agosto de 2014
Veículo com placa de Valparaíso de Goiás tranquilamente estacionado, e 'torto',  em vaga de idoso em frente ao Banco do Brasil da Quadra 36 Leste do Gama. O fato ocorreu hoje (4/8) às 8 horas. E olha que havia várias vagas comuns disponíveis próximo ao local. O veículo, claro, não tinha cartão de autorização. A fiscalização, como sempre, ausente.

Leia também:  'Motoristas não respeitam vagas especiais. E o governo do DF não está nem aí para coibir essa irregularidade no Gama'

quinta-feira, 6 de março de 2014

Essa vaga não é sua nem por um minuto; no Gama motoristas e motociclistas sem autorização tomam vagas especiais


Quinta, 6 de março de 2014
   Tem gente mal educada. Nesta quinta (6/3) em frente ao Posto de Saúde 8 do Gama, motorista sem exibir autorização ficou por mais de meia hora em vaga reservada para deficiente físico. Pior, ocupou duas vagas, enquanto pelo menos três pessoas com aparentemente sequelas de AVC tiveram que descer do carro em vagas distantes da entrada do posto de saúde. 
  Depois desses cerca de 30 minutos de irregularidade, chegou ao carro um rapaz forte, robusto. Beijou a motorista pela janela e se dirigiu tranquilamente para a cadeira ao lado da moça.
   Uns quatro minutos após eles saírem, um motoqueiro sem aparentar qualquer deficiência estacionou sua moto na vaga especial. A uns cinco metros dessa vaga especial há três vagas reservada para idosos. Dessas três, duas estavam ocupadas por não idosos. 
   No período de mais ou menos uma hora, nenhuma fiscalização do Detran ou da PM ocorreu na área. Aliás, o uso indevido de vagas especiais no Gama é a regra, visto que não há uma fiscalização eficaz.
Dê um clique sobre as imagens para ampliá-las.
Fotos de 6/3/2014



sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Dona de Casa causa transtornos no trânsito de Águas Claras; e nada do 'Bento' abençoar, ou pelo menos administrar

Sexta, 28 de fevereiro de 2014
Se o caminhão da foto ainda fosse o do trio do Psirico, do Lepo Lepo...Mas o 'Bento', administrador de Águas Clara parece que está afundando, pois diz que ainda está tentando 'tomar pé' do lodaçal que o administrador anterior deixou. Assuma, Bento. Se não você se afoga também, como se afogou na Secretaria de Educação.
Se o Bento não consegue administrar, imagina o Detran em organizar o trânsito no local.
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Dê um clique sobre a imagem para ampliá-la. 

De um morador de Águas Claras
Inaugurado recentemente em Águas Claras, o Supermercado Dona de Casa, não tem proporcionado apenas comodidade aos moradores, mas sobretudo muita dor de cabeça, tendo em vista os caminhões que abastecem o estabelecimento ocuparem, além de grande parte do estacionamento público, uma faixa inteira da Rua Ipê Amarelo, importante via que liga a Avenida das Castanheiras ao Setor Habitacional Arniqueira.
Na Verdade o supermercado ocupa um imóvel destinado ao uso institucional, ou seja, a sua localização contraria as normas de uso e ocupação do solo urbano. O alvará de instalação e funcionamento do Dona de Casa foi expedido na gestão de Carlos Sidney, administrador regional preso no final do ano passado por suspeita de corrupção na concessão irregular de alvarás.
Os moradores levaram o caso ao atual administrador de Águas Claras, Denilson Bento, que na oportunidade lhes disse que estava tomando pé sobre os problemas da cidade e que posteriormente iria ver que solução poderia ser dada. No próximo dia 4 completará 4 meses da gestão de Bento, será que esse tempo não foi suficiente para ele tomar pé dos problemas da cidade?
O Detran é outro órgão que nada faz para por fim aos caos que se transformou a Rua Ipê Amarelo, por isso os moradores já estão consultando advogados especializados no assunto para levar o caso à Justiça, o que certamente causará novo desgaste para o GDF.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Vale tudo no trânsito do Gama

Quinta, 20 de fevereiro de 2014
O estado incompetente, ou ‘esperto’, deixou de aplicar o que deveria por lei financiar campanhas educativas do trânsito. E Brasília, que já foi uma cidade onde as normas eram pelo menos cumpridas razoavelmente pelos motoristas, há muito sofre com a verdadeira zona que se transformou o trânsito. Hoje nas quadras comerciais, especialmente das regiões administrativas que não as centrais do DF, impera a transgressão às leis do trânsito.
Na maior tranquilidade, e cara de pau, motoristas sem educação, inconsequentes, ousados, fazem retorno em plena quadra comercial, mesmo com faixa contínua, não só atravancando ainda mais o fluxo de veículos, mas principalmente colocando em risco de acidente e morte outros motoristas e passageiros.
Em algumas movimentadas quadras comerciais do Gama, como são as das Quadras 23/24 (Antigo Setor Bancário) e 15/18, as duas do Setor Leste, dezenas e dezenas de carros diariamente fazem o retorno no meio da quadra, quando a poucos metros existem balões em que o retorno é feito com segurança.
Se é frequente o retorno de automóveis, a falta de fiscalização, o desleixo do governo, está estimulando agora que até motoristas de caminhão também coloquem em risco, e maior, claro, a vida dos outros. Hoje, 20 de fevereiro, às 12h14 um caminhão de carga da Braspress, companhia transportadora nacional, e que já se encontrava em fila dupla, manobrou para retornar no meio da comercial das Quadras 23/24. O trânsito parou, pois o caminhão teve que dar uma marcha a ré para depois seguir seu caminho (melhor, o caminho de quem estava corretamente posicionado na faixa).
E o Detran? E a PM do postinho da quadra? Nada.
   Na imagem abaixo, a linha vermelha indica o trajeto de 90 metros que o caminhão deveria fazer, indo até o retorno. A linha azul mostra o ponto em que de fato ele manobrou para retornar.
   Dê um clique sobre a imagem para ampliá-la.
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj54DWsnmvKsNGaYWScMNjhIiv2HbuLvighrqdaOgi0P6SO0_dDEmyFnflB43UAunJZupk6MKx3RpGahEm1D-pWOgrsd7H6OrQsIkXyo8r3P0E0AUHA_w1BfphbzxZJcxgreI7LuzB3nfI9/s1600/co%CC%81pia+de+Imagem_GoogleEarth-2.jpg
 Imagem do Google Earth

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

DCE promove campanha de conscientização pela acessibilidade; “Esta vaga não é sua nem por um minuto”


Terça, 28 de janeiro de 2014
Movimento “Esta vaga não é sua nem por um minuto” é replicado pela comunidade da UnB
 
Por Ádlia Tavares 
Da Secretaria de Comunicação da UnB

Todos os dias, o coordenador do Programa de Apoio ao Portador de Necessidades Especiais (PPNE/UnB), José Roberto Fonseca, tem que se programar para chegar cedo ao trabalho e encontrar um local para estacionar. Roberto, que é cadeirante, é cotidianamente desrespeitado em seu direito à acessibilidade, regulamentado por lei desde 2004. “A dificuldade de locomoção faz com que o cadeirante não tenha segurança para atravessar o estacionamento. A vaga está lá por uma questão de segurança, e não de conforto”, afirma.
Emília Silberstein/UnB Agência
José Roberto comenta sobre a importância do
respeito às vagas destinadas a pessoas com
dificuldade de locomoção
O Diretório Central dos Estudantes (DCE) aderiu à campanha nacional Esta vaga não é sua nem por um minuto. Agora, na página do diretório em uma rede social, a comunidade acadêmica pode divulgar imagens e debater situações em que houve desrespeito às vagas destinadas a deficientes físicos nos campi da UnB. O objetivo é promover a conscientização e a fiscalização para coibir situações de desconforto, como as vividas por José Roberto.

"Estamos trabalhando em parceria com os Centros Acadêmicos, que devem divulgar a campanha nos cursos”, afirma Nicholas Powidayko, diretor do DCE. O projeto do diretório teve início em dezembro do ano passado e, mesmo no período das férias, já teve a adesão de vários estudantes. “Começamos com a denúncia de uma estudante, que fotografou o carro de uma acadêmica que frequentemente parava em vaga reservada”, conta Nicolas.

De acordo com o coordenador do PPNE, os motoristas preferem as vagas reservadas por serem mais próximas aos prédios. “Essas pessoas costumam deixar o carro em situações em que precisam ganhar tempo”, garante. “Alguns motoristas que não apresentam dificuldade de locomoção chegam a deixar bilhetes nos carros com frases como: é rápido!”, relata o diretor do DCE.

O problema é agravado no período das aulas, quando o número de carros no campus é maior, explica Roberto. O servidor aponta os estacionamentos do ICC Sul, da BCE e do Banco do Brasil como os principais alvos dos mal educados. “Encontrar uma vaga especial vazia no Banco do Brasil é um milagre”, afirma.
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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Ações de melhoria do trânsito só receberam 35% da verba prevista em 2013

Segunda, 13 de janeiro de 2014

Ações de melhoria do trânsito só receberam 35% da verba prevista em 2013

13 de janeiro de 2014 Marina Dutra
1211_saopaulo_aerea_mobilidade_8950Não é de hoje que o Brasil enfrenta problemas relacionados às obras de mobilidade urbana. Além dos fatores de atraso comuns a outros empreendimentos, como a demora na obtenção de licenças ambientais, as ações nas cidades enfrentam obstáculos como necessidade de desapropriações, remoções de moradores, intervenções no subsolo, entre outros.
Esses fatores contribuem para a baixa utilização dos recursos destinados às ações de mobilidade urbana. Considerando-se os programas orçamentários existentes ao longo dos anos, de 2002 à 2013 foram autorizados R$ 8,5 bilhões para ações de melhoria do trânsito, enquanto apenas 1,9 bilhão (23%) foram efetivamente pagos. As despesas estão em valores constantes (atualizadas pelo IGP-DI, da FGV).
Em 2013, o ritmo de aplicações, embora tenha sido o maior do período, continuou baixo em relação à quantidade de recursos disponíveis para as iniciativas de mobilidade urbana. Do R$ 1,5 bilhão autorizado para o Ministério das Cidades destinador ao programa “Mobilidade Urbana e Trânsito”, apenas R$ 530,8 milhões foram desembolsados, cerca de 35% do total.
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Ações de melhoria do trânsito só receberam 35% da verba prevista em 2013

13 de janeiro de 2014 Marina Dutra
1211_saopaulo_aerea_mobilidade_8950Não é de hoje que o Brasil enfrenta problemas relacionados às obras de mobilidade urbana. Além dos fatores de atraso comuns a outros empreendimentos, como a demora na obtenção de licenças ambientais, as ações nas cidades enfrentam obstáculos como necessidade de desapropriações, remoções de moradores, intervenções no subsolo, entre outros.
Esses fatores contribuem para a baixa utilização dos recursos destinados às ações de mobilidade urbana. Considerando-se os programas orçamentários existentes ao longo dos anos, de 2002 à 2013 foram autorizados R$ 8,5 bilhões para ações de melhoria do trânsito, enquanto apenas 1,9 bilhão (23%) foram efetivamente pagos. As despesas estão em valores constantes (atualizadas pelo IGP-DI, da FGV).
Em 2013, o ritmo de aplicações, embora tenha sido o maior do período, continuou baixo em relação à quantidade de recursos disponíveis para as iniciativas de mobilidade urbana. Do R$ 1,5 bilhão autorizado para o Ministério das Cidades destinador ao programa “Mobilidade Urbana e Trânsito”, apenas R$ 530,8 milhões foram desembolsados, cerca de 35% do total.
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Marina Dutra — Do Contas Abertas
Não é de hoje que o Brasil enfrenta problemas relacionados às obras de mobilidade urbana. Além dos fatores de atraso comuns a outros empreendimentos, como a demora na obtenção de licenças ambientais, as ações nas cidades enfrentam obstáculos como necessidade de desapropriações, remoções de moradores, intervenções no subsolo, entre outros.

Esses fatores contribuem para a baixa utilização dos recursos destinados às ações de mobilidade urbana. Considerando-se os programas orçamentários existentes ao longo dos anos, de 2002 à 2013 foram autorizados R$ 8,5 bilhões para ações de melhoria do trânsito, enquanto apenas 1,9 bilhão (23%) foram efetivamente pagos. As despesas estão em valores constantes (atualizadas pelo IGP-DI, da FGV).
Leia a íntegra no Contas Aberta
Não é de hoje que o Brasil enfrenta problemas relacionados às obras de mobilidade urbana. Além dos fatores de atraso comuns a outros empreendimentos, como a demora na obtenção de licenças ambientais, as ações nas cidades enfrentam obstáculos como necessidade de desapropriações, remoções de moradores, intervenções no subsolo, entre outros.
Esses fatores contribuem para a baixa utilização dos recursos destinados às ações de mobilidade urbana. Considerando-se os programas orçamentários existentes ao longo dos anos, de 2002 à 2013 foram autorizados R$ 8,5 bilhões para ações de melhoria do trânsito, enquanto apenas 1,9 bilhão (23%) foram efetivamente pagos. As despesas estão em valores constantes (atualizadas pelo IGP-DI, da FGV).
Em 2013, o ritmo de aplicações, embora tenha sido o maior do período, continuou baixo em relação à quantidade de recursos disponíveis para as iniciativas de mobilidade urbana. Do R$ 1,5 bilhão autorizado para o Ministério das Cidades destinador ao programa “Mobilidade Urbana e Trânsito”, apenas R$ 530,8 milhões foram desembolsados, cerca de 35% do total.
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Ações de melhoria do trânsito só receberam 35% da verba prevista em 2013

13 de janeiro de 2014 Marina Dutra
1211_saopaulo_aerea_mobilidade_8950Não é de hoje que o Brasil enfrenta problemas relacionados às obras de mobilidade urbana. Além dos fatores de atraso comuns a outros empreendimentos, como a demora na obtenção de licenças ambientais, as ações nas cidades enfrentam obstáculos como necessidade de desapropriações, remoções de moradores, intervenções no subsolo, entre outros.
Esses fatores contribuem para a baixa utilização dos recursos destinados às ações de mobilidade urbana. Considerando-se os programas orçamentários existentes ao longo dos anos, de 2002 à 2013 foram autorizados R$ 8,5 bilhões para ações de melhoria do trânsito, enquanto apenas 1,9 bilhão (23%) foram efetivamente pagos. As despesas estão em valores constantes (atualizadas pelo IGP-DI, da FGV).
Em 2013, o ritmo de aplicações, embora tenha sido o maior do período, continuou baixo em relação à quantidade de recursos disponíveis para as iniciativas de mobilidade urbana. Do R$ 1,5 bilhão autorizado para o Ministério das Cidades destinador ao programa “Mobilidade Urbana e Trânsito”, apenas R$ 530,8 milhões foram desembolsados, cerca de 35% do total.
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13 de janeiro de 2014 Marina Dutra
1211_saopaulo_aerea_mobilidade_8950Não é de hoje que o Brasil enfrenta problemas relacionados às obras de mobilidade urbana. Além dos fatores de atraso comuns a outros empreendimentos, como a demora na obtenção de licenças ambientais, as ações nas cidades enfrentam obstáculos como necessidade de desapropriações, remoções de moradores, intervenções no subsolo, entre outros.
Esses fatores contribuem para a baixa utilização dos recursos destinados às ações de mobilidade urbana. Considerando-se os programas orçamentários existentes ao longo dos anos, de 2002 à 2013 foram autorizados R$ 8,5 bilhões para ações de melhoria do trânsito, enquanto apenas 1,9 bilhão (23%) foram efetivamente pagos. As despesas estão em valores constantes (atualizadas pelo IGP-DI, da FGV).
Em 2013, o ritmo de aplicações, embora tenha sido o maior do período, continuou baixo em relação à quantidade de recursos disponíveis para as iniciativas de mobilidade urbana. Do R$ 1,5 bilhão autorizado para o Ministério das Cidades destinador ao programa “Mobilidade Urbana e Trânsito”, apenas R$ 530,8 milhões foram desembolsados, cerca de 35% do total.
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Esses fatores contribuem para a baixa utilização dos recursos destinados às ações de mobilidade urbana. Considerando-se os programas orçamentários existentes ao longo dos anos, de 2002 à 2013 foram autorizados R$ 8,5 bilhões para ações de melhoria do trânsito, enquanto apenas 1,9 bilhão (23%) foram efetivamente pagos. As despesas estão em valores constantes (atualizadas pelo IGP-DI, da FGV).
Em 2013, o ritmo de aplicações, embora tenha sido o maior do período, continuou baixo em relação à quantidade de recursos disponíveis para as iniciativas de mobilidade urbana. Do R$ 1,5 bilhão autorizado para o Ministério das Cidades destinador ao programa “Mobilidade Urbana e Trânsito”, apenas R$ 530,8 milhões foram desembolsados, cerca de 35% do total.
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Esses fatores contribuem para a baixa utilização dos recursos destinados às ações de mobilidade urbana. Considerando-se os programas orçamentários existentes ao longo dos anos, de 2002 à 2013 foram autorizados R$ 8,5 bilhões para ações de melhoria do trânsito, enquanto apenas 1,9 bilhão (23%) foram efetivamente pagos. As despesas estão em valores constantes (atualizadas pelo IGP-DI, da FGV).
Em 2013, o ritmo de aplicações, embora tenha sido o maior do período, continuou baixo em relação à quantidade de recursos disponíveis para as iniciativas de mobilidade urbana. Do R$ 1,5 bilhão autorizado para o Ministério das Cidades destinador ao programa “Mobilidade Urbana e Trânsito”, apenas R$ 530,8 milhões foram desembolsados, cerca de 35% do total.
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Esses fatores contribuem para a baixa utilização dos recursos destinados às ações de mobilidade urbana. Considerando-se os programas orçamentários existentes ao longo dos anos, de 2002 à 2013 foram autorizados R$ 8,5 bilhões para ações de melhoria do trânsito, enquanto apenas 1,9 bilhão (23%) foram efetivamente pagos. As despesas estão em valores constantes (atualizadas pelo IGP-DI, da FGV).
Em 2013, o ritmo de aplicações, embora tenha sido o maior do período, continuou baixo em relação à quantidade de recursos disponíveis para as iniciativas de mobilidade urbana. Do R$ 1,5 bilhão autorizado para o Ministério das Cidades destinador ao programa “Mobilidade Urbana e Trânsito”, apenas R$ 530,8 milhões foram desembolsados, cerca de 35% do total.
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Esses fatores contribuem para a baixa utilização dos recursos destinados às ações de mobilidade urbana. Considerando-se os programas orçamentários existentes ao longo dos anos, de 2002 à 2013 foram autorizados R$ 8,5 bilhões para ações de melhoria do trânsito, enquanto apenas 1,9 bilhão (23%) foram efetivamente pagos. As despesas estão em valores constantes (atualizadas pelo IGP-DI, da FGV).
Em 2013, o ritmo de aplicações, embora tenha sido o maior do período, continuou baixo em relação à quantidade de recursos disponíveis para as iniciativas de mobilidade urbana. Do R$ 1,5 bilhão autorizado para o Ministério das Cidades destinador ao programa “Mobilidade Urbana e Trânsito”, apenas R$ 530,8 milhões foram desembolsados, cerca de 35% do total.
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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

DF na contramão

Sexta, 3 de janeiro de 2014
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http://www.quidnovi.com.br/noticia/detalhe.asp?c=25561&t=P

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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Pesquisa do Ipea aponta o crescimento de engarrafamentos no DF

Quinta, 24 de outubro de 2013
Texto e foto por
Chico Sant’Anna
O morador de Brasília gasta hoje mais tempo no trânsito do que em 2008.

Com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios, o Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas – Ipea constatou que, em 2012, o trabalhador brasiliense gastava, em média, 35 minutos para fazer o percurso casa-trabalho, sendo que 11, em cada 100 trabalhadores, gastavam mais de uma hora no trânsito para cada viagem entre o domicílio e o local do emprego. Ou seja, a cada dia duas horas são perdidas no trânsito da Capital Federal.

Os dados refletem uma precariedade do transporte público e o conseqüente crescimento do número de cidadãos que passaram a possuir o seu próprio carro ou moto. A falta de soluções coletivas levam a saídas individualizadas.

Segundo a pesquisa, nos quatro anos analisados o tempo que o trabalhador brasiliense passou a ficar preso no trânsito aumentou em 6,5% e o total de trabalhadores que levam mais de uma hora para chegar ao emprego aumentou, no mesmo período, em 21,84%. O percentual de brasilienses que fica preso no trânsito por mais de meia hora destoa da média nacional. No Brasil, 66% da população fazem o mesmo percurso em menos de meia hora.

O Distrito Federal, Santa Catarina e Paraná são as unidades da federação que apresentam o maior volume de carros proporcionalmente ao número de residências. Em dezembro de 2012, segundo dados do Detran-DF, Brasília contava com 1.403.788 veículos licenciados.

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Em setembro passado, a frota já tinha aumentado para 1.471.177 carros. Cerca de 68 mil veículos a mais do que no fim do ano passado, uma alta de 6%.  Os dados não contabilizam os veículos dos municípios goianos e mineiros do Entorno que circulam cotidianamente nas vias do Distrito Federal.