Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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terça-feira, 8 de agosto de 2017

Cristovam Buarque defende a construção de uma aliança 'pelo bem de Brasília'

Terça, 8 de agosto de 2017
Cristovam Buarque defende a construção de uma aliança 'pelo bem de Brasília'
Erro na promessa
 
Por Ana Maria Campos-Correio Braziliense/Facebook
Blog do Sombra 
 
Cristovam: “Aliança pelo bem de Brasília”
 
O senador Cristovam Buarque (PPS-DF) defende a construção de uma aliança “pelo bem de Brasília”, com a participação de políticos com passado limpo, que não defenda temas corporativistas e tenha um projeto para a cidade. O tema foi tratado em entrevista que foi ao ar ontem no programa CB.Poder, transmitido ao vivo pela TV Brasília e pelo perfil do Correio Braziliense no Facebook. Aliado do governador Rodrigo Rollemberg na última eleição, Cristovam não acredita que o socialista seja o nome ideal para encabeçar esse projeto para Brasília. A íntegra da entrevista está disponível no blog CB.Poder (blogs.correiobraziliense.com.br/cbpoder).
 
Erro na promessa
 
Na entrevista ao CB.Poder, o senador Cristovam Buarque (PPS-DF) deixa claro considerar que o erro do governador Rodrigo Rollemberg (PSB) com os servidores públicos não é suspender o reajuste salarial aprovado no governo anterior, e sim prometer na campanha algo que não poderia cumprir. Ele diz que agiu diferente em 1998 quando concorreu à reeleição. Na época, Joaquim Roriz prometeu conceder um aumento de 28% aos funcionários do GDF. Cristovam, então governador, se recusou a endossar a proposta por acreditar que não seria possível honrá-la. Para muitos analistas políticos, esse foi um dos motivos para a derrota de Cristovam para Roriz.

sábado, 17 de maio de 2014

Pobreza da aritmética

Sábado, 17 de maio de 2014
Senador Cristovam Buarque
O Brasil passou a acreditar que 22 milhões de brasileiros teriam saído da pobreza extrema. Este discurso se baseava na ideia de que estas famílias passaram a receber complemento de renda suficiente para ultrapassar a linha de R$ 70 por pessoa por mês. Esta visão aritmética não resiste a uma análise social que efetivamente cuide da pobreza.
Nada indica que uma família sem adequada provisão de escola, saúde, cultura, segurança, moradia, água e esgoto saia da pobreza apenas porque pode comprar aproximadamente oito pães por pessoa a cada dia.

Leia a íntegra do artigo do senador Cristovam Buarque no Blog do Noblat

sexta-feira, 14 de março de 2014

Senadores Cristovam, Simon e Requião reapresentam propostas de João Goulart

Sexta, 14 de março de 2014
Requião, Simon e Cristovam apresentam projetos baseados na reforma agrária e no conceito de empresa nacional defendidos pelo ex-presidente. Reformas aceleraram o golpe militar há 50 anos

Ao lado da esposa Maria Thereza, João Goulart defendeu reformas, diante de 200 mil pessoas no Centro do Rio

No dia em que se completou meio século do discurso histórico que acelerou o golpe militar de 1964, três senadores reapresentaram, em conjunto, duas propostas que faziam parte das chamadas reformas de base que o então presidente João Goulart pretendia implantar no Brasil. Em 13 de março de 1964, Jango discursou para 200 mil pessoas na Central do Brasil, no Rio. Durante uma hora, ele defendeu a implantação de uma série de medidas e reformas de caráter nacionalista. Ontem (13 de março de 2014), exatamente 50 anos depois, os senadores Roberto Requião (PMDB-PR), Pedro Simon (PMDB-RS) e Cristovam Buarque (PDT-DF) apresentaram uma proposta de reforma agrária e outra de retomada da definição de empresa de capital nacional nos moldes defendidos pelo ex-presidente. Ele foi deposto pelo golpe militar em 31 de março de 1964 – menos de 20 dias depois do famoso discurso que provocou a reação de segmentos da sociedade, como empresários, industriais e grandes fazendeiros.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Cristovam Buarque critica projeto que define crimes de terrorismo

Quarta, 12 de fevereiro de 2014

O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) manifestou seu desacordo com o Projeto de Lei do Senado (PLS) 499/2013 que define crimes de terrorismo.

Em sua avaliação, o trecho mais problemático da proposição é o que considera como crime de terrorismo a simples provocação e infusão de atos que provoquem pânico generalizado mediante ofensa ou tentativa à vida ou mediante dano a bem ou serviço social.

Para o parlamentar, esse entendimento, contido no projeto, revela irresponsabilidade diante da obrigação da classe política de defender os movimentos e os direitos sociais.

- Isso vai trazer a inibição total das manifestações sociais a que o Brasil tem assistido. Que pai vai deixar que um filho vá a uma manifestação se ele está subordinado ao risco de ser acusado de terrorismo porque naquela manifestação houve uma perda de controle e alguns vândalos agiram? - indagou o senador.

Fonte: Agência Senado

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Juiz indefere liminar pedida por Cristovam para garantir reajuste maior no piso dos professores

Sexta, 24 de janeiro de 2014
Agência Senado

Foi indeferida em 10 de janeiro a medida liminar pedida pelo senador Cristovam Buarque (PDT-DF) em ação popular ajuizada para tentar garantir maior aumento no piso salarial nacional dos professores em 2014. Portaria interministerial estabeleceu reajuste de 8,32%, o que resultaria num novo piso de R$ 1.697.37, já que o valor atual é de R$ 1.567,00. No entanto, segundo o senador, o reajuste deve ser de 19% (R$ 1.864,73), para que seja respeitada a legislação em vigor.

A Portaria Interministerial 16/2013, assinada pelos ministros da Educação e da Fazenda, apresentou uma nova estimativa de custo por aluno do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) para 2013, que serve de referência para a correção do piso salarial do magistério em 2014. O senador Cristovam e entidades sindicais, porém, discordam do critério utilizado pelo governo.

Na ação popular ajuizada por Cristovam, distribuída para a 6ª Vara Federal do DF, ele cita pesquisa do DataSenado na qual a maioria dos entrevistados apontou a baixa remuneração dos professores como o maior problema da educação pública. Ele argumenta que a portaria interministerial é ilegal por desrespeitar os cálculos estabelecidos para o reajuste pela legislação em vigor.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Triste sina a do PDT depois da morte de Brizola

Terça, 21 de janeiro de 2014
“O governo Dilma é o que mais deu cargos para o PDT. Nós trocamos o projeto de nação do presidente Brizola por um ministério” (Senador Cristovam Buarque, lamentando as dificuldades do PDT em deixar o PT e partir para uma candidatura própria a presidente da República)

terça-feira, 6 de agosto de 2013

STJ afasta condenação de Cristovam Buarque por improbidade administrativa

Terça, 6 de agosto de 2013
Do STJ
Em decisão unânime, a Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) entendeu que o senador Cristovam Buarque, ex-governador do Distrito Federal, e seu então secretário de Comunicação, Moacyr de Oliveira Filho, não cometeram ato de improbidade administrativa com a edição, em 1995, de CD-ROM sobre o primeiro ano daquele governo. 

O ex-governador e seu secretário foram condenados pelo uso de recursos públicos na edição do trabalho publicitário denominado Brasília de Todos Nós – Um Ano do Governo Democrático Popular do Distrito Federal, veiculado por meio de CD-ROM, com produção e distribuição de 2 mil cópias. 

Segundo a decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDF), houve improbidade administrativa, pois o objetivo da peça era a promoção pessoal para fins eleitorais, com divulgação de imagens pessoais do político, vinculação de seu nome a diversos projetos e ações sociais e apresentação de embates com o candidato opositor.

Cristovam e o ex-secretário foram condenados a ressarcir os cofres públicos e pagar multa equivalente a cinco vezes suas remunerações na época. O Ministério Público, autor da ação, pediu também a suspensão dos direitos políticos, mas o TJDF considerou que essa seria uma punição desproporcional.

No recurso ao STJ, a defesa dos acusados pediu a descaracterização do ato de improbidade, o que foi acolhido pelo ministro Castro Meira, relator do processo. Para o ministro, não houve promoção pessoal na edição do material que compilou as ações governamentais desenvolvidas em 1995 a título de prestação de contas.  

Dolo inexistente 

De acordo com o processo, os réus teriam, conscientemente, autorizado a confecção do material e nada mais. “Não há sequer prova, mas mera cogitação alçada à categoria de presunção absoluta, de que os réus tenham participado, efetivamente, da elaboração do material publicitário”, afirma o ministro. 

Segundo ele, o acórdão do TJDF “limita-se a afirmar, sem qualquer embasamento fático relevante, ser ‘insustentável’ que o então governador, político experiente que é, ‘desconhecesse ou pelo menos não tivesse o mínimo interesse em saber o conteúdo do que seria divulgado para retratar o primeiro ano de sua gestão’”. 

“O acórdão fustigado amparou-se em mera presunção, absolutamente indevida para o caso, diga-se de passagem, ao apontar dolo na conduta do réu, que deveria saber, com base na sua ‘expertise administrativa’ e longa caminhada política, o conteúdo do material divulgado”, afirma Castro Meira.

A ordem para produzir o material e a destinação de verba pública configuram apenas responsabilidade objetiva, mas não são suficientes para demonstrar o dolo na ação, segundo o ministro. Como não há indicação da efetiva participação dos réus na elaboração do material, acrescentou, não se pode falar em dolo. Seguindo o entendimento já firmado pela Turma, se não há na conduta dolo latu sensu ou genérico, não há improbidade administrativa.  

Reeleição  
O acórdão da segunda instância afirma que a elaboração das cópias de CD-ROM destinava-se à promoção do então governador para fins de reeleição. Porém, os atos condenados aconteceram em 1995, quando ainda nem se cogitava a edição da emenda constitucional que possibilitaria a disputa de um segundo mandato. 

Portanto, de acordo com o relator, Cristovam não era candidato à reeleição por absoluta impossibilidade jurídica e, independentemente disso, a veiculação do material ainda no primeiro ano de mandato torna difícil crer que se destinava a promoção pessoal com aquele fim. 

Outro fator a ser levado em consideração, de acordo com o ministro, é a quantidade de exemplares produzidos. A limitação em 2 mil cópias seria significativa na eleição de vereador de um pequeno município ou na eleição sindical de uma categoria não muito numerosa, mas não em uma grande unidade federativa como o Distrito Federal, afirma em seu voto. 

Castro Meira aponta ainda a necessidade de analisar o fato de acordo com o seu contexto temporal, verificando-se o desenvolvimento tecnológico existente à época, ou seja, o pouco acesso a mídias deste tipo no ano de sua produção. 

“O número limitado de cópias, associado ao fato de que a população em geral não dispunha de equipamentos necessários para reproduzir o conteúdo de mídias CD-ROM, conduz, a meu ver de modo decisivo, à conclusão de que as mídias com as realizações do primeiro ano de governo Critovam Buarque destinavam-se a um público específico, e muito restrito, contido nos próprios quadros da administração pública, vale dizer, objetivavam circular no âmbito interno da própria estrutura governamental”, afirma Castro Meira.  

Erro de avaliação  
Para o ministro, esses fatos não permitem identificar os eventuais excessos como improbidade, mas como um erro de avaliação ou percepção dos limites do que poderia ser apresentado na prestação de contas. 

O relator ressalta que o afastamento da condenação, no caso, não fragiliza o controle da promoção pessoal: “A improcedência da ação civil pública impõe-se pela impossibilidade prática e pela inexistência de intenção de repercutir junto à população informações que servissem apenas para essa finalidade.” 

Segundo Castro Meira, embora a Lei 8.429/92 seja um valioso instrumento na defesa da moralidade administrativa, ela deve ser interpretada com cautela e suas sanções não devem ser aplicadas em face de erros toleráveis, meras irregularidades e transgressões disciplinares.

terça-feira, 30 de julho de 2013

Roriz é condenado a indenizar Cristovam Buarque por calúnia

Terça, 30 de julho de 2013
O juiz da 13ª Vara Cível de Brasília condenou o ex-governador do Distrito Federal Joaquim Domingos Roriz a pagar indenização por danos morais, no valor de 100 mil reais, ao Senador Cristovam Buarque. Da decisão, cabe recurso.

O autor ingressou com ação contra o réu, diante da publicação, pelo jornal Correio Braziliense, de 31/7/1999, da seguinte afirmação: "Tenho como comprovar que saldei todas as minhas dívidas. Quem, como Cristovam, falsificou diploma na Sorbonne, não merece confiança". Sustenta que tal afirmação maculou sua honra, pois o réu incorreu no crime de calúnia, tendo ainda comprovado a titulação obtida perante a referida universidade.

O réu, por sua vez, argumenta que o autor não traz nenhuma prova de que a frase em questão seja efetivamente de sua autoria, devendo ser chamado à lide o autor do escrito ou a pessoa jurídica que explora o meio de comunicação. E segue, defendendo que o autor não possui as qualificações que afirma ter.

Inicialmente, o juiz esclarece que o pedido de intervenção de terceiro formulado pelo réu foi indeferido pela 5ª Turma Cível do TJDFT, e registra que nos autos em análise interessa apenas o exame dos seguintes pontos: se o diploma do autor obtido na Universidade de Sorbonne é falso, e se o réu efetivamente fez a aludida afirmação publicada no jornal.

Quanto ao primeiro ponto, laudo pericial produzido nos autos concluiu pela autenticidade do diploma e demais documentos relativos ao curso de doutorado concluído pelo autor na Universidade de Sorbonne. "Logo, está suficientemente provado que o autor não falsificou o diploma", diz o juiz. Em relação ao segundo ponto, o réu afirmou que não autorizou a divulgação da matéria, mas reconheceu implicitamente a autoria da frase, concluiu o magistrado, que destacou, ainda, que a jornalista autora da publicação confirmou, em Juízo, ser do réu a autoria do enunciado.

"Nesse contexto, ficou demonstrado que o réu atribuiu ao autor publicamente a prática do crime de falsificação de documento, que não restou provado, o que, à toda evidência, constitui violação aos direito à honra subjetiva e à imagem, tutelados no inciso X do artigo 5º da Constituição Federal como direitos da personalidade passíveis de ensejar reparação por dano moral quando violados", afirmou o juiz.

Ao arbitrar o quantum indenizatório, o julgador registra que "o dano suportado foi de grande monta, pois a publicação ocorreu no jornal de maior circulação do Distrito Federal, em meio a uma disputa política, à época, pelo cargo de Governador do Distrito Federal. A conduta do réu em nada contribuiu para atenuar o prejuízo sofrido pela requerente, pois não houve qualquer retratação ou pedido de desculpas por parte dele".

Assim, levando em conta esses fatores, o magistrado fixou a indenização no montante de 100 mil reais, "quantia que considero suficiente para cumprir a dupla função de compensar o prejuízo suportado pela vítima e penalizar o ato ilícito praticado pela ré, levando em conta a repercussão do dano e a dimensão do constrangimento".

Processo: 1999.01.1.060676-3

sábado, 27 de julho de 2013

Mudar o rumo

Sábado, 27 de julho de 2013
Uma conta mostra que apenas com os recursos deste estádio [o de Brasília] seria possível financiar a formação de pelo menos 6.800 engenheiros de excelência, desde a primeira série do ensino fundamental, em superescolas com padrão internacional até a formatura em cursos similares ao do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), um número maior do que a soma de todos os engenheiros formados no Instituto em seus 64 anos. (Do artigo do senador Cristovam Buarque, PDT/DF, no Blog do Noblat, hoje)

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Bancada do DF protocolou hoje ofícios requerendo explicações sobre licitação de ônibus no GDF

Quinta, 13 de junho de 2013
A licitação para renovação da frota de ônibus do Distrito Federal entrou no rol das preocupações da bancada do DF no Congresso. Oito dos onze parlamentares locais protocolaram hoje de manhã ofícios ao Governador, ao Secretário de Transportes, ao presidente do Tribunal de Contas do DF e à Procuradora-geral do DF, solicitando esclarecimentos acerca do assunto.


Para explicar os motivos que levaram a bancada a fazer os questionamentos, o senador Cristovam Buarque (PDT) e o deputado Luiz Pitiman (PMDB), coordenador da bancada, estarão à disposição da imprensa hoje (13/06), a partir das 16 horas no  Gabinete 10 da Ala Teotônio Vilela, Senado Federal.

Assinam os ofícios, além do senador Cristovam e do deputado Pitiman,  o senador Rodrigo Rollemberg (PSB), e os deputados Reguffe (PDT), Izalci Lucas (PSDB), Jaqueline Roriz (PMN), Ronaldo Fonseca (PR) e Erica Kokay (PT) . 

Veja os ofícios:
4 anexos — Baixar todos os anexos  
governador.pdfgovernador.pdf
144K   Visualizar   Baixar;
procuradora_geral.pdfprocuradora_geral.pdf
80K   Visualizar   Baixar  
secretario_transportes.pdfsecretario_transportes.pdf
152K   Visualizar   Baixar  
tribunal_contas.pdftribunal_contas.pdf
80K   Visualizar   Baixar  

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Cristovam: Brasil se caracteriza pela falta de indignação diante de absurdos

Segunda, 27 de maio de 2013

O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) afirmou, nesta segunda-feira (27), que o Brasil é um país que, historicamente, se caracteriza por não manifestar indignação diante dos absurdos. Ele lembrou que os brasileiros assistiram a quatro séculos de escravidão sem manifestarem espanto e, mesmo nos dias de hoje, presenciam enormes injustiças sociais sem se indignarem.

Cristovam disse que o país, hoje, não manifesta indignação diante de fatos como a existência de analfabetos adultos, em pleno século 21; com a existência de crianças abandonadas; e com o fato de que, daquelas que não estão abandonadas, 3% não estão na escola. 

Apesar de acreditar que as polêmicas declarações do ministro Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre os partidos políticos e o Congresso Nacional comprometem o equilíbrio entre os Poderes, Cristovam disse que a sociedade brasileira aplaudiu o ministro porque viu naquelas declarações a indignação que hoje falta ao país.

- O povo está com sede de indignação, o povo está um pouco cansado de nós usarmos a lógica para defendermos coisas quando o povo está é com raiva – afirmou o senador.

Cristovam reconheceu que tem surgido no país a indignação em relação à corrupção dos homens públicos, mas ressaltou que o Brasil só começara a mudar quando as pessoas começarem a se indignar também diante do analfabetismo de adultos, diante das escolas sem qualidade e diante das sucessivas greves que os professores são obrigados a fazer.

Cristovam disse acreditar que a principal tarefa de um político no Brasil, hoje, caso ele queira um país  melhor, é despertar no povo a capacidade de indignação.
Agência Senado

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Gastos com estádio em Brasília pagariam 12 anos de educação para 15 mil crianças, diz Cristovam Buarque

Quinta, 23 de maio de 2013
O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) afirmou [ontem] que os R$ 1,6 bilhão gastos na construção do estádio de futebol recentemente inaugurado no Distrito Federal seriam suficientes para garantir 12 anos de educação para 15 mil alunos em superescolas. Ele definiu superescolas como escolas muito bem construídas e equipadas, com professores ganhando R$ 9,5 mil por mês e com todas as crianças estudando em horário integral.

Em pronunciamento nesta quarta-feira (22), o senador acrescentou que esses alunos, egressos de um ensino médio de qualidade, poderiam facilmente obter um trabalho que lhes garantisse uma renda mínima mensal de R$ 4 mil.

- Se a gente considera esses R$ 4 mil por mês, ao longo da vida útil desse jovem até ele ficar velho, isso equivale a R$ 26 bilhões. Ou seja, numa visão progressista, a meu ver, esse estádio se transformaria em 17 estádios – afirmou o parlamentar.

Cristovam afirmou ser usual, ultimamente, “dizer que não existe mais esquerda e direita, não existe mais progressista e conservador, que os partidos são todos iguais”. Mas, para ele, ainda existe a distinção. O senador definiu como conservador “aquele que comemora as coisas boas que aconteceram”. E, como progressista, “aquele que luta pelas coisas boas que ainda falta serem feitas, sem esquecer as boas coisas que aconteceram”.

Para Cristovam, a diferença entre um lado e outro reside em como se usa os recursos e quem são os beneficiários desses recursos.

- É como se usa, se na construção de um estádio ou na educação das crianças. O beneficiado é cada um de nós que vai ao jogo, porque prefere ir lá a assistir pela televisão, ou uma vida inteira desses jovens com um salário conquistado graças à educação que receberam. É isso que divide a gente – afirmou o senador, que se considera um progressista. Cristovam teve seu pronunciamento elogiado, em apartes, pelos senadores Pedro Taques (PDT-MT) e Eduardo Suplicy (PT-SP).
Fonte: Agência Senado

sábado, 6 de abril de 2013

Senador Cristovam condena celebração de aumento no número de beneficiários do Bolsa-Família

Sábado, 6 de abril de 2013
Da Agência Senado
O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) criticou em Plenário, nesta sexta-feira (5), o tom de comemoração nos anúncios oficiais de aumento de beneficiários do programa Bolsa-Família. A seu ver, o que mereceria ser celebrado é exatamente o contrário: a redução do número de pessoas que precisam de bolsas para sobreviver, graças a uma formação educacional que lhes permita evoluir com autonomia.

sábado, 23 de março de 2013

Preferência pela ilusão

Sábado, 23 de março de 2013
Por Cristovam Buarque
Quando comunicou ao povo que a Inglaterra entraria em guerra com a Alemanha, Winston Churchill fez um discurso pedindo “sangue, suor e lágrimas” para conseguirem a vitória. Se estivesse no Brasil diria: “já estamos ganhando a guerra”. Esta é a impressão que senti ao ouvir os comentários do governo federal sobre o Índice de Desenvolvimento Humano de 2012, que anualmente o PNUD/NNUU estima e apresenta como indicador do desenvolvimento humano de cada país e sua respectiva posição no conjunto das nações.
Apesar de sermos a 6ª economia no mundo, somos a 88ª no desenvolvimento humano. Leia a íntegra do artigo do senador Cristovam Buarque

sábado, 19 de janeiro de 2013

Privatização de Agnelo

Sábado, 19 de janeiro de 2013
Qualquer dia, Agnelo vai propor licitação para privatizar toda gestão de Brasília. (Cristovam Buarque, senador pelo PDT/DF, no Twitter)

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Cristovam defende maior contrapartida dos alunos para concessão da bolsa universitária

Sexta, 11 de janeiro de 2013 
Patrícia Oliveira
O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) se declarou “francamente favorável” à bolsa para cotistas de baixa renda matriculados em universidades federais, no valor de R$ 400, anunciada nesta semana pelo governo. Ele lembrou que, embora facilite o ingresso de alguns grupos no ensino superior, a política de cotas não é suficiente para garantir sua permanência.

O valor de R$ 400 para ajudar nos gastos com livros, transporte e alimentação será pago a partir de maio para estudantes de cursos com carga horária intensiva, de pelo menos cinco horas por dia. Em contrapartida, o aluno deve frequentar as aulas e apresentar um bom desempenho acadêmico.

Apesar de apoiar a medida, Cristovam defende o benefício apenas para estudantes de cursos específicos, entre eles, medicina e pedagogia. Para o senador, além do mérito, a contrapartida do universitário deveria também ser em forma de contribuição profissional para a sociedade.

O aluno de medicina, por exemplo, se comprometeria a fazer atendimentos pelo SUS nos primeiros anos de carreira. Já os professores recém-formados trabalhariam na alfabetização de adultos.

- O país tem o direito de receber de volta o que investiu - explicou.

Quando foi ministro da Educação em 2003, o parlamentar propôs a criação do Programa de Apoio ao Estudante, que já previa essas condicionantes para a concessão do benefício. Segundo Cristovam, a proposta ficou “empacada” na Casa Civil, até a sua demissão no ano seguinte, período em que o governo federal instituiu o Programa Universidade para Todos (Prouni).

Bolsa Universitária

Outra proposta de auxílio para estudantes menos favorecidos, com a criação do Programa Bolsa de Permanência Universitária, tramita no Senado. O PLS 214/2010, do senador Paulo Paim (PT-RS), visa combater a evasão escolar e estabelece o valor de um salário mínimo para alunos carentes de universidades públicas, privadas ou filantrópicas conveniadas ao programa, em troca de realização de estágio de 20 horas semanais.

A matéria está em apreciação, em caráter terminativo, na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE). O projeto não recebeu emendas e teve parecer contrário do relator, senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), que apontou erros de redação e argumentou que o valor definido para a bolsa contraria dispositivo da Constituição Federal, ao estabelecer uma vinculação do salário mínimo.

Fonte: Agência Senado

Senadores criticam valor de novo piso salarial de professores

Sexta, 11 de janeiro de 2013
O reajuste do piso salarial dos professores de 7,97% para 2013, muito inferior ao que foi concedido em 2012 (22%), foi criticado por senadores. O valor de R$ 1.567,00, anunciado pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, nesta quinta-feira (10), não valoriza a categoria, na opinião dos senadores Cristovam Buarque (PDT-DF) e Paulo Bauer (PSDB-SC).

Em entrevista à Agência Senado nesta sexta-feira (11), Cristovam Buarque disse que o aumento é insuficiente e defendeu a federalização da educação. Autor do projeto que resultou no Piso Nacional dos Professores (Lei 11.738/2008), o senador afirmou que a lei foi um grande avanço, mas que, infelizmente, fica amarrada ao valor do piso.

- Não é possível atrair para o magistério os estudantes, os universitários, com um salário de R$ 1.567,00. E o mais grave é que, além de o piso ser muito baixo, está havendo um achatamento do salário entre o piso e o teto - comentou Cristovam.

A dificuldade que alguns estados e municípios terão para pagar o piso, mencionada pelo ministro da Educação, também foi reconhecida pelo senador. A saída defendida por Cristovam é transferir a educação de base para a responsabilidade do governo federal num período de 20 anos.

- Se fosse feita a federalização da educação, com um salário médio de R$ 9 mil ao professor, de uma maneira paulatina, no final de 20 anos, isso custaria ao governo federal somente 6,4% do PIB. Isso é possível - defendeu.

O senador Paulo Bauer ressaltou que, em alguns estados e municípios, o piso do magistério é menor do que o de outras categorias, como a polícia e os profissionais de saúde. Para o senador, o pagamento dos proventos aos professores aposentados, incluído dentro dos 25% que os estados e municípios devem gastar com educação, deveria ter um fundo independente e ficar fora desse percentual.

- Se isso fosse feito, automaticamente estados e municípios poderiam remunerar melhor os professores em atividade - disse.

Para o senador, o governo federal não tem se preocupado em melhorar a educação. Paulo Bauer afirmou que a União precisa buscar uma solução para melhorar o salário dos professores ativos.

- Há a necessidade de a União buscar uma solução, um mecanismo que contemple estados e municípios de forma definitiva para que haja recursos destinados à remuneração dos professores aposentados e, com isso, dar mais folga financeira para aplicar esse piso e constituir uma tabela salarial coerente para os professores ativos.

Fonte: Agência Senado
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Veja aqui como é o piso salarial dos professores.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Dilma e os apagões

Quinta, 3 de janeiro de 2013
Dilma tem razão: apagões decorrem de falhas humanas...nas decisões políticas de investimento e perfil da matriz. (Senador Cristovam Buarque, do PDT/DF, no Twitter)

sábado, 22 de dezembro de 2012

Crack, vício, partidos da base

Sábado, 22 de dezembro de 2012
"A corrupção vicia mais rapidamente partidos no governo do que o crack vicia um jovem." (Cristovam Buarque, senador do PDT/DF, no Twitter)

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

MP não garante aplicação integral de 'royalties' em educação, diz Cristovam Buarque

Segunda, 10 de dezembro de 2012

Em pronunciamento nesta segunda-feira (10), o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) apontou “manipulação” por parte do governo na Medida Provisória (MP) 592/2012, que destina à educação os royalties decorrentes da exploração futura de petróleo.

- É falso. Não chegam a 20% os recursos que serão investidos em educação, se [a MP] for aprovada da maneira como veio – afirmou.

Cristovam adiantou que, durante o exame da medida, apresentará emenda como forma de “retomar a idéia inicial surgida no Senado, em 2008, de que os royalties [da exploração do petróleo] têm de ser usados em educação”.

A medida provisória editada pelo governo, de acordo com Cristovam, “não garante a idéia de que esse dinheiro vá para as coisas concretas”. Segundo afirmou, “o que está escrito é que vai para o desenvolvimento [da educação], é amplo demais o conceito”.

- Vivemos um momento de mistificações. Esta Casa não pode deixar que a mistificação passe. Temos que desmascará-la e fazer com que o povo saiba a realidade, e colocar no lugar novas alternativas. Isso é o que estamos tentando com a emenda – afirmou.

Cristovam disse que a sociedade não pode deixar que aconteça com o petrõleo o que aconteceu com o ouro e a prata do Mato Grosso, Bahia e Minas Gerais no período do Brasil Colonial (1530-1815).

- Nada ficou, se não alguns altares dourados e a industrialização da Inglaterra. Gastávamos comprando o que a Inglaterra produzia, em vez de instalar aqui um centro tecnológico. Éramos colônia. Não sabíamos que havia uma revolução na Inglaterra – afirmou.

Em aparte, o senador Cícero Lucena (PSDB-PB) disse que a emenda a ser apresentada por Cristovam tem que garantir à educação “recursos a mais, se não vamos colocar recursos dos royalties para substituir o gasto de 25% de hoje, que é obrigação”.

O senador Pedro Taques (PDT-MT) também manifestou apoio à emenda de Cristovam, e disse que o Brasil nao pode desperdiçar os recursos do petróleo do pré-sal a não ser na educação, sob o risco de o país “cair na mesma esparrela que caíram Venezuela e Arábia Saudita”.

Posteriormente, afirmou, o país “tem que se preocupar com a qualidade dos gastos, sob pena de investir muito na educação superior e esquecer da educação fundamental”.

Fonte: Agência Senado