“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."
(Millôr Fernandes)
domingo, 12 de julho de 2026
A surpreendente ascensão da esquerda nos EUA
segunda-feira, 29 de junho de 2026
Assim a China enfrenta a tempestade de Trump
segunda-feira, 11 de maio de 2026
Pax Silica: em IA, o império já não finge

quarta-feira, 18 de março de 2026
A crise Trump, segundo Varoufakis
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026
O que o colonialismo não pode permitir
Quinta, 12 de fevereiro de 2026
Por Aline Pandolfi.
Artigo publicado originalmente no OUTRASPALAVRAS de 10/02/2026 às 19h35
Por Aline Pandolfi
Cuba é novamente alvo da ação ofensiva dos EUA, mas isso não começou agora. Tampouco é resultado de uma vontade política de cunho “democrático”, como costumava se ventilar desde a linha oficial da Casa Branca. Os últimos ataques bélicos conduzidos por Donald Trump culminaram em genocídio na Palestina, com mais 67 mil pessoas assassinadas, dentre elas mais de 20 mil crianças; a captura de Maduro e de Cilia Flores, através da invasão ao território Latino-americano, resultou no assassinato de mais de 100 pessoas dentre estes civis e seguranças, sendo 32 soldados cubanos. Além destes atos de guerra, há ainda a ação cada vez mais ofensiva contra os imigrantes latino-americanos e caribenhos residentes nos EUA. Não nos enganemos, está em curso uma política de extrema-direita com aspectos fascistas, a qual, motivada por um contexto de crise do capital, pretende avançar mais rapidamente com processos de expropriação de territórios, o que sempre se deu com a eliminação de povos inteiros na história mundial do capital.
A Revolução Cubana completou 67 anos no último 01 de janeiro de 2026, desde a entrada do movimento revolucionário em Havana em 01 de janeiro de 1959. Este ano foi o marco do início das profundas transformações econômicas, sociais e políticas, as quais conduziriam a ilha a patamares sociais de destaque em nossa região, sendo a única a apresentar índices elevados de acesso a serviços sociais básicos, equiparados aos países da Europa. A Cuba periférica, com 1.250 km de território, não dispõe de consideráveis fontes de matéria-prima e se caracteriza, como toda região, por uma economia dependente. Com um histórico de eliminação de sua população originária e marcada pelo trabalho escravizado desde o colonialismo até 1886, manteve parte significativa de seu território sob propriedade de empresários estadunidenses até sofrer as transformações políticas e econômicas a partir de 1959.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2026
Brasil: a Defesa necessária contra Trump
SEGUNDA, 19 DE JANEIRO DE 2026
Brasil: a Defesa necessária contra Trump
A guerra chegou à América do Sul. Mas Forças Armadas brasileiras estão concebidas como extensão do Pentágono. Transformá-las, preparando-as à defesa da soberania e livrando-as do combate ao “inimigo interno”, precisa estar na agenda nacional
Publicado 16/01/2026 às 18:03 - Atualizado 16/01/2026 às 18:31
A capacidade militar do Brasil, desde a Segunda Guerra Mundial, é concebida como extensão do poderio do Pentágono. Uma nova conflagração generalizada se desenha e, seja qual for o seu desenrolar, obedecendo ou contrariando Washington, seremos afetados.
Se, na melhor hipótese, forem usadas armas convencionais a carnificina se prolongará por tempo indeterminável. Na pior, armas nucleares encurtarão a guerra e o resultado será inimaginável.
Nas últimas décadas, orientações de nossa Defesa Nacional (DN) foram reescritas sem novidades substantivas. Consistem em generalidades e truísmos sobre o quadro geopolítico acompanhadas de proposições rotineiras das Forças Armadas.
Esses documentos mostram a DN como matéria da alçada militar. Revelam que as armas mais complexas são importadas e o desenvolvimento de tecnologia própria não acompanha o ritmo frenético dos grandes atores internacionais. Parcerias tradicionais são preservadas. As fileiras estão prontas para preservar a Lei e a Ordem e cumprir múltiplas funções. Finalmente, concluem que a DN estaria melhor, não fosse a avareza do Estado.
terça-feira, 5 de agosto de 2025
Interferência —Em novo ataque, EUA ameaçam punir autoridades que apoiarem decisão que impôs prisão domiciliar a Bolsonaro
quinta-feira, 10 de julho de 2025
Sem novidades —Adotada por bolsonaristas, estratégia de pedir sanções dos EUA reproduz padrão de extrema direita latino-americana
Movimentos semelhantes são conduzidos pela oposição em países como Cuba e Venezuela
segunda-feira, 7 de abril de 2025
Brasil tem reservas para enfrentar decisões de Trump, diz Lula

O Brasil tem reservas internacionais suficientes para enfrentar as decisões do governo Donald Trump, disse nesta segunda-feira (7) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Durante anúncio de investimentos do setor de logística em Cajamar (SP), Lula reiterou que a economia voltará a crescer mais que o previsto em 2025.

“Nós pagamos a dívida externa brasileira. Nós, pela primeira vez, fizemos uma reserva [internacional] de US$ 370 bilhões, o que segura este país contra qualquer crise. Mesmo o presidente Trump falando o que ele quer falar, o Brasil está seguro porque temos um colchão de US$ 350 bilhões, que dá ao Brasil e ao ministro da [Fazenda] Fernando Haddad uma certa tranquilidade”, disse Lula, em evento promovido pela empresa de comércio eletrônico Mercado Livre.
Trump ameaça China com tarifas adicionais de 50% após Pequim retaliar
terça-feira, 7 de janeiro de 2025
Venezuela rompe com Paraguai e acusa Argentina de desestabilizar país
Lucas Pordeus León - Repórter da Agência Brasil


sábado, 7 de janeiro de 2017
O Isolamento dos EUA, por Noam Chomsky
sábado, 26 de dezembro de 2015
O recado dos EUA e da UE para seus capachos antinacionalistas latino-americanos: “Façam o que dissermos. Não o que fazemos
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
Uma breve história da luta da grande mídia contra os interesses nacionais
domingo, 8 de setembro de 2013
Os AMX, os Sukhoi e os EUA
Se os Estados Unidos são capazes, do ponto de vista moral, de espionar até o email dos outros, como o mais vulgar fofoqueiro de escritório ou hacker ladrão de senha de banco e de cartão de crédito, imagine-se o que não fariam com os códigos-fonte dos novos caças brasileiros, e o que não fazem, por meio das empresas (próprias e originárias de outros países da OTAN), que trabalham na indústria de “brasileira” de defesa. Leia a íntegra no Blog do Mauro Santayana
sexta-feira, 20 de julho de 2012
Governo americano autorizou venda de armas que reprimem a primavera árabe
Por Zach Toombs e R. Jeffrey Smith, da iWatch News
domingo, 4 de setembro de 2011
Grande imprensa reconhece que a origem da crise global da dívida é o salvamento de bancos
O Jornal O Globo de hoje [4/9] traz reportagem reconhecendo um fato já
largamente comentado em edições anteriores deste boletim: que a causa da
crise global da dívida é o salvamento do setor financeiro pelos
Estados. Conforme mostra a notícia, os governos já destinaram US$ 12,4
trilhões para “limpar os estragos provocados por grandes bancos globais”, o que fez as dívidas públicas explodirem.quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Amorim: a pedra no meio do caminho
domingo, 7 de agosto de 2011
A crise da dívida dos EUA
Por Maria Lúcia Fattorelli
Sabemos que o endividamento público é um importante instrumento de financiamento dos Estados, por isso todas as nações são autorizadas a endividar, dentro de certos limites e condições. As dívidas contraídas deveriam aportar recursos aos cofres públicos, complementando os recursos arrecadados por meio de tributos, de forma que o Estado possa cumprir seu papel e garantir vida digna ao seu povo.
Não é de hoje que estudos, auditorias e investigações denunciam que a dívida pública, ao invés de aportar recursos ao Estado, vem desviando recursos (que deveriam se destinar a áreas sociais) para o pagamento de juros e amortizações de uma dívida cuja contrapartida não se conhece, pois não existe a devida transparência.
Assim, o problema central é que o instrumento do endividamento público tem sido utilizado como um sistema de desvio de recursos públicos que, para operar, conta com arcabouço de privilégios e possui diversas ramificações que constituem o que batizamos de “Sistema da Dívida”.







