Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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terça-feira, 24 de outubro de 2017

No HRG, elemento desalmado e esquisitão mata o PAI, fere a mãe e promete voltar logo para terminar o serviço (republicação)

Segunda, 23 de outubro de 2017
Matéria originalmente postada aqui no Gama Livre nesta segunda (23/10) às 12h53
Arquivo gamalivre.com.br

Insegurança total no HRG, o Hospital Regional do Gama.

Como pode um desalmado entrar num hospital público como é o do Gama (ou qualquer outro), um dos maiores do DF e até há poucos anos um dos melhores do país em estrutura, equipamentos, quadro médico, fazer umas desgraceiras dessas? Matar o PAI, e depois de deixar por muito tempo a mãe abandonada num leito de UTI, partir para cima com fúria para assassiná-la?

Pois isso aconteceu, e está acontecendo —pois a mãe ainda respira com ajuda de aparelho— no velho e querido Hospital Regional do Gama.

Esse filho de uma “santa” (entre aspas), esse desalmado, esse errático, esse trapalhão, esse governo do DF (falei governo, não confunda com outra coisa), matou o PAI, feriu a mãe e tem cara de que depois disso tudo vai ao cinema e ao circo. E talvez a alguma OS.

É isso!

Depois de no final de março e início de abril deste ano da Graça do Senhor, 2017, matar o PAI, isto é, o Pronto Atendimento Infantil do HRG, que tantos garotos salvou, agora é a mãe que será morta pelo desalmado. Dá para alguém de bom senso entender como razoável sequer o fechamento de um Pronto Atendimento Infantil num hospital? Não dá. O fechamento é de uma insensatez atroz. O PAI está morto, assassinado, mas pode, quem sabe, ressuscitar um dia, quando o elemento desalmado receber uma alma justa.

Chamo mãe aqui, ao Centro Obstétrico do HRG. Pois é no Centro Obstétrico que cerca de 650 a 700 parturientes parem seus amados filhos. Esse é o número médio mensal de partos no HRG. Então, num sentido figurado, podemos muito bem dizer que a unidade do centro obstétrico é uma mãe sim. E quem a quer matar é um elemento desalmado. Desalmado é o governo do DF em matar o PAI e está na ânsia de matar a mãe, a unidade Centro Obstétrico (CO). Quer fechar, está fechando. Vai se deixar que mais este assassinato aconteça?

E numa história mal contada, de vai e vem, numa hora o elemento desalmado se irrita e distribui documento à imprensa dizendo que não é “verídica” (mentirosa, portanto) a veiculação de informações que apontam o fechamento do Centro Obstétrico (CO) do Hospital Regional do Gama. Depois, ainda não passados sequer 22 dias de tal desmentido, aparece vomitando uma tonelada de dados, a maioria desconexa com o documento anteriormente distribuído à imprensa e desconexa com o HRG, documento ainda hoje (23/10) encontrado no site mantido pelo elemento desalmado (ver aqui, e tomara que não corram e excluam da internet). As golfadas de dados, de estatísticas embaraçadas, tentam justificar a motivação do elemento desalmado em voltar para dar o tiro final na mãe, na unidade do Centro Obstétrico do HRG.

E que Deus interceda pelo PAI e pela Mãe do HRG!
Memória:

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

No HRG, elemento desalmado e esquisitão mata o PAI, fere a mãe e promete voltar logo para terminar o serviço

Segunda, 23 de outubro de 2017
Arquivo gamalivre.com.br

Insegurança total no HRG, o Hospital Regional do Gama.

Como pode um desalmado entrar num hospital público como é o do Gama (ou qualquer outro), um dos maiores do DF e até há poucos anos um dos melhores do país em estrutura, equipamentos, quadro médico, fazer umas desgraceiras dessas? Matar o PAI, e depois de deixar por muito tempo a mãe abandonada num leito de UTI, partir para cima com fúria para assassiná-la?

Pois isso aconteceu, e está acontecendo —pois a mãe ainda respira com ajuda de aparelho— no velho e querido Hospital Regional do Gama.

Esse filho de uma “santa” (entre aspas), esse desalmado, esse errático, esse trapalhão, esse governo do DF (falei governo, não confunda com outra coisa), matou o PAI, feriu a mãe e tem cara de que depois disso tudo vai ao cinema e ao circo. E talvez a alguma OS.

É isso!

Depois de no final de março e início de abril deste ano da Graça do Senhor, 2017, matar o PAI, isto é, o Pronto Atendimento Infantil do HRG, que tantos garotos salvou, agora é a mãe que será morta pelo desalmado. Dá para alguém de bom senso entender como razoável sequer o fechamento de um Pronto Atendimento Infantil num hospital? Não dá. O fechamento é de uma insensatez atroz. O PAI está morto, assassinado, mas pode, quem sabe, ressuscitar um dia, quando o elemento desalmado receber uma alma justa.

Chamo mãe aqui, ao Centro Obstétrico do HRG. Pois é no Centro Obstétrico que cerca de 650 a 700 parturientes parem seus amados filhos. Esse é o número médio mensal de partos no HRG. Então, num sentido figurado, podemos muito bem dizer que a unidade do centro obstétrico é uma mãe sim. E quem a quer matar é um elemento desalmado. Desalmado é o governo do DF em matar o PAI e está na ânsia de matar a mãe, a unidade Centro Obstétrico (CO). Quer fechar, está fechando. Vai se deixar que mais este assassinato aconteça?

E numa história mal contada, de vai e vem, numa hora o elemento desalmado se irrita e distribui documento à imprensa dizendo que não é “verídica” (mentirosa, portanto) a veiculação de informações que apontam o fechamento do Centro Obstétrico (CO) do Hospital Regional do Gama. Depois, ainda não passados sequer 22 dias de tal desmentido, aparece vomitando uma tonelada de dados, a maioria desconexa com o documento anteriormente distribuído à imprensa e desconexa com o HRG, documento ainda hoje (23/10) encontrado no site mantido pelo elemento desalmado (ver aqui, e tomara que não corram e excluam da internet). As golfadas de dados, de estatísticas embaraçadas, tentam justificar a motivação do elemento desalmado em voltar para dar o tiro final na mãe, na unidade do Centro Obstétrico do HRG.
E que Deus interceda pelo PAI e pela Mãe do HRG!
Memória:

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Caos intencional no Centro Obstétrico do HRG? Em marcha o fechamento do CO do Hospital Regional do Gama

Quarta, 26 de julho de 2017
Acompanhante dorme no chão ao lado da cama em que está a mulher amada. Imagem de vídeo gravado em 24/7/2017.

Abaixo, vídeo onde se vê um acompanhante de paciente dormindo no chão ao lado do leito da mulher, em 24/7/2017, no Centro Obstétrico do Hospital Regional do Gama (HRG). Servidores do hospital, pacientes e acompanhantes, acreditam que o caos, com a dramática carência de materiais, equipamentos, roupas, médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem, se acelerou nas últimas semanas para, possivelmente, reforçar o discurso do governo do DF em fechar a obstetrícia do HRG, transferindo-a para o HRSM, Hospital Regional de Santa Maria, que fica em outra região administrativa do DF.


O vídeo foi gravado em 24/7/2017 pelo marido de uma paciente que estava internada no Centro Obstétrico do HRG. Mais notícias sobre o fechamento deste Centro Obstétrico podem ser acessadas nos links no final desta postagem.

As fotos abaixo foram tiradas em 25/7/2017 por parentes de mulheres internadas no Centro Obstétrico do HRG.

Acompanhante 'quebra o galho' e conserta a cama em que mulher vai ter bebê. Foto: 25/7/2017.


Mulheres em trabalho de parto ficam sentadas em bancos à espera de vagas em leitos. Observe que todas elas estão com roupas improvisadas com o conhecido tecido TNT. Foto de 25/7/2017.


Acompanhante só pode sentar ou deitar na cama da paciente. Ou no chão. Foto de 25/7/2017.


Entenda o caso:

terça-feira, 25 de julho de 2017

De panelaços, paneleiros, fechamento do Centro Obstétrico do HRG, e da gracinha sem graça do secretário de saúde na Região de Santa Maria e Gama (republicado)

Domingo, 23 de julho de 2017
O texto abaixo foi publicado originariamente no BlogGama Livre às 13h18 do dia 23 de julho de 2017.


Foto ilustrativa: Tania Rego/Agencia Brasil. Clique na imagem para ampliá-la.
Não bastasse o caos implantado na rede pública de saúde pela gestão Rollemberg e sua equipe, agora se partiu para um desrespeito explícito contra os servidores, contra os conselheiros regionais de saúde e, pasmem, contra a própria população.

Os mais recentes episódios na Região Sul de Saúde, que compreende Gama e Santa Maria, ocorreram na última quinta-feira (20/7) e tiveram como local o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM).

Vamos a um desses episódios

Acompanhado por, pelo menos, 7 auxiliares gestores, o secretário de saúde do governo Rollemberg, Humberto Fonseca, esteve no HRSM para reunião com médicos ginecologistas dessa unidade de saúde.

Mas eis que ao ser visto por funcionários do hospital, uma das servidoras o interpelou sobre quando ele pagaria o dinheiro das horas extras que o governo está devendo ao pessoal da saúde.

Num misto de arrogância, desprezo, atitude humilhante, contra os servidores, mas prenhe de sem-gracice, declarou:

— Deixa eu ver se tenho aqui na carteira.

Este é o tipo de dirigente que, geralmente, temos ao volante da saúde pública do DF. Certamente por isso, é que a saúde vive de batidas, trombadas, derrapadas, capotadas, sinistros. Fazendo como vítimas, algumas fatais, pessoas que usam (melhor dizer, tentam usar) os serviços da rede pública.

E o pior é que diante dessa piadinha da maior sem-gracice, o chefe Rollemberg nada falou (pelo menos publicamente), quando se esperaria de qualquer governador a exoneração do secretário, até antes deste retornar de Santa Maria ao Plano Piloto de Brasília. Verdade que Rollemberg não estava presente. Mas que soube, soube.

De acordo com informações, a piadinha sem graça, mas humilhante, produziu, em pelo menos alguns dos 7 auxiliares de sua majestade o secretário, risos. Lamentável esse tipo de solidariedade ao chefe. Se é que isso possa ser chamado de solidariedade e não de outra coisa. A seguir uma foto do secretário e seu séquito no HRSM no último dia 20 de julho.

Clique na imagem para ampliá-la.
Da direita para a esquerda: Robledo de Souza Leão Lacerda, superintendente da Região de Saúde Sul; Ismael Alexandrino, Secretário-adjunto de Gestão em Saúde; José Macedo, diretor do HRG; Humberto Fonseca, secretário de saúde do DF; Igor Dourado, diretor do HRSM, tendo ao seu lado Kenisse Dourado, assessora do superintendente da Região de Saúde Sul; Daniel Seabra Resende Castro Correa, Secretário-Adjunto de Assistência à Saúde (atrás); e por fim, na extremidade direita, Átilas, diretor administrativo da Superintendência de Saúde da Região Sul.

Agora falemos da reunião do último dia 19 do Conselho de Saúde do Gama,  que não passou de um 'panelaço geral'; os conselheiros 'paneleiros' e, pasmem, o povo 'paneleiro'. A absurda opinião do secretário de Saúde do governo Rollemberg.

Coisa que começa com uma situação dessa (o caso do “Deixa eu ver se tenho aqui na carteira”), não pode terminar em coisa que preste. E terminou sem prestar.

E acabou em situação deplorável. Em reunião (e paredes tem ouvido, e celular gravador), ainda no dia 20 de julho, com a equipe médica do Centro Obstétrico do HRSM, o secretário de saúde teria feito (segundo as nossas fontes, ele fez) comentários grosseiros, desrespeitosos, descabidos, contra o Conselho Regional de Saúde do Gama, que no dia anterior, 19 de julho, realizou uma reunião que, iniciada pela manhã, terminou por volta das 14h27. Esta reunião aconteceu no auditório do Centro de Ensino Especial do Gama.

Num momento de possível destempero, disse o secretário na reunião do HRSM que o CO do Gama seria fechado sim. Era a decisão do governo. Que aquela decisão do dia 19, e que proibiu o fechamento do Centro Obstétrico do Gama, foi um PANELAÇO. Coisa de PANELEIROS. Dessa forma, atingidos pelo destempero, foram os conselheiros, os funcionários, e...o povo presente à reunião.

Entenda o caso

No último dia 19 de julho, quarta-feira da semana que passou, foi realizada uma reunião importante e concorrida. Discutiu e DECIDIU sobre o Centro Obstétrico do Hospital Regional do Gama, o HRG. Tal centro vem sendo já há algum tempo ameaçado de fechamento pelo governo Rollemberg. O hospital já sofre com o fechamento definitivo do Pronto Atendimento Infantil (PAI).

Agora era o Centro Obstétrico que estava (e continua a estar) ameaçado de fechamento. Tal ameaça provocou uma reunião do Conselho Regional de Saúde do Gama, em que esteve também presentes muitos moradores. Direito a voz e voto têm os conselheiros que representam o gestor, o trabalhador da saúde e o usuário dos serviços públicos de saúde. Aos moradores presentes na reunião, a voz.

A decisão do Conselho Regional de Saúde

Moradores usaram a palavra questionando os argumentos dos gestores e protestaram contra o fechamento do Centro Obstétrico do HRG. Os vários gestores, que são também conselheiros, e que fizeram uso da palavra não conseguiram demonstrar a razoabilidade do cerramento das atividades do CO. Até argumentos conflitantes entre eles foram expostos. Já os conselheiros representantes dos servidores e dos usuários, foram claros, e convincentes ao defenderem a proibição do fechamento do Centro Obstétrico.

Mas como assinalado mais acima, direito a voto só tem os conselheiros (representantes do gestor, dos servidor, do usuário). Como ficava cada vez mais claro que venceria a proposta apresentada ao Conselho pela proibição do fechamento do Centro Obstétrico do HRG, mesmo no casos que ocorra algum tipo de manutenção, vários  conselheiros do seguimento Gestor, foram caindo fora da reunião. Os poucos que ficaram, se abstiveram na hora do voto. E a SOBERANA decisão aprovada pelo Conselho Regional de Saúde do Gama proibiu que se feche o CO. Foi contra essa sensata, e indispensável, decisão que se insurgiu o secretário de saúde do governo Rollemberg. E que gerou os comentários feitos no dia seguinte em reunião com a equipe médica do Centro Obstétrico do HRSM.

Duas coisas temos plena convicção até porque lá estivemos e vimos o que aconteceu. A reunião do Conselho Regional de Saúde do Gama NÃO FOI UM PANELAÇO. Ponto. Os conselheiros que defenderam e votaram pela proibição de se fechar o Centro Obstétrico do Hospital Regional do Gama NÃO SÃO PANELEIROS. Ponto. O povo presente à reunião também NÃO É PANELEIRO. Ponto!
===========

Leia também e saiba mais:

Mulher, vá parir noutro lugar!!! GDF vai fechar o Centro Obstétrico do HRG. Reaja!

Mulheres correm enorme perigo se precisarem parir no HRG ou HRSM neste final de semana. Centros Obstétricos funcionarão precariamente

Parir no Centro Obstétrico do HRG é um sagrado direito da mulher, decide o Conselho Regional de Saúde do Gama ao proibir o fechamento da unidade. Mas vigiar é preciso

Pacientes, comunidade e trabalhadores evitam fechamento do centro obstétrico do HRG

domingo, 23 de julho de 2017

De panelaços, paneleiros, fechamento do Centro Obstétrico do HRG, e da gracinha sem graça do secretário de saúde na Região de Santa Maria e Gama

Domingo, 23 de julho de 2017

Foto ilustrativa: Tania Rego/Agencia Brasil. Clique na imagem para ampliá-la.

Não bastasse o caos implantado na rede pública de saúde pela gestão Rollemberg e sua equipe, agora se partiu para um desrespeito explícito contra os servidores, contra os conselheiros regionais de saúde e, pasmem, contra a própria população.

Os mais recentes episódios na Região Sul de Saúde, que compreende Gama e Santa Maria, ocorreram na última quinta-feira (20/7) e tiveram como local o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM).

Vamos a um desses episódios

Acompanhado por, pelo menos, 7 auxiliares gestores, o secretário de saúde do governo Rollemberg, Humberto Fonseca, esteve no HRSM para reunião com médicos ginecologistas dessa unidade de saúde.

Mas eis que ao ser visto por funcionários do hospital, uma das servidoras o interpelou sobre quando ele pagaria o dinheiro das horas extras que o governo está devendo ao pessoal da saúde.

Num misto de arrogância, desprezo, atitude humilhante, contra os servidores, mas prenhe de sem-gracice, declarou:

— Deixa eu ver se tenho aqui na carteira.

Este é o tipo de dirigente que, geralmente, temos ao volante da saúde pública do DF. Certamente por isso, é que a saúde vive de batidas, trombadas, derrapadas, capotadas, sinistros. Fazendo como vítimas, algumas fatais, pessoas que usam (melhor dizer, tentam usar) os serviços da rede pública.

E o pior é que diante dessa piadinha da maior sem-gracice, o chefe Rollemberg nada falou (pelo menos publicamente), quando se esperaria de qualquer governador a exoneração do secretário, até antes deste retornar de Santa Maria ao Plano Piloto de Brasília. Verdade que Rollemberg não estava presente. Mas que soube, soube.

De acordo com informações, a piadinha sem graça, mas humilhante, produziu, em pelo menos alguns dos 7 auxiliares de sua majestade o secretário, risos. Lamentável esse tipo de solidariedade ao chefe. Se é que isso possa ser chamado de solidariedade e não de outra coisa. A seguir uma foto do secretário e seu séquito no HRSM no último dia 20 de julho.

Clique na imagem para ampliá-la.
Da direita para a esquerda: Robledo de Souza Leão Lacerda, superintendente da Região de Saúde Sul; Ismael Alexandrino, Secretário-adjunto de Gestão em Saúde; José Macedo, diretor do HRG; Humberto Fonseca, secretário de saúde do DF; Igor Dourado, diretor do HRSM, tendo ao seu lado Kenisse Dourado, assessora do superintendente da Região de Saúde Sul; Daniel Seabra Resende Castro Correa, Secretário-Adjunto de Assistência à Saúde (atrás); e por fim, na extremidade direita, Átilas, diretor administrativo da Superintendência de Saúde da Região Sul.

Agora falemos da reunião do último dia 19 do Conselho de Saúde do Gama,  que não passou de um 'panelaço geral'; os conselheiros 'paneleiros' e, pasmem, o povo 'paneleiro'. A absurda opinião do secretário de Saúde do governo Rollemberg.

Coisa que começa com uma situação dessa (o caso do “Deixa eu ver se tenho aqui na carteira”), não pode terminar em coisa que preste. E terminou sem prestar.

E acabou em situação deplorável. Em reunião (e paredes tem ouvido, e celular gravador), ainda no dia 20 de julho, com a equipe médica do Centro Obstétrico do HRSM, o secretário de saúde teria feito (segundo as nossas fontes, ele fez) comentários grosseiros, desrespeitosos, descabidos, contra o Conselho Regional de Saúde do Gama, que no dia anterior, 19 de julho, realizou uma reunião que, iniciada pela manhã, terminou por volta das 14h27. Esta reunião aconteceu no auditório do Centro de Ensino Especial do Gama.

Num momento de possível destempero, disse o secretário na reunião do HRSM que o CO do Gama seria fechado sim. Era a decisão do governo. Que aquela decisão do dia 19, e que proibiu o fechamento do Centro Obstétrico do Gama, foi um PANELAÇO. Coisa de PANELEIROS. Dessa forma, atingidos pelo destempero, foram os conselheiros, os funcionários, e...o povo presente à reunião.

Entenda o caso

No último dia 19 de julho, quarta-feira da semana que passou, foi realizada uma reunião importante e concorrida. Discutiu e DECIDIU sobre o Centro Obstétrico do Hospital Regional do Gama, o HRG. Tal centro vem sendo já há algum tempo ameaçado de fechamento pelo governo Rollemberg. O hospital já sofre com o fechamento definitivo do Pronto Atendimento Infantil (PAI).

Agora era o Centro Obstétrico que estava (e continua a estar) ameaçado de fechamento. Tal ameaça provocou uma reunião do Conselho Regional de Saúde do Gama, em que esteve também presentes muitos moradores. Direito a voz e voto têm os conselheiros que representam o gestor, o trabalhador da saúde e o usuário dos serviços públicos de saúde. Aos moradores presentes na reunião, a voz.

A decisão do Conselho Regional de Saúde

Moradores usaram a palavra questionando os argumentos dos gestores e protestaram contra o fechamento do Centro Obstétrico do HRG. Os vários gestores, que são também conselheiros, e que fizeram uso da palavra não conseguiram demonstrar a razoabilidade do cerramento das atividades do CO. Até argumentos conflitantes entre eles foram expostos. Já os conselheiros representantes dos servidores e dos usuários, foram claros, e convincentes ao defenderem a proibição do fechamento do Centro Obstétrico.

Mas como assinalado mais acima, direito a voto só tem os conselheiros (representantes do gestor, dos servidor, do usuário). Como ficava cada vez mais claro que venceria a proposta apresentada ao Conselho pela proibição do fechamento do Centro Obstétrico do HRG, mesmo no casos que ocorra algum tipo de manutenção, vários  conselheiros do seguimento Gestor, foram caindo fora da reunião. Os poucos que ficaram, se abstiveram na hora do voto. E a SOBERANA decisão aprovada pelo Conselho Regional de Saúde do Gama proibiu que se feche o CO. Foi contra essa sensata, e indispensável, decisão que se insurgiu o secretário de saúde do governo Rollemberg. E que gerou os comentários feitos no dia seguinte em reunião com a equipe médica do Centro Obstétrico do HRSM.

Duas coisas temos plena convicção até porque lá estivemos e vimos o que aconteceu. A reunião do Conselho Regional de Saúde do Gama NÃO FOI UM PANELAÇO. Ponto. Os conselheiros que defenderam e votaram pela proibição de se fechar o Centro Obstétrico do Hospital Regional do Gama NÃO SÃO PANELEIROS. Ponto. O povo presente à reunião também NÃO É PANELEIRO. Ponto!
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Leia também e saiba mais:

Mulher, vá parir noutro lugar!!! GDF vai fechar o Centro Obstétrico do HRG. Reaja!

Mulheres correm enorme perigo se precisarem parir no HRG ou HRSM neste final de semana. Centros Obstétricos funcionarão precariamente

Parir no Centro Obstétrico do HRG é um sagrado direito da mulher, decide o Conselho Regional de Saúde do Gama ao proibir o fechamento da unidade. Mas vigiar é preciso

Pacientes, comunidade e trabalhadores evitam fechamento do centro obstétrico do HRG

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Parir no Centro Obstétrico do HRG é um sagrado direito da mulher, decide o Conselho Regional de Saúde do Gama ao proibir o fechamento da unidade. Mas vigiar é preciso

Quinta, 20 de julho de 2017
Do Gama Livre
Por Taciano
Em reunião que durou em torno de quatro horas, o Conselho Regional de Saúde do Gama (CRSG), em decisão histórica, decidiu ontem (19/7) proibir que seja fechado o Centro Obstétrico do Hospital Regional do Gama (HRG). Gato escaldado, dizem, tem medo de água fria. E escaldada está toda a comunidade do Gama, depois da “reforma” e fechamento definitivo do Pronto Atendimento Infantil (PAI) do HRG.

A reunião desta quarta-feira, como toda reunião ordinária de Conselho Regional de Saúde, é aberta à população, que tem direito à voz. Já o voto é prerrogativa exclusiva dos membros do conselho.

A convocação do Conselho Regional de Saúde do Gama (CRSG) foi para discutir e decidir sobre o fechamento do Centro Obstétrico do Gama e a transferência do atendimento a parturientes e seus bebês para o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM).

Gato escaldado tem medo de água fria

Assunto explosivo, até pelo desastroso caso ocorrido no final do ano passado e início do atual ano de 2017 com o Pronto Atendimento Infantil (PAI) do mesmo HRG. Fechado em outubro de 2016, “reabriu” em fevereiro com festa, descerramento de placa, discursos (vazios, mas discursos). Pouco mais de um mês após a festa, foi fechado definitivamente, prejudicando milhares de crianças e suas famílias. Ainda hoje vemos mães carregando nos braços suas crianças doentes se dirigirem ao PAI do HRG. Cara na porta e choro. Das crianças e das mães. E peregrinação por outros hospitais. E, certamente, algumas mortes.

Mas o foco desta postagem é o Centro Obstétrico do HRG. Então vamos lá.

A partir do último sábado (15/7), o assunto fechamento do Centro Obstétrico do HRG virou notícia, inclusive na internet. Blogues, sites, jornais e redes de TV etc. explodiram para a população o risco do fechamento dessa unidade do hospital. Anteriormente, reuniões entre as equipes do HRSM e HRG ocorreram para tratar do fechamento e da consequente transferência de parturientes e bebês para o hospital de Santa Maria (HRSM). A última dessas reuniões ocorreu na quinta da semana passada, 13 de julho (veja aqui).

Mas como tudo feito em segredo sempre vem a público, o assunto tomou as ruas, sacudiu a população, preocupou as pessoas, principalmente as do Gama. Começou, então, a reação. Inclusive, se percebeu isso da parte do Conselho Regional de Saúde do Gama que estava sendo atropelado, até relativamente ignorado, nessa tomada de decisão estapafúrdia da Secretaria de Saúde do DF. Decisão de tamanha importância e impacto para a comunidade do Gama, e também de Santa Maria, visto que o HRSM sofreria as consequências de uma super demanda de pacientes no centro obstétrico.

Durante a reunião de ontem (19/7) do Conselho Regional de Saúde do Gama, deu para notar de modo cristalino que tanto a comunidade presente e a maioria dos conselheiros —a totalidade dos conselheiros representantes dos servidores e usuários do sistema público de saúde— não engoliram a pílula amarga, e falsamente dourada, das explicações do governo. Os gestores do GDF até que tentaram explicar. Mas tem hora que explicar o inexplicável não funciona.

Em que pese o pequeno, vago, e impreciso texto enviado pelo governo do DF a alguns órgãos de imprensa, incluídos blogues e sites, tentando convencer de que o Centro Obstétrico não fecharia, quase ninguém  na reunião de ontem (19/7) no Gama levou a séria as informações de tal release e, também, as colocações daqueles membros do CRSG representantes do GDF.

Por isso falamos em “quase ninguém”. É porque é necessário dar algum crédito à sinceridade de opinião de representantes da gestão do governo do DF no CRSG. É possível que alguns desses realmente acreditassem no que ali era dito, ou dizia, seguindo a orientação da administração do sistema público de saúde.

Depois de quase quatro horas de discussão, e até alguns empurrões de um grupo de pessoas —verdade que fora do auditório— contra orador que fez críticas contundentes e sugeriu até que a comunidade teria que ir para a rua, para a frente do HRG, defender o não fechamento do Centro Obstétrico, chegou a hora dos conselheiros decidir. E por maioria absoluta, decidiu historicamente, e bravamente, proibir que a Secretaria de Saúde do governo Rollemberg, feche, mesmo quando da realização de alguma reforma, o Centro Obstétrico do Hospital Regional do Gama.

Decidido, agora é hora do Conselho Regional de Saúde do Gama vigiar. Vigiar é preciso.

Parir com dignidade, segurança, conforto, toda mulher merece. Pois parir é um ato de amor, um ato divino. Há gente que acha que não. Mas é!

terça-feira, 18 de julho de 2017

Vídeo denúncia sobre a situação do Centro Obstétrico do HRG, que pode ser fechado pelo governo do DF

Terça, 18 de julho de 2017
Vídeo gravado hoje (18/7) às 19 horas pelo professor Edgard Vasconcelos, filho e morador do Gama.

Em que pese notinha oficial do governo dizendo que seriam inverídicas as notícias de que o Centro Obstétrico do HRG poderia ser fechado pelo governo, a nota, e também a pauta da reunião desta quarta (19/7) do Conselho Regional de Saúde do Gama,  em essência, confirmam a ameaça.


Mas veja o vídeo acima, uma denúncia feita hoje à noite na porta do Centro Obstétrico do HRG. Vale a pena assistir até o final. É um diagnóstico da doença que acomete o Centro Obstétrico. E que infecciona a saúde pública no DF. 

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Memória:

Mulher, vá parir noutro lugar!!! GDF vai fechar o Centro Obstétrico do HRG. Reaja!

Hospital do Gama: previsão de fechamento preocupa gestantes

Terça, 18 de julho de 2017
Do Jornal de Brasília
Com a reforma do Centro Obstétrico, partos devem ser suspensos na unidade
Maternidade- Gama Foto:Kléber Lima
João Paulo Mariano
redacao@jornaldebrasilia.com.br

Antes mesmo de ser colocado em prática, o fechamento do Centro Obstétrico do Hospital Regional do Gama (HRG) preocupa as gestantes e suas famílias. Até porque o local não conta mais com o atendimento infantil, como ocorria antes. De acordo com a Secretaria de Saúde, existe um projeto de reforma do espaço, sem data para início, que deve interromper as atividades.
A operadora de telemarketing Gabriella Moura, 31 anos, está grávida de 41 semanas de Rafael e comemora a proximidade do nascimento do filho. Na semana passada, ela soube da previsão fechamento e se preocupa com as mulheres que entrarão em trabalho de parto nos próximos meses, pois não terão esse apoio no Gama.
A mulher mora na cidade vizinha, Santa Maria, e reclama que não conseguiu atendimento no hospital de lá, porque só gestantes de alto risco recebem atenção médica. “Eu não tenho plano de saúde. Quem tem não se preocupa. Mas quem não tem faz o quê? É um absurdo”, relata Gabriella, no aguardo do segundo filho.
A modificação no HRG foi discutida em uma reunião na quarta-feira passada entre a direção do hospital e a Superintendência da Região de Saúde Sul. O diretor do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Brasília (Sindsaúde-DF), Marcos Rogério, relata que os servidores não estão satisfeitos com a situação e procuraram a entidade para uma intermediação junto ao GDF.
Rogério explica que a demanda é muito grande para a região sul do DF, devido à presença dos moradores de cidades de Região Metropolitana, como Valparaíso (GO) e Cidade Ocidental (GO). Desse modo, o fechamento tornará o atendimento ainda mais deficiente. Ele ainda aponta a quantidade de partos no HRG: cerca de 700 por mês.
O Sindsaúde avalia que essa nova ação vai trazer ainda mais problemas para o serviço público, que já apresenta diversas complicações. Está marcada uma reunião da Superintendência da Região Sul amanhã para discutir esse assunto, com a possibilidade de transferência provisória do Centro Obstétrico do HRG para o Hospital de Santa Maria.
Versão oficial
Em nota, a Secretaria de Saúde informa que existe um projeto para reforma do Centro Obstétrico do HRG “de modo a oferecer melhor assistência”. No entanto, ainda não há definição de quando as obras terão início. A pasta esclarece que, quando o projeto for finalizado, trabalhará num fluxo para atendimento da demanda do HRG, para somente então iniciar as obras. Até o presente momento, o CO segue aberto e funcionando dentro da normalidade.
Em relação ao atendimento às gestantes, o HRG é a unidade da região sul responsável pelo atendimento de partos de riscos eventuais, e o HRSM pelos partos de alto risco – além de atender as pessoas das cidades da Região Metropolitana vizinhas.
Maternidade- Gama  Gabriela Moura Foto: Kléber Lima
Maternidade- Gama
Gabriela Moura
Foto: Kléber Lima
Pediatria comprometida
Luziânia (GO) é uma das cidades da Região Metropolitana que direcionam muitos pacientes para o Gama. Mauro Rubens, 30, e sua família são alguns deles. Segundo o mecânico, no município goiano não há como procurar atendimento para a esposa, grávida de 39 semanas. O jeito é vir para o DF.
Ele lembra que o atendimento no HRG nem sempre foi assim. Antigamente, para o mecânico, o atendimento infantil tinha muita qualidade. Neste ano, a pediatria do Gama foi fechada, pela segunda vez, depois de pouco mais de um mês de funcionamento. Antes disso, o espaço ficou seis meses sem nenhum atendimento ao público. À época do fechamento, a Secretaria de Saúde explicou que, apesar de mais de 20 médicos terem sido contratados, a maior parte pediu exoneração do hospital.
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sábado, 15 de julho de 2017

Mulher, vá parir noutro lugar!!! GDF vai fechar o Centro Obstétrico do HRG. Reaja!

Sábado, 15 de julho de 2017
Foto ilustrativa. Defensoria Pública do RGS.

Está em curso mais uma maldade do Governo Rollemberg contra as populações do Gama e Santa Maria.

A Secretaria de Saúde do DF vai fechar o Centro Obstétrico (CO) do Hospital Regional do Gama. Chegou-se a aventar a alternativa de se cerrar (com c) as portas do CO de Santa Maria. Mas pelo que aconteceu ultimamente, inclusive na última reunião entre as equipes dos dois hospitais, o fechamento será no HRG.

Lembremos que o GDF no final de 2016 fechou o PAI (Pronto Atendimento Infantil) do HRG. Depois, por pressão da comunidade, que chegou a fazer passeatas, reabriu em fevereiro. Menos de dois meses após a abertura houve novo fechamento. É uma gestão fechadora de serviços da rede pública de saúde.

O principal motivo que se alega para fechar o Centro Obstétrico do HRG é a falta de equipes médica e de enfermagem para a realização dos cerca de 700 partos por mês que as duas unidades realizam. Só no Gama são em torno de 500 mensais.

A precariedade do Centro Obstétrico do Gama revela o total colapso que chegou a unidade com a gestão da saúde do DF.

Informações dão conta que, por inúmeras vezes, nem um banho é possível a parturiente tomar. E como se não bastasse esse absurdo, nesta sexta-feira, ontem, (14/7) —segundo informações passadas ao Gama Livre— completou uma semana que nenhum pediatra visita a enfermaria para dar alta às mães e aos seus bebês. Isso demonstra um desrespeito do governo às parturientes e aos bebês, além de acarretar um custo maior dos serviços e, também, a ocupação desnecessária de leitos que podem fazer falta a outras pacientes. Mas a responsabilidade não deve recair sobre os ombros dos pediatras. Se o quadro é insuficiente, a responsabilidade é de quem? Do governo do DF.

Já o Centro Obstétrico de Santa Maria também não fica atrás. Os lençóis e as roupas usadas pelas pacientes não estão sendo lavadas no HRSM. Este trabalho ocorre nos hospitais do Gama, Paranoá ou outro hospital que aceite lavá-las. Esse fato chegou a ser objeto de matérias em blogues, sites, jornais, emissoras de rádio e de TV.

Após serem lavadas, as roupas são colocadas em sacos, todas misturadas, e transportadas para Santa Maria por funcionários do hospital. Em seguida são separadas e dobradas, mas sem serem mais passadas a ferro. Ficam amarrotadas, claro que bem menos do que a imagem do governo quanto à desastrosa gestão da saúde.

Estima-se que no Centro Obstétrico do Gama são necessários cerca de 42 pediatras, fora a equipe de enfermagem, que ultrapassa esse número.

Uma das três reuniões realizadas com as equipes das unidades de saúde das duas cidades para tratar dos centro obstétricos dos dois hospitais, aconteceu nesta quinta-feira (13/7). Nela as equipes foram orientadas a comunicar a população que o CO do Gama será fechado até o final de julho para reformas que o transformará em Casa de Parto, devendo TODAS as pacientes serem encaminhadas para a unidade de saúde de Santa Maria que tem instalações mais novas. Tal encaminhamento dos pacientes atuais, bem como o encaminhamento de pacientes que batam à porta do HRG para parir, será mais um transtorno para a população, pois não há ambulâncias disponíveis para fazer a transferência.

Ficou bem claro na mente de todos os participantes da reunião de ontem (13/7), mesmo sem que houvesse alguém gravando alguma coisa “nessa porra” (humm!!! Perdão, leitores, por reproduzir o palavrão. Mas, ressalto, o original não foi meu), que a decisão da Secretaria de Saúde do governo Rollemberg é fechar até o final deste mês de julho o Centro Obstétrico do HRG. A mulher que quiser parir, que vá parir no HRSM ou em outra freguesia, decidiu o governo.

Ah! Em reuniões semelhantes a essa acontecida na última quinta (13/7), sempre alguém propõe que haja um "discurso alinhado". Mas o necessário, e republicano, é que sejam alinhados —o discurso e as ações— somente aos interesses da população, das necessidades das parturientes do Gama e, claro, às necessidades dos nossos queridos e amados bebês.

Tudo leva a crer que esta orientação passada (mas possivelmente nem gravada, mesmo que num simples smartphone) à equipe das duas unidades de saúde (HRG e HRSM) falta com a verdade. Explica-se:

1) Uma Casa de Parto requer um número muito maior de equipe de enfermeiras obstetras e de neonatal, cerca de 90 profissionais que realizarão os partos

2) Existem alguns casos de impedimentos para a mulher ter um bebê em uma casa de parto. Dentre tais impedimentos aponta-se as situações em que há gravidez gemelar (de gêmeos), bebê pélvico (sentado), gestante com pressão alta, diabetes, cesária prévia.

3) Grande parte das gestantes que se encontram na área da chamada Região de Saúde Sul, especialmente aquelas que não moram na área urbana do Gama, não fazem o pré-natal completo, fator fundamental para a identificação da existência, ou não, dos impedimentos descritos acima (no parágrafo anterior).

4) O Centro Obstétrico do Hospital Regional de Santa Maria só possui 12 camas de parto, podendo ser ampliadas para 16.  A média de partos diária das duas cidades é de 23. Mas há dias, claro, que ocorrem um número maior de partos. Em outros dias, um número menor. O que a equipe de atendimento fará quando chegarem ao HRSM, por exemplo, 50 gestantes?

Seria muito bom se o secretário de Saúde e o próprio governador do DF respondessem essa pergunta. Mas, claro, sem blá blá blá. Ótimo seria também se o Ministério Público do DF fizesse tal pergunta ao governo.

Parturientes e seus bebês merecem respeito! O povo exige respeito!

Parturientes e bebê unidos, jamais serão vencidos!
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Os links a seguir foram incluídos nesta postagem em 26/11/2017.

Manifesto do Fórum Comunitário do Gama (FComGama) sobre o caos no HRG e centros de saúde

Manifesto do FComGama sobre o caos no HRG e na saúde no Gama foi entregue em 8/11 às autoridades e órgãos de controle 

Comissão Permanente de Educação, Saúde e Cultura da CLDF dá retorno positivo ao Manifesto em defesa do HRG e da saúde pública no Gama. Leia o ofício

 

Acesse pelos links a seguir a memória da estupidez cometida contra o HRG e o Povo do Gama: 

No HRG, elemento desalmado e esquisitão mata o PAI, fere a mãe e promete voltar logo para terminar o serviço

Que o governo é ruim, sabemos. Mas precisava ser tanto assim, Rollemberg? Está exagerando, moço! Obstetrícia do HRG também deve fechar

De panelaços, paneleiros, fechamento do Centro Obstétrico do HRG, e da gracinha sem graça do secretário de saúde na Região de Santa Maria e Gama 

Mulher, vá parir noutro lugar!!! GDF vai fechar o Centro Obstétrico do HRG. Reaja!

Na TV, o caos: Ainda a pediatria e pronto socorro infantil do HRG

Wasny, acompanhado de Juarezão, cobra do governo do DF a reabertura do Pronto Atendimento Infantil do HRG

Na próxima terça (8/11) o Gama volta às ruas em nova manifestação pela reabertura do Pronto Atendimento Infantil (PAI) e Pediatria do HRG. Participe!!!

Rollemberg, respeite Roberta Letícia, que tem apenas um aninho. Reabra imediatamente o Pronto Atendimento Infantil do HRG

HRG e HRSM: Contaminação a todo vapor

Caos intencional no Centro Obstétrico do HRG? Em marcha o fechamento do CO do Hospital Regional do Gama

Vamos parar de presepada, GDF? Continua o caos no Pronto Atendimento Infantil (PAI) do HRG. Criança não pode ficar doente à noite e nem em finais de semana

A luta contra o fechamento da pediatria do HRG. Para a presidente do SindSaúde o fechamento é um plano para justificar a implantação de OSs. “Isso faz parte de um projeto total de desmonte"

Só urina! Por falta de materiais, HRG suspende marcação de exames. Como dizia Jô Soares, 'tira o tubo'

Parir no Centro Obstétrico do HRG é um sagrado direito da mulher, decide o Conselho Regional de Saúde do Gama ao proibir o fechamento da unidade. Mas vigiar é preciso

Mulheres correm enorme perigo se precisarem parir no HRG ou HRSM neste final de semana. Centros Obstétricos funcionarão precariamente

Bonito pra sua cara, né Rollemberg? No HRG, depois de ter bebê mulher é jogada no chão, apenas com um colchonete

Caos no Centro Obstétrico do HRG. Gestante está desde ontem (4/4) por volta do meio-dia e não fazem o parto por falta de leito

Defensoria Pública esteve ontem (4/8) no caos do HRG

O 171 do governo Rollemberg. Pronto Socorro Infantil/Pediatria do HRG continua um caos. Esta noite vai fechar

Presença de reportagem de TV faz Rollemberg desistir de reinaugurar a Clínica Médica e a Cardiologia do HRG

Governador, não enRolle. Retorno imediato da Pediatria e Pai do HRG

A dor de ouvido do governador Rollemberg 

Desabafo sobre a incompetência do governo Rollemberg, que fechou a excelente Pediatria do HRG

Perdão! Errei! Não é só imagem do HRG que não está boa. Na realidade é o caos que se aprofunda em toda a rede de saúde pública do governo do DF

Pacientes, comunidade e trabalhadores evitam fechamento do centro obstétrico do HRG

Falta toner em impressoras do HRG. É o caos da saúde no governo Rollemberg 

Pesadelo! Demissão coletiva de pediatras de contrato temporário do Pronto Atendimento Infantil/Pediatria do HRG. Será apenas um pesadelo?

Reativado o Pronto Atendimento Infantil e a Pediatria do HRG, o caos se mudou para a Obstetrícia (ou permaneceu?) 

Conselhos pedem na Comissão de Saúde e Cultura da CLDF reabertura da Pediatria do HRG Quarta, 25 de outubro de 2017

Laboratório do HRG parou de fazer exames de sangue. Será que Rollemberg vai dizer que a culpa é dos sindicalistas que ‘mentem descaradamente’? Terça, 12 de setembro de 2017

Caos na Pediatria do HRG. Conselheiro regional de saúde faz representação ao Coren-DF (Conselho Regional de Enfermagem) em razão dos altos riscos que correm as crianças internadas Quinta, 31 de agosto de 2017

Que vergonha, governador! O Centro Obstétrico do HRG fechou as portas esta noite e gestante levada às carreiras para o HRSM começou a parir na portaria do hospital de Santa Maria Quarta, 9 de agosto de 2017

Vídeo denúncia sobre a situação do Centro Obstétrico do HRG, que pode ser fechado pelo governo do DF Terça, 18 de julho de 2017

Nada funciona bem? Falha no sistema de informática prejudica atendimento no HRG Segunda, 16 de janeiro de 2017

Breno foi salvo! Jovem de 16 anos quase morre com apêndice supurada e demora no atendimento do HRG  Sábado, 22 de outubro de 2016

Reportagem arrasadora sobre o caos que reina no Hospital Regional do Gama (HRG) Quinta, 13 de outubro de 2016

Reaja, Rollemberg!!! Hospital Regional do Gama (HRG) continua sem reagente para uso em exame de Raios X Segunda, 11 de julho de 2016

Governador, que sua imagem de 'administrador' esteja na UTI é problema seu. Mas pelo amor de Deus, tire o Hospital Regional do Gama da UTI Terça, 3 de outubro de 2017

Tudo como dantes no Quartel de Abrantes. Tudo ainda fechado no Pronto Socorro Infantil e na Pediatria do HRG. Nesta terça (8/11) tem nova manifestação da comunidade Segunda, 7 de novembro de 2016

PAI já! Protesto nesta terça (18/10) pela reabertura do Pronto Socorro Infantil do HRG Segunda, 17 de outubro de 2016

HRG. Caos na saúde do DF: Meu 'chapa' Rollemberg, vê se faz alguma coisa pelo hospital do Gama Segunda, 4 de julho de 2016

Chuva desta quinta (2/11) revela mais ainda o caos no HRG (Hospital Regional do Gama) Terça, 31 de janeiro de 2017

A roupa suja de Rollemberg. Perigo de contaminação no HRG Sexta, 30 de junho de 2017