Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

CPMI do Cachoeira aprova envio de documentos e quebras de sigilo ao Ministério Público

Terça, 18 de dezembro de 2012
A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira aprovou por unanimidade requerimento do relator, deputado Odair Cunha (PT-MG), que prevê a remessa dos documentos recolhidos durante a investigação para o Ministério Público Federal de Goiás e para a Procuradoria Geral da República.

O requerimento foi o primeiro item da pauta por sugestão do deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS). Ele afirmou que o material dará ao Ministério Público condições de aprofundar a investigação, muito além do que foi a Polícia Federal nas operações Vegas e Monte Carlo. "É um volume de informações impressionante", disse Lorenzoni. O deputado afirmou ainda que, apesar das disputas políticas, reconhece que o relator cumpriu o trabalho que foi delegado a ele.

O senador Pedro Taques (PDT-MT) afirmou que essa sugestão é o melhor caminho que se pode chegar no momento. Para ele, o ideal seria a prorrogação dos trabalhos, mas essa proposta foi rejeitada.

A reunião está sendo realizada na sala 2 da ala Nilo Coelho, do Senado.
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CPMI decide votar primeiro o relatório oficial

O presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), decidiu não colocar em votação os votos em separado antes da votação do texto do relator, deputado Odair Cunha (PT-MG). Segundo ele, essa inversão não é permitida pelo regimento.

O deputado Luiz Pitiman (PMDB-DF) havia apresentado ainda requerimento de preferência para que seu relatório fosse votado antes do texto do relator. O relatório de Pitiman, que tem apenas uma página e meia, não cita nenhum nome de investigdo, critica o trabalho da comissão e diz que deve ser feita pelo Ministério Público Federal e pela Polícia Federal.
Ele sugere ainda a criação de uma comissão de deputados e senadores para acompanhar as investigações. Seu relatório, segundo o ele, o deixa com a consciência tranquila por não ter condenado inocentes nem absolvido culpados.

A reunião está sendo realizada na sala 2 da ala Nilo Coelho, do Senado.

Fonte: Agência Câmara