
“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."
(Millôr Fernandes)
quarta-feira, 20 de maio de 2026
Banco Central: “Autonomia” ou Privatização?

quinta-feira, 2 de abril de 2026
Lucro acima de tudo —Com guerra no Irã, refinarias privatizadas por Bolsonaro vendem diesel até 76% mais caro que a Petrobras
Lucro acima de tudo
Com guerra no Irã, refinarias privatizadas por Bolsonaro vendem diesel até 76% mais caro que a Petrobras

Brasil de Fato — São Paulo (SP)
31 de março de 2026
Rodrigo Chagas
Entre 27 de fevereiro e 31 de março, período marcado pela escalada da guerra no Irã e pela disparada do petróleo no mercado internacional, refinarias privatizadas no governo Jair Bolsonaro (PL) elevaram o preço do diesel muito acima da Petrobras.
Já a Refinaria de Mataripe, Landulpho Alves (RLAM), na Bahia, passou a cobrar R$ 6,00, equivalente a um reajuste de 83% em relação ao preço de fevereiro e 64% acima do praticado pela estatal. Os dados foram levantados pelo Instituto Brasileiro de Estudos Políticos e Sociais (Ibeps), com base em informações das próprias empresas.
terça-feira, 21 de dezembro de 2021
Em leilão cercado por falta de transparência, governo entrega áreas do pré-sal por metade do preço
AEPET, com informações da FUP
domingo, 5 de dezembro de 2021
Manifesto mundial pelos serviços públicos
Domingo, 5 de dezembro de 2021
Manifesto mundial pelos serviços públicos
CADTM —Comitê para abolição das dívidas ilegítimas
29 de Outubro por Coletivo
Se preferir beba direto da fonte

Um grupo de mais de 80 organizações de todo o mundo, incluindo membros do CADTM, está a lançar um manifesto apelando ao reforço dos serviços públicos, tais como educação, energia, água e saneamento, alimentação, serviços de saúde e cuidados, habitação, segurança social, telecomunicações, transportes, recolha e eliminação de resíduos. Isto exigirá a redefinição de regras globais, a reorientação das instituições públicas e a reorientação dos governos para a satisfação das necessidades das pessoas e o respeito pelo planeta.
A pandemia Covid-19 mostrou as consequências catastróficas de décadas de privatização neoliberal, mercantilização e financeirização dos serviços públicos. O colapso ecológico e a crise climática são iminentes. Estas crises ameaçam vidas e meios de subsistência, mergulhando milhões na pobreza, causando migrações em massa e criando agitação social e instabilidade política.
O manifesto apela a um novo pacto social que apoie as famílias e comunidades face às crises sistémicas que o mundo enfrenta actualmente. Apela também a governos mais fortes que respondam às necessidades das pessoas e do planeta. Posiciona a governação democrática e o acesso universal a serviços públicos de qualidade como a base de uma sociedade justa e equitativa que implementa os valores fundamentais da solidariedade, igualdade e dignidade humana. Propõe dez princípios para a construção de serviços públicos de qualidade.
sábado, 24 de junho de 2017
Estatizar é preciso, seguindo o exemplo de Paris, Berlim e outras 265 cidades
segunda-feira, 23 de janeiro de 2017
Vão e privatizem a puta que os pariu
Um recado que também deveria ser dado aos governantes e parlamentares do Brasil
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
Nota oficial: CUT e FUP repudiam privatização do pré-sal
Da CUT
Crime de lesa pátria e traição ao povo brasileiro! Com o aval do governo, senado aprova substitutivo ao PLS 131 que tira a petrobrás do PRÉ-SAL
Crime de lesa pátria e traição ao povo brasileiro! Com o aval do governo, senado aprova substitutivo ao PLS 131 que tira a petrobrás do PRÉ-SAL
quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
A indiscutível ditadura dos banqueiros
Por outro lado, segundo a filosofia política e económica, as regras, as disposições e as directivas da União Europeia, que são do mais neoliberal que podia haver, o Estado deve ser a entidade que menos património pode ter. Aliás, nenhum património na posse do Estado seria, para ela, UE, o ideal. Pelo contrário, os privados – pessoas e entidades – podem possuir tudo aquilo a que conseguirem deitar a mão, não havendo outro limite para a possessão a não ser o céu. Tudo deve ser privado, a começar na banca e a terminar no ar (logo que haja tecnologia que torne o desiderato possível), passando pela água.
Mas serão as coisas exactamente assim? Será assim que elas se passam, na prática, para todos nós e para toda a propriedade? Logo veremos que não.
Comecemos pelo caso de um banco e de uma companhia aérea. Nacionalizar um banco que esteja de boa saúde não é possível. Diz a UE que é roubar o banqueiro. Mas nacionalizar um banco falido é coisa perfeitamente aceitável. Os lucros para os banqueiros; os prejuízos para os contribuintes do costume. Porém, assim que nós, os contribuintes, resgatarmos o banco, nele investindo milhares de milhões de euros, ele deverá ser entregue, a qualquer preço, a um novo banqueiro. Aqui, os proprietários de facto – os tributados que salvaram o banco com o dinheiro dos seus impostos – não têm o direito de ser os seus legítimos donos, pois esse direito é consignado a um outro banqueiro privado, ainda que não tenha coberto, sequer, o valor que os contribuintes pagaram (vide BPN [Banco Português de Negócios], por exemplo). Significa que todos os cidadãos foram obrigados a oferecer a outra pessoa o banco que compraram. A isto chama-se um acto de pura espoliação, e por isso, totalmente desconforme com as mais elementares bases e pressupostos não só do direito, mas de um regime democrático. É saque desenfreado. Puro e duro.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
A Fábula Neoliberal
[2] http://bit.ly/1YOIpvM
[3] http://bit.ly/1NVQ8xF
[4] http://bit.ly/1UgFfu3
[5] http://bit.ly/1R8qBG0
[6] http://glo.bo/1IE7Glh
[7] http://bit.ly/1YTxWdl
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
Odebrecht: O preço da água
Da Pública
Agência de Reportagem e Jornalismo Investigativo
sexta-feira, 13 de novembro de 2015
Perguntas que não querem calar
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
Privatizações no DF terão que passar por referendo popular
terça-feira, 18 de agosto de 2015
Da senzala à privatização dos presídios
O caminho é o respeito a uma legislação em vigor desde 1984, a Lei de Execução Penal que assegura o direito ao trabalho como uma forma de remição da pena e de dignificação da pessoa em processo de ressocialização como forma de preparar para o retorno à família e à sociedade produzindo bons frutos e aptos para suprir honestamente seu sustento e de sua família.
segunda-feira, 15 de junho de 2015
Crescimento do subdesenvolvimento






