Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Ministro do STJ decide que OAB não é parte legítima para propor ação contra políticos acusados no "mensalão do DEM"

Segunda, 2 de fevereiro de 2015
Do STJ
O ministro Herman Benjamin, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), manteve decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) que extinguiu a ação civil pública por improbidade administrativa proposta pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil e pela seccional da entidade no Distrito Federal contra políticos supostamente envolvidos em desvio de recursos públicos relacionado ao chamado “mensalão do DEM”.
O TRF1, aplicando entendimento do próprio STJ, concluiu que a OAB não tem legitimidade para a propositura da demanda por não envolver prerrogativas dos advogados nem disposições do Estatuto da Advocacia.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Pandorista, distrital Aylton Gomes tem pedido extinto pelo TJDFT. Condenado em 1ª e 2º instância ele queria suspender condenação por improbidade administrativa

Segunda, 15 de setembro de 2014
Aylton Gomes, um dos deputados distritais envolvidos com o Mensalão do Arruda.
Integrante do partido do ficha suja Arruda (PR), que é o mesmo do condenado no Mensalão do PT, o Valdemar Costa Neto, que dirige o partido de dentro da cadeia, Aylton Gomes foi condenado por improbidade administrativa.
 
Foto: site CLDF
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TJDFT extingue pedido de deputado distrital para suspender efeitos de condenação por improbidade

Do TJDF
O Presidente do TJDFT determinou a extinção e arquivamento da medida cautelar ajuizada pelo deputado distrital Aylton Gomes, com vistas à suspensão dos efeitos de sua condenação por improbidade administrativa. Aylton Gomes foi condenado em 1ª e 2ª Instância por participação no esquema de corrupção no DF, conhecido por Mensalão do DEM.  

O requerimento de suspensão foi feito sob o argumento de que o juiz da 2ª Vara da Fazenda Pública do DF, responsável pela condenação de 1ª Instância, havia sido julgado suspeito pelo Superior Tribunal de Justiça em outra ação referente à Operação Caixa de Pandora, cuja deflagração pela Polícia Federal trouxe à tona o esquema de desvio de dinheiro público. 

Na decisão pela extinção, o presidente afirmou: “Ocorre, todavia, que na angustura do incidente cautelar, com limites estreitos fixados na jurisprudência dos Tribunais Superiores, e sem previsão na legislação processual, tal alegação, por si só, não é suficiente para o deferimento da tutela de urgência. É que, além dos numerosos incidentes de suspeição já ajuizados pelas partes nas instâncias ordinárias, há medidas já requeridas junto às Cortes Superiores para o tratamento da matéria, como mencionado pelo próprio requerente em sua inicial. Desta forma, é de cautela que esta Presidência se abstenha de formular qualquer juízo de mérito sobre o caso, sob pena, inclusive, de usurpação de competência. Ante o exposto, extingo a medida cautelar”. 

Cópia desta decisão será juntada aos autos da ação principal (2011.011026887-0) [clique aqui] , cuja condenação já foi confirmada em grau de recurso pela 2ª Instância.

Processo: 2014002021402-4

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Mensalão do Arruda arrebenta com outra candidatura: TRE nega registro de Aylton Gomes; ele foi condenado em primeira e segunda instâncias por improbidade administrativa

Sexta, 15 de agosto de 2014
Foto: site CLDF
Condenado em primeira e segunda instâncias por improbidade administrativa, o deputado distrital Aylton Gomes (PR) sofreu mais uma derrota na Justiça. Desta vez na Eleitoral. Hoje à noite (15/8) o TRE, por unanimidade de seus desembargadores, negou o seu registro para concorrer à reeleição para a Câmara Legislativa.
Aylton Gomes foi aquele distrital que apareceu na TV quase chorando quando seu governador e líder da época, Roberto Arruda (naquele tempo no DEM), foi trancafiado na Papuda.
Leia aqui a decisão (acórdão) do TJDF negando apelação do condenado Aylton Gomes contra sentença de primeiro grau no processo de improbidade administrativa em razão de sua participação no vergonhoso Mensalão do Arruda, esquema sujo que comprou distritais para que apoiassem o governador Arruda.
E aqui você lê a integra da sentença de primeiro grau que condenou em 21 de junho de 2013 o sargento dos Bombeiros do DF e deputado distrital Aylton Gomes a:
“a) perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao seu patrimônio, nos termos do art. 12, inc. I, da Lei nº 8429/92, equivalente ao montante de R$ 480.000,00 (quatrocentos e oitenta mil reais), correspondente ao recebimento de doze parcelas mensais no valor de R$ 40.000,00 (quarenta mil reais), com a devida atualização monetária no período de recebimento, mês a mês, e acrescido de juros de mora a partir da citação do réu;
b) suspensão dos direitos políticos do réu por dez (10) anos, e, por consequência, proibição de ocupar cargo público pelo mesmo período;
c) pagamento de multa equivalente a três vezes o valor do acréscimo patrimonial ilícito obtido, no total de R$ 1.440.000,00 (um milhão, quatrocentos e quarenta mil reais), com juros e correção monetária a partir do trânsito em julgado da presente;
d) proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócia, pelo prazo de dez (10) anos.
e) Pagamento de danos morais, nos termos da fundamentação supra, no montante de R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais), a ser depositado em um fundo criado especialmente para esse fim, no âmbito do Distrito Federal, nos moldes do art. 13 da Lei nº 7347/85, consoante futura indicação a ser feita pelo MPDFT."

terça-feira, 29 de julho de 2014

Mensalão do DF: Juiz determina arquivamento de ação de Exceção de Suspeição contra promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado; Ação foi movida por Arruda, Paulo Octávio, Aylton Gomes (distrital), Luiz França e os ex-distritais Berinaldo Pontes, Pedro do Ovo e Rogério Ulysses

Terça, 29 de julho de 2014
Do TJDFT
O juiz da 7ª Vara Criminal de Brasília determinou o arquivamento do pedido de Exceção de Suspeição oposto pelos réus do processo oriundo da Operação Caixa de Pandora contra os promotores do NCOC, atual GAECO (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado). Os réus que propuseram a exceção foram: José Roberto Arruda, Paulo Octávio Pereira da Silva, Marcelo Toledo Watson, Luiz Paulo Costa Sampaio, Luiz Cláudio Freire de Souza França, Aylton Gomes Martins, Berinaldo Pontes, Pedro Marco Dias (Pedro do Ovo) e Rogério Ulysses Teles de Melo. 

Em maio passado, o magistrado já havia negado o pedido liminar, bem como rejeitado o pedido de suspeição. Confira aqui a matéria.
Inconformados, os excipientes embargaram a decisão, alegando que houve omissão por parte do juiz, que não teria, segundo eles, oficiado à Procuradoria de Justiça para obter os nomes dos promotores. Afirmaram ainda que não poderiam, de início, apresentar a individualização determinada na decisão de emenda à inicial, porque careciam de informações precisas a esse respeito.
Para o magistrado, no entanto, os argumentos não procedem. “Não está o Juiz obrigado a julgar a questão posta a seu exame nos termos pleiteados pelas partes, mas sim com o seu convencimento racional, utilizando-se dos fatos, provas, jurisprudência, aspectos pertinentes ao tema e da legislação que entender aplicável ao caso. Vê-se, ademais, que os embargantes valem-se dos embargos de declaração como meio para repisar seus argumentos e tentar obter o rejulgamento de sua pretensão. Ocorre que a estreita via aberta por este recurso não se presta a essa finalidade”, concluiu.
Cabe recurso da decisão de arquivamento.

terça-feira, 1 de julho de 2014

Fechamento geral e irrestrito: Que se feche a CLDF, por negociatas que lá ocorrem. E também a Câmara dos Deputados, o Senado, as assembleias legislativas estaduais, as câmaras de vereadores, os governos estaduais, a Presidência da República, o Judiciário. Que se feche o Brasil, então

Teça, 1º de julho de 2014
Causou o maior rebuliço na Câmara Legislativa do DF (CLDF) uma declaração de desembargador da 3ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do DF, quando de seu voto no julgamento de apelação contra condenação por improbidade administrativa, em primeira instância, de Aylton Gomes, deputado distrital do PR, por sua suposta participação no ‘Mensalão do Dem’. Escândalo também conhecido como ‘Mensalão do Arruda’, ou operação ‘Caixa de Pandora’. Na semana passada distritais se revezaram na tribuna da CLDF para criticar o desembargador e exigir uma retratação.
O julgamento dos embargos (em que o distrital tentava reverter a condenação), e o voto do desembargador ocorreram no dia 7 de maio de 2014, mas o acórdão (sentença) só foi publicado em 26 de maio.
E o que disse textualmente o desembargador em seu voto? Afirmou em determinada altura: "Sabemos que a população brasiliense está profundamente chocada e consternada com a Câmara Distrital há muito tempo, ou seja, se fôssemos fazer uma espécie de recall, a população brasiliense talvez abrisse mão dessa autonomia de ter uma Câmara Distrital, porque essa Câmara que aí está tem sido, até hoje, com raríssimas exceções, apenas um poço de negociata e de corrupção.” E foi mais contundente ao afirmar que “...é público e notório, que não se dá "dez centos réis de mel coado" por qualquer deputado distrital”. Se desejar leia a íntegra do acórdão da 3ª Turma Cível. Essas declarações acima, neste parágrafo, estão na página 44 do acórdão.
Duras palavras, essas as do desembargador do TJDFT. Mas alguém poderá contestá-las, pelo menos no todo? Claro que não. Podemos negar que a populacão do DF esteja profundamente, e bota profundamente nisso, chocada e consternada com a CLDF? Impossível. Não que seja, ou deixe de ser, a Câmara efetivamente um poço de negociata e de corrupção, como disse o desembargador, mas que uma parcela muito grande da população do DF vê isso como verdadeiro, vê. Se é correta a percepção é outra história. O grande mal é que, infelizmente, muita gente enxerga a Casa com a imagem que o desembargador também tem dela e, mais infelizente ainda, acha que se deve fechar, acabar, com o Poder Legislativo do DF. O que é um bruto de um equívoco, uma estupidez contra a democracia.
Histórico
Antes de ir adiante com essas linhas, lembremos do porquê o distrital Aylton Gomes foi condenado. Ele foi acusado por Durval Barbosa, ex-presidente da Codeplan e também ex-secretário de Governo do DF, de também ter recebido grana, muita grana, do esquema do ex-governador José Roberto Arruda, no chamado Mensalão do Arruda. É, neste momento, um condenado por improbidade administrativa. Teria, segundo a acusação feita pelo Ministério Público do DF (MPDF), recebido dinheiro "para prestar apoio político às ações e planos do Governo José Roberto Arruda e Paulo Octávio, na Câmara Legislativa do Distrito Federal e no GDF". O distrital, ainda segundo a acusação, passou a receber R$ 40.000,00 (quarenta mil reais) por mês, no exercício do mandato de deputado distrital. Isso não seria negociata? Não seria safadeza? Uma sem-vergonhice?
O distrital foi, assim, condenado pelo juízo da primeira instância, condenação confirmada em grande parte pela sentença de segunda instância. Na sentença de primeiro grau o deputado Aylton Gomes foi condenado a:
a)          “perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao seu patrimônio, nos termos do art. 12, inc. I, da Lei nº 8429/92, equivalente ao montante de R$ 480.000,00 (quatrocentos e oitenta mil reais), correspondente ao recebimento de doze parcelas mensais no valor de R$ 40.000,00 (quarenta mil reais), com a devida atualização monetária no período de recebimento, mês a mês, e acrescido de juros de mora a partir da citação do réu;
b)          suspensão dos direitos políticos do réu por dez (10) anos, e, por consequência, proibição de ocupar cargo público pelo mesmo período;
c)           pagamento de multa equivalente a três vezes o valor do acréscimo patrimonial ilícito obtido, no total de R$ 1.440.000,00 (um milhão, quatrocentos e quarenta mil reais), com juros e correção monetária a partir do trânsito em julgado da presente;
d)    proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócia, pelo prazo de dez (10) anos;
e) Pagamento de danos morais, nos termos da fundamentação supra, no montante de R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais), a ser depositado em um fundo criado especialmente para esse fim, no âmbito do Distrito Federal, nos moldes do art. 13 da Lei nº 7347/85, consoante futura indicação a ser feita pelo MPDFT;
f)  O réu arcará ainda com o pagamento das custas processuais. Sem honorários.”
Mas em razão de ser (ou não ser) a CLDF um poço de negociata e de corrupção” deve ela ser fechada? A resposta deve ser um profundo e retumbante “NÃO”. Mesmo com o agravante de se encontrar ali ainda o empreguismo que campeia solto naquela Casa legislativa, onde, para se ter uma ideia, hoje existem muito mais servidores de livre provimento do que os concursados da CLDF. E não venham dizer que isso se justifica. Não se justifica. Ter um ou outro servidor especialista de livre provimento que não é concursado para o quadro efetivo da CLDF, até vá lá que se entenda. Mas na proporção que existe, é, de fato, uma indecência, um apadrinhamento, um 'caboeleitoralismo' (não sou o ex-ministro Magri, o do 'imexível', mas me dou o direito de inventar essa palavra. Se é que já não existe)
E veja que lá na Casa que o povo chama também de Casa da Mãe Joana, além dos 24 deputados distritais também mandam, e desmandam, o que é pior, o governador e vice-governador de plantão, além de muitas outras autoridades do executivo. Observe-se que cabe aos senhores distritais não só legislar, mas também, e principalmente, FISCALIZAR os atos dos governantes, secretários, dirigentes de empresas, autarquias públicas etc. Como alguém pode bem fiscalizar se está submisso, amarrado, àqueles a que deve fiscalizar?
Que o quadro existente na CLDF, como disse o desembargador do TJDF, causa repulsa, causa. Ou pelo menos deveria causar. Mas também poderia causar repulsa se fosse de domínio da população em geral o fato narrado pela ex-corregedora do Conselho Nacional de Justiça, Eliana Calmon. Segundo suas declarações de final de julho de 2012, relatório de inspeção realizada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) no Tribunal de Justiça do DF indicou que 46 dos 464 servidores comissionados do tribunal têm parentesco com juízes ou desembargadores da Corte. Isso daria praticamente 10 por cento do total. E mais, desses parentes, 41 por cento estavam lotados na presidência, vice-presidência ou corregedoria do tribunal.
Descabido seria alguém propor, por esse tipo de coisa, ou qualquer outra coisa, o fechamento do TJDFT. Saliente-se que o tribunal daqui também não foge muito à regra do restante da Justiça brasileira em termos de lentidão, triste e prejudicial lentidão.
"A corrupção no Judiciário é muito deletéria, muito perversa", chegou a declarar em uma oportunidade a ministra Eliana Calmon. Quem não se lembra da forte declaração da ministra de que bandidos se escondiam atrás das togas? Esses fatos, que temos que admitir são verdadeiros, não pode justificar o “fechamento” da Justiça brasileira. E também pela corrupção que grassa no Congresso (vide o Mensalão e outros escândalos, antigos e recentes) se justificaria a eliminação do Senado e da Câmara? Claro que não. É verdade que tem muita gente aí, saudosa do autoritarismo, que volta e meia defende o fechamento do parlamento. Posição perigosa, mas que não é tão rara assim.

E olha que se observarmos a composição, e o que acontece por baixo dos tapetes luxuosos do Congresso, essa tentação maluca pode vir na cabeça de muitas outras pessoas.
E quem não se lembra da esclarecedora, e gravíssima, declaração, agora em maio de 2014, do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de que “metade do Congresso tem pendências criminais”? Segundo entrevista dele à Revista Congresso em Foco, o ultimo levantamento divulgado em setembro de 2012 apontava 224 congressistas respondendo a 542 acusações no STF. De acordo com Janot, esse número tem aumentado muito, sendo hoje “um pouco menos de 300”. Com isso, quase metade dos 594 parlamentares federais (deputados e senadores) é hoje alvo de inquérito ou ação penal no Supremo Tribunal Federal.
Isso justificaria o fechamento do Parlamento? Claro que não. Justifica, isso sim, o julgamento de todos os parlamentares acusados, inocentando os inocentes e condenando, e mandando para a cadeia, os culpados, jamais o fechamento do Parlamento Federal. Existem negociatas, e das brabas, de bilhões e bilhões de reais, sim. É o que a imprensa, que alguns querem calar, divulga dia sim, e outro também.
E quem julga as ações judiciais? A Justiça, claro. E porque julga lentamente? E por que as investigações policiais são também lentas? Falha a Justiça e falha o Executivo pelos seus órgão de investigação. E mais, o Mensalão federal foi promovido por autoridades do governo do Brasil; o Mensalão da Caixa de Pandora foi, segundo as denúncias, estimulado, promovido, realizado, pelo governo do Distrito Federal; as dezenas (talvez centenas de outros mensalões pelo Brasil a fora) são mensalões que envolvem, pelo menos, os executivos e legislativos locais. E por isso devemos defender o fechamento da Justiça, do Executivo, do Legislativo? A defesa dessa tese, na minha opinião, seria coisa de doido, uma posição inconsequente para a democracia e o futuro do país.
O Tribunal de Justiça do Distrito Federal deveria, assim, tomar providências para que o julgamento dos distritais (e autoridades do Executivo também), se desse num tempo razoável. Num tempo que fosse justiça pois, como já dizia o baiano Rui Barbosa, ‘Justiça tardia nada mais é do que injustiça’.
E que a Câmara Legislativa do DF também cumpra seu papel, cortando na carne, ou estrangulando o pescoço político (político, só político, eu disse). Que não procrastine, não adie, não postergue, as decisões que tenham que tomar no que diz respeito aos distritais, que são vários, que respondem a processo de quebra de decoro. E contra aqueles que devem responder e que, por corporativismo, ficam de fora de qualquer investigação.
Que continuem existindo, mas purificados, os três poderes: o Legislativo, o Executivo e o Judiciário. Mas que sejam independentes, nenhum submisso ao outro, nenhum com maracutais. E que cumpram de modo diligente as suas missões constitucionais.

terça-feira, 20 de maio de 2014

Caixa de Pandora: Processo contra Aylton Gomes já pode avançar na Câmara

Terça, 20 de maio de 2014
Do Blog do Odir

Informações Jornal Destak
Parado na Câmara Legislativa do DF desde agosto do ano passado, o processo de cassação por quebra de decoro contra o distrital Aylton Gomes (PR) pode voltar a andar nesta semana. Os parlamentares haviam decidido suspender o processo para esperar a decisão da Justiça sobre a denúncia de participação do distrital no esquema de corrupção da Caixa de Pandora. Na semana passada, a sentença que condenou o deputado por improbidade administrativa foi publicada.

O parlamentar foi condenado a perda dos direitos políticos e a devolver R$ 480 mil aos cofres públicos. Segundo o Ministério Público, autor da denúncia, o distrital recebeu 12 pagamentos de R$ 40 mil, entre janeiro e dezembro de 2007, para votar a favor do governo Arruda na Câmara. O distrital nega a acusação e diz que o MP não apresentou provas de que ele tenha recebido o dinheiro. 

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Mensalão do DEM: distrital Aylton Gomes tem os direitos políticos cassados

Quarta, 7 de maio de 2014
Do Correio Braziliense
O deputado terá que devolver mais de R$ 1,9 milhões aos cofres públicos em multa

A 3ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) condenou, nesta quarta-feira (7/5), o deputado distrital Aylton Gomes (PR) por improbidade administrativa por participação no esquema conhecido como Mensalão do DEM. Ele teve os direitos políticos cassados por 10 anos e ainda terá de devolver mais de R$ 1,9 milhões aos cofres públicos em multa, danos morais coletivos e por enriquecimento ilícito. Leia a íntegra

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Distrital Aylton Gomes: Julgamento de recurso de condenado em processo da Caixa de Pandora é adiado

Quarta, 30 de abril de 2014
Sob a alegação de não ter tido acesso ao termo de delação premiada formalizado entre o MPDFT e Durval Barbosa, delator do esquema de corrupção conhecido como Caixa de Pandora, a defesa do deputado distrital Aylton Gomes adiou o julgamento do recurso de seu cliente. A sessão estava marcada para esta quarta-feira, 30/4, na 3ª Turma Cível do TJDFT. O Relator do recurso deu prazo regimental de 5 dias para vista do documento e o julgamento deverá ser retomado na sessão subsequente ao encerramento do prazo. 

Aylton Gomes foi condenado em 1ª Instância, pelo juiz da 2ª Vara da Fazenda Publica do DF, por Improbidade Administrativa, por envolvimento no escândalo de corrupção deflagrado pela operação da Polícia Federal, que trouxe à tona um  esquema de desvio de dinheiro público envolvendo agentes públicos dos poderes Executivo e Legislativo do DF, também conhecido como Mensalão do DEM. De acordo com a operação, deputados distritais recebiam mesada para apoiar o projeto de governo do então governador José Roberto Arruda.   

A defesa do réu peticionou também no sentido de retirada do processo da pauta. Porém, a Turma, à unanimidade, negou o pedido. De acordo com o relator, a retirada de pauta implicaria em agendamento de nova data, republicação do expediente na Imprensa Nacional e demais procedimentos, em desacordo com o princípio da celeridade processual. 

O prazo de vista da defesa de Aylton Gomes começa a contar da próxima sexta-feira, 2/5, devido ao feriado nacional do Dia do Trabalho. 


Fonte: MPDF

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Benedito, Aylton e Rôney são réus no processo do mensalão do DEM, decide TJ

Quarta, 4 de novembro de 2013
Por ampla maioria, o Conselho Especial do TJDFT decidiu acatar a denúncia contra os três por crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva. O julgamento corre em segredo de justiça


Almiro Marcos — Correio Braziliense




Os deputados Aylton Gomes (PR), Benedito Domingos (PP) e Rôney Nemer (PMDB) se tornaram réus no processo criminal do escândalo conhecido como Mensalão do DEM. Por ampla maioria, o Conselho Especial do Tribunal de Justiça do DF e dos Territórios (TJDFT) decidiu acatar nesta terça-feira (3/12) a denúncia contra os três por crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva (Aylton Gomes responderá por concurso material impróprio, que é um instrumento judicial que considera a soma cumulativa de todas as penas). O julgamento acabou no início da noite e corre em segredo de justiça.

Quatro anos depois do episódio, o trio é o primeiro a se tornar réu na esfera criminal. Os parlamentares são acusados de terem recebido dinheiro do governo para apoiar o Executivo. O esquema teria funcionado entre 2007 e 2009 e foi denunciado pelo policial civil aposentado Durval Barbosa, um dos responsáveis por fazer o pagamento aos deputados.

domingo, 25 de agosto de 2013

A mesma receita

Domingo, 25 de agosto de 2013

A denúncia de irregularidades na festa de aniversário de Santa Maria, que levou à demissão de Neviton Pereira Júnior, administrador da cidade, guarda semelhanças com o caso do milionário aniversário do Itapoã. As duas comemorações com cachês fora dos padrões foram organizadas a partir de emendas do deputado Aylton Gomes (PR). ...

E ambas envolvem a contratação da Mundo Tour — uma agência de viagens sediada no Setor Hoteleiro Sul com histórico de contratos polêmicos com o poder público. A empresa receberia R$ 180 mil pelo cachê do sertanejo Eduardo Costa e R$ 10 mil do cantor Max Muniz. Depois da demissão do administrador do Itapoã, Donizete dos Santos, Aylton começou a transferir parte de suas emendas inicialmente destinadas à cidade para a Administração de Santa Maria. A operação foi feita tão às pressas que a descrição da emenda ainda se refere a Itapoã.

Por Ana Maria Campos e Helena Mader

Fonte: Correio Braziliense - Coluna Eixo Capital - Blog do Sombra
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Comentário do Gama Livre: Se foi "A mesma receita", não seria o caso da cirurgia ser feita também no doutor? E olha que o doutor já estava na mesa de cirurgia da "Caixa" há bastante tempo. O corporativismo (ou rabo preso) na CLDF o salvou, pelo menos por algum momento.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

A Câmara Legislativa do DF não ouviu o clamor das ruas e protege envolvidos na Caixa de Pandora

Segunda, 19 de agosto de 2013
"Se, como afirmam o Ministério Público do Distrito Federal, o Ministério Público Federal, o Superior Tribunal de Justiça, a Polícia Federal, o juiz que os condenou [a Aylton Gomes, Benedido Domingos e Rôney Nemer] na ação de improbidade e que lhes bloqueou os bens, e os Desembargadores que mantiveram o bloqueio de tais bens, os três deputados citados tiveram forte envolvimento com a quadrilha que pilhou os cofres públicos, não é possível compreender como mesmo assim, a Câmara Legislativa, apegando-se a uma interpretação absurda, entende que não é o caso de investigá-los."
  
Do Blog do Sombra
Aqui no Distrito Federal não é preciso muitas explicações acerca do que significa e do que significou a conhecida ação policial chamada de “Caixa de Pandora”. Está vivo na memória da população o mega esquema de corrupção que abateu diversos políticos no DF.

Alguns deles, flagrados em áudio e vídeo pilhando os cofres públicos e abarrotando cuecas, meias, bolsos e foram cassados, outros caíram no ostracismo, mas, para vergonha de toda gente de bem, alguns continuam ativos e influentes nos meandros do poder local. ...

Alguns, pasmem, ainda ostentam mandatos eletivos e muita influência no atual governo local, que, na campanha, se intitulou como sendo o “novo caminho”. Três tapas na cara da população respondem pelos nomes Aylton Gomes, Benedito Domingos e Roney Nemer. Foram acusados pelo delator. A CLDF não fez nada. Foram denunciados criminalmente pelo Procurador-Geral da República, a CLDF não fez nada. Foram acusados de improbidade pelo Núcleo de Combate ao Crime Organizado do MPDFT, a CLDF não fez nada. A denúncia da ação penal foi recebida pelo Superior Tribunal de Justiça, a CLDF não fez nada. A ação de improbidade foi recebida pelo TJDFT, a CLDF não fez nada. Os políticos foram CONDENADOS, em primeiro grau, na ação de improbidade, a CLDF, insuflada a agir pela ONG Adote um Distrital, fez uma grande lambança, afrontou a população e o direito, como explicaremos a seguir.
 
Fonte: Blog do Sombra

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

CLDF decide esperar Justiça para investigar deputados distritais

Quinta, 15 de agosto de 2013
Da Agência Brasil
A Mesa Diretora da Câmara Legislativa do Distrito Federal decidiu hoje (15) aguardar decisão da Justiça para dar seguimento ao processo de investigação sobre os deputados Aylton Gomes (PR) e Rôney Nemer (PMDB), acusados de envolvimento no esquema de corrupção, descoberto pela Operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal, em 2009. Já o pedido de quebra de decoro parlamentar contra o deputado Benedito Domingos (PP), também acusado de participação no esquema, será encaminhado agora para a Corregedoria da Casa.

Os três têm condenações em primeira instância por envolvimento no esquema de corrupção denunciado. Rôney Nemer e Aylton Gomes conseguiram efeito suspensivo da decisão.

O processo de Benedito Domingos será encaminhado ao corregedor da Casa, deputado Patrício (PT), que irá elaborar um parecer à Comissão de Ética. Caberá a comissão votar o parecer. Caso seja aceito o pedido de cassação do mandato, o plenário deverá tomar a decisão final.

De acordo com o presidente da Casa, deputado Wasny de Roure (PT), a Mesa Diretora se baseou na Lei da Ficha Limpa, que cita a condenação por órgão colegiado da Justiça para aplicar a inelegebilidade. "A Mesa acatou as representações contra os três parlamentares. Os casos de Rôney e Aylton terão prosseguimento tão logo haja a condenação em órgão colegiado, sem passar novamente pela Mesa. A representação contra Benedito segue direto", disse Wasny, segundo informações publicadas no site da Câmara.

A decisão ocorreu durante mais um dia de protestos na Câmara. Os manifestantes, que estão acampados desde a madrugada de terça-feira (13), reivindicam a cassação dos mandatos dos três distritais. “Não estamos satisfeitos porque nossa principal demanda não foi totalmente atendida”, disse o estudante Luth Laporta. O movimento ainda vai decidir, em assembleia, se continuará o protesto.

A Operação Caixa de Pandora apurou esquema de compra de apoio parlamentar na Câmara Legislativa do Distrito Federal, que ficou conhecido como Mensalão do DEM (partido do governador à época). Os três deputados são acusados dos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O então governador do Distrito Federal José Roberto Arruda foi acusado de chefiar o esquema e chegou a ser preso.
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Comentário do Gama Livre sobre a decisão da Mesa Diretora da CLDF: PA-PE-LÃO!

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Juntos na ocupação da CLDF

Quarta, 14 de agosto de 2013

#Manifesto do Juntos!

Ocupação da CLDF

            Os diversos escândalos políticos que permeiam o nosso país foram o alvo das jornadas de junho - mobilizações que levaram milhares de jovens indignados às ruas do Brasil. Apesar da ampla visibilidade dos protestos, muitas reivindicações ainda estão longe do conhecimento de grande parcela da população, como é o caso da CONDENAÇÃO, por improbidade administrativa, de 3 (três) deputados distritais - Benedito Domingos (PP), Roney Nemer (PMDB), Ailton Gomes (PR), envolvidos no "Mensalão do DEM" - esquema de pagamento de propinas em troca de apoio político ao governo do DF (José Roberto Arruda, à época), entre 2007 e 2009, na Câmara Legislativa. A condenação se deu em primeira instância.
            Todo o esquema foi revelado a partir das investigações da operação da Polícia Federal, denominada Caixa de Pandora, deflagrada em 2009. Quem não se lembra dos vídeos divulgados com políticos do Distrito Federal escondendo dinheiro em sacolas, meias e até cueca? Além das condenações, a Justiça prevê o pagamento de multas e devolução de altos valores aos cofres públicos, e a suspensão dos direitos políticos dos deputados por dez anos.
Por que estamos ocupando a Câmara Legislativa?
            Existem  CINCO representações de improbidade administrativa que foram apresentada à Mesa Diretora contra os distritais condenados, sendo uma contra os três, duas contra Aylton Gomes, uma contra Domingos e outra contra Nemer.  Essas representações precisam ser analisadas pela Mesa.
Em última reunião sobre o caso, a Mesa Diretora da Câmara Legislativa decidiu prorrogar o prazo para definição da aceitabilidade dessas representações, levando em conta os pedidos de arquivamento das representações, apresentados pelos próprios deputados denunciados. O presidente da Câmara, deputado, Wasny de Roure, informou que os distritais solicitam que a Mesa Diretora ACOLHA O PEDIDO DE ARQUIVAMENTO DAS DENÚNCIAS aprovado pela Comissão de Ética da Casa, em novembro de 2010. Na época, as denúncias foram arquivadas sob a justificativa de falta de tempo para análise dos casos e porque ainda não havia indiciamento da polícia contra os deputados. Os pedidos de arquivamento das investigações foi uma medida tomada pelos distritais condenados para adiar a decisão sobre as demais representações. Os pedidos de arquivamento foram protocolado junto à Procuradoria da Câmara na semana passada, que deverá emitir sua opinião até a reunião de amanhã (15).
Exigimos a autonomia do Legislativo para investigar os seus representantes!
Exigimos o encaminhamento das representações para a Corregedoria da CLDF!
Exigimos a cassação dos distritais condenados!
Conheça quem pode decidir sobre o encaminhamento das representações:
Mesa Diretora da Sexta Legislatura   (2011 - 2014)
Presidente: Wasny de Roure
Vice-Presidente: Agaciel Maia

1° Secretário: Deputada Eliana Pedrosa
 Suplente: Deputada Liliane Roriz 
2° Secretário: Deputado Prof. Israel Batista
Suplente: Deputado Joe Valle
3° Secretário: Deputado Aylton Gomes (NÃO TERÁ PODER DE VOTO)
Suplente : Dep. Benedito Domingos (ele próprio pediu afastamento da suplência da 2ª Secretaria. O parlamentar indicou o colega Cristiano Araújo (PTB) para o cargo)

Contatos: 
Paola Rodrigues (61)8655 5529
Ayla Viçosa (61) 9604-7001
Wdson Lyncon (61) 83201493
juntos.org.br
fb.com/juntos

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Adote um Distrital fará ato simbólico na CLDF nesta quarta 14

Segunda, 12 de agosto de 2013
O projeto “Adote um Distrital” coordenado pelo IFC, fará um ato simbólico nesta quarta (14/08) em frente à Câmara Legislativa de Brasília a fim de pressionar a Mesa Diretora a dar admissibilidade às representações contra os 3 deputados condenados pelo TJDFT no caso que ficou conhecido como “Caixa de Pandora” (Benedito Domingos, Aylton Gomes e Rôney Nemer). ...
 
O ato ocorrerá um dia antes da Mesa se reunir para definir o futuro dos 3 deputados, sendo que um deles (Aylton Gomes) também é membro integrante da Mesa e portanto só poderá votar no caso dos outros colegas.

Fonte: Blog do Sombra com Ong Adote um Distrital - 12/08/2013

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

E a CLDF enrola mais uma vez sobre os distritais condenados na Pandora

Quarta, 7 de agosto de 2013
Distritais aprovaram um projeto de lei que premia o cidadão caso ele denuncie corrupção no DF. Do dinheiro recuperado, 10 por cento iria para aquele que fez a denúncia. Melhor seria se os distritais, que têm como uma das suas funções constitucionais a fiscalização do governo e de seus agentes, não se omitissem.

Essa fiscalização não acontece. Dezenas de denúncias contra distritais não foram sequer objeto de maiores preocupações. Uma ou outra é que, por pressão popular, resultou em alguma coisa. 

Condenados pela Justiça por serem descobertos dentro da Caixa de Pandora, recebendo mesada para apoiar o ex-governador Arruda, três deputados continuam com seus mandatos. Os demais distritais nem sequer decidiram sobre as representações apresentadas contra esses colegas.

A Mesa da CLDF hoje continua como dantes. Adiou, mais uma vez, a decisão sobre as representações contra Aylton Gomes (PR), Benedito Domingos (PP) e Rôney Nemer (PMDB), todos da base parlamentar do governador Agnelo Queiroz.

Enquanto a Câmara Legislativa continuar se portando como se fosse uma simples secretaria de quadragésima categoria (o GDF possui umas 39 secretarias e órgãos com esse status), não adianta desovar leis para combater a corrupção.

Protesto às 17 horas na frente da CLDF pela cassação dos condenados da Caixa de Pandora

Quarta, 7 de julho de 2013

O protesto, puxado pelo Adote um Distrital, será a partir das 17 horas. A CLDF já se prepara para a manifestação, bloqueando inclusive o estacionamento público junto à sede da instituição.

Leia "Mensalão do Arruda: juiz condena dois deputados"

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Manifestação em favor da Abertura do processo de cassação dos condenados na Caixa de Pandora

Terça, 6 de agosto de 2013
O IFC, por meio do projeto Adote um Distrital, estará realizando amanhã (07/08), em frente à Câmara Legislativa, uma manifestação pacífica para pressionar os parlamentares a darem prosseguimento nas representações contra os 3 deputados envolvidos na operação “Caixa de Pandora” que foram recentemente condenados pelo TJDFT (Aylton Gomes, Benedito Domingos e Rôney Nemer). ...  
O Adote entrou com as 3 representações e está convocando a população a acompanhar as decisões da Mesa Diretora que envolvam esses casos.

Segue o link da manifestação aqui.
Fonte: Blog do Sombra /// Adote um Distrital

quinta-feira, 18 de julho de 2013

É a Pandora: Câmara recebe representação contra o deputado Aylton Gomes

Quinta, 18 de julho de 2013
A Câmara Legislativa do Distrito Federal recebeu na tarde desta quarta-feira (17) uma representação e pedido de abertura de processo ético-disciplinar de perda de mandato parlamentar contra o deputado Aylton Gomes (PR). O documento foi protocolado por Denis Moura de Lima, do movimento Adote um Distrital. A representação será encaminhada à Procuradoria da Casa para análise de admissibilidade.

Após o parecer da Procuradoria, o documento segue para apreciação da Mesa Diretora da Câmara Legislativa, que tem reunião marcada para 7 de agosto. No mesmo dia, a Mesa também deverá analisar representações semelhantes apresentadas contra os deputados Rôney Nemer (PMDB) e Benedito Domingos (PP).

No documento protocolado hoje, o autor da representação argumenta seu pedido com base em ações de improbidade administrativa ajuizadas pelo Núcleo de Combate às Organizações Criminosas do Ministério Público do DF e Territórios por suposto desvio de recursos públicos, investigados pela operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal.
 
Luís Cláudio Alves - Coordenadoria de Comunicação Social

sábado, 22 de junho de 2013

Mensalão do Arruda: juiz condena dois deputados: Rôney Nemer e Aylton Gomes

Sábado, 22 de junho de 2013
Magistrado condena Rôney Nemer e Aylton Gomes a pagarem R$ 2 milhões, cada, por participação no esquema revelado pela Operação Caixa de Pandora. Metade desse valor é para indenizar população pelos danos morais
GDF
Arruda e Paulo Octávio: ex-governador e ex-vice caíram após denúncia de compra de apoio político
O juiz Álvaro Ciarlini, da 2ª Vara de Fazenda Pública do Distrito Federal, condenou ontem (21) dois deputados distritais acusados de participação no mensalão do ex-governador José Roberto Arruda (ex-DEM). Aylton Gomes (PR) e Rôney Nemer (PMDB) foram condenados a pagar mais de R$ 2 milhões, cada, para ressarcir os cofres públicos dos prejuízos apontados pela Justiça. Desse total, R$ 1 milhão foi estipulado pelo juiz para indenizar a população brasiliense por danos morais, pelos constrangimentos causados com as revelações da Operação Caixa de Pandora, que derrubou o ex-governador e o seu então vice, Paulo Octávio.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Raad e os envolvidos na Operação Caixa de Pandora

Sexta, 3 de maio de 2013
O deputado distrital Raad Massou não está em bons lençóis. Mas a preocupação agora é também com os distritais acusados na denúncia do esquema de corrupção nacionalmente conhecido como Operação Caixa de Pandora. O Ministério Público Federal pediu o recebimento integral da denúncia.

Além dos chefões apontados pelo MPF –Arruda e Paulo Octávio– são denunciadas várias outras pessoas, dentre as quais três continuam como deputados distritais, todos eles da base do governador Agnelo Queiroz.

Na íntegra da manifestação do Ministério Público Federal, estão lá Rôney Nemer, do PMDB, (folha 291), Benedito Domingos, do PP, (folha 293) e Aylton Gomes, do PR, (folha 303). Quando haverá a instauração de processo no conselho de ética da CLDF? 

Outros quatro ex-distritais também são acusados.