Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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sexta-feira, 18 de outubro de 2024

Resistência —Parque das Garças completa 22 anos em meio a tentativa de empreendimento do GDF

Sexta, 18 de outubro de 2024

Programação será dividida em atividades culturais, recreativas e de debates - Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

Neste domingo (20), moradores e ativistas em defesa do parque vão se reunir no local para celebrar a história do parque

Rafaela Ferreira
Brasil de Fato | Brasília (DF) | 18 de outubro de 2024

Em meio a aprovação de empreendimento que ameaça áreas verdes, o Parque das Garças, localizado na Ponta da Península do Lago Norte, completa 22 anos em outubro. Neste domingo (20), a partir das 9h, moradores e ativistas em defesa do parque vão se reunir no local para celebrar a história do espaço e marcar a resistência contra iniciativas que buscam alterar seu uso.

No dia 25 de setembro deste ano, o Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal (Conplan) aprovou um projeto urbanístico do Governo do Distrito Federal (GDF) que prevê o parcelamento do solo para construção de unidades imobiliárias, lotes comerciais e estacionamento em uma área do parque. Para os moradores da região, o projeto também poderá causar um forte impacto ambiental ao Parque, além de fomentar a especulação imobiliária.


De acordo com Dorivaldo Sena, coordenador do Movimento de Defesa do Parque das Garças e representante do Lago Norte no Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT), domingo será um dia de festa, para comemorar a existência do parque. "O aniversário vai ser uma festa da resistência em defesa do parque. O parque nasceu da mobilização popular, da organização da comunidade"

No domingo, a programação será dividida em atividades culturais, recreativas e de debates. Das 10h às 11h, ambientalistas e arquitetos estarão presentes para, junto a comunidade, discutir sobre os contrapontos do projeto de empreendimento do GDF. O evento também vai seguir com música, terapias alternativas, diversões infantis, trilhas e vivências.

Histórico

domingo, 14 de julho de 2019

Podem ter certeza, meus jovens. Se o Parque Ecológico do Gama fosse um banco, já teria sido salvo (parafraseando Eduardo Galeano); o Parque está sendo incendiado, morto de morte matada; veja vídeos

Domingo, 14 de julho de 2014


Como o Parque Ecológico do Gama não é um banco, ainda não foi salvo. Agoniza, está sendo morto de morte matada, apesar do esforço da população da cidade.

Parque Ecológico do Gama continua queimando. Está sendo consumido pelo fogo, pelo desprezo e omissão dos governantes e por interesses de especuladores imobiliários

Parque Ecológico do Gama pega fogo em 10 julho de 2019

No vídeo a seguir, o fogo, a emoção, a desgraça anunciada, e um pouco de alívio ao se constatar no dia seguinte ao 10 de julho que os prejuízos não foram tanto como se pensou na hora do incêndio. Mas o Parque Ecológico do Gama sangra, sangra e morre pela insensatez, e Deus sabe lá porque mais, dos governantes e autoridades do DF.


Parque Ecológico do Gama pega fogo em. Casual...ou criminoso?

O vídeo seguinte mostra o Parque Ecológico do Gama, também conhecido por Parque Urbano e Vivencial do Gama, dois dias após o incêndio noturno do dia 10 de julho de 2019. Incêndio casual ou criminoso? Responda quem quiser.

O fato é que o abandono do parque, pelos governos, e também por interesses de invasores e, especialmente, de especuladores imobiliários, grandes especuladores do DF, têm no decorrer dos anos desde a criação legal da área (em 1988, no governo de José Aparecido) colocado cada vez mais em risco a sobrevivência do parque e do meio ambiente na área. Nenhum dos governos até aqui tive a coragem (seria falta de coragem mesmo?) de cumprir a sentença da Justiça, sentença que há muito transitou em julgado e que determina (determina, pois ainda é válida) de desocupar o Parque, retirando todos os invasores daquelas terras. Covardia ou interesses escusos? Responda quem quiser!

A natureza chora, sangra, queima, morre, no Parque Ecológico do Gama, o nosso querido 'Parque Urbano e Vivencial', e isso sob os olhares complacentes, mais cúmplices do que complacentes, de governantes e autoridades.

O meio ambiente no Parque Ecológico do Gama grita: 'Estou morrendo de morte matada! Salvem-me!'

OBS.: Vídeo gravado pelo Gama Livre, em 12/7/2019.


Parque Ecológico do Gama pega fogo. Veja vídeo do estrago

Vídeo montagem de fotos, e 1 vídeo, mostrando o Parque Ecológico do Gama, o nosso querido Parque Urbano e Vivencial do Gama. Imagens feitas pelo Gama Livre no dia 12 de julho de 2019, dois dias após o incêndio (casual ou criminoso, acontecido na noite de 10/7/2019), sendo que apenas duas fotos, uma que mostra a flor Mimosa Heringeri, encontrada apenas na área Sul do DF, e a outra foto da mina d'água, é de autoria de Juanh Ricthelly, que é coordenador da ONG Gama Livre.

O Parque Ecológico do Gama, desprezado pelos governos do DF, queimado frequentemente Deus sabe quais as reais razões, cobiçado loucamente por grandes especuladores imobiliários, pede socorro.

Salvem o Parque Ecológico do Gama! Salvem o meio ambiente!


R$1 milhão e meio havia para cercar e dar segurança ao Parque Ecológico do Gama. A emenda parlamentar não foi usada. Agora o parque continua totalmente desprotegido 
Abaixo, o vídeo é um "bordejo" ao redor do Parque Ecológico do Gama e mostra como a área está desprotegida. Praticamente não há cercamento. As grades se encontram no chão, algumas poucas. Grande parte, porem, foram arrancadas e roubadas. Outras (grades) ainda resistem ao abandono e falta de fiscalização eficaz. O incrível é que o Executivo deixou de usar recursos de mais de 1 milhão de reais de emenda parlamentar destinada especificamente ao cercamento da área. Por que não usou? Não usou por quê? Responda quem quiser. 


Leia ainda sobre o incêndio (casual ou criminoso) no Blog Brasília, por Chico Sant'Anna. Clique aqui e leia 'Fogo devasta parte do Parque do Gama'

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Direitos Humanos: Livro traz histórias das vítimas dos grandes eventos no Rio

Quarta, 17 de agosto de 2016
Isabela Vieira - Repórter da Agência Brasil
Rita foi pressionada a trocar sua horta na Colônia Juliano Moreira por uma casa condenada pela Defesa Civil
Rita Barbosa, 59 anos, foi pressionada a trocar sua horta na Colônia Juliano Moreira por uma casa condenada pela Defesa CivilAnette Alencar/Divulgação Instituto Pacs
“Foram retirando as minhas coisas, arrastando pelo meio da rua, passando [com máquina de demolição] em cima da horta, quebrando tudo, arrastando geladeira, fogão e foram avançando, jogaram a máquina no galinheiro, onde 60 galinhas foram embora, salvamos umas, outras não, e eu fiquei no meio daquilo tudo. Ninguém me dava ouvidos. Só falavam: – a senhora tem que sair, acabou o prazo. Foi um choque muito grande. Eu nunca bebi, mas o que eu senti, foi como se eu tivesse misturado todas as bebidas fortes do mundo. Não conseguia ficar em pé”.

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

A Vila Olímpica e a Vila Autódromo

Quarta, 3 de agosto de 2016
Do Esquerda.Net
O legado olímpico, para os mais pobres, são remoções, especulação imobiliária, militarização da cidade. Não adianta tapar os vazamentos da Vila Olímpica. A face real dos Jogos é a Vila Autódromo. Por Guilherme Boulos
 
“Vila Autódromo foi alvo de assédio contínuo: despejos, violência, intimidação. Maioria das 600 famílias foi removida para regiões distantes ou recebeu indemnizações insuficientes para comprar outra casa”
“Vila Autódromo foi alvo de assédio contínuo: despejos, violência, intimidação. Maioria das 600 famílias foi removida para regiões distantes ou recebeu indemnizações insuficientes para comprar outra casa”

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Higienismo e violência estatal fazem do inverno apenas o último carrasco de quem mora na rua

Sexta, 29 de julho de 2016
“Fernando Haddad é tão higienista quanto Gilberto Kassab”
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Do Correio da Cidadania
www.correiocidadania.com.br
por Raphael Sanz, da Redação 
Um fato um tanto curioso aconteceu na manhã desta segunda-feira, 25 de julho, em São Paulo. A prefeitura pediu a reintegração de posse de um terreno que supostamente lhe pertence no Jardim Arpoador, zona oeste da capital paulista, ocupado há quase três anos por algumas centenas de famílias (211 de acordo com a mídia corporativa, 350 de acordo com os ocupantes). Durante a ação, o ex-Secretário Municipal de Direitos Humanos Eduardo Suplicy resistiu à reintegração junto com as famílias e acabou sendo preso pela polícia militar. Foi liberado três horas depois, após assinar um termo circunstanciado.

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Olimpíadas, especulação imobiliária, gentrificação. Contagem Regressiva - Episódio 1 e 2 — Remoções

Sexta, 1º de julho de 2016
O Rio de Janeiro sediará as Olimpíadas do Rio de Janeiro em Agosto de 2016. A minissérie Contagem Regressiva aborda os impactos sociais que a realização desse megaevento causou para a cidade carioca.

Episódio 1: Remoções

Na história do Rio de Janeiro as remoções forçadas foram políticas públicas usualmente exercidas contra sua população negra e pobre. A partir do dia 02 de outubro de 2009 esse processo se acentuou: a cidade carioca foi escolhida para ser sede dos Jogos Olímpicos. A Prefeitura passou a alegar que as remoções eram para dar lugar a parques esportivos olímpicos e a obras viárias ligadas aos Jogos, como a Transoeste, Transbrasil e Transolímpica. E quando se tratavam de áreas que não se encaixavam nesses casos, a justificativa mais usada era de que as remoções se dariam por risco ambiental. De 2009 até 2015 foram 22.059 famílias removidas totalizando cerca de 77.206 pessoas, segundo Dossiê do Comitê Popular da Copa e Olimpíadas do Rio de Janeiro. O reassentamento, quando ocorre, é em locais distantes, como por exemplo o bairro de Cosmos, a 70 km do centro do Rio, onde há insuficiência de transporte, escolas e hospitais públicos.


Realização:

Justiça Global: http://global.org.br/
Couro de Rato: http://couroderato.com.br/

terça-feira, 14 de junho de 2016

Para cobrir rombo do Iprev: Comunidade (e entidades de classe) temem especulação imobiliária, inclusive no Parque do Guará

Terça, 14 de junho de 2016
Deu Finacate
Fórum Permanente dos Integrantes das Carreiras Típica de Estado do DF

Elton Barbosa. Foto: Finacate
Em Audiência Pública – realizada na última quinta-feira (09/06/16) na CLDF -, onde se debateu a alteração das poligonais do Parque Ezechias Heringer (Parque do Guará), o advogado e Presidente do Finacate, Dr. Elton Barbosa, denunciou a articulação entre o capital especulativo imobiliário, a Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal - Terracap e a Agência de Fiscalização - Agefis para retirada, ilegal, dos chacareiros do Guará.

Com a coragem que lhe é característica, o Dr. Elton aproveitou o ensejo para denunciar o "assalto" promovido pelo “Governo de Brasília” às reservas financeiras do Instituto de Previdência dos Servidores Públicos do Distrito Federal – Iprev. Argumentos falsa e amplamente utilizados para a venda de áreas supervalorizadas junto ao Park Shopping (e consequente reposição de caixa daquele Instituto).

Segundo o Presidente do
Finacate, o que, aparentemente, seria uma simples alteração de poligonal de um parque - com a finalidade de "preservação" do meio ambiente - é, na verdade, um complexo jogo de interesses. Na opinião do sindicalista, o joguete envolve vários órgãos governamentais na "desobstrução" de áreas de grande valor econômico para o capital especulativo imobiliário (a serem adquiridas - apropriadas - por grandes empreiteiras - construtoras - e, consequentemente, na entrega do patrimônio público à satisfação do interesse e da ganância de particulares).

Não sem razão, até mesmo a autonomia funcional dos Auditores —Fiscais de Atividades Urbanas (art. 19, XXIII, da LODF) fora, estratégica e cirurgicamente— através de Instrução Normativa -, retirada pela atual presidente da Autarquia (responsável pela fiscalização da ocupação de espaços públicos no âmbito desta unidade federativa). A Agefis trata, na atual gestão, os servidores como meros fantoches (a imprensa tem denunciado os casos de assédio moral na Agência).

Em verdade, sustenta o presidente do
Finacate, estamos diante de um conluio, em muito semelhante àquele denunciado pelo Ministério Público Federal – MPF: o qual resultou em investigações sobre a venda de Medidas Provisórias; ou aquelas destinadas à venda de pareceres no âmbito de Câmaras de Recursos ou de Conselhos Federais. Parece enredo de filme norte-americano.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Legado das Olimpíadas. Justiça suspende autorização para demolir casa na Vila Autódromo no Rio

Quinta, 25 de fevereiro de 2016

Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil
A 500 dias das Olimpíadas de 2016, moradores da Vila Autódromo, em Jacarepaguá, reclamam de perda de qualidade de vida e incertezas sobre o futuro com as obras para as Olímpiadas (Fernando Frazão/Agência Brasil)
Prefeitura do Rio quer remover Moradores da Vila Autódromo, em Jacarepaguá, em decorrência dos Jogos OlímpicosFernando Frazão/Agencia Brasil

A Justiça concedeu à Defensoria Pública a suspensão da demolição de uma casa da Vila Autódromo, na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro. A comunidade fica ao lado do Parque Olímpico, que concentra boa parte das instalações dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016, cuja remoção tem sido pleiteada pela prefeitura desde o início das obras para a competição.

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Licenciamento de atividades econômicas: MPDF deve entrar com ação de inconstitucionalidade contra a lei 5.547/2015 de Rollemberg; ela tenta burlar os mecanismos de controle do uso do solo urbano pelo Estado

Quarta, 28 de outubro de 2015
Do MPDF
Os promotores de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística (Prourb) encaminharam, na última sexta-feira, 26 de outubro, representação ao procurador-geral de Justiça do DF e Territórios, Leonardo Bessa, para que seja ajuizada ação direta de inconstitucionalidade contra dispositivos da Lei 5.547/2015, que trata do licenciamento de atividades econômicas do DF. No documento, eles enfatizam que, há quase uma década, o Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) atua contra a reedição de leis locais que, a pretexto de simplificar o processo de licenciamento de atividades econômicas e sem fins lucrativos, violam normas urbanísticas e ambientais, em ofensa aos preceitos da política urbana e de proteção ao meio ambiente estabelecidos pela Lei Orgânica do DF (LODF).
A Prourb lembra que diversas ações diretas de inconstitucionalidade (ADI) propostas pelo MPDFT sobre o tema foram julgadas procedentes pelo Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT). Porém, todo o avanço alcançado acaba de sofrer um novo revés com a edição da Lei Distrital nº 5.547/2015. “O resultado de todo esse esforço institucional, tanto do Ministério Público quanto do Poder Judiciário locais, foi a edição de legislação mais equilibrada sobre a matéria, que, senão totalmente imune a críticas, dispensava um tratamento diferenciado apenas às microempresas, empresas de pequeno porte e microempreendedores individuais, exigindo em todos os casos a observância da legislação urbanística e ambiental”, explicam os promotores de Justiça.
Os promotores de Justiça defendem que a simplificação, a racionalização e a uniformização de procedimentos administrativos relacionados ao funcionamento de atividades econômicas ou sem fins lucrativos é uma medida louvável, mas não pode suprimir os mecanismos de controle do uso do solo urbano pelo poder público. “Isso assegura à população o atendimento de requisitos técnicos previstos em lei, relacionados, por exemplo, a segurança das edificações, segurança sanitária, salubridade, acessibilidade, controle ambiental e prevenção contra incêndios", reforçam.
Inconstitucionalidade – A lei contestada dividiu o licenciamento em duas autorizações autônomas e interdependentes: a viabilidade de localização e a licença de funcionamento. A primeira será concedida com base na legislação de uso e ocupação do solo. A segunda, em conformidade com a legislação sobre segurança sanitária, ambiental e contra incêndios e sobre posturas urbanísticas, edilícias e de acessibilidade. “Verifica-se que essa remissão inicial às legislações específicas foi utilizada para contornar as inconstitucionalidades reconhecidas pelo TJDFT, pois, em seguida, a lei retira todos os meios de que dispõe a administração para fiscalizar o cumprimento prévio das exigências legais, esvaziando completamente o poder de polícia estatal”, alertam.
De acordo com a representação, a lei eleva sensivelmente o risco de que fatos como o que ocorreu na semana passada no Rio de Janeiro, com a destruição de cerca de 13 imóveis e a interdição de outros 41, aconteçam também no DF e, o que é mais grave, com a autorização do poder público, a pretexto da promoção do desenvolvimento econômico e da geração de empregos. Para a Prourb, ao autorizar o exercício de atividades econômicas e auxiliares sem a comprovação do efetivo preenchimento das exigências legais, com base exclusivamente em declarações do próprio interessado na exploração da atividade, a lei contraria as diretrizes fixadas pela LODF e pelo Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT) acerca da Política de Desenvolvimento Urbano do DF. Tal condição faz prevalecer o interesse do particular sobre o da coletividade, que tem o direito de viver em meio ambiente seguro e equilibrado, somente alcançável por meio do planejamento da cidade e do respeito às normas urbanísticas e ambientais.
"Conquanto a geração de emprego e renda seja desejável, é preciso que seja buscada de modo responsável, em consonância com a Constituição Federal, a LODF e a legislação urbanística, edilícia e ambiental. Essa é uma condição inafastável para a existência de um verdadeiro Estado Democrático de Direito, o que certamente requer um olhar mais amplo para a questão, não setorizado, que vise sobretudo a assegurar um futuro mais digno à população do DF", conclui a Prourb.
Leia aqui a íntegra da representação.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Especulação imobiliária: CLDF derruba decreto que ampliou os parques no Lago Sul e Norte

Sexta, 2, de outubro de 2015 

 

Por Chico Sant’Anna, com base no Blog do Callado  e do Blog do Cafezinho.

Empresários do Distrito Federal pressionam pelo loteamento do Parque do Guará.

A Câmara Legislativa do Distrito Federal parece não querer se emendar mesmo e continua a legislar para atender o interesse de uns poucos em detrimento do bem estar da coletividade maior. No mesmo dia em que aprovou – a pedido do governador Rollemberg –  um polêmico saque bilhionário no fundo de Previdência dos servidores do GDF, o legislativo local aprovou um decreto revogando a ampliação dos Parques nas orlas Sul e Norte do Lago Paranoá.

No meio das discussões para garantir os salários dos servidores públicos, um ato passou despercebido, pode se dizer escondido. A Câmara Legislativa aprovou, em plenário, Decreto Legislativo, nº 57/2015, cancelando os decretos do governador Rollemberg que ampliava as áreas dos parques da QL 12 sul e QL 2 norte. O Decreto Legislativo nº 57/2015 é de autoria do deputado Cristiano Araújo (PTB).

domingo, 16 de agosto de 2015

Park Way: área invadida pode se transformar em Parque Ambiental

Domingo, 16 de agosto de 2015

Do Blog Brasília, por Chico Sant´anna

Tucanos
O Park Way é rico em aves silvestres. Foto de Chico Sant’Anna
Por Chico Sant’Anna
A comunidade de moradores do Setor de Mansões Park Way, em particular os residentes às quadras de números 26 a 29 – que formam um setor específico à margem oeste da linha férrea da extinta RFFSA – estão apreensivos com os rumos da ocupação irregular do solo nessa região. Recentemente, uma grande área foi alvo de invasão e tentativa de grilagem nos fundos da quadra 28. Os moradores se mobilizaram e o Poder Público agiu impedindo – pelo menos provisoriamente -, a ação dos grileiros. Mas os moradores decidiram levar à frente a idéia de transformar uma grande área delimitada pelos fundos das quadras 27 e 28 em um Parque Ambiental. A proposta foi levada por uma comissão de moradores ao secretário de Meio Ambiente do Distrito Federal, André Lima, que decidiu encampar a proposta e negociar sua implementação internamente nas instâncias do Governo do Distrito Federal.
É sabido que com o esgotamento das opções fundiárias dos tradicionais bairros do Distrito Federal, a chamada indústria imobiliária – tanto a legal e quanto a clandestina – tem olhado com cobiça os espaços verdes existentes no Park Way. São incontáveis os casos de deturpação do uso do solo no bairro. Seja por meio de desvio de uso das residências – casas de festas, escritórios, hotelaria e até garagem de ônibus – seja pela invasão e grilagem de áreas públicas.
Audiência Sema 3
A proposta de se criar um parque ambiental no Park Way foi levada por uma comissão de moradores ao secretário de Meio Ambiente do Distrito Federal, André Lima, que decidiu encampar a proposta e negociar sua implementação internamente nas instâncias do Governo do Distrito Federal.

A iniciativa dos moradores visa coibir a mais recente invasão na localidade e ao mesmo tempo, propor uma solução definitiva, que assegure a preservação dessas áreas verdes do Park Way.

sábado, 20 de junho de 2015

"Todo mundo quer meter a mão em Brasília", diz filha de Lucio Costa

Sábado, 20 de junho de 2015
A arquiteta Maria Elisa Costa, filha do inventor de Brasília, sugere uma comissão deliberativa para cuidar do Plano Piloto

Ana Dubeux , Dad Squarisi /Correio Braziliense, Cristine Gentil, Conceição Freitas


Ativista número 1 das boas causas de Brasília (um bem da humanidade), a arquiteta Maria Elisa Costa entrou na rede faz algum tempo. Posta protestos, denúncias, espantos e raridades que segue descobrindo nas preciosidades que o pai deixou espalhadas pelo apartamento onde morou por 50 anos e que a filha segue catalogando e transferindo para a Casa de Lucio Costa. Mas Maria Elisa bem podia estar numa situação desconfortável: o governador da cidade que tanto defende é seu sobrinho. Ela foi casada com o irmão da mãe de Rollemberg. O casamento acabou, o ex-marido morreu, mas a relação afetiva se fortaleceu ao longo das últimas três décadas.
Nesta entrevista ao Correio, Maria Elisa sugere ao governador que crie uma comissão de alto nível, autônoma e deliberativa, para fazer frente à pressão dos que querem lotear o Plano Piloto. “Todo mundo é guloso, todo mundo quer meter a mão em Brasília.” Critica o sobrinho: “O fato de Rodrigo querer agradar a Deus e o mundo é fruto da geração pós-ditadura”. Lamenta que a autonomia política de Brasília tenha acabado com os prefeitos indicados. E diz que “o crachá de Lucio Costa” lhe dá o direito de falar o que bem entende.
Antes da entrevista, a filha do inventor havia almoçado com o representante das construtoras, o presidente do Sinduscon (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal), Luiz Carlos Botelho Ferreira, numa grande mesa que incluiu três aguerridos defensores da cidade, os arquitetos Carlos Magalhães e Fernando Andrade, e o jornalista Silvestre Gorgulho. Depois do bate-papo no Correio, Maria Elisa foi à Câmara Legislativa participar da sessão que entregou o título de cidadão honorário post-mortem ao fotógrafo Mário Fontenelle.
 (Além das jornalistas do Correio, participou da entrevista o jornalista convidado Silvestre Gorgulho)
 
O direito de falar o que bem entende

“Vou contar uma tragédia… Foi a maior lição que tive quando passei pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional). Eu, filha do Lucio, na presidência do Iphan. O Park Hotel, um hotelzinho lindo que meu pai projetou em Nova Friburgo, que é síntese dele, estava cheio de goteiras. Tinha de arranjar um jeito de bancar o conserto. Havia uma verba de R$ 80 mil. Levei um mês convencendo meus súditos (risos) para dar esse dinheiro para o conserto do ParkHotel porque estava chovendo dentro. Não podia, porque era propriedade particular. É particular, mas a chuva está caindo… Tanto insisti que concordaram. Fiquei na maior felicidade. Achei que estava resolvido o problema. Mas fui burra. Quem trabalha em serviço público tem que ter know-how. Serviço público não é pra amador, é pra profissional. Passaram-se seis meses para o dinheiro chegar ao destino. Nesses seis meses, a chuva foi de tal ordem que o hotel teve de ser fechado e nunca mais abriu. Isso com a filha do doutor Lucio na presidência do Iphan! O que é terrível é que a solução era a mais simples do mundo. Eu tinha de ter chegado pra minha chefe de gabinete e dito: Dia sim, dia não, telefona pra ver se o dinheiro chegou. Sem isso, as coisas não andam. Tem que ter alguém que cobre o tempo inteiro. Por isso que tomei horror de reunião. A reunião acaba em si mesma, o produto final da reunião é ela mesma. Nunca mais quero saber de cargo coisíssima nenhuma. Continuarei autônoma a vida inteira. E falando o que bem entendo. O que me permite estar aqui falando essas coisas é que sou uma aposentada autônoma. É um direito e uma mania. Essa liberdade de falar o que penso não seria igual se eu estivesse presa a um emprego público. E esse crachá de Lucio Costa também me dá o direito de falar o que bem entendo."


DAD SQUARISI — O governo fez bem em retirar o PPCuB da discussão na Câmara Legislativa?


MARIA ELISA COSTA
— Aquele velho, feito em Cingapura, aquele catatau? Aquilo tinha que jogar fora. Não analisei tim-tim por tim-tim porque me recusei a levar a sério um plano daquele tamanho. Foi feito para ser burlado. É muito mais fácil burlar um plano prolixo do que um plano enxuto. Foi uma perda de tempo, um erro. Tinha de ser deletado para se fazer uma coisa mais sensata, mais saudável. O governo mudou. Pela primeira vez Brasília tem um governo de pessoas de Brasília. Começar uma coisa decente, benfeita.


Leia mais em:
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2015/06/20/interna_cidadesdf,487288/todo-mundo-quer-meter-a-mao-em-brasilia-diz-filha-de-lucio-costa.shtml

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Alunos da UERJ são atacados com bombas durante protestos

Sexta, 29 de maio de 2015
Da Tribuna da Imprensa
Iluska Lopes
Os alunos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), que faziam uma manifestação pacífica contra a remoção de moradores na “Favela do Metrô”, nas proximidades da Universidade foram lamentavelmente atacados pela Polícia Militar do RJ. De acordo com informações, os policiais chegaram a atirar bombas de efeito moral em direção ao estacionamento do campus.
Os estudantes participavam de uma assembleia no campus do Maracanã, para decidir se os professores entrariam em greve, foram avisados que naquele momento, a Polícia Militar fazia a desocupação na “Favela do Metrô”, que foi determinada pela Prefeitura do Rio.
— “Fomos informados que iam retirar os moradores ali na favela e que estavam batendo neles. A gente se reuniu para protestar lá. Estávamos nos manifestando pacificamente. Quando fechamos a rua, já vieram batendo na gente”, contou o estudante de direto William Júnior.
De acordo com uma das estudantes, que teme se identificar, um aluno foi espancado e preso. Em vídeo compartilhado no Facebook, agentes da segurança da própria Uerj usaram jatos d'água para dispersar manifestantes.
Moradores da comunidade e alunos da Uerj teriam revidado com pedras, segundo William. Alguns estudantes correram de volta para o campus. Durante o tumulto, a PM ainda teria atirado bombas de efeito moral em direção ao estacionamento da universidade. Alunos e professores ficaram “presos” dentro do campus, durante o tumulto.

sábado, 23 de maio de 2015

Vídeo do Parque Urbano e Vicencial do Gama (DF) pegando fogo na tarde deste sábado (23/5).

Sábado, 23 de maio de 2015
 O incêndio, numa área do parque, teria sido um acidente ou um crime? Há muito tempo que o espaço do Parque Urbano e Vivencial do Gama vem sendo objeto da cobiça de especuladores imobiliários. 

sexta-feira, 22 de maio de 2015

MPDF: Justiça proíbe novos parcelamentos de solo e licenças para empreendimentos em Águas Claras

Sexta, 22 de maio de 2015
O Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) obteve liminar para suspender novos parcelamentos, alienações de terrenos e licenças ambientais para novos empreendimentos em Águas Claras. Em fevereiro, a Promotoria de Justiça da Ordem Urbanística (Prourb) propôs ação civil pública para exigir o licenciamento ambiental corretivo com o objetivo de reduzir os impactos urbanísticos e ambientais decorrentes do reiterado desvirtuamento do projeto original da cidade. A decisão, da Vara do Meio Ambiente, é do último dia 19/5.
Com a decisão, até que seja realizado o licenciamento ambiental corretivo da região, a Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap) fica proibida de alienar, por qualquer modo, terrenos em Águas Claras e o DF, de aprovar projetos de parcelamento, reparcelamento ou desmembramento do solo para quaisquer fins naquela região. O Instituto Brasília Ambiental (Ibram) também não poderá conceder licenças para novos empreendimentos imobiliários no local e deverá promover os atos necessários à elaboração da licença corretiva.
Leia mais:

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Especulação imobiliária: Construções nas “Quadras 500” do Sudoeste são mantidas suspensas pelo TCDF

Quarta, 29 de abril de 2015
Do TCDF
O Tribunal de Contas do Distrito Federal manteve a decisão de proibir quaisquer procedimentos voltados para a criação e ocupação das Quadras 500 do Setor Sudoeste. A empresa Oeste Sul Empreendimentos Imobiliários S.A. havia apresentado recurso contra a determinação anterior do TCDF de suspender a ocupação da área, mas desistiu de recorrer. 

Na sessão ordinária desta terça-feira, dia 28 de abril de 2015, a Corte também tomou conhecimento de uma nova denúncia sobre a consolidação das Quadras 500. O documento foi apresentado por representantes de entidades da sociedade civil, que também solicitaram participação no Processo 5.989/2011. O TCDF autorizou que eles fossem considerados parte interessada no referido processo.

O projeto de expansão do Sudoeste teria surgido em 06 de dezembro de 2007, quando a União firmou contrato de alienação, mediante permuta, com a Antares Engenharia Ltda. Em troca do terreno administrado pela Marinha do Brasil e localizado entre o Instituto Meteorológico e o Eixo Monumental, a empresa construiria 752 apartamentos em Águas Claras, que seriam destinados a oficiais. Em 2006, essa área já havia sido objeto de licitação para a construção de prédios residenciais. Mas o procedimento tinha sido revogado em razão de questionamentos do Ministério Público Federal, relacionados aos problemas urbanísticos e ambientais que causaria.

No processo que tramita no TCDF, apurou-se que as Quadras 500 encontram-se fora da área delimitada por Lúcio Costa para o Setor Sudoeste. Também foram apontados indícios de irregularidades na tramitação do licenciamento ambiental e de deficiência na análise técnica realizada. Para o Ministério Público junto ao TCDF, a ocupação do local pode acarretar em prejuízos de difícil ou impossível reparação ao patrimônio público, ao erário, ao meio ambiente e à população, ao se considerar o início de obras em uma área onde não se pode edificar.

No âmbito judicial, tramita a Ação Civil Pública nº 2009.01.1198206-6, ajuizada pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios para impedir a expansão do Setor Sudoeste.

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Justiça: Construções devem respeitar taxa de permeabilidade prevista no plano diretor de cada cidade; Decisão suspende efeitos de todos os alvarás de construção e cartas de habite-se (inclusive do Gama) com base no Decreto 35.363/201

Quarta, 22 de abril de 2015
Do MPDF
O Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) obteve liminar para suspender os efeitos do Decreto nº 35.363/2014, que adotou soluções tecnológicas supostamente capazes de garantir a observância das taxas mínimas de permeabilidade* previstas nos Planos Diretores Locais (PDLs) de Ceilândia, Águas Claras, Samambaia, Gama, Candangolândia e Guará. A decisão, da Vara do Meio Ambiente, Desenvolvimento Urbano e Fundiário do DF, é do último dia 14.

Na decisão, o magistrado acolheu argumento do Ministério Público em ação civil pública no sentido de que matérias relativas ao planejamento, controle e uso do solo são de competência legislativa exclusiva da Câmara Legislativa, por meio de Lei Complementar (art. 75, parágrafo único, IX, da Lei Orgânica do Distrito Federal). O referido decreto foi de iniciativa do Governo do DF.

“A permeabilidade do solo não é, nem de longe, algo irrelevante, que possa ser negligenciado. Aqui mesmo em Brasília é possível constatar facilmente as nefastas consequências do tratamento inadequado do problema: quem conhece a cidade há mais tempo recorda que inundações e alagamentos não eram comuns. De uns tempos para cá, porém, verifica-se, especialmente na Asa Norte, que qualquer chuva acarreta uma miríade de transtornos, com vastas regiões inundadas”, destacou o juiz Carlos Frederico de Medeiros na decisão.

O juiz determinou, ainda, que o Distrito Federal, durante processo de licenciamento de imóveis, utilize os parâmetros previstos nos PDLs, sem aplicação de soluções tecnológicas admitidas no Decreto nº 35.363/2014. Também suspendeu os efeitos de todos os alvarás de construção e cartas de habite-se concedidas com fundamento nesse dispositivo legal.

*Taxa de permeabilidade: percentual mínimo da área do lote onde é proibida a impermeabilização por pavimentação ou edificação.

domingo, 29 de março de 2015

Moradia já!!!

Domingo, 29 de março de 2015
Da Tribuna da Imprensa
Francisco Chaves
 
As crianças, idosos, mulheres, homens, isto é, cerca de 40 famílias, após a tragédia de 11 de abril de 2014, quando foram massacrados e expulsos como inimigos da guerra urbana do terreno da “OI/TELEMAR” pela PMERJ, tudo em nome da especulação imobiliária “política” promovida pelos órgãos do poder, tornam-se refugiados dessa cruel diáspora imposta por uma prefeitura voltada para os bilhões das PRIVATIZAÇÕES $ TERCEIRIZAÇÕES.
 
Tentaram a igreja, e foram para a Catedral Metropolitana, e de lá exilados pela cúria continuaram seus tristes descaminhos do abandono, ocuparam o terreno da CEDAE, na Via Binário (RJ). Após saírem pacificamente, foram violentamente escorraçados pelas bombas e gás de pimenta da guarda municipal. 
 
Tentaram se concentrar na tarde e noite da ultima quinta-feira (26/03) nas escadarias de sua Câmara de Vereadores (eles votam?), foram expulsos pelo choque da PMERJ. Tentaram, então, à praça da Cinelândia. Até quando???
 
(Crédito/Foto: Francisco Chaves).

terça-feira, 3 de março de 2015

Na Torre de TV temos uma bela fonte luminosa. No Gama temos uma fedorenta merda luminosa. Vergonha!!!

Terça, 3 de março de 2015
Como resultado da ocupação inconsequente do Setor de Indústria do Gama por arranha-céus, a rede de esgoto não suporta a pressão. Resultado?  O que pode ser visto nas fotos abaixo. Uma fedorenta "fonte" de pura merda.

Fonte que mostra toda a sua "beleza e perfume" no estacionamento à direita do Supermercado Maia. Está a "fonte" entre o supermercado e os restaurantes da praça do Amarelinha. Imaginou alguém comer uma pizza, um pastel ou qualquer outra comida sentindo o cheirinho de cocô, além de ver os carros levantarem respingos de merda? É isso, o material escorreu pelo asfalto, caiu na pista e também em uma boca de lobo e declive abaixo foi para a pista em frente aos restaurantes. 

As fotos foram tiradas às 20h10 desta terça (3/3), quando tudo já estava tomado de merda. Quarenta minutos após, mais forte jorrava a água de cocô. E nada de Caesb ou quem quer que fosse. A área, se nada for feito esta noite, vai ao amanhecer estar mais inundada do que muitas áreas da cidade de São Paulo em dia de aguaceiro. Só que no Gama, a inundação é de merda mesmo.

As fotos são do Gama Livre. Clique sobre elas para ampliá-las e sentir o drama.

Parece um lago, uma fonte, mas não é. É merda!!!!!

Na imagem abaixo, parte do "material" cai na boca de lobo. Outra viaja pela pista em direção aos restaurantes.

Abaixo não vemos a força da natureza, mas a força da especulação imobiliária.

domingo, 18 de janeiro de 2015

Em defesa do Parque Urbano e Vivencial do Gama

Domingo, 18 de janeiro de 2015
Do Portal Gama Cidadão 
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1°. Reunião da Comissão Independente de Defesa do Parque Urbano e Vivencial do Gama. Foto: Gama Cidadão

Foi realizado na tarde de sábado (17/01) uma reunião, aberta à comunidade Gamense, para tratar de assuntos referentes ao Parque Vivencial Urbano da cidade. Foram levantadas questões a cerca dos problemas que o parque vem enfrentando e a demora na conclusão do projeto para o local.

Outra ação tomada durante a reunião foi a formalização da criação da Comissão Independente de Defesa do Parque Urbano e Vivencial do Gama (PUVG) que tem como o objetivo trabalhar mais incisivamente na implantação do PUVG.