Quarta, 9 de abril de 2014
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Os ex-distritais Leonardo Prudente, Eurides Brito, Berinaldo Pontes, Odilon Aires, Pedro do Ovo, Rogério Ulysses e Rubens Brunelli Júnior, são também alguns dos 35 denunciados pelo MPDFT.
Do MPDFT
O
Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do
Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) ajuizou, nesta
terça-feira, dia 8, na 7ª Vara Criminal de Brasília, 17 ações penais
contra os envolvidos na denominada Operação Caixa de Pandora. Os autos
do processo chegaram ao Ministério Público em 13 de março de 2014, após
desmembramentos realizados pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) e,
posteriormente, pelo Tribunal de Justiça local (TJDFT).
O objetivo do Gaeco em dividir a denúncia inicial em diversas ações é agilizar a tramitação dos processos, contribuindo para a celeridade da Justiça. As denúncias são referentes a prática dos crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e quadrilha. Em todas as denúncias há pedidos de ressarcimento aos cofres públicos em valores que chegam a R$ 739.528.912,10.
O caso, que ficou conhecido como
"Mensalão do DEM", envolvia o pagamento de propina a deputados
distritais por parte do então governador do DF, José Roberto Arruda, e o
vice-governador, Paulo Octávio, em troca de apoio político. O esquema
era abastecido, essencialmente, com valores ilícitos oriundos dos
contratos de informática do GDF.
Foram denunciadas 35 pessoas:
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